terça-feira, janeiro 06, 2026

E a desigualdade acentua-se em Portugal.

A riqueza das sete maiores famílias com forte presença na bolsa chegou ao final do ano a subir 2,38 mil milhões para perto de 19 mil milhões de euros, avança a edição do Jornal de Negócios.
A contribuir para esta subida estiveram sobretudo as duas empresas do retalho, a Jerónimo Martins (dona do Pingo Doce) e a Sonae (dona do Continente), com as fortunas das famílias Soares dos Santos e Azevedo a valorizarem-se mais de 1,8 mil milhões de euros.
O conjunto das fortunas das sete maiores famílias que detêm grandes participações na bolsa (Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira, Mota, Champalimaud e Teixeira Duarte) obtiveram o melhor resultado dos últimos 16 anos, crescendo quase 30%.
Lembrar mais uma vez que são empresas de retalho!
Já a família Amorim viu a sua fortuna cair cerca de 248 milhões de euros com empresas não ligadas ao retalho, o que diz tudo sobre o tipo de vida dos portugueses e como vegetam nesta selva.
Olhe para o seu bolso. No final do ano conseguiu amealhar tantos milhões? Uns cêntimos? Nada mau para os tempos que vão consumindo a nossa pobre existência.