Já
sabíamos que com a ascensão do senhor de cabra, ao poleiro da câmara municipal
da Guarda, a cidade transformou-se num lugar virtual.
Os
apaniguados defensores da seita, chamam-lhe … «cidade a mexer»!
Francamente,
procuro tal epíteto e NADA encontro.
Encontro,
isso sim, falsas quimeras, festas e festinhas para enganar tolos e, por fim, o
inimaginável – tapa-se a degradação dos edifícios com taipais, a custos
exorbitantes, para enganar tolos e burros!
Sabe-se
que a acefalia, de quem tem o «mando», é assustadora.
Tapar
os prédios em degradação é criar uma cidade virtual…
Virtual
como tudo quanto vai sendo dito e feito pelas terras da «Ribeirinha»!
Esta
gente não sabe, não quer perceber, que tapar os prédios degradados, dar um
«aspecto irreal» à denominada sala de visitas da cidade, é o mesmo que certa
escumalha faz, nas suas casas, ao varrer o lixo para debaixo do tapete!
PORCOS!
Seria
muito mais inteligente realizar a reabilitação dos prédios degradados, através
de acordos com os proprietários suportando a autarquia os custos e, colocá-los
durante um certo período, o suficiente para pagar o empréstimo, no regime de
arrendamento.
Melhorar-se-ia,
de forma REAL, o património imóvel e possibilitava que o centro da cidade fosse
de novo habitado.
Esta
gente não sabe, não percebe, que os centros da cidade só têm vida durante o dia,
com serviços, estando completamente vazios à noite, salvo os casos em que os
bares e discotecas ainda possibilitam alguma vida nocturna. Mas nestes casos o
barulho e a lixeira são de tal ordem que, impede a quem quer que seja de
habitar essas zonas.
Esconde-se
a degradação dos imóveis com falsos cenários!
O
mesmo que ir à missa com um casaco de peles para esconder a farrapilha porca e
sebenta que se usa!
Tomem
banho seus porcos!
Já
agora fica uma sugestão…
Por
que não tapam a estátua do D. Sancho I com um taipal da Lilli Caneças, que até
é da Guarda, em bikini?
Por
que não tapam a «musa do Augusto Gil» com um taipal da «Ribeirinha» a fazer truca, truca com o
D. Sancho!
Mais originalidade!
Vá
lá, mais um milhares gastos aos contribuintes!
Que mal tem isso?
As várias estruturas, com ferros e cordas, vão servir para os cidadãos utilizarem a Praça Velha, para estenderem a roupa?
De eira, onde o milho e o centeio nunca foram malhados passou-se para estendal público!
QUE FORMA ORIGINAL DE MEXER COM A CIDADE!