quarta-feira, julho 22, 2026
A natureza
Num país onde a natureza é maltratada e desconsiderada face ao ópio do povo — o desporto, o que esperar?
A 7.ª etapa daquilo a que idiotamente continuam a chamar de Volta a Portugal em bicicleta, agendada para 13 de agosto, vai atravessar o Parque Nacional da Peneda-Gerês, nomeadamente "áreas sensíveis" do parque, como a Mata da Albergaria, no concelho de Terras de Bouro, distrito de Braga. A etapa parte de Vieira do Minho, passará pela Caniçada, Rio Caldo e Vila do Gerês, subirá à Portela de Leonte pela Estrada Nacional 308-1 e atravessará depois a Mata da Albergaria, pela estrada florestal até à Portela do Homem.
Só os idiotas e acéfalos que desconhecem a região podem anuir em tal afronta ao meio ambiente. Nojentos.
A Liga para Proteção da Natureza criticou que o percurso tenha sido decidido ainda antes de ser conhecido o parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, "a quem cabe garantir o cumprimento do Regulamento desta área protegida".
Ainda segundo a Liga para Proteção da Natureza: "O enquadramento legal é claro. Nas áreas sujeitas a regimes de proteção, como é o caso da Mata da Albergaria, o Regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Nacional interdita a prática de atividades desportivas motorizadas e sujeita a parecer e autorização do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas a prática de atividades desportivas não motorizadas".
A Liga para Proteção da Natureza exige que o regulamento seja cumprido.
Alerta para certa canalha que não conhece tal regulamento e vandaliza espaços.
Um cidadão civicamente comprometido só pode estar de acordo com a Liga para Proteção da Natureza quando diz, nomeadamente, que: "Permitir que uma prova desta dimensão - com a logística que lhe está associada (...) — atravesse uma das zonas mais sensíveis do Parque Nacional comprometeria a coerência da política de conservação da natureza e fragilizaria a credibilidade das instituições responsáveis pela sua proteção".
Subscrevemos na totalidade as preocupações da Liga para Proteção da Natureza.
A 7.ª etapa daquilo a que idiotamente continuam a chamar de Volta a Portugal em bicicleta, agendada para 13 de agosto, vai atravessar o Parque Nacional da Peneda-Gerês, nomeadamente "áreas sensíveis" do parque, como a Mata da Albergaria, no concelho de Terras de Bouro, distrito de Braga. A etapa parte de Vieira do Minho, passará pela Caniçada, Rio Caldo e Vila do Gerês, subirá à Portela de Leonte pela Estrada Nacional 308-1 e atravessará depois a Mata da Albergaria, pela estrada florestal até à Portela do Homem.
Só os idiotas e acéfalos que desconhecem a região podem anuir em tal afronta ao meio ambiente. Nojentos.
A Liga para Proteção da Natureza criticou que o percurso tenha sido decidido ainda antes de ser conhecido o parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, "a quem cabe garantir o cumprimento do Regulamento desta área protegida".
Ainda segundo a Liga para Proteção da Natureza: "O enquadramento legal é claro. Nas áreas sujeitas a regimes de proteção, como é o caso da Mata da Albergaria, o Regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Nacional interdita a prática de atividades desportivas motorizadas e sujeita a parecer e autorização do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas a prática de atividades desportivas não motorizadas".
A Liga para Proteção da Natureza exige que o regulamento seja cumprido.
Alerta para certa canalha que não conhece tal regulamento e vandaliza espaços.
Um cidadão civicamente comprometido só pode estar de acordo com a Liga para Proteção da Natureza quando diz, nomeadamente, que: "Permitir que uma prova desta dimensão - com a logística que lhe está associada (...) — atravesse uma das zonas mais sensíveis do Parque Nacional comprometeria a coerência da política de conservação da natureza e fragilizaria a credibilidade das instituições responsáveis pela sua proteção".
Subscrevemos na totalidade as preocupações da Liga para Proteção da Natureza.
