O problema da falta de água é sério, mas não se sensibilizam os alunos para a situação e os poderes instalados nada fazem.
Depois de Almada, agora é Manteigas com cortes no abastecimento.
Isso mesmo, em Manteigas, em pleno coração da Serra da Estrela, onde era plausível o fenómeno não acontecer.
O corte no abastecimento entrou em vigor na noite de terça-feira e vai decorrer diariamente entre as 22:00 e as 06:00 para permitir a recuperação dos níveis de água no reservatório.
Lastimável.
Segundo o executivo camarário, a origem do problema remonta ao deslizamento de terras ocorrido em fevereiro na mata da Carvalheira, que destruiu duas das principais nascentes que alimentavam aquele reservatório.
Em fevereiro? E nada fizeram?
Estranho, muito estranho.
Não nos venham com a esfarrapada desculpa do aumento do consumo. Felizmente, os árabes, quando estiveram pela Península Ibérica, ensinaram-nos a tomar banho.
Felizmente. Doenças que se deviam à falta de higiene das populações foram debeladas.
Há que educar para a poupança da água. Mas igualmente deixar de gastar água a regar pistas de saltos, como no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda. Pois é! E depois vêm com a conversa da treta dos desperdícios.
Sem deixar de cuidar da higiene pessoal, é preciso saber usar devidamente a água.
Mas se nem as outras aprendizagens se fazem, como aprender a cuidar do ambiente?
Depois de Almada, agora é Manteigas com cortes no abastecimento.
Isso mesmo, em Manteigas, em pleno coração da Serra da Estrela, onde era plausível o fenómeno não acontecer.
O corte no abastecimento entrou em vigor na noite de terça-feira e vai decorrer diariamente entre as 22:00 e as 06:00 para permitir a recuperação dos níveis de água no reservatório.
Lastimável.
Segundo o executivo camarário, a origem do problema remonta ao deslizamento de terras ocorrido em fevereiro na mata da Carvalheira, que destruiu duas das principais nascentes que alimentavam aquele reservatório.
Em fevereiro? E nada fizeram?
Estranho, muito estranho.
Não nos venham com a esfarrapada desculpa do aumento do consumo. Felizmente, os árabes, quando estiveram pela Península Ibérica, ensinaram-nos a tomar banho.
Felizmente. Doenças que se deviam à falta de higiene das populações foram debeladas.
Há que educar para a poupança da água. Mas igualmente deixar de gastar água a regar pistas de saltos, como no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda. Pois é! E depois vêm com a conversa da treta dos desperdícios.
Sem deixar de cuidar da higiene pessoal, é preciso saber usar devidamente a água.
Mas se nem as outras aprendizagens se fazem, como aprender a cuidar do ambiente?
