terça-feira, setembro 01, 2026
Monarquia?
O filho condenado por estupro, a mãe e nova rainha nos dossiês Epstein...
A coroa norueguesa não cheira bem...
Mas alguma monarquia «cheira» bem? Uns parasitas do povo.
Sempre os mesmos a pagar
A presidente da União Europeia, em quem ninguém votou, mas declara-se a dona do galinheiro, vem dizer que as contas de poupança das pessoas são um problema e, como tal, devem ser colocadas "ao serviço das empresas europeias".
A Ursula von der Leyen acrescenta ainda que o dinheiro do povo no banco está "parado" e quer agarrar nele para safar as empresas.
Chamar inativo ao fundo de emergência é gozar com quem trabalha; falharam na economia e agora querem atirar o Zé-povo para o meio do risco, como já o fizeram na crise do subprime em 2007 e 2008.
Revoltante!
Sempre os mesmos a pagar a crise.
Saque
Não satisfeito com o saque diário de milhões de barris de petróleo na Venezuela, o pedófilo, borrado e mijado, ainda tem um criminoso, Alejandro Bettencourt, como vice-rei na exploração do petróleo da Venezuela.
O criminoso Alejandro Bettencourt está acusado em vários países da Europa por desvio de fundos e branqueamento de capitais.
Mas tudo isso pouco ou nada impede o pedófilo de lhe confiar o maior saque de petróleo realizado a um país estrangeiro. E uma presidente felicita a atitude do pedófilo.
E o que fazem os países europeus, a justiça e a polícia?
Dormem o sono dos cúmplices.
Nojo.
Pobre povo venezuelano, de ditadores a tiranos é um passo.
A América Latina continua a ser o quintal dos Estados Unidos da América do Norte.
Rendas
E quanto subiram os ordenados e as pensões?
E as benesses concedidas a proprietários?
Para 2027, anuncia-se aumento de 2,56%.
segunda-feira, agosto 31, 2026
Faltam enfermeiros e a culpa é do governo
Copiem
E se «copiassem» a medida? Já que copiam tudo, mais uma cópia e com muito alcance seria deveras importante.
Ia ser muito interessante ver como certos trabalhos são "produzidos".
"A Dinamarca quer que estudantes defendam oralmente os seus trabalhos para mostrar que realmente entendem o conteúdo que entregaram, especialmente diante do avanço de ferramentas de inteligência artificial."
Espero que os professores saibam avaliar, obviamente, sem recurso a algoritmos.
Façam o mesmo por cá.
Acham que irão fazer? Desenganem-se.
A batota e não apenas o copianço, aliada à corrupção, são elementos principais no percurso escolar em Portugal.
Nem se duvide.
Ilusões
No encerramento da "Universidade de verão do PSD", Montenegro trouxe para o discurso final o ensino.
Percebemos a razão. Há que defender o ministro Alexandre, pois o outro ministro já tem patins e está à beira de ser empurrado para fora da carroça.
Mas escolheu mais um caso polémico. Não havia mais nada de sério para discursar, é evidente.
O ridículo dos exames, a trafulhice total das classificações e dos respectivos recursos, das provas que desapareceram e tudo mais que arrasaram uma candidatura ao ensino superior, transformando-o numa lota de peixe podre.
Mas, para acalmar as hostes e dar mais uma de enganador, malabarista, contorcionista e ilusionista, anunciou mais uma universidade. No interior norte, em Bragança.
Se Montenegro se preocupasse com o que realmente interessa, teria muito mais a dizer sobre o ensino. Desde logo pela exigência e rigor nas aprendizagens. Mas, para quem obteve uma licenciatura numa escola de oitava categoria, tal tema é muita areia para a camioneta.
Ficou-se pelo anúncio de mais uma escola. Se ao menos fosse uma escola das que fazem falta, dado haver alunos que não têm vagas e se sujeitam a ficar sem escola, era de homem.
Como seria se falasse de rigor de aprendizagens em todos os níveis de ensino, mormente nas escolas públicas, e com o fim de sessões degradantes e das tão anunciadas praxes e agora com as cópias do Campeonato de "farmar aura", que é importado de países de fraco nível de aprendizagem, da América do Sul, e que, nas palavras dos organizadores, serve para ridicularizar os intervenientes. Isto é aprender o quê, senhor Alexandre?
Mais e mais entretenimento de péssimo gosto.
Tudo em conformidade com o nível de aprendizagens de muitos dos novos e atuais frequentadores das escolas, onde, para além do coçar os cotovelos pelas mesas e as bebedeiras, nada mais interessa.
Fale, senhor Montenegro, que as Associações de estudantes vão gostar de o ouvir.
As fragatas
quinta-feira, agosto 27, 2026
Tirar aos mais desfavorecidos
Mosca
De cada vez que abrem a boca, sai asneira ou entra mosca- varejeira. Das tais que não gostam de mel como as abelhas.
A comissária europeia, um lugar doado e não votado por ninguém, muito menos pelos europeus, vem dizer, a propósito da «reforma» das pensões que, e passo a citar: "não se pode sobrecarregar os mais jovens".
Que engraçada entrada de mosca.
Jovens? De que jovens fala senhora comissária nomeada?
Dos mesmos jovens com o papá na algibeira que o seu governo apoia na compra de habitação, créditos e demais benesses? Entendido.
Sobrecarregar os jovens?
Não deve estar a falar dos jovens que ou têm que se sujeitar a ordenados miseráveis e pagar para trabalhar ou dos que têm que abandonar o país.
Claro que a totalidade não tem lugares ao sol nas instituições europeias doados pelos «companheiros de partido ou semelhantes".
Haja um pingo de respeito e acima de tudo ética.
Difícil? Pois, já se percebeu há muito.
segunda-feira, agosto 24, 2026
Compreender exige trabalho
"Vivemos uma época que recompensa o imediato. Tudo parece projetado para ser entendido em poucos segundos, para passar para o próximo vídeo, para a próxima manchete, para a próxima distração. Confundimos facilidade com qualidade e rapidez com profundidade. Esta dinâmica também presidiu à poética nas últimas décadas.
Mas as coisas mais valiosas da vida raramente são imediatas. Uma amizade verdadeira. Um grande amor. Uma vocação. Uma língua. Um poema. Tudo o que nos transforma costuma nos pedir tempo, paciência e trabalho."
E-mails
Ainda o caso de um Neves, ex-diretor da Polícia Judiciária e agora ministro.
Mensagens trocadas na Direção Nacional da Polícia Judiciária contrariam as declarações do agora ministro, Luís Neves, para a entrega ao empreiteiro João Santos, de Barcelos, do atrelado com produtos químicos usados na manipulação de droga.
Os e-mails deixam claro que o orçamento de 150 mil euros de que falou Luís Neves seria, sim, para a destruição de todos os produtos e materiais depositados no Seixal e em Tires.
Mas, supostamente, há mais a contar.
Os bidões com os produtos químicos recuperados pela Polícia Judiciária em Barcelos já estavam desselados e com evidências de já terem sido usados.
Tudo isto e muito mais pode ser lido na imprensa.
Tanto me importa que seja o jornal A ou B, e não o C, propriedade de um magnata de barcos e viagens turísticas, a dar a notícia.
Nas tintas, para não ser mal-educado.
Importa que o Ministério Público averigue.
Já agora, dizer que a excelência Luís Neves, agora ministro do Montenegro, continua a utilizar um carro desportivo, curiosamente apreendido pela Polícia Judiciária.
Carro descaracterizado?
Entendido.









