sexta-feira, novembro 01, 2024

Obras na Guarda nunca têm fim.

As obras na Guarda, cidade, já que pelas freguesias é um vazio completo, demoram tempo a mais!
Quem sai prejudicado, como sempre, são os cidadãos, todos eles, os que vivem e trabalham no concelho e os que nos visitam.
As obras na Avenida Cidade de Béjar vão continuar «ad eternum».
Quando começar a chover com mais intensidade e a neve fizer uma visita à cidade então é que o caos vai ainda ser pior!
Desrespeito pelos cidadãos!
Mas disso já sabemos o que a "casinha" gasta.
Alguém está a lucrar, e a lucrar bem, com tais atrasos!
Quem?
Branco é galinha o põe, na capoeira, para gáudio do galo, sendo o dono!



Estimativas? Pois.

Estes publicitários da propaganda são mesmo uns exagerados.
Ontem, aquando de um passeio a Esposende com direito a almoço, os publicitários anunciaram 1 200 idosos a participarem na festa!
Será que sabem quantos autocarros eram necessários para transportar tanto idoso?
Depois, em comício em Maçainhas, para assinalar os três dos três, ou seja, a ascensão ao poder na câmara da Guarda do Movimento "Pela Guarda" anunciou-se entre 400 a 1 500 de convivas!
Agora, anuncia-se, por estimativa, cerca de 30 mil pessoas tenham estado nas comemorações do Dia do Exército na Guarda!
Mas querem enganar quem? Estimativas? Pois!
«Nada é mais terrível do que ver a ignorância em acção» -Johann Goethe.



Estrada mais cara da Europa?

Se não é a estrada mais cara da Europa anda lá muito perto!
Por um 1 km de estrada vão gastar-se 1 milhão e 140 mil euros, para requalificar a Rua Tiago Gonçalves, também conhecida por Estrada da Pocariça, na Guarda?
Trata-se de cerca de 1 quilómetro de estrada, entre a rotunda da capela da Senhora dos Remédios e a rotunda dos Galegos, de acesso à A23.
Não será milhão a mais?
Mas atenção, isto é apenas e tão-só "intenção"!
É que a obra, de valor considerável, vai ser candidata a fundos comunitários.
E como tal, os fundos podem nem chegar à Guarda!
Perdem-se pelo caminho! Lisboa fica muito longe!



Quem as tem?

 


Grande dupla!

 Só para lembrar por onde anda a "caridadezinha" de certa canalha!



IRS Jovem?

Quando um político vos disser que quer manter os jovens no País e evitar que emigrem e que, para isso, tem uma solução, respondam-lhe: a única solução que é necessária é EMPREGO!
A prova provada que o IRS Jovem é mesmo só para os "meninos ricos".



Ambas importantes!

 


Estão a chegar os jantares de Natal.

Os célebres "jantares de Natal" e com as não menos caricatas "prendinhas" trocadas no final.
É altura de dizer aos lambe-botas quão são uns medíocres. E a altura certa para chamar todos os nomes ao "patrãozinho" ou "chefinho"!



Esta dama é um nojo!

Fala do que não sabe e pior, muito pior, é contra uma empresa pública a favor do privado.
Vai estudar!
E se falasses da situação financeira da empresa que te paga para dizeres tantos disparates? Fala das negociatas em que o teu patrão, o número um do PSD, tem feito, sempre no seu benefício, com a agiotagem.
Fala disso!



Oh Leão julgaste quem?

O ditador mor do convento? Pela calada da noite assalta a sacristia e leva as hóstias e o vinho?
És um imbecil!
Alcandorado no posto de regedor julgaste um ser superior que passa por cima das leis e impõe a sua contra tudo e todos.
Um regedor "xuxalista" que segue as ideias do partido de uns grunhos da extrema-direita. Nada, mas mesmo nada, que admirar!
Como disse o Oscar Niemeyer, a mediocridade ativa é uma merda!
"é para despejar, ponto final, parágrafo"! Mas quem se julga o medíocre?
Detesto canalha que se julga dona de tudo até da vida das pessoas e põe e dispõe do que não lhe pertence.



quinta-feira, outubro 31, 2024

Crónica

O orçamento, a alienação, a birra e o circo

No momento que escrevo esta crónica não sabemos se há acordo entre PS e PSD sobre o Orçamento de Estado. Se há duodécimos., ou eleições. Depois do circo em que se transformou a apresentação de propostas, de contra propostas e de propostas “irrecusáveis”, continuamos no ponto de partida. Importa esclarecer que, tal como os chapéus, orçamentos há muitos. Há os nossos, da família, os das empresas, das instituições, etc.

