Diana Andringa viveu em Angola até aos 11 anos e foi lá que viu o racismo pela primeira vez. Tornou-se uma jornalista de referência, foi presa pela PIDE devido às suas convicções contra a ditadura e a favor do fim da guerra colonial, é autora de vários documentários que marcaram o país - um deles sobre o “arrastão” em Carcavelos.
Obrigado Diana Andringa pelo teu testemunho.Só os quadrúpedes insensíveis nunca perceberão as tuas palavras.