terça-feira, outubro 11, 2016

O MAAT não é da EDP


https://www.publico.pt/economia/noticia/o-maat-nao-e-da-edp-1746849?frm=opi
 
A receita da EDP que lhe permite alimentar a Fundação tem em grande parte origem num mesmo ponto, mesmo que pareça distante, ou seja, nas tarifas que cada consumidor paga, directa ou indirectamente. Olhando para o circuito do dinheiro será justo dizer que o MAAT não é da EDP. É dos seus clientes directos, que nas suas facturas mensais de electricidade contribuíram para ele. É dos 5,4 milhões de consumidores actuais de electricidade e dos mais de meio milhão no gás em Portugal; é do milhão na electricidade e dos mais 800 mil no gás em Espanha; é ainda dos 3,2 milhões de electricidade no Brasil. E por fim é um bocadinho dos clientes da EDP de países onde esta só na produção. França, Bélgica, Itália, Polónia, Roménia, EUA e Canadá. De uma forma ou de outra, no final deste enredo, está a casa do consumidor, qualquer que seja a fórmula de definição das tarifas que pagam as actividades necessárias até os electrões chegarem ao destino. Deste ponto de vista, o MAAT será de todos nós e a EDP, sua administradora.

Para a semana há mais....


segunda-feira, outubro 10, 2016

Pensamento

«Quando perceberes que, para produzir, precisas de obter autorização de quem não produz NADA; Quando comprovares que o dinheiro flui para quem negoceia não com bens, mas com favores; Quando perceberes que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de nós; Quando perceberes que a corrupção é recompensada, e a honestidade converte-se em auto sacrifício; Então poderás afirmar, sem medo de errar, que a TUA SOCIEDADE ESTÁ CONDENADA»!
Ayn Rand.


OLHA À TUA VOLTA E VERÁS QUE ESTAMOS LÁ!

A SOCIEDADE ESTÁ CONDENADA!

domingo, outubro 09, 2016

Sobe, sobe geringonça!


Os «emigrantes» de luxo ... ou LIXO?


Gostei de ler

As minhas recentes caminhadas no Estádio Universitário, na companhia de um amigo, fizeram-me esbarrar nas já muito discutidas praxes, nos caloiros áulicos e “senhores” veteranos, quais servos bajuladores perante os seus todo- -poderosos. E, confesso, é algo que me perturba, que não é capaz de me deixar indiferente desde os meus tempos de faculdade. Sou objetivamente (sempre fui) contra as ditas, porque considero fundamental para o nosso crescimento no início desse percurso académico que existam formas de integração criativas, brincadeiras construtivas e desafiantes e métodos para estimular a união e o companheirismo, e não o contrário.
Neste momento, aquilo que os estudantes (alguns) fazem é construir aquilo que não conseguiram através da sua capacidade intelectual: assumir a liderança e serem reconhecidos como mentores e exemplos a seguir. Então assumem o papel, pela primeira vez na vida, usando a força, a humilhação e a defesa de princípios errados que vão passando de geração em geração e nos vão moldando negativamente também. Figurinhas bisonhas e tristes do nosso firmamento, na senda do miserabilismo nacional.
E é vê-los ali, altivos e prepotentes dentro da sua nova pele, uma capa e batina que, aliás, sempre me recusei a usar, fazendo figuras ridículas e usando as suas múltiplas matrículas sempre a chumbar para se sentirem verdadeiramente importantes quando o mundo lá fora não lhes dá crédito absolutamente nenhum. Mas não deveriam os alunos estimular os melhores? Não só os que têm melhores notas, mas os mais solidários, os simpáticos, os criativos e os especialistas em alguma coisa? Estamos nós a privilegiar quem chumba? Os parasitas e idiotas que vivem à conta da educação do país e dos que trabalham, nomeadamente os seus pais? 
Sou a favor da meritocracia. Sempre fui, aliás. Acho que todos devem ter acesso às mesmas oportunidades e, depois, defendo que os melhores devem ser, de facto, reconhecidos e elogiados. Tenho para mim (se calhar é defeito meu) que ao invés de querermos acabar com a riqueza nos devíamos focar em acabar com a pobreza. Esse princípio de querermos ser melhores, líderes e populares, essa vontade que temos de preencher o ego constantemente tem de ser acompanhada por uma filosofia de vida que nos permita chegar lá pelas razões certas e sermos reconhecidos por sermos os melhores, e não os piores.
Nunca fui praxado e nunca praxei. Nunca toquei cavaquinho na tuna nem dei mortais com guizos na mão. Percebo perfeitamente esse chamado espírito académico, mas o meu sempre foi preenchido de outras formas. Não deixei de o viver, simplesmente dava importância a outras atividades. Cada um é livre de tomar as suas opções. Acho, no entanto, que chamar nomes estúpidos aos que se iniciam, pintar uma pessoa, obrigá-la a fazer vários exercícios como levantar pedras ou mandar pedras a outros, ver miúdas a chorar com receio, isto não é integração - e se é para isso, que se acabe rapidamente. Na maioria dos países desenvolvidos, a Semana do Caloiro é uma receção de boas-vindas com jogos, festas temáticas, concursos, leituras de poesia, grupos de teatro e desporto. Por cá, continuamos a desrespeitar física e intelectualmente os alunos. 
As diferenças começam aqui...

