Ontem, dia 31 de Maio de 2022, nenhum canal do lixo deixou de referir que o negócio do turismo está em franca recuperação, Ultrapassando já os valores atingidos antes da pandemia.
Saúda-se tal progresso.
Ora perante tal acontecimento como compreender que um chefinho do Turismo em Portugal venha solicitar ao governo a não aplicação ao sector da redução do número de trabalhadores precários que é exigido a outros sectores?
Uma hipocrisia total, mais uma!
Lembrar que há licenciados no turismo a receber apenas 2,5 euros à hora; que há contratos cujo valor declarado é diferente do recebido; trabalho nocturno pago a menos de 5 euros; precários mais que muitos; facilidade em despedir, até pelo facto do trabalhador parar para descansar, etc, etc....
A ganância é o pior dos males do sistema.
Depois queixem-se que faltam trabalhadores.
Ninguém ousa fiscalizar. Há garrafas de whisky «reservadas» aos fiscais.
Os regedores ao aceitarem a delegação de competências na educação pensavam que iam ter só o poder de dirigir os funcionários não docentes, para melhor exercerem o caciquismo.
Enganados. Ides ter todas as obrigações que deviam caber ao poder central. Mas este, mais uma vez, desresponsabilizou-se das suas funções.
Podeis pedir ajuda a todos os santos e bater à porta de todas as capelas. Custa tanto perceber que são freiras e frades do mesmo convento?
As instituições que vos dizem representar estão partidarizadas. Quem manda é o partido no governo.
Abri a pestana.