quinta-feira, julho 24, 2014

Ou há moralidade .....


Lá diz o ditado popular «ou há moralidade, ou comem todos»!
No caso da «eleição» dos secretários para a Comunidade Intermunicipal (CIM),  só à enésima «tentativa» de «arranjinho» houve distribuição de tachos.  
A Assembleia Intermunicipal da Comunidade das Beiras e Serra da Estrela aprovou, finalmente, os nomes de António Ruas (PSD) e Carlos Martins (PS) para secretários executivos da Comunidade Intermunicipal (CIM).
Foi o culminar apoteótico de um impasse que durava há quatro meses.
Já em Março, a Assembleia Intermunicipal tinha chumbado uma proposta inicial para estes dois cargos da CIM com os nomes de António Ruas e José Gomes, ambos do PSD.
Desde então, os eleitos do PS forçaram uma solução de compromisso – a escolha de Carlos Martins – e conseguiram impor a sua maioria expressiva nos órgãos da Comunidade Intermunicipal.
Os nomes do ex-presidente da Câmara de Pinhel e do antigo director distrital da Segurança Social da Guarda foram aprovados com 30 votos a favor, três brancos e oito contra.
Ainda assim não houve aclamação.
Depois de tanta e tanta reunião, ainda houve 8 ovelhas que se perderam do rebanho.
Conforme proposta do Conselho Intermunicipal António Ruas entra imediatamente em funções após a aprovação dos deputados, enquanto Carlos Martins só começará a trabalhar nos oito dias subsequentes à aprovação do acordo de adesão a celebrar com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), isto é, no início de 2015.
Ora aqui chegados….. entra a «imoralidade»!!
Então não é que os «eleitos» do PS, em maioria neste órgão intermunicipal, defendiam que os dois secretários executivos deveriam começar a trabalhar ao mesmo tempo.
Só que … a moralidade acabou logo ali e, maioria à BARDAMERDA E CALADINHOS!
Agora vamos ao que mais lhes interessa – o pote!
Em termos remuneratórios, António Ruas vai auferir um salário de cerca de três mil euros e outras regalias, nomeadamente despesas de representação calculadas em 30 por cento do seu vencimento base.
Por sua vez, quando iniciar funções, Carlos Martins terá direito à remuneração base de um vereador a tempo inteiro, em regime de exclusividade, num município com um número de eleitores superior a 10 mil e inferior a 40 mil. Ou seja, mais de 2 700 euros, a que acrescem despesas de representação calculadas em 20 por cento da sua remuneração base.
É FARTAR QUE A ORDEM É VOSSA!
PERCEBES A MORALIDADE DA COISA, COCHINO?
PERCEBES NADA!!

ÉS COCHINO ACÉFALO!