quinta-feira, setembro 24, 2026

O costureiro da alta finança.

 


Pela cara do líder chinês, o cagão borrou-se.

 


Ridículos

O regresso do Estado Novo. 

Mansamente...

E a moda já pegou. 

Cá pela Guarda também houve bênção. Retrocesso civilizacional.

Também é ser-se contra o desenvolvimento?




A melhor do dia. Por enquanto.

"Montenegro foi abanar o badalo a Wall Street enquanto os portugueses sentem o fundo da carteira. O Rangel aproveitou para tirar fotos ao badalo do chefe..."




Cabreiro é fixe

 Cabreiro podes ficar em total tranquilidade.

A «tua» polícia a investigar em causa própria.

Tranquilidade absoluta.

Nem arguidos há.

O que eles querem é vender jornais, Cabreiro.

Escutas ilegais? A Judiciária nunca fez isso, não é, Cabreiro?




O «poucochinho»

E diz o «poucochinho» ao Papa que, em Portugal, os ordenados de muitos portugueses não «esticam» até ao fim do mês. Esticar?

És um «poucochinho vergonhoso». Não é «esticar». Aprende a falar em condições. Devias dizer que os ordenados em Portugal são miseráveis. Isso, sim. Mas só para alguns.

Devias falar da corrupção que alastra. Não interessa? Só interessa falar de coisas que criem impacto, bem sabemos.

«Poucochinho» basta para não criares atritos com o Montenegro.

Percebemos.



Corrupção

 E a obra já está pronta.

Como se pode construir um Centro de Saúde em terreno privado com todas as licenças?

Cada vez acredito mais que os gabinetes de urbanismo das câmaras municipais são o maior dos antros de corrupção do país.

Quem o disse foi alguém que trabalhou junto a um desses gabinetes na Câmara do Porto. Lembram-se?




Caçar

Uma notícia estapafúrdia. Nada a estranhar de quem a publica.

Desde quando o computador de alguém a ser investigado é «caçado»?

Seja o personagem quem for.

O Ministério Público faz «buscas» na Polícia Judiciária.

Todos são suscetíveis de serem investigados, ou há canalha que está acima da lei?

Diz a notícia, para chamariz do «povinho», que «caçaram» o computador do diretor da instituição.

Não é natural?

Do que deviam anunciar é que a Judiciária está a investigar-se. Juiz em causa própria?

Juiz não. Pois anunciaram que não há arguidos.

Ahahahahah!

Este Portugal é a representação perfeita de uma rábula da pior qualidade. 



Censura

O governo da Ad copia os maus exemplos. Desta vez são os ditados, pelo pedófilo, cagão e mijão do Trump.
Censura e controlo total sobre o que o povo pode e não pode saber e conhecer.
A "lei da rolha" está em vigor.
Ministros, secretários e outros comensais só falam com autorização do «chefe».
Tudo filtrado. Querem saber alguma coisa? Só nas redes sociais. Se houver intenção de dar a conhecer o que quer que seja.



Deixem o Montenegro trabalhar

A notícia não é completamente verdadeira. A Solverde não exige 3 milhões ao Turismo de Portugal; exige 15,5 milhões de euros ao Estado português, por meio de um litígio judicial com aquela entidade.

É esse o valor correto.

Os valores exigidos ao Estado dizem respeito, segundo a Solverde, a montantes pagos em excesso entre 2012 e 2014, decorrentes de contrapartidas mínimas anuais.

A Solverde argumenta ter pago mais de 44 milhões de euros quando, pelas regras da quebra de receitas da crise da altura, deveria ter pago apenas cerca de 28,3 milhões.

Em janeiro de 2025, o Supremo Tribunal Administrativo recuou numa decisão anterior favorável à empresa.

Mas, em março de 2025, perante a decisão desfavorável, a Solverde avançou com um recurso para o Tribunal Constitucional, de forma a tentar reaver a totalidade do montante.

Mas, se quiserem, e deveriam querer saber mais sobre o caso, perguntem ao Montenegro. Ele sabe tudo.




quarta-feira, setembro 23, 2026

Volte-se à inauguração.

A escola, inaugurada com direito a bênção e aos sinais da cruz mais ridículos que se conhecem, demorou 50 anos a ser construída e não tem pavilhão gimnodesportivo nem laboratórios...

Para além dos figurantes já conhecidos e repetidos, teve seis horas de DJ, três artistas, um coreógrafo, uma equipe de decoração, três telas, uma delas com 56 metros quadrados, uma passarela e seguranças.

Custo da inauguração? Uma ninharia para o nível de vida dos portugueses.

É fartar, canalha.




A adjetivação é instantânea. Lá sabem a razão.

 


terça-feira, setembro 22, 2026

Aprender

Mais de um século depois, a frase continua a ser lembrada porque descreve um sentimento bastante universal: quando comportamentos desonestos parecem ser recompensados repetidamente, a própria ideia de agir corretamente pode parecer inútil. 

Rui Barbosa transformou essa percepção numa das passagens mais conhecidas de toda a sua obra política.

Aprenda-se.




A guilhotina

 Aquilo que nunca te disseram na escola.

Esconderam tais factos. Como escondem ainda hoje.

"A guilhotina costuma ser lembrada como símbolo da Revolução Francesa, mas a sua história atravessou quase dois séculos.

Criada para aplicar o mesmo método de execução aos condenados, independentemente da classe social, ela foi apresentada como uma forma mais rápida e menos dolorosa de cumprir a pena de morte. Apesar do nome, Joseph-Ignace Guillotin não inventou a máquina: ele defendeu a adoção de um método único de execução.

Durante o período do Terror, o uso frequente da guilhotina transformou o instrumento num símbolo da violência revolucionária. Mas o dado que mais surpreende vem depois: a última execução por guilhotina na França aconteceu em 1977, poucos meses depois do lançamento do primeiro filme de Star Wars. A pena de morte só seria abolida no país em 1981."

Às vezes, aquilo que parece pertencer a um passado muito distante está bem mais próximo de nós.

Mas isso não nos dizem na escola.