quinta-feira, março 02, 2023

A ADSE com novas tabelas

É assim que funciona o Conselho Directivo da ADSE. 
Sem dar cavaco a ninguém aí estão as novas tabelas de consultas, tratamentos e demais actos médicos que aumentam mais de 5% do que o acordado com a Função Pública.
O ataque ao cidadão, no que à protecção social diz respeito, vai alegremente continuando sem que um inútil abra a boca.
Cuidado com a mosca!



Lambidelas

Este artigo é propaganda, bem paga, às Parcerias Público Privadas na saúde.
Dizer-se que a culpa da falência do Hospital Beatriz Ângelo é  dos profissionais de saúde que trabalham naquela unidade é mais uma forma ardilosa de enganar os portugueses.
Culpar a actual situação do hospital aos profissionais, que exigiram o cumprimento dos acordos de trabalho e se manifestaram contra a exploração que foram alvo enquanto a Parceria Pública Privada vigorou, é do mais baixo nível jornalístico e uma clara conivência com os abusos dos privados no que às relações de trabalho dizem respeito.
Culpar os profissionais de saúde por exigirem mais e melhores serviços é contribuir para a falência do hospital?
Exigir da parte dos profissionais de saúde que os utentes do hospital sejam respeitados, tratados com profissionalismo e de forma competente é contribuir para a decadência do hospital?
Que um regedor hipócrita, da área «xuxalista», venha tomar posição em favor da Parceria Pública Privada nada, mas mesmo nada, nos admira.
A canalha prefere uma paz podre na pocilga a defender os interesses da comunidade e dos trabalhadores.
Hipocrisia quanto baste.
Culpem o governo que tudo tem feito para acabar em definitivo com o Serviço Nacional de Saúde.
Mas isso não fazem, custa-lhes perder o homem do balde.



quarta-feira, março 01, 2023

Ponto de vista

Na madrugada do dia 24 de Fevereiro de 2022 deu-se início a mais um de muitos conflitos que têm oposto a Rússia e a Ucrânia.
Os representantes ucranianos denunciaram uma “invasão em larga escala” ao país – acusação que passou a percorrer por toda a imprensa –, e com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a confirmar que os ataques focaram instalações militares, pediu calma aos seus cidadãos e instaurou a lei marcial, fazendo um apelo aos que estivessem dispostos a “defender o país” para se alistarem.
Proibiu os partidos políticos e iniciou uma campanha de censura interna.
O signo da “invasão total”, no entanto, permaneceria – não só na imprensa, mas também nas palavras da NATO.
E o que a Humanidade ganhou com este conflito? Nada!
Pelo contrário, mortes, devastações e um cada vez maior empobrecimento da Europa com submissão aos interesses americanos.
Sendo a União Europeia uma crente fiel à ideia de que os mercados podem resolver magicamente todos os problemas, não foi só o mercado de gás, mas também o da eletricidade, que foram “liberalizados” sob as reformas do mercado da União Europeia.
Com um sistema de compra e oferta de gás tão liberalizado, é óbvio que a tendência, cada vez que um oficial norte-americano ou um jornal falam em “invasão russa”, é que esses produtores privados de energia ofereçam o gás por preços mais caros, dada a imprevisibilidade e instabilidade da situação, quando não a aproveitam para especular abertamente.
Ou seja: mais do que atender a um objetivo político-ideológico, repetir as palavras “invasão russa” instantaneamente torna o preço do gás e portanto também da energia na Europa mais caro.
Por meio desse garrote, os EUA pressionam os líderes europeus a tomarem uma postura mais agressiva em relação à Rússia, já que o preço do gás se reflete nos cidadãos europeus.
E eis como os Estados Unidos reduzem a sua estagnação económica e o sistema floresce.
Já a Ucrânia, palco do teatro das operações, sofre com todo este jogo económico dos Estados Unidos. Viu e continua a ver, sobretudo as suas pequenas cidades e aldeias do interior, a serem paulatinamente devastadas.
E nem Putin conseguiu a rápida vitória que teria previsto, nem a NATO conseguiu, por interposto Zelensky, correr com os russos da Ucrânia.
A guerra é a mãe e rainha de homens e escravos, veículo raivoso rumo à paz perpétua, o reino da vida ou da morte; o caminho para a sobrevivência ou a ruína.
A continuação da guerra vai devorando economicamente a Europa e num só dia gasta-se 10 vezes mais em armas na Ucrânia do que aquilo que seria necessário para socorrer oito milhões de sírios que dormem ao relento e morrem de fome e frio, sem auxílios internacionais, depois do terramoto de há semanas.
Hipocritamente só se fala na estratégia militar do conflito entre ucranianos e russos e esquecem-se as vítimas dos ditos desastres naturais e dos mortos no mar mediterrâneo que fogem à fome.
Hipocrisia total.
Em vez de se procurar a paz atiçam-se os beligerantes e os povos que submissos aceitam a guerra.
Em Portugal, um primeiro ministro dizia que “a paz só é possível com a vitória da Ucrânia e a derrota da Rússia”.
Pena é que não olhe para a miséria que devasta o país, em especial as regiões de fraca densidade populacional.
Agora que a dita coesão territorial foi mais uma vez, hipocritamente atirada ao lixo com o chumbo parlamentar da maioria absoluta do PS ao não permitir a abolição das portagens nas antigas SCUT’s.
A permitir que as autoridades fechem os olhos à cartelização de bens e serviços em prejuízo de milhões de portugueses.
Ao permitir que em Portugal os preços dos alimentos sobem mais do que na Zona Euro com as consequências conhecidas face ao reduzido e cada vez menor poder de compra dos portugueses desde os trabalhadores no activo como, e muito em especial, os reformados.
Essa era a guerra que devia preocupar um primeiro ministro e o seu governo e bem como uma maioria absoluta parlamentar que não passa de esfregão do executivo. Mas em termos de esfregões e outros produtos de limpeza ou se preferirem de cosmética, que dizer de uma comunicação social que, tal como o primeiro ministro, fala da guerra e esconde hipocritamente a miséria que os portugueses vivem.
Perder tempo em debates, programas e análises de uma sondagem, apenas uma sondagem, é revelador da falta de qualidade da comunicação social que serve o expediente do homem do balde.
Isto sem falar dos sucessivos escândalos que vão infestando uma democracia representativa que serve e serve-se da corrupção para atingir os seus gratificantes objectivos.
Mas tudo isto a par com o anúncio de que um Marcelo, elevado à categoria de Presidente da República, decidiu por livre arbítrio atribuir a ordem da Liberdade a Zelensky.
Não tenho pelas comendas nenhuma consideração, considero-as até uma espécie de Ordem Carnavalesca.
Desde que foram atribuídas a gatunos, falsários, corruptos e corruptores, salafrários e ultimamente até a devedores ao fisco, ainda mais reforço a minha convicção do Entrudo que reina em tais atribuições.
Tenham uma boa semana.