A Igreja que cumpra
A Associação Coração Silenciado, que representa dezenas de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, exige que a Conferência Episcopal Portuguesa pague a totalidade dos montantes inicialmente definidos pela comissão responsável por fixar as indemnizações.
Segundo a associação, a diferença entre os valores recomendados e aqueles que acabaram por ser aprovados pelos bispos ronda um milhão de euros, motivo pelo qual as vítimas defendem que a Igreja deve cumprir integralmente o que foi estabelecido por um organismo que ela própria criou.
Lembrar que, dos mais de 500 testemunhos recolhidos pela Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, 95 vítimas solicitaram indemnização à Conferência Episcopal.
Destas, 78 foram consideradas elegíveis, mas apenas 57 acabaram por receber uma compensação financeira. Paralelamente, a associação critica ainda a decisão do Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, de arquivar 17 processos relativos a padres portugueses ainda vivos acusados de abusos sexuais, considerando esses arquivamentos injustificados.
Lá vem um peditório a caminho.
Nem duvido.
Segundo a associação, a diferença entre os valores recomendados e aqueles que acabaram por ser aprovados pelos bispos ronda um milhão de euros, motivo pelo qual as vítimas defendem que a Igreja deve cumprir integralmente o que foi estabelecido por um organismo que ela própria criou.
Lembrar que, dos mais de 500 testemunhos recolhidos pela Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, 95 vítimas solicitaram indemnização à Conferência Episcopal.
Destas, 78 foram consideradas elegíveis, mas apenas 57 acabaram por receber uma compensação financeira. Paralelamente, a associação critica ainda a decisão do Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, de arquivar 17 processos relativos a padres portugueses ainda vivos acusados de abusos sexuais, considerando esses arquivamentos injustificados.
Lá vem um peditório a caminho.
Nem duvido.
O ministro da Deloitte
Mesmo tendo em conta o caos dos exames e classificações, o ministro Alexandre insiste em novo acordo com a Deloitte no valor de 701 100 euros.
O ministério do senhor Alexandre diz que o novo contrato nada tem a ver com exames e classificações, mas sim com a gestão de projetos no âmbito da AGSE.
E perguntam vocês, e muito bem, qual o objetivo do acordo.
O ministério fala na aquisição de serviços de “PMO – Project Management Officer”, ao abrigo do acordo-quadro da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP) para consultoria em tecnologias de informação e comunicação.
Perceberam?
Não é para perceber, é para pagar.
Eu explico. O senhor Alexandre aproveitou a falta de professores nas escolas e mandou fechar muitos serviços que eram úteis ao funcionamento do ministério.
E fundou a AGSE, I. P. que resulta da integração total ou parcial da SGEC, DGAE, DGEstE e IgeFE. Tudo serviços úteis e necessários que quem esteve ligado ao ministério sabe e soube da sua utilidade.
Mas há, sempre houve, oportunistas de meia-tigela que, com argumentos falaciosos, vão provocando o caos e beneficiando os amigos.
Conhecem-se, evidentemente.
A AGSE, I. P. centraliza funções de apoio técnico, financeiro e de gestão de pessoal docente e não docente.
Ou seja, o inteligente reuniu todos os serviços do Ministério da Educação numa única entidade e vai dar de mão-beijada à amiga Deloitte a gestão de todo o serviço que antigamente era desempenhado por professores e demais funcionários.
Ou seja, ao abrigo do acordo-quadro da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP).
Aqui chegados, estou a ouvir umas vozes de fundo a comentar: «Mas será que não há poupança (boa pança!) na ideia brilhante do ministro?»
Não, não há.
O «acordo» agora celebrado vai partilhar os dados confidenciais com empresas estranhas. Seria de todo conveniente que uma Comissão de Proteção de Dados se pronunciasse sobre o assunto.
Para já calados.
Mas há mais.
Os serviços vão utilizar as antigas instalações dos vários organismos extintos.
Brilhante, senhor ministro. Tudo é doado.
Lembrar que a AGSE já tinha recorrido anteriormente à Deloitte, a 4 de março deste ano, ou seja, quatro meses antes deste novo acordo de 701 100 euros, num outro acordo no valor aproximado de 1,5 milhão de euros, também ao abrigo do mesmo acordo-quadro da ESPAP.
