sábado, fevereiro 21, 2026

Desperdício

O executivo camarário da Guarda justificou o aumento exorbitante do abastecimento de água, ao domicílio e às empresas com o desperdício que vai a existir nas condutas. Todas as vezes que há aumentos, invariavelmente usam a mesma justificação. 
Mas esquecem-se que o tal desperdício é, na maioria dos casos, da responsabilidade dos serviços. 
E, mais um ano, o desperdício de água, junto aos lagos no Parque Urbano do Rio Diz, vai-se a verificar. 
O desperdício verifica-se todos os anos, IRRRAAAA! 
O ano passado até quiseram imitar a barragem de Assuã, faltou foi engenho e arte. 
O exemplo que dão é justificativo da incompetência. 
Tudo dito.
 





 

Desleixo total

E dia após dia, semana após semana, mês após mês cai uma árvore no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda. 
Não enganem os guardenses. 
Não foram as intempéries. 
Chama-se desleixo, inércia, inépcia e desrespeito pelos cidadãos da Guarda e de quem nos visita.
 






E para não caírem mais árvores cortam-nas.

 

Incidente cibernético?

Há uma semana que os serviços da Câmara da Guarda estão condicionados devido a um «incidente cibernético». Há uma semana! 
Já solicitaram ajuda ao Instituto Politécnico da Guarda? Há um curso de Informática. E pedirem ajuda a outras instituições? As empresas de informática da cidade não conseguem resolver o problema? 
Lembrar que o "chamado ataque informático" verificou-se no passado dia 12, precisamente no dia em que a Policia Judiciária efetuou buscas na autarquia e na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, para recolher documentação, por haver suspeitas de crimes de participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político relacionados com a contratação pública de eventos. 
Mas desde essa data não há explicações sobre o sucedido. 
O presidente do executivo camarário é parco em explicações e a Judiciária lacónica. 
Os cidadãos merecem mais respeito e resposta imediata a todas as questões. 
Algo a esconder? 
 
(Foto Todas as Beiras)
 

 
Do Sheraton Porto Hotel para uma pensão. 
Ninguém merece. 
E criticam e criticaram eles o Vara. 
Há muitos Varas e todos com boas pensões. 
Nojo de canalha. 
Arrota pelintra.
 

 

E, nós por cá, na Guarda, de mal a pior...

O ridículo, a farsa e a comédia continuam em reunião do executivo camarário da Guarda, prolongando o Carnaval. A época carnavalesca não terminou com a famosa "Fun Run", muito gostam de estrangeirismos,e com outras farsas e comédias para distrair o "povinho". Para quem se diz católico, apostólico devia cumprir a época religiosa em curso - a quaresma.
Só hipocrisia.
Imagine-se que um vereador, no uso da palavra, questiona o presidente da câmara, Sérgio Costa, e este conversa com um parceiro de poleiro, não prestando atenção ao que o vereador dizia. No mínimo falta de educação.
O vereador em questão, João Prata, questionava o presidente Sérgio Costa pelo facto de ter validado uma das cláusulas do contrato de adjudicação do “Julgamento e Morte do Galo” ao grupo de teatro Calafrio onde era referido que seriam pagos 30 por cento depois da entrega do texto do espetáculo e os restantes 70% após a realização desse espetáculo. João Prata chegou mesmo a dizer que «isto parecia mais uma brincadeira de mau gosto em relação àquilo que é a liberdade de expressão».
Parecia senhor vereador?
Avante!
Para além da crítica às condicionantes do acordo com o grupo Calafrio, João Prata falou igualmente das infiltrações nas escolas.
O presidente do município continuava a conversa com outro elemento do executivo, o que irritou o social-democrata, João Prata.
Sérgio Costa respondeu-lhe que tinha «a particularidade de conseguir fazer duas ou três coisas ao mesmo tempo. Nem todos têm essa capacidade», pedindo depois ao vereador para continuar a sua intervenção e alertando que «o tempo se estava a esgotar» e que se esgotasse lhe tiraria a palavra, mas João Prata insistiu que o autarca devia estar atento às intervenções da oposição, «por uma questão de educação».
Só educação, senhor vereador?
No final da reunião o senhor presidente Sérgio Costa apelidou as críticas do senhor vereador de «criancice».
Veio-me à memória Assembleias Municipais em que quando o presidente da câmara usa da palavra e é interrompido por alguma observação por um senhor deputado logo sai em seu auxílio o seu colega presidente da Assembleia Municipal a dizer, de forma piedosa, "enquanto os senhores deputados falam nunca ouvi o senhor presidente da câmara a interromper qualquer senhor ou senhora deputada, manteve-se sempre calado".
Faltou-lhe o apoio. Cá se fazem, cá se pagam.
Mas voltemos à reunião do executivo camarário.
A discussão entre presidente e vereador foi subindo de tom ao ponto de o presidente da Câmara decidir abandonar a sala onde estava a decorrer reunião, tendo sido acompanhado pelos restantes três elementos da maioria do executivo.
Brilhante!
Quando não se gosta do que se ouve abandona-se a reunião.
Isto é de gente dita democrata?
Passado algum tempo, ei-los de volta à sala e a reunião prosseguiu de forma mais calma, ao que dizem.
É que agora ficou bem claro para TODOS a razão pela qual não querem, apesar de ter sido aprovada tal recomendação em Assembleia Municipal, a transmissão em direto das sessões do executivo camarário.
Aviso à população.
Não se deixem iludir por cenas menos próprias de uma reunião do executivo camarário. É tudo fingimento, acreditem.
O pior ainda está para vir.
(Foto do "Todas as Beiras")
 

