A opacidade do caso Neves.
Muitos especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária aos contratos celebrados com o empreiteiro de Barcelos, João Carvalho.
A Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da Polícia Judiciária na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.
Confidencialidade? Segredo de Estado?
Uma questão que, a nosso ver, devia levantar suspeitas.
Por que razão só aparecem no portal Base as obras no edifício da polícia judiciária da Guarda?
Isco?
Lembrar que, no dia em que uma brigada da Polícia Judiciária ia iniciar buscas na Câmara da Guarda, deu-se o fenómeno, até agora misterioso, pois não fomos, munícipes, informados da sua causa, o famoso «apagão informático».
Coincidências?
E quem mandou calar o executivo camarário quando quiseram, se é que quiseram, anunciar as causas do apagão?
É que não acredito em bruxas, mas que as há, há!
Silêncios perigosos e suspeitos, próprios de bruxaria.
Muitos especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária aos contratos celebrados com o empreiteiro de Barcelos, João Carvalho.
A Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da Polícia Judiciária na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.
Confidencialidade? Segredo de Estado?
Uma questão que, a nosso ver, devia levantar suspeitas.
Por que razão só aparecem no portal Base as obras no edifício da polícia judiciária da Guarda?
Isco?
Lembrar que, no dia em que uma brigada da Polícia Judiciária ia iniciar buscas na Câmara da Guarda, deu-se o fenómeno, até agora misterioso, pois não fomos, munícipes, informados da sua causa, o famoso «apagão informático».
Coincidências?
E quem mandou calar o executivo camarário quando quiseram, se é que quiseram, anunciar as causas do apagão?
É que não acredito em bruxas, mas que as há, há!
Silêncios perigosos e suspeitos, próprios de bruxaria.
