domingo, fevereiro 01, 2026

Os imbecis do ICE.

 


Isto é o tal «contexto de invisibilidade»?

Que nojo.



O que aconteceu?

No seu programa eleitoral de 2024, a AD tinha como objetivo um crescimento económico de 2,5% no ano de 2025.
Os primeiros dados apontam para que o crescimento tenha sido de apenas 1,9%. As políticas do governo falharam ou a AD quis enganar os portugueses na campanha eleitoral?



Só responde quando e como quer...

Os portugueses não merecem explicações, todas as explicações, já percebemos.
Pergunta muito interessante e muito complexa, e só pode dizer que está em aprendizagem? Aprendizagem coletiva? Fixar metas? Mas não foram as excelências que logo a seguir ao «apagão» repetiram até à exaustão que nunca mais se iriam repetir tais consequências? Não queira iludir.



Dona Lúcia!

E as frases da dona Lúcia continuam a alimentar o anedotário nacional. Se a situação não fosse séria e grave, dava para rir, mas infelizmente é muito crítica.
Ridículas. «Estamos em processo de aprendizagem coletiva». Aprendizagem coletiva? No meu tempo, na altura chamada de "Instrução Primária", aprendia-se a tabuada a cantar em coletivo. É dessa aprendizagem que fala dona Lúcia? Mas as bolotas continuam... «Quando ocorre uma morte, lamentamos e aprendemos». Quanto ao lamento, percebe-se no âmbito do tal «contexto de invisibilidade». Aprendemos? O que quer dizer com o «aprendemos»? Sabe o que significa aprender? Pergunte ao seu colega, o ministro da educação, pode ser que ele elucide. Pode ser! Fale das insuficiências manifestas pela sua incompetência em todo o processo de causas e consequências da devastação que se verifica no país. Deixe-se de tangas.



E, ao fim de três dias, eis que aparece.

Falo da ministra da Administração Interna, uma tal de nome Lúcia.
E, como tantos dos seus companheiros e companheiras de trancos e barrancos, abriu a cloaca para dizer disparates. Dizer que não tinha ido «ao terreno» dado que tem estado «a trabalhar em contexto de invisibilidade», é um gozo, mesmo dito com ar de quem está a ditar uma frase para o papel higiénico. O que é isso de «trabalhar em contexto de invisibilidade«? Agora percebo a razão de tanto estudante dizer que se prepara para os exames em «contexto de invisibilidade» e depois têm resultados negativos. A senhora ministra pode até cantar bem no coro da igreja do seu bairro, mas sabe, não alegra e muito menos convence. A maioria dos portugueses já não vai em cantorias de catatuas e outros similares. Este governo é muito provavelmente o pior governo dos últimos anos. Só assim se compreende a subida metafórica de um partido de extrema-direita. Continuem, pois já entramos, por muito que certos comentadores acéfalos digam o contrário, em fase descendente no abismo.



Águas contaminadas em Valhelhas

E com tanta chuva e as estruturas deficitárias, só podia levar à contaminação das águas.
A Águas Públicas em Altitude (APAL- SIM), empresa intermunicipal de água e saneamento de Celorico da Beira, Guarda, Manteigas e Sabugal, «por precaução», avisa os habitantes e, presumivelmente, os visitantes de Valhelhas, no concelho da Guarda, a não consumirem a água da rede. Diz a empresa intermunicipal que estão a ser realizadas análises microbiológicas urgentes para se apurar se há ou não contaminação na água. E a contaminação é apenas em Valhelhas? Esclareçam, temos o direito a saber ou será que é mais um segredo de polichinelo? (Foto Rádio Altitude)



E a tempestade também se fez sentir pelo concelho da Guarda.

Assim ficou a praia fluvial de Aldeia Viçosa,.
(Fotografias de Pedro Miguel Andrade via facebook).




Gostei da análise.

E dado que a situação não é só vivida no Brasil partilho a análise.
Pensem se houver tempo.
"O cansaço do professor não é apenas físico. É ético.
O professor não está cansado apenas de dar aulas.
Está cansado de negociar valores.
Nas escolas particulares, cresce silenciosamente uma lógica perigosa: o aluno vira cliente, a família vira consumidor e a educação passa a ser tratada como produto. Nesse modelo, o docente deixa de ser referência pedagógica e passa a ser prestador de serviço.
E isso esgota.
Porque ensinar exige autoridade intelectual, tempo de escuta, confronto de ideias, frustração produtiva e construção de limites. Mas o mercado não gosta de conflito. O mercado prefere satisfação imediata, notas infladas, aprovação automática e relatórios que soem como atendimento ao cliente.
O resultado? Professores emocionalmente drenados, pedagogicamente silenciados e institucionalmente fragilizados.
Não é raro ver profissionais excelentes adoecendo — não pelo excesso de trabalho, mas pela perda de sentido.
Quando o medo de desagradar substitui o compromisso com a aprendizagem, algo essencial se rompe.
Educação não é delivery.
Formar sujeitos não é o mesmo que reter matrículas.
Se a escola se organiza apenas pela lógica do cliente, o professor vira descartável — e o aluno, paradoxalmente, perde a chance de aprender de verdade.
Talvez esteja na hora de recolocar o professor no centro do projeto pedagógico.
Não como funcionário operacional.
Mas como agente intelectual, ético e transformador.
Porque sem professor respeitado, não há educação de qualidade — só prestação de serviço."
Prof. Régi Macedo - Professor de Língua Portuguesa no COMPA, Colégio da Companhia de Maria · São Paulo.



E mais uma árvore cai no Parque Urbano do Rio Diz na Guarda.

Outra e outras cairão.
Falta de responsabilidade dos deveres que são devidos a um executivo camarário. De árvore em árvore, umas que caem, outras por falta de rega morrem, apesar da tão propagandeada rega da água «limpa» da ETAR, o parque vai, tristemente, ficando despido. Triste sina a de um parque que devia ser local aprazível. Tem culpados da situação, pois tem.







E outras árvores cairão, espera-se e deseja-se que não atinjam cidadãos.