Já somaram?
Paralelamente, a Deloitte também celebrou um contrato com a EduQA, celebérrima no caos dos exames e classificações, um contrato de urgência por ajuste direto, só que o montante foi ocultado, bem como a data da assinatura do mesmo.
São as tais transparências que escondem o «Bem da Nação».
Mas que bem.
terça-feira, julho 21, 2026
Foco
Os arranjos para a "Festa da cidade" continuam.
Foi colocado um foco para iluminar os cidadãos que procurem utilizar as casas de banho exteriores.
Muito bem.
A estrutura não é fiável, assenta em blocos, e vale mais prevenir.
Mas o curioso é que os cidadãos que frequentam diariamente o parque, a maioria munícipes, têm, em alturas do ano, mormente no inverno, espaços sem luz. Há mesmo candeeiros apagados, lâmpadas fundidas, colocando em risco a segurança dos utilizadores do parque.
E, por várias vezes aqui o referi, a casa de banho dos homens não tem luz. Aguardou-se meses e meses por uma peça que não existia na Guarda e, como tal, a casa de banho permaneceu sem luz.
Mas agora, e muito bem, já houve o cuidado de colocar um foco para iluminar as casas de banho.
Esta é a diferença entre uma festa e o cuidado e respeito pelos utilizadores diários do parque.
É esta falta de respeito do executivo camarário que revolta os cidadãos.
Haja respeito.
Já nem falo, pois os exemplos são muitos, que, para colocar o foco, foram necessários 3 (TRÊS) funcionários. Só um em cima de uma grua a colocar o foco e os outros dois em terra de braços cruzados. O funcionalismo, na sua pior faceta, é dar razão à escumalha da extrema-direita, pois de direita já eles, os mandantes, o são.
Desprestigiante, principalmente para os funcionários. Não são colaboradores, aprendam.
Não percebem, o que fazer?
Foi colocado um foco para iluminar os cidadãos que procurem utilizar as casas de banho exteriores.
Muito bem.
A estrutura não é fiável, assenta em blocos, e vale mais prevenir.
Mas o curioso é que os cidadãos que frequentam diariamente o parque, a maioria munícipes, têm, em alturas do ano, mormente no inverno, espaços sem luz. Há mesmo candeeiros apagados, lâmpadas fundidas, colocando em risco a segurança dos utilizadores do parque.
E, por várias vezes aqui o referi, a casa de banho dos homens não tem luz. Aguardou-se meses e meses por uma peça que não existia na Guarda e, como tal, a casa de banho permaneceu sem luz.
Mas agora, e muito bem, já houve o cuidado de colocar um foco para iluminar as casas de banho.
Esta é a diferença entre uma festa e o cuidado e respeito pelos utilizadores diários do parque.
É esta falta de respeito do executivo camarário que revolta os cidadãos.
Haja respeito.
Já nem falo, pois os exemplos são muitos, que, para colocar o foco, foram necessários 3 (TRÊS) funcionários. Só um em cima de uma grua a colocar o foco e os outros dois em terra de braços cruzados. O funcionalismo, na sua pior faceta, é dar razão à escumalha da extrema-direita, pois de direita já eles, os mandantes, o são.
Desprestigiante, principalmente para os funcionários. Não são colaboradores, aprendam.
Não percebem, o que fazer?
Desleixo pago
E no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, quer a limpeza dos espaços, quer o cuidado em tratar das árvores; é desolador.
Mesmo com milhares de euros dos contribuintes dados a uma empresa.
Mesmo com milhares de euros dos contribuintes dados a uma empresa.
Tantos e serviço péssimo
E o anedótico continua na cidade da Guarda.
Uma brigada de 5 (CINCO) funcionários camarários, facilmente identificáveis pela carrinha que os transportava, ou também será uma imitação, limpava o resguardo da paragem de autocarro.
Isso mesmo, cinco funcionários.
Limparam e colaram, por fim, uns autocolantes e umas tarjetas do serviço de transporte.
