A Associação Coração Silenciado, que representa dezenas de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, exige que a Conferência Episcopal Portuguesa pague a totalidade dos montantes inicialmente definidos pela comissão responsável por fixar as indemnizações.
Segundo a associação, a diferença entre os valores recomendados e aqueles que acabaram por ser aprovados pelos bispos ronda um milhão de euros, motivo pelo qual as vítimas defendem que a Igreja deve cumprir integralmente o que foi estabelecido por um organismo que ela própria criou.
Lembrar que, dos mais de 500 testemunhos recolhidos pela Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, 95 vítimas solicitaram indemnização à Conferência Episcopal.
Destas, 78 foram consideradas elegíveis, mas apenas 57 acabaram por receber uma compensação financeira. Paralelamente, a associação critica ainda a decisão do Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, de arquivar 17 processos relativos a padres portugueses ainda vivos acusados de abusos sexuais, considerando esses arquivamentos injustificados.
Lá vem um peditório a caminho.
Nem duvido.
Segundo a associação, a diferença entre os valores recomendados e aqueles que acabaram por ser aprovados pelos bispos ronda um milhão de euros, motivo pelo qual as vítimas defendem que a Igreja deve cumprir integralmente o que foi estabelecido por um organismo que ela própria criou.
Lembrar que, dos mais de 500 testemunhos recolhidos pela Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, 95 vítimas solicitaram indemnização à Conferência Episcopal.
Destas, 78 foram consideradas elegíveis, mas apenas 57 acabaram por receber uma compensação financeira. Paralelamente, a associação critica ainda a decisão do Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, de arquivar 17 processos relativos a padres portugueses ainda vivos acusados de abusos sexuais, considerando esses arquivamentos injustificados.
Lá vem um peditório a caminho.
Nem duvido.
