quinta-feira, janeiro 29, 2026

O pensamento de Espinosa, resumidamente.

- Entender por que sofremos emocionalmente;

- Entendendo como a razão liberta a mente:

- Descobrindo o que é a verdadeira liberdade;

- Aprendendo a observar as emoções sem medo;

- Fortalecendo a mente através do conhecimento.




Estruturalismo

 Ainda sobre tempestades e a forma como os poderosos olham para a realidade.
Tomem nota da forma escabrosa como um primeiro-ministro fala do temporal. Atente-se. Na primeira declaração em TV do senhor primeiro-ministro, MonteNegro, sobre a catástrofe em Leiria, referiu POR ESTA ORDEM: - as perdas patrimoniais - as perdas de bens (não sei bem a diferença!) - e (após uma pausa) "também a perda de vidas". O problema não é a incompetência. É o modelo mental. A estrutura do pensamento diz tudo do palestrante. Já sei que irá aparecer por aí alguém a dizer que o senhor primeiro-ministro falou de improviso(??) e que a elencagem foi aleatória. Não é. Basta estudar. Aconselho vivamente Claude Lévi-Strauss. Lembro a célebre metáfora de que o carbono é da mesma substância do diamante e do grafite, só diferindo na sua estrutura. Percebido?



Mentiras

O país é governado por hipócritas. Fazem crer que existem condições para salvaguardar pessoas e bens.
Mentira. Nem bens e muito menos as pessoas.




Quem foi que disse que Portugal estava preparado para as tempestades que assolaram o país?
Quem? Os hipócritas continuam a fazer crer aos papalvos que o país está preparado para tudo. Uma falsidade. Não estamos e nunca estivemos. Sejam honestos.








Mais um falhanço.

Já não bastava a insegurança, a saúde, a habitação, em suma, a miséria, eis que falham na contratação de professores.
E, como sempre, mentem. Segundo a FENPROF, das 1639 vinculações realizadas no último concurso de docentes, 76% correspondem a professores que se encontravam a lecionar à data da contratação. A FENPROF alerta que o número real de novos professores foi de 395. Escusam de mentir e deitar areia para os olhos das pessoas. Não iludam e logo na educação. Mas, o mais trágico, é que mentem em todos os setores da vida. Todos, sem exceção.



quarta-feira, janeiro 28, 2026

E aprender com Nietzsche?

Nietzsche não propunha o desespero, mas a coragem. Olhar o abismo não é cair nele, é reconhecer que não há chão garantido.



Aprender com Pepe Mujica.

 


Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

Para nunca mais esquecer.



Barbárie

No Brasil aconteceu algo que nos deve fazer pensar para onde nos estão a conduzir.
O vídeo que transcrevo diz tudo sobre a brutalidade cometida por um grupo de jovens sobre um cão idoso. Que importa a idade? O colégio onde os jovens estudavam ou estudam e os pais tudo fizeram para esconder o caso. Só que foi impossível, a consciência cívica dos cidadãos falou bem mais alto e o caso foi amplamente denunciado. Pensem em tudo isso.



Ponto de vista

A 8 de fevereiro de 2026, os portugueses são chamados à segunda volta das eleições presidenciais. Após uma primeira volta sem que um candidato tivesse atingido a maioria que lhe permitiria vencer a eleição e, como já era previsível, vai haver segunda volta para se apurar o novo inquilino de S. Bento.

