Falo da ministra da Administração Interna, uma tal de nome Lúcia.
E, como tantos dos seus companheiros e companheiras de trancos e barrancos, abriu a cloaca para dizer disparates.
Dizer que não tinha ido «ao terreno» dado que tem estado «a trabalhar em contexto de invisibilidade», é um gozo, mesmo dito com ar de quem está a ditar uma frase para o papel higiénico.
O que é isso de «trabalhar em contexto de invisibilidade«?
Agora percebo a razão de tanto estudante dizer que se prepara para os exames em «contexto de invisibilidade» e depois têm resultados negativos.
A senhora ministra pode até cantar bem no coro da igreja do seu bairro, mas sabe, não alegra e muito menos convence.
A maioria dos portugueses já não vai em cantorias de catatuas e outros similares.
Este governo é muito provavelmente o pior governo dos últimos anos. Só assim se compreende a subida metafórica de um partido de extrema-direita.
Continuem, pois já entramos, por muito que certos comentadores acéfalos digam o contrário, em fase descendente no abismo.
