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Exige-se que o governo «meta a mão na consciência» e assuma igualmente as culpas de todo um sistema que falhou, nomeadamente a proteção civil.
Que os cidadãos de TODAS as regiões, das regiões afetadas, recebam todo o tipo de meios para poderem voltar ao tempo antes das tempestades.
Que as infraestruturas, todas elas, E-REDES, BRISA, Telecomunicações, Infraestruturas de Portugal sejam responsabilizadas pelas trágicas consequências da sua inércia e inépcia.
Que se avalie o trabalho dos autarcas por forma a apurar responsabilidades de todo o tipo e que haja penalizações sérias.
Solidariedade é precisa e urgente.
Os cidadãos atingidos pelas intempéries não querem empréstimos, pois só irão agravar as precárias situações dos cidadãos e das empresas.
Lembrar aos governantes, todos eles, que os sacrifícios e traumas dos habitantes não podem ser medidos ficarão na memória dos que as viveram e vivem. Não há dinheiro que as apague.
Haja consciência.
Que os cidadãos de TODAS as regiões, das regiões afetadas, recebam todo o tipo de meios para poderem voltar ao tempo antes das tempestades.
Que as infraestruturas, todas elas, E-REDES, BRISA, Telecomunicações, Infraestruturas de Portugal sejam responsabilizadas pelas trágicas consequências da sua inércia e inépcia.
Que se avalie o trabalho dos autarcas por forma a apurar responsabilidades de todo o tipo e que haja penalizações sérias.
Solidariedade é precisa e urgente.
Os cidadãos atingidos pelas intempéries não querem empréstimos, pois só irão agravar as precárias situações dos cidadãos e das empresas.
Lembrar aos governantes, todos eles, que os sacrifícios e traumas dos habitantes não podem ser medidos ficarão na memória dos que as viveram e vivem. Não há dinheiro que as apague.
Haja consciência.