E como tudo aconteceu? Um olhar para o passado recente é importante para se entender a razão de mais esta ida às urnas. Desde muito cedo, vários nomes eram atirados para a praça pública como possíveis candidatos. É quase como consultar as páginas amarelas. Havia nomes para quase todos os gostos e para satisfazer os vários partidos, dizendo-se sempre que a eleição para presidente da república era uma eleição supra-partidária, pessoal, de um candidato apenas. Mas em política e, mormente na política portuguesa, o que parece nunca é. Esgotados os nomes e mais nomes avançados, por jornais, televisões, comentadores e pela afamada e sempre útil feira de vaidades, começaram a aparecer cidadãos saídos das várias forças político-partidárias, com exceção de um ou outro que ousava desafiar o perfil de tais candidatos. O espetáculo e o respectivo arraial estavam montados. Começaram as sondagens, esse meio fútil e de divertimento. Toda a comunicação social apresentava as suas sondagens. Numa semana, um candidato à frente, na semana seguinte, outro candidato aparecia a comandar o pelotão. Exatamente algo parecido a uma volta pedestre, ciclista ou de automóvel ao bairro, onde os habitantes olhavam com indiferença, em alguns casos atónitos perante tanta verborreia que em nada fazia esquecer as amarguras do dia a dia. As ilusões e as luzes tudo fazem esquecer, mesmo a fome. Logo que os partidos políticos escolheram os seus candidatos e com os de fora do espectro partidário também definidos, a comunicação social lança-se noutro espetáculo, os debates. São semanas e semanas em que se assistem a discussões, na sua maioria estéreis, com candidatos a não saberem o que ali faziam, sem conhecerem os deveres de um presidente da república. Insultos entre eles também houve para gáudio da comunicação cor-de-rosa e sensacionalista. Os candidatos que podiam elevar o nível desapareceram do cenário. Quem, no seu pleno juízo, vai meter-se em tal ou tais confusões de muito baixo nível? Assim temos a politiquice de chinelo a comandar uma nau com rombos enormes e a afundar-se. E os portugueses lá foram, a 18 de janeiro, deitar um papel num vaso a que chamam urna, coisa mais abjeta de chamar ao vaso, mas provavelmente com intuito bem assertivo. Ao cidadão é apresentado um boletim de voto enorme e com a particularidade bem portuguesa do ridículo. Candidatos excluídos pelo Tribunal Constitucional faziam parte da enorme listagem. Simplesmente ridículo, mais uma anedota portuguesa que já fez chacota internacional. Até nos momentos mais solenes fazem dos portugueses ridículos. Estas eleições tiveram de tudo para serem ridículas e com falta de respeito pelos cidadãos. Candidatos que vomitavam ódio, ganância, insultavam tudo e todos, uma falta de civismo que revela bem como a sempre lembrada, mas nunca praticada, educação devia existir e logo em candidatos ao lugar mais proeminente da hierarquia dessa coisa a que chamam Estado. Uma vergonha. Como disse um dia Miguel Torga, “em Portugal, as pessoas são imbecis ou por vocação, ou por coação, ou por devoção.” E no dia 8 de fevereiro lá vai estar a urna para receber o papel. Um papel que, para o bem ou para o mal, definirá, ou talvez não, muito das nossas vidas. Vidas melhores? E lembro de novo Miguel Torga agora na sua obra “Os Bichos”, o livro da selva consciente, dos mitos bíblicos reinventados, um gesto moral para despertar nos homens a sua essência. Onde as questões da liberdade se colocam, tal como as questões do cidadão integrado, participativo e transformador na sociedade. Lembrar que “há homens que são autênticos bichos, que pensam e agem como bichos, e há bichos que são seres pensantes, com sensibilidade, com alma”.

Tenham uma excelente semana.




Meditação

A dona Ana Paula depois de muita meditação, chegou à conclusão de que a gripe chegou com o frio.
Estou estarrecido com tal conclusão, tão profunda. E sobre o aumento dos partos nas ambulâncias, o que dirá a dona? Está em meditação.



Solidariedade.

Não podia nem devia ficar indiferente ao canal do SJota um verdadeiro cidadão que vive no Lobango, em Angola.
Fiquei sensibilizado com tudo o que ele escreve e, principalmente, realiza na sua comunidade.
Deixo-vos o link da sua página.
Só peço que os ajudem.
"Galerinha, nosso conteúdo é feito com muito carinho pra vcs
.. Se puder assistir, deixar o like e compartilhar, já estão me ajudando muito
Se inscreva no canal ,ative o sininho para mais vídeos . Fiquem com Deus . Um grande beijo, SJOTA.".



Crimes

A ser verdadeira esta notícia, Trump tem de ser julgado por crime contra a Humanidade.
Deportar uma criança de 5 anos? Já não bastavam os crimes cometidos pelos "yanques" quando separaram filhos de pais na fronteira com o México. Sois uns criminosos.



O chineleiro

Paulo Rangel admite que Portugal possa pagar mil milhões de dólares para pertencer ao Grupo de Amigos do Trump. Paga do bolso dele? A política em Portugal e respectivo servilismo passou do chinelo ao salto alto.