Vai começar a chula.

É uma chula cheia de zabumbas, chocalhos, rabecas, violas e sanfonas.
É só dançar.



A idiotice do dia.

«Os preços dos alimentos estão a subir mais de 20%. Mas a inflação diminui»!
Uns abestalhados ao serviço do homem do balde.



Arrogantes, pois claro!

O sociólogo deve-se estar a referir à colonização portuguesa no Norte de África.
Só pode.
Que colonização portuguesa houve nessas paragens?Nenhuma ou praticamente nenhuma.
Sempre derrotados quando se quis cumprir as profecias do «Velho do Restelo».
Príncipes, fidalgos e muitos peões feitos prisioneiros em terras do Norte de África.
Um país que perdeu a independência pela loucura de um rei ingénuo e infantil.
Sejamos sinceros com a nossa História.
A exploração, roubos e saques. A pior e mais hedionda de todas as formas de exploração humana - a escravatura. 
A dizimação dos povos indígenas da América do Sul.
Não precisamos de ninguém que queira ser esfregão de cozinha da nossa História. 
Saibamos respeitar o nosso passado e perceber que muito do que hoje se passa em Portugal tem origem nessas épocas.
Todas elas.
Arrogantes quanto baste fomos ao longo da História. 
Numas paragens mais do que noutras.
Mas sempre arrogantes.



Ainda andam aos tombos com o caso de Tancos?

Mas qual caso?
Os portugueses já há muito que perceberam o que foi o «assalto» a Tancos e as caixas e caixinhas que apareceram e desapareceram.
Estilhaços?
Alguma granada rebentou em Évora?
Cravinho como é lema do Ps?
«Para os amigos TUDO. Para os inimigos a lei.»
Arquivado, pois claro.



Mas quem suporta tal governo incompetente?

Somam e seguem as demissões.
As razões? 
As mesmas de sempre e de TODOS os que com sinceridade e profissionalismo querem fazer o melhor pelo Serviço Nacional de Saúde.
Degradação dos serviços, escassez de recursos humanos que levam a que o Serviço Nacional de Saúde viva os piores momentos da sua história, não conseguindo garantir a prestação de cuidados de excelência ao doente.
As urgências pediátricas do hospital de Loures vão encerrar à noite, das 21h00 até às 09h00, a partir desta quarta-feira, assim como aos fins de semana. 
Mas tudo isto se repete por outros hospitais do país e noutros serviços.
O fim de linha do Serviço Nacional de Saúde.
Parabéns ao Costa e à sua maioria absoluta.



Este já devia ter sido demitido. Este e os outros TODOS.

