A
«coisa» continua muito confusa…
Desde
a linguagem codificada até ao professor das célebres quatro cadeiras, ou
bancos, tudo parece demasiado estranho…Expressões como "fotocópias", "dossiê", "livros do Duda" e aquilo "que gosto muito", revelam o quê?
“Se puderes [Santos Silva] trazer um bocadinho daquela coisa que, gosto muito”!
Gosta muito?
Dizem que são «sinónimas» de … dinheiro!
Podem até ser, mas o mistério é enorme…
Depois há aquela do professor, mais um amigo da adolescência do Pinto, na Covilhã, o «tal» das quatro cadeiras (ou seriam bancos?) da Universidade Independente, suspeito de pressionar a família do empresário Santos Silva, para que este diga que a sua fortuna pertence ao ex-primeiro-ministro …
Estranha-se!
Alguém que fez a doação dos bancos vem agora exigir a mesa!
Estranho!
Mais estranho ainda …quando o engenheiro e ex-professor do Pinto de Sousa foi constituído arguido, pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), por suspeitas de pressionar a família do empresário de Carlos Santos Silva.
Na
origem do processo está uma queixa apresentada pela advogada de Carlos Santos
Silva, Paula Lourenço, que diz que o ex-professor da Universidade Independente
terá pressionado familiares do empresário para que este admitisse que a fortuna
de 23 milhões de euros, registada em seu nome, pertence a Sócrates.
António
Morais, que chegou a trabalhar com o ex-ministro Armando Vara, o caixeiro de
meias guindado à condição de administrador da agiotagem, sentou-se no banco dos
réus com uma ex-companheira acusados de corrupção e branqueamento de capitais
na construção, da célebre estação de tratamento de lixo, na Cova da Beira.
Em
2005, quando Sócrates chegou ao poder como primeiro-ministro, o engenheiro e
professor Morais foi nomeado para o Instituto de Gestão Financeira e Infra-estruturas
do Ministério da Justiça.
Saiu ao fim de nove meses.
Fim
da gestação… sem prematuro!
Quem
tramou quem?
Quem
trama quem?
O
«rabbit»?