Talvez isto vos interesse mais que o assunto dos pontapés nas canelas.
Tribunal Constitucional volta a rejeitar recursos de Luís Montenegro no caso Spinumviva.
Montenegro apresentou duas pretensões ao Tribunal Constitucional sobre as suas obrigações declarativas.
Tentou impedir o acesso público aos serviços prestados e aos saldos bancários da empresa familiar Spinumviva, com o argumento da reserva da vida privada e da proteção de terceiros.
Perdeu.
Recordar que todo este embróglio tem a ver com o diferendo entre Luís Montenegro e a Entidade para a Transparência, órgão responsável por fiscalizar as declarações únicas de rendimentos dos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos, remonta a abril de 2025, quando o primeiro-ministro se opôs à divulgação pública dos clientes da Spinumviva.