 O lema do Ps é só este: «Para os amigos TUDO. Para os inimigos a lei»!
Mais uma falsificação atroz num país de corruptos e corruptores.
Um ministro que supostamente aldrabou a lei.
Cravinho, com a carta de condução caducada, teria de voltar a tirar praticamente um novo título de condução. 
Mas as leis são sempre feitas para beneficiar os poderosos. 
É para isso que se diz que é um Estado de Direito. 
O ministro beneficiou de nova legislação que prevê a obrigação de fazer uma ação de formação, e depois novo exame de condução. 
Tudo muito mais simples. 
Dizer que a dita «formação» é feita online. Ahahahah!
Mas Cravinho fez tudo ao contrário e com o beneplácito do presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, Eduardo Feio, que supostamente tentou por artes e manhas favorecer o ministro renovando-lhe a carta de condução, alegadamente através de processos falsificados. 
Isso mesmo.
A denúncia de fraude levou a que o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa instaura-se um inquérito-crime para investigar alegados crimes de abuso de poder e tráfico de influências, com Gomes Cravinho e o ex-presidente do IMT como suspeitos.
Mas como sempre só falsos alarmes.
Cravinho, segundo relata a CNN Portugal, alugou um carro ao ACP para fazer o exame de condução a 20 de Julho de 2021.Acontece que só um ano e um mês depois de ter feito o exame de condução, e de o Ministério Público ter aberto investigação, a 10 de Agosto de 2022, é que João Gomes Cravinho fez a ação de formação online a que estava obrigado para renovar a carta de condução.
Para rematar em beleza, o Cravinho vem dizer este disparate. «Cravinho alega desconhecer as regras e atira todas as responsabilidades para o IMT.»
Cravinho há um princípio básico, basilar que se aprende nos bancos da escola. 
“A ignorância ou má interpretação da lei não justifica a falta do seu cumprimento nem isenta as pessoas das sanções nela estabelecidas”. 
Está no artigo 6.º do Código Civil.
Vai enganar a tua prima Cravinho.
Lema a não esquecer: «Aos amigos do Ps TUDO. Aos inimigos a LEI».



Isto é a prova provada de como o sistema capitalista funciona.

Passados uns, poucos anos, a tecnologia está obsoleta devido às pequenas alterações feitas em certos utilitários e o consumidor é OBRIGADO a comprar novo equipamento.
Ou seja, o sistema capitalista, o mercado, determina que um cidadão seja obrigado a estar sempre a gastar dinheiro se quer manter certos utilitários.
Para além da obrigatoriedade das fidelizações às empresas de comunicação ainda nos obrigam a comprar novos e mais caros aparelhos - fidelização de outro cariz, com ou sem fundamentação legal capitalista.



A trafulhice

O relatório da IGF parece, e dizemos parece dado que ainda não foi dado a conhecer, é mais um segredo de Estado guardado no Olimpo, apontar claramente para a devolução da indeminização DADA à Xaninha dos sapatos. 
Segundo contas da IGF serão 443 500 euros a ser devolvidos e não a totalidade. 
Devem ter descontado o dinheiro dos sapatos da Xaninha que calçou quando foi empossada pelo Marcelo na secretaria do Tesouro.
Mas em frente, com a trapalhada.
Depois do anúncio, ainda não conhecido o relatório, resta saber como resolver mais um alçapão criado pelo vazio da lei ou da quadrilha.
Quem vai pagar os tais 443 500 euros?
Uns dizem que será a Xaninha!
Outros são de opinião que a Xaninha deverá ser reintegrada na TAP. 
Quem o diz é a SIC. Pudera só mesmo uma SIC trapaceira e com altos patrocínios governamentais.
Até um professor catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa e dito especialista em Direito Administrativo vem tomar partido da coisa pública, sim o dinheiro é dos contribuintes, e diz poder-se considerar que Alexandra Reis não tinha de saber se o Ministério das Finanças e o Estado autorizaram o pagamento da indemnização, assim, esta não poderá ser prejudicada caso a autorização não tenha tido lugar. Prejudicada??? 
Mas os contribuintes podem ser prejudicados. 
E se te calasses e cumprisses com as tuas obrigações, vender aulas?
Aquilo que dizes, professor catedrático, é apenas e tão só uma hipótese académica. Pouca ou nenhuma relação com a vida real.
Na minha modestíssima opinião o caso está mais que resolvido desde o princípio do imbróglio e da falcatrua.
A Xaninha ficará com a indeminização milionária, vá-se lá saber com que proveitos e usos foi a escolhida para ser contemplada pela taluda do EL GORDO, e o processo será arquivado.
Não tenham a menor dúvida.
Já cá ando há muitos anos, os suficientes, para saber como a maltrapilha ordinária funciona.