 

sexta-feira, fevereiro 20, 2026

CGTP excluída

Translator
"Não temos sido convocados para nada": CGTP acusa Governo de a excluir da discussão da lei laboral. 
Percebe-se a razão. 
Um acordo bem "levezinho" que penaliza duramente os trabalhadores e beneficie os empresários. 
Foi sempre assim.
 

 

Não pudemos nem devemos calar.

Translator
O genocídio continua. 
“Mortes por bombardeios. Mortes por desnutrição e fome. Mortes por falta de ajuda e serviços vitais. Em Gaza, uma média de 28 crianças por dia — o tamanho de uma sala de aula — foram mortas”, escreveu a agência da ONU. 
Israel mata 28 crianças por dia em Gaza. 
Agora o «amigo pedófilo» está a matar crianças e adultos em Cuba e "irão" matar muitos mais.
 

 

Recompensa

Translator
Dizia que não aceitaria mais nenhum cargo político. 
Dizia! 
Mas já aceitou. 
Vai ser embaixador de Portugal na OCDE. 
Mas ainda haverá alguém que acredite em políticos de carreira? 
Carreira do 31, claro.
 

 

Deixados para trás.

Translator
Isto chama-se desprezo pelos cidadãos.
Há quase um mês depois da depressão Kristin ainda há 4 500 cidadãos portugueses sem eletricidade.
Isto é de um país do oitavo mundo.
O que seria se as casas da elite, desde governantes, excrescências, canalha pestilenta e outros podres não tivessem eletricidade?
Imaginem.
Se alguns encontram remendos provisórios como geradores, de custo elevadíssimo, não acessível à maioria dos portugueses, que mantêm o essencial ligado ou puxadas de energia das casas de vizinhos e familiares. Outros quando a noite cai é a escuridão total. Há quase um mês.
Ninguém fica para trás? Não digas palermices, não sejas idiota.
Basta ter estudado um pouco, coisa pouca, de psicologia e saber-se como estas situações criam dramas humanos bem vincados no subconsciente dos atingidos.
É só ter estudado com seriedade.
“Agora está a mexer comigo. Desde o princípio desta semana que me custa cada vez mais estar assim - todos os dias à noite em que me vou deitar - e dói, dói, dói”, diz um cidadão deixado para trás.
Os vossos palácios estão iluminados, brilhantemente iluminados, reluzentes.
Sois todos uns inúteis.
Que nojo.
É a revolta, angústia, frustração, tristeza, tudo junto.
Ouve-se o desabafo com uma lágrima a cair: "Mesmo que a luz venha, a cicatriz destas três semanas, não passará".
Não sabeis o que isso é.
Tenho nojo. Sois insensíveis à dor de cidadãos deixados para trás.
 

