O tal ministro da Educação, encarnado na pessoa de um ser que um acéfalo achou que podia ser ministro de qualquer coisa, até da propaganda, dada a sua competência, quis aldrabar os dados.
Veio dizer que pagou, em dezembro de 2025, horas extraordinárias a mais de 30 mil professores para diminuir o número de alunos sem aulas. O custo do tal programa + Aulas + Sucesso para reduzir o número de alunos sem aulas, na ótica governamental, traduziu-se em 25,9 milhões de euros pagos aos docentes. Atenção, isto é só relativo ao primeiro período. Ainda faltam o 2.º e 3.º períodos. Se o valor se mantiver, imagine o que por aí não vai ser gasto! Mas se houvesse resultado...
Já para não falar da exaustão dos professores e do cumprimento burocrático do envio dos sumários para o ministro.
Mas eis que agora soube-se que há 23 mil alunos que não têm todos os professores e que os horários poderão mesmo ficar sem serem atribuídos.
Mas há mais!
Há depósitos, não se podem chamar salas de aula, mas quiçá armazéns de despejo de alunos, onde estão mais de 30 estudantes de diferentes anos de escolaridade. E não falo nos célebres professores que exercem a monodocência a nível do 1.º ciclo. Falo de alunos do 2.º e 3.º ciclos e secundário.
O que esperar da proficiência destes alunos?
Oh Mendes comenta! Tens coragem?
