Candidatos presidenciais na linha da frente, assim o dizem as célebres sondagens, que são contra os apoios sociais na velhice, na pobreza e na doença.
Num país com pensões de reforma miseráveis, ordenado mínimo que não dá para comer o mês inteiro, ter uma habitação condigna, uma população que tem uma assistência médica vergonhosa, morre-se por falta de assistência, hospitais com urgências transformadas em despejo de cidadãos, sem macas, sem camas, atrasos de horas e horas no atendimento, sem médico de família, sem dinheiro para medicamentos, partos em ambulâncias, camufla-se a falta de professores com recurso a horas extraordinárias e com docentes que adiam a ida para a aposentação, pagando milhões, custo de vida exorbitante, 1,7 a 2 milhões de cidadãos em risco, cerca de 15% a 20% da população, agiotagem e empresas de distribuição ganham milhões e, a culminar tudo, a corrupção.Quem entende?
Como disse o falecido presidente do Uruguai, Pepe Mujica: "O pior inimigo de um pobre é outro pobre que se acha rico e que defende aqueles que os tornam pobres".
