A Alemanha nazi, representada pelo almirante Karl Dönitz, assinava às 22h43 a rendição incondicional, que entrou em vigor às 23h01, razão pela qual a URSS (uma hora a mais em Moscovo) considera 9 de maio o “seu” dia da vitória. Chegavam ao fim seis anos do mais devastador conflito que a Europa já vira, mas ainda faltavam três meses, e duas bombas atómicas, lançadas pelos Estados Unidos da América do Norte, para o Japão se render.
Mais uma vez milhões de inocentes pagaram pela arrogância e poder absolutista de uns crápulas. O mesmo de sempre.