 

Mais um engodo dos do «andrezito»

Translator
Eis a prova provada que se não fossem os imigrantes há muito que a Segurança Social já tinha dado o estoiro.
Calai-vos ignóbeis que a todos quereis vender a banha da cobra.
Os do partido de "andrezito", em inglês Andrew, que tanto criticam os imigrantes, os que produzem e não os que usurpam, se souberem ler e interpretar, o que duvido, que se calem de uma vez por todas e deixem de iludir a canalha idiota e acéfala.
"Estrangeiros já representam 14% das contribuições totais pagas à Segurança Social".
Não percebeis canalha nojenta.
"Nos últimos dez anos, as contribuições pagas por pessoas de nacionalidade estrangeira à Segurança Social dispararam mais de 760%, tendo atingido 4.148 milhões de euros em 2025".
Sabeis ler? Já sabemos que não. Pedi a alguém que vos soletre, devagar, não tendes capacidade de raciocinar, a frase citada.
Uma, dez, mil vezes até perceberdes na totalidade a frase.
Copiai a frase num caderno de duas linhas. Já sabemos que nem escrever sabeis.
Idiotas.
Já nem falo na necessidade de mão de obra que o país precisa.
 

 

quinta-feira, fevereiro 19, 2026

Fim de linha para o SNS

Translator
E o Serviço Nacional de Saúde continua a definhar-se. Agora são os hospitais do norte, mas podiam muito bem ser todos os hospitais do país. 
Listas de espera, cidadãos sem médico, consultas adiadas, exames sem realização, pois muitas instituições recusam-se a fazê-lo, falta de pagamento, e ainda a falta de medicamentos, os orçamentos dos hospitais há muito que entraram em colapso. 
O país em completa degradação.
 

 

E a justiça portuguesa no seu pior...

Translator
Pena suspensa e de regresso? Muito bem! Sirvam-se à vontade, o jantar está servido, é só atacar!
 

 

Idiotas

Translator
E o ridículo acontece em Portugal com muitos cretinos armados em espertalhões. 
Há muitos! 
Os pasquins e os canais do lixo atiram aos cidadãos uma preciosidade. 
Dizem que um "falso" espião do SIS "roubou" "segredos da NATO" para os vender aos russos. 
O "idiota" foi à embaixada da Rússia, tentar vender os documentos. Ahahahah! 
Contudo, os russos podem ser tudo o que a quadrilha quiser que sejam, mas não são burros. Logo perceberam a burla que estava engendrada. E recusaram tal papel higiénico e denunciaram o caso às autoridades. Curiosamente, ou talvez não, a Polícia Judiciária diz-se enganada e ainda lhe deu o estatuto de "infiltrado". Ahahahah! 
Nunca me ri tanto, acreditem. 
A judiciária revelou o que é e como é formada, ou composta, e dirigida. 
Imagine-se o que seria por todo o mundo a imagem da Polícia Judiciária portuguesa anunciada, proclamada, quiçá recebida pelo Trump, pelos idiotas de Bruxelas por enganar os russos. A imagem da Polícia Judiciária portuguesa limpa, com sabão azul, e elevada à enésima potência do sucesso. Ahahahah! 
Enganar os russos? Eles sabem mais a dormir do que vós acordados. 
Acrescentar que "espião" também se dedicava a roubar malas em aeroportos e hotéis. 
Já li e ouvi tal coisa relativamente a um deputado do "Bentas". 
Será o mesmo idiota? 
Dizem que o "espião" está "preso" em Monsanto. 
Não foi para Évora? 
Preso? Ahahahah!
 

 

Quadrilheiro

Translator
Os puritanos da lixeira continuam iguais ao que sempre foram, hipócritas. 
Lembrar que este «sujeitinho» é o mesmo "quadrilheiro" que deu emprego à amante, pago com o nosso dinheiro. 
Só para lembrar. 
«Moedinhas» escolheste muito bem, como sempre. 
"Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és", ditado popular.
 