Imposto


A 9 de Outubro nascia John Lennon.
Que dizer de alguém que foi e será sempre um ídolo.
Lennon é imortal.
UM PRODÍGIO!

Jaques Brel


A 9 de Outubro de 1978 morria este SENHOR da música.
Nos anos da ditadura aprendi muito com a música dele.
Obrigado Jaques Brel.
«les bourgeois c'est comme les cochons ...»

sábado, outubro 08, 2016

Che Guevara


Contra ti se ergueu a prudência dos inteligentes e o arrojo dos patetas 
A indecisão dos complicados e o primarismo 
Daqueles que confundem revolução com desforra
De poster em poster a tua imagem paira na sociedade de consumo 
Como o Cristo em sangue paira no alheamento ordenado das igrejas
Porém 
Em frente do teu rosto 
Medita o adolescente à noite no seu quarto 
Quando procura emergir de um mundo que apodrece
Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"

Hasta la victoria siempre - El Che Guevara

Robert de Niro sem papas na língua....

"Saudades, meu amigo Eusébio"

Os meus ídolos do futebol!
INCOMPARÁVEIS!
Qualquer semelhança é só pura coincidência!
SAUDADES!

terça-feira, outubro 04, 2016

Um Barroso guloso


150 mil já assinaram petição europeia contra Barroso.

Documento será entregue a 12 de Outubro ao Conselho da União Europeia e ao Colégio da Comissão Europeia. Funcionários querem ex-presidente da Comissão punido pelo Tribunal de Justiça de forma “exemplar” por ter ido trabalhar para a Goldman Sachs.

São já 150 mil as pessoas a dizerem “Em nosso nome. Não!”. Esse é o número actual de assinaturas da petição lançada em Julho por funcionários das instituições europeias que pedem que sejam tomadas “medidas fortes e exemplares” contra a contratação do ex-presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, pelo grupo financeiro Goldman Sachs. Os promotores anunciaram esta terça-feira que irão entregar o documento ao Conselho da União Europeia e ao Colégio da Comissão Europeia no próximo dia 12, uma vez que já atingiram o objectivo inicial de assinaturas.

Os funcionários, anónimos, promoveram a petição a meio de Julho, poucos dias depois do anúncio da contratação de Barroso como presidente não executivo para as operações internacionais e como consultor para o "Brexit". A petição quer que Barroso seja penalizado por o seu comportamento “desonrar o serviço cívico europeu e a União Europeia como um todo”.

Descrevendo-se como "um grupo espontâneo de funcionários das instituições europeias" que estão "cada vez mais preocupados com a deterioração da imagem do projecto europeu", os organizadores querem que este caso chegue ao Tribunal de Justiça Europeu. A Goldman Sachs, lembram, foi “um dos bancos mais implicados na crise do sub-prime que levou à crise financeira de 2007/08 e na crise da dívida grega, tendo ajudado a Grécia a esconder o seu défice antes de especular sobre ela, em 2009/10, tendo pleno conhecimento da sua insustentabilidade”.

A contratação de Durão Barroso é classificada de “irresponsável”, “prejudicial” para as instituições europeias e “moralmente censurável”. Por isso, a petição pede ao Conselho da União Europeia e ao Colégio da Comissão Europeia que levem o assunto ao Tribunal de Justiça da UE e, para além de analisarem em detalhe todo o processo de contratação – se Durão respeitou, por exemplo, os seus deveres de integridade e discrição –, que seja suspensa a sua reforma como ex-presidente da Comissão enquanto trabalhar para a Goldman Sachs e depois disso, e que lhe sejam negados “todos os títulos honoríficos possíveis ligados às instituições europeias”.

Há três semanas, pressionado pela provedora de Justiça da União, o actual presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker decidiu que Durão Barroso passa a ser tratado como mero “representante de interesses e submetido às mesmas regras” dos restantes lobistas registados em Bruxelas. E pediu-lhe explicações sobre as suas exactas responsabilidades na Goldman Sachs Internacional e sobre os termos do seu contrato com o banco.

EU JÁ ASSINEI!
DO QUE ESPERA?

À espera... da aveia


15 mil professores sem colocação!
Os sindicatos mudos e surdos…
O que faz um burro ao sol?
Sombra….