Nada a espantar.
Com tantos funcionários admitidos, formar uma equipe de cinco funcionários para limparem e colarem autocolantes nos cobertos das paragens não deve ser difícil.
Acreditem que isto aconteceu na cidade da Guarda.
Nada me admira que, com tantos funcionários admitidos na câmara, encontrar uma cadeira vazia para se sentarem seja pior que arranjar um lugar numa praia da «linha».
Assim é fácil ganhar eleições com maioria.
Por fim, dizer que, mesmo sendo cinco funcionários, a limpeza deixou muito a desejar. Mas isso o chefe terá que inspecionar.
Uma brigada de 5 (CINCO) funcionários camarários, facilmente identificáveis pela carrinha que os transportava, ou também será uma imitação, limpava o resguardo da paragem de autocarro.
Isso mesmo, cinco funcionários.
Limparam e colaram, por fim, uns autocolantes e umas tarjetas do serviço de transporte.
Nada a espantar.
Com tantos funcionários admitidos, formar uma equipe de cinco funcionários para limparem e colarem autocolantes nos cobertos das paragens não deve ser difícil.
Acreditem que isto aconteceu na cidade da Guarda.
Nada me admira que, com tantos funcionários admitidos na câmara, encontrar uma cadeira vazia para se sentarem seja pior que arranjar um lugar numa praia da «linha».
Assim é fácil ganhar eleições com maioria.
Por fim, dizer que, mesmo sendo cinco funcionários, a limpeza deixou muito a desejar. Mas isso o chefe terá que inspecionar.
O abraço
A Polícia Judiciária encontrou indícios de abuso de poder e descaminho no caso do atrelado à guarda do empreiteiro amigo de Luís Neves, ministro da Administração Interna.
Encontrou?
E depois? Morrem as vacas, ficam os bois?
Os indícios foram transmitidos ao Procurador-Geral da República, que mandou abrir um inquérito.
A quem? Ao Amadeu Guerra?
Deixa-me rir.
A essa personagem sonsa?
O folhetim acabou, podem registar.
Será a investigação do Ministério Público a confirmar se o Neves cometeu algum crime ou, alegadamente, ter ordenado a deslocação do atrelado.
Enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária, o Neves terá autorizado a transferência do reboque e assinado documentos que o comprovam.
Pois. Mas o «terá» é suscetível de bóia de salvação.
E ainda há o tanque.
Oh, Amadeu, venha de lá, um abraço.
"Um abraço e um figo para o meu amigo", já dizia a minha avó.
A quem? Ao Amadeu Guerra?
Deixa-me rir.
A essa personagem sonsa?
O folhetim acabou, podem registar.
Será a investigação do Ministério Público a confirmar se o Neves cometeu algum crime ou, alegadamente, ter ordenado a deslocação do atrelado.
Enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária, o Neves terá autorizado a transferência do reboque e assinado documentos que o comprovam.
Pois. Mas o «terá» é suscetível de bóia de salvação.
E ainda há o tanque.
Oh, Amadeu, venha de lá, um abraço.
"Um abraço e um figo para o meu amigo", já dizia a minha avó.
Agiotagem
Há cinco anos consecutivos a agiotagem sempre a ganhar milhões.
Em 2025 superaram os 6,3 mil milhões de euros.
Lembrar que o Estado português tem promovido anulações ou devoluções de verbas à agiotagem, nomeadamente por meio de devoluções de impostos declarados inconstitucionais e do fecho, concluído em 2026, de uma fatura de 1,2 mil milhões de euros relativa a créditos fiscais sobre ativos por impostos diferidos.
Mas já em 2025 o Estado, a canalha que diz representar-nos, devolveu aos agiotas cerca de 200 milhões de euros referentes ao imposto adicional de solidariedade, o que resulta de a lei ter sido declarada inconstitucional.
E agora soube-se que a agiotagem continua em grande nos lucros.
Nunca te esqueças: "Quando pedes ao agiota uma chouriça, tens que lhe pagar o porco todo".
É fartar vilanagem.