E o do Estado. Esse, sim, é o mais importante porque mexe com todos os outros orçamentos.
O Orçamento do Estado é, por definição, uma lei da Assembleia da República. Integra a previsão de receitas e a autorização de despesas ou dotação de despesas, bem como uma autorização de endividamento, para o horizonte temporal de um ano.
Ora, esta definição comummente aceite no meio académico coloca desde logo à evidência que reduzir a aprovação do Orçamento de Estado à simples discussão de dois articulados é uma forma muito restritiva e quiçá abusiva de apresentar o assunto. Recordo que a Lei do Orçamento de Estado contém um articulado, os mapas contabilísticos e as demonstrações orçamentais e financeiras.
A proposta de lei do Orçamento de Estado deve ser acompanhada pelo respetivo relatório, pelos desenvolvimentos orçamentais (com a desagregação das receitas e despesas da administração central) e pelos elementos informativos. Assim sendo, pergunto se os portugueses, na sua totalidade, conhecem este relatório. O Governo e os partidos políticos informaram os portugueses desse relatório, debateram-no em praça pública e apresentaram consequências do mesmo? Não!
Apenas deram nas vistas umas reuniões interpares e a discussão de dois articulados que têm dominado o circo a que vamos a assistir.
Tudo isto com a cumplicidade de uma comunicação social ávida de guerras do Alecrim e da Manjerona e com o português comum a não perceber minimamente aquilo que verdadeiramente possa ter impacto na sua vida. A iliteracia financeira mantém-se a níveis estratosféricos e a condicionar o desinteresse de muitos pela discussão. O que tem interessado à comunicação social são os argumentos e contra argumentos inconsequentes, vazios e populistas que fazem aumentar as suas audiências, as vendas dos jornais. Propositadamente, não esclarecem nem elucidam e muito menos ensinam a pensar e a julgar o que se está a passar, não fossem os portugueses perceber que é com circo e não com assuntos sérios que têm perdido a pouca atenção que dedicam ao assunto.
Um Orçamento de Estado integra centenas ou milhares de medidas e de decisões políticas que as antecederam. Ninguém que consiga perceber como funciona realmente um circo mediático acredita que dois partidos se entendam acerca delas, ou que pelo menos não discordem, e que deixem para o fim duas que hão de pesar bem menos do que muitas das outras na balança das contas finais. E, passe os pleonasmos, esse ninguém também não percebe a figurinha que tem sido desempenhada pela figura que a tal comunicação social nos vende como sendo o apaziguador e garante da estabilidade que procura consensos, o tal que gosta mais de selfies do que eu gosto de gostar de mim.
Marcelo, o criador de “factos políticos”, e principalmente de “impasses políticos”, é o pai da instabilidade que agora diz querer evitar. Ontem dizia que não se devia ter medo do voto do povo.
Hoje, receoso do povo, só quer que este se pronuncie quando ele já não estiver em cena. Marcelo treme de medo, mas não de vergonha! Apareceu em todos os telejornais chantageando o PS, mas acabou a chantagear também o PSD. Ontem ia para eleições se o Orçamento fosse recusado, agora é preciso que o Governo e o PS se entendam para haver orçamento.
E as influências que move para que tal facto aconteça vão desde a Igreja Católica Apostólica Romana até à Justiça! Cada vez que a religião se alia à política torna-se numa arma perfeita para escravizar ignorantes, já o disse Malba Tahan. Mas Marcelo é mau, não é burro. E, farto de rezar e de beijar as mãos aos bispos do seu Deus, após ter renegado o pai, o filho Nuno, e o Espírito Santo Banqueiro, há de acabar a implorar ao Diabo que o salve.
E a barca do imortal Gil Vicente estará pronta. Até já há um almirante bastante populista que pode acabar a meter os pezinhos fora do quartel e a entrar nessa barca. Marcelo, igual a si próprio, olha para os “drones” e acredita piamente no seu futuro, nunca no dos outros. Siga o circo!

(Crónica Jornal O Interior - 7 de outubro 2024)



O executivo camarário da Guarda é um macaco de imitação.

Copiaram as estatuetas das rotundas de outras paragens!
Criaram a ecovia a exemplo de outras vilas e cidades!
Os passadiços são outra cópia!
E, eis agora nova cópia - uma corrida de S. Silvestre por altura das festas de Natal.
A abrilhantar a corrida uma tal Jéssica Augusto a quem vão pagar bom dinheiro!
Mas de dinheiro, e muito dinheiro, se fala quanto a prémios. Dizem os da iniciativa que vão existir prémios monetários para os primeiros classificados. Como se fosse uma novidade! Acéfalos.
Quer dizer que quando há provas do quer que seja, até de matraquilhos, não há prémios monetários? Ide enganar a vossa prima.
Há diversos percursos para contemplar os protegidos e parasitas da coisa.
Percursos de 10 km, 3 km, 1,2 km, 400 metros, 200 metros e a caminhada será de 3 km.
Só não dizem, como não dizem outras coisas, quais os valores monetários a distribuir. Segredo como sempre.
Quando se envolvem verbas o segredo é a alma do negócio.
O tal "amigo da alma"!
Os contribuintes pagam só não podem saber quanto para estas imitações e outras festanças.



Mentiras & Armadilhas!

Os lesados do BES estão a esperar o quê?
Acampem à porta deste artista e da do Cavaco Silva e do Pedro Passos Coelho.
Eles juraram a pés juntos a saúde do banco!
Como disse um dia Oscar Niemeyer, a mediocridade ativa é uma merda!
Cheirais mal, muito mal!
E paga um canal de lixo a um artolas deste calibre um ordenado!
Nojentos todos.
Mentiste ontem como mentes hoje.
Tu e toda a quadrilha!