quarta-feira, fevereiro 25, 2026

Uma condenação à morte baseada em falsidades.

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A democracia elogiada por acéfalos. 
Em 1944, nos Estados Unidos, George Junius Stinney Jr., um jovem negro de 14 anos, foi condenado à morte e executado na cadeira elétrica, tornando-se o mais jovem a receber essa pena no país durante o século XX. 
A razão? Um caso forjado que culpou o adolescente por matar duas crianças brancas. 
FALSO! 
Mesmo sem provas materiais que o ligassem ao crime, George foi preso na sua casa. Foi interrogado sozinho, com 14 anos, sem a presença de advogado, familiares ou qualquer testemunha. 
A polícia afirmou que houve confissão, mas não apresentou registo formal ou evidência física que comprovasse a acusação. 
O julgamento foi conduzido de forma extremamente rápida, com duração aproximada de duas horas. 
O júri, composto apenas por homens brancos, levou menos de dez minutos para decidir pela condenação por assassinato. 
Pouco depois, a sentença foi cumprida. 
Setenta anos mais tarde, em 2014, a Justiça da Carolina do Sul revisitou o caso. 
Um juiz anulou a condenação ao reconhecer que o adolescente não teve direito a um julgamento justo que os seus direitos constitucionais foram desrespeitados. 
Décadas após a execução, George Stinney Jr. foi oficialmente declarado inocente. 
Agora? 
Quem lhe devolve a vida? 
Mas há mais e muitos mais casos desta dita «justiça» que condenou inocentes à morte. 
Assassinos. 
Esta canalha tem medo de tudo. São uns "merdosos" e vingam-se à mínima suspeita. Assim andarem sempre armados. 
É só estudar e conhecer a proveniência da canalha. Demoraram 70 anos... 
Enorme revolta. 
A canalha imunda e nojenta que defende a pena de morte lá saberá as razões de tal motivo. Escondem o quê?