 

Mão na consciência

Translator
Exige-se que o governo «meta a mão na consciência» e assuma igualmente as culpas de todo um sistema que falhou, nomeadamente a proteção civil.
Que os cidadãos de TODAS as regiões, das regiões afetadas, recebam todo o tipo de meios para poderem voltar ao tempo antes das tempestades.
Que as infraestruturas, todas elas, E-REDES, BRISA, Telecomunicações, Infraestruturas de Portugal sejam responsabilizadas pelas trágicas consequências da sua inércia e inépcia.
Que se avalie o trabalho dos autarcas por forma a apurar responsabilidades de todo o tipo e que haja penalizações sérias.
Solidariedade é precisa e urgente.
Os cidadãos atingidos pelas intempéries não querem empréstimos, pois só irão agravar as precárias situações dos cidadãos e das empresas.
Lembrar aos governantes, todos eles, que os sacrifícios e traumas dos habitantes não podem ser medidos ficarão na memória dos que as viveram e vivem. Não há dinheiro que as apague.
Haja consciência.
 

 

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Ponto de vista

Finalmente, as tempestades deram tréguas aos portugueses. O nosso protetor, o “anticiclone dos Açores” que tirou férias e foi até às Canárias, possibilitou que as tempestades formadas, principalmente, no Golfo do México, eu vou continuar a chamar-lhe assim, dado não ter havido nenhum acordo, nem ortográfico que fosse, que me obrigue a mudar-lhe o nome. Basta estudar e saber que Américo Vespúcio deu o seu nome a um continente, aproveitando o “achado” de Cristóvão Colombo e não atribuindo nome a país algum. 
Mais uma falsa notícia. 
Mas deixemos a falsidade e a hipocrisia de Vespúcio e o sonho que levou para o eterno um Colombo que acreditou ter arribado às Índias e voltemos ao contemporâneo. Felizmente, o anticiclone dos Açores parece ter-se deslocado para bem mais próximo do seu poiso normal, protegendo, principalmente, Portugal e Espanha das tempestades atlânticas. Parece. Por que isto das alterações climáticas, que uns imbecis continuam a negar, veio para ficar, que não se duvide. Mas se os fenómenos extremos, como ventos fortes, chuvas e o surgimento da neve que há anos não se via, principalmente pela nossa região, são resultado das alterações climáticas, há no entanto que ter em atenção que a incúria, a inércia, inépcia e o muito favorecimento das autoridades em não haver cuidado em prevenir e muito mais em reagir às intempéries é manifesto. 
Todos sabemos que todas as estruturas responsáveis pela realização, fiscalização e manutenção de infraestruturas indispensáveis ao bom funcionamento dos vários serviços que os cidadãos pagam a bem pagar não funcionaram e não funcionam. Quem pode admitir que se permitam construções em leito de rios? Quem pode admitir que se continue a construir estradas sem qualquer segurança e com materiais de péssima qualidade, elevando o risco de acidentes? Elaboram-se planos e mais planos pagos a peso de ouro para depois tudo ficar na mesma. Tretas e mais tretas, conferências de imprensa com conversa fiada e bem orquestradas, onde só falta dizer que a culpa é das populações. Como se pode admitir que, após semanas dos temporais, ainda haja um número elevado de populações sem água, sem eletricidade e sem comunicações? Como é possível existirem locais de trabalho onde a segurança não é levada em conta. Quem fiscaliza? Quem aprova? Quem permite? Mas tudo isto acontece quer em época invernal, mas igualmente no verão, quando os incêndios assolam o território nacional. Nada se prepara atempadamente com planos de ação e atuação definidos, com estruturas bem delineadas, com coordenação e com responsabilidades atribuídas para que não se verifiquem atropelos. A incompetência é generalizada, nada a admirar. A destruição de habitações, edifícios e recheio das mesmas. Que condições têm a maioria das habitações em Portugal? As mais antigas sem condições de habitabilidade e as novas onde a fiscalização de toda a espécie não existe. E os estabelecimentos comerciais destruídos, bem como os produtos comercializáveis. Prejuízos e mais prejuízos. Apoios? Que apoios? As moratórias? Suspensão dos pagamento de prestações de crédito por uns meses e depois com aplicação dos juros os valores aumentam desmesuradamente. Novos créditos de muito valor. Com que garantias para serem pagas? Até a isenção das portagens das áreas mais fustigadas já acabaram. Milhares de cidadãos sem eletricidade e só os que têm meios financeiros conseguem adquirir geradores. As unidades de produção com prejuízos elevadíssimos, que põem em risco a sua viabilidade futura e os postos de trabalho. Fala-se de milhões e milhões de euros para recuperar tudo. Sem esquecer as outras atividades, como a agricultura e a pesca. Um colapso total que trouxe à tona todas as imbecilidades que foram realizadas ao longo dos anos. 
Há culpados, é preciso dizê-lo com toda a frontalidade. Há dramas humanos de uma grandeza extrema, lembrem-se. Depois dizem que ninguém fica para trás. Só conversa da treta. Há vidas que vão ter que ser reconstruidas. Como? Não se pode atribuir as culpas apenas e tão só aos fenómenos meteorológicos. E, eis que um governo decretou o fim do estado de calamidade. Como é possível? Nós, cá pela Guarda, devido à posição altaneira, vamos, salvo raras exceções, escapando a inundações, se bem que há elevados prejuízos a nível da queda de muros. 
Mas, apesar da muita água que vai existindo, o executivo camarário não se coibiu de aumentar o custo da mesma. Nada a estranhar quando as despesas aumentam de forma exorbitante e as receitas são poucas. 
Mas, para além dos aumentos, eis que surge a notícia de que a Polícia Judiciária teria realizado um conjunto de buscas a três empresas do norte do país, à biblioteca municipal da Guarda e à própria câmara, tendo como objetivo a recolha de elementos de prova, no âmbito de um inquérito instaurado por participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político, como é referido em comunicado da própria Polícia Judiciária. 
Ora, em simultâneo com esta notícia, o site oficial da Câmara Municipal da Guarda e da Biblioteca ficaram fora de serviço. Não é possível acessar os sites. Para além do lacónico comunicado da Polícia Judiciária e da ineficiência da comunicação do presidente da câmara, os munícipes nada sabem. Dizem que houve um ataque informático. Só afetaram os sites da câmara e da biblioteca municipal, logo aqueles visados nas buscas? Os munícipes deviam ser devidamente informados do que está a acontecer. Foi a Polícia Judiciária que bloqueou os sites? Foi um hacker? Houve acesso a ficheiros que foram adulterados, roubados? Importa esclarecer para se evitarem especulações. Mas parece que nada disso importa à folia do carnaval. Só perceções? Esclareçam, pois os cidadãos têm o direito de tudo saber. Ou não será?
Tenham uma excelente semana.
 

 

Salário mínimo aumenta em Espanha

Ontem o discurso da elite nojenta era que a economia portuguesa tinha que crescer, ser competitiva e criar riqueza. Para depois, segundo os arautos da miséria, haver distribuição. Os dados confirmam que a economia portuguesa atingiu todos esses parâmteros. 
E onde ficou a distribuição prometida? 
Mas logo a seguir, a mesma elite nojenta, sempre ao serviço do patronato, recorreu à célebre tese do Malthus sobre a população e a produção de alimentos. 
Lembrar que Malthus dizia em 1798 que a população cresce em progressão geométrica enquanto a produção de alimentos aumenta em progressão aritmética. Tudo negado pela evolução dos acontecimentos. 
Para lembrar que em Espanha houve um aumento do salário mínimo mesmo com nível de custo de vida mais baixo que Portugal. 
Ah! Pois!!! Mas os nossos patrões e senhorios têm de enriquecer a todo o custo com base em salários baixos, mão de obra escrava e rendas elevadas, especulações e serviços podres acolitados em vendedores da banha da cobra. Estava-me a esquecer desse pormenor que a elite nojenta não refere por servidão. 
 

 

Ligações genocidas.

É só seguir as setas.
 

 

Sistema criminoso

«Necesitamos que aumente el desempleo. En mi opinión tiene que aumentar un 40-50%. Necesitamos ver dolor en la economía. Necesitamos recordar a la gente que trabajan para el empleador y no lo contrario». 
Quem diz esta barbaridade é um tal Tim Gurner, Promotor imobiliário CEO. 
O capitalismo é um sistema criminoso, nem se duvide.
 

 

Impostos para que devem servir?

Que um cidadão pague os impostos devidos nada a dizer. 
Se os paga, e só se os paga, é contribuir para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos e para ser solidário com os milhões que nada têm. 
É um facto. 
O que temos assistido é coisa bem diferente. 
A elite abocanha a maior fatia dos impostos em proveito próprio, benesses e outras regalias, desbarata de forma inglória a melhoria dos serviços em benefício dos privados e solidariedade com os mais necessitados é coisa vã. 
Que se paguem impostos mas que os mesmos sejam bem aplicados, é só o que se exige. 
Responsabilidade, sabem o que é? 
É um facto que não sabem.
 

 

terça-feira, fevereiro 17, 2026

Portagens? Vergonhoso

Se temos que pagar à BRISA os arranjos na A1, então porque não se isentam os cidadãos das portagens das autoestradas das zonas atingidas pelas tempestades? Dualidade de critérios. 
Para os concessionários todas as ajudas para o resto da população pagar tudo. 
O mesmo de sempre.
 


A situação financeira da RTP é muito grave. 
Empresa pública quer avançar com um terceiro plano de rescisões voluntárias, após a saída de 135 trabalhadores no ano passado. 
Pressão nas contas e resultados negativos levam RTP a cortar custos. 
O conselho de administração da empresa pediu ao Governo um financiamento de 20 milhões de euros para viabilizar o processo de despedimentos. 
A RTP vai reportar prejuízos de 3,9 milhões de euros relativos ao exercício de 2025. As contas da operadora pública de rádio e televisão estão sob pressão e deverão manter-se no vermelho este ano. 2026. As perspetivas apontam para que 2026 encerre com resultados negativos na ordem dos três milhões de euros. 
A administração olha para os despedimentos como solução da grave crise financeira. 
E o Artigo 376.º - Peculato de uso? 
Não vos interessa? 
Só milhões para despedimentos, entendido.
 



 

Tempestade Perfeita

Ainda o caso da Tempestade Perfeita. 
O caso de corrupção no Ministério da Defesa arrasta-se sem previsão para julgamento. 
E, eis que a juíza "entende" que os autos não estão em risco de prescrever e considera “manifestamente inútil”, para já, marcar a audiência do processo que reúne 73 arguidos. Mas afinal quem paga a esta juíza? Se um trabalhador não lhe apetecer trabalhar também o pode fazer sem penalizações? Claro que não. 
Isto revela a arrogância com que certa gente olha para os pobres contribuintes. Lembrar, aos mais distraídos, que a "Operação Tempestade Perfeita" envolve o ex-secretário de Estado da Defesa, Marco Capitão Ferreira, investigado por suspeitas de corrupção desde julho de 2023. Já lá vão quase 3 (TRÊS) anos. 
Brilhante. 
O antigo governante foi alvo de buscas e constituído arguido nessa operação, que culminou na acusação de 30 empresas e 43 suspeitos, entre os quais dirigentes de topo do Ministério da Defesa, como Alberto Coelho, antigo diretor da Direção-Geral dos Recursos da Defesa Nacional. É só para lembrar! 
Em causa estão crimes de corrupção ativa e passiva, branqueamento de capitais, peculato e falsificação ou contrafação de documento, maioritariamente associados às contratações que levaram à derrapagem da despesa nas obras do Hospital Militar de Belém durante a pandemia de covid-19. 
Calma cidadãos a juíza "considera manifestamente inútil" para já, marcar a audiência do processo. 
Se fosse um pilha-galinhas já há muito que teria sido manifesto marcar e realizar o julgamento. 
Obviamente. 
Lembrar que também há a gestão do programa de seis navios patrulha oceânicos, no valor de cerca de 5,3 milhões de euros. 
O Tribunal de Contas considerou o contrato “fulminado de nulidade” e recusou o visto. 
Calma cidadãos "manifestamente inútil" a audiência, para já. 
Mas há muitos mais a apontar e a desvendar nesta tempestade. 
O povo é sereno e a elite goza com as inutilidades manifestas. É fartar vilanagem. 
 

 

Não lhes basta o vencimento?

Subsídio de reintegração no seu País! Ainda não mudaram a lei? Há subsídios para tudo, alojamento, representação, carros e combustível, motoristas e muitos mais...e até futebol via cabo. 
Isto é mesmo gozar com quem trabalha.
 

 

As trevas

Em Portugal as ditaduras salazarista e marcelista executaram a mesma política educacional: memorização, proibido criticar, taylorismo, aceitar sem questionar a transmissão do conhecimento do professor para o aluno, o professor detinha o saber que era inquestionável, não interessava para nada o saber adquirido na família, sociedade e coletividades de cultura e os submissos premiados, colocados nos quadros de honra e sempre na primeira fila da sala de aula. 
O célebre estrado que diferenciava as posições de quem mandava e de quem obedecia sem questionar sem admitir sequer o diálogo. 
Também houve milhares de professores mortos, presos que sofreram as mais repugnantes sevícias, expulsos do ensino e muitos abandonaram Portugal. 
Já nem preciso de retroceder no tempo e lembrar o fim da Reforma em Portugal em tudo copiada e iniciada e incentivada por uma Espanha retrógrada. 
D. João III conseguiu que a inquisição se implantasse em Portugal e que a Contra Reforma vingasse apoiada na Inquisição. Os colégios da Reforma, dos melhores da Europa, dirigidos por Judeus foram encerrados e os humanistas foram expulsos e perseguidos muitos deles acusados de pedofilia. 
O tempo não demorou a desmascarar a hipocrisia e os verdadeiros interesses da seita jesuíta que se impôs no reino a todos os níveis impondo o obscurantismo e seguindo os dogmas do Concílio de Trento. Portugal e Espanha caíram séculos e séculos na mais profunda noite das trevas.
 

 

Insanidade

Da insanidade das escolhas: Para comprar 5,8 mil milhões de euros em armas não falta dinheiro e não vai sequer ao défice, mas para ajudar as vítimas das tempestades já "é muito importante manter o equilíbrio das contas públicas e a redução da dívida pública".  
Sacanices. 
Hipócritas.  
Sempre submissos aos ditames de pedófilos, assassinos e gatunos. 
Que esperar?
 

 
 
 

O peso na consciência...

Com a notícia que o Governo do MonteNegro gastava 20 000 euros em canais de futebol quando a maioria do povo português sofria a bem sofrer com as tempestades eis que retrocederam no contrato. 
Lembrar que uma onda de indignação percorreu as redes sociais. Sim, os canais do lixo mudos e quedos. 
Idiotas. 
A vergonha foi tal que reduziram o número de ligações de oito para duas, passando de um custo mensal de 585 euros para 146 euros. 
Sou dos que penso que o cidadão português não tem que pagar este tipo de luxo. Quem quiser ter acesso aos canais premium da Sport TV, que detêm os direitos de transmissão de competições como a Primeira Liga de futebol, a Liga dos Campeões e a Liga Europa, que pague a subscrição do seu bolso. 
Haja vergonha. 
Depois dizem que não há dinheiro para nada. 
Pois entende-se a razão. A elite tem as benesses todas que quer e os pobres que vivam na miséria. 
Hipócritas. 
 

 

segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Estado de calamidade no estado

E acabaram eles com o estado de calamidade. 
Desde quando um estado, seja ele qual for e pior se no domínio do social, o de calamidade, pode ser decretado o seu fim? 
Sois quem para decretar tal coisa? 
Milhares de cidadãos sem eletricidade, sem água, sem comunicações, sem eira nem beira, sem emprego, sem condições para trabalhar há semanas e uns iluminados "decretam" o fim do estado de calamidade. 
Sois uns nojentos.
Mas pagar 20 000 euros para ver a bola no palácio é estado de sobranceria. 
Tenho nojo.