O “apelo público” de Cotrim a Montenegro é politicamente confrangedor.
Um candidato a Presidente da República não mendiga votos ao Primeiro-Ministro, subalternizando-se face a este. É, mais do que institucionalmente indigno, patético.
Nem o Marques Mendes, «oficialmente» o candidato do mesmo partido do primeiro-ministro, o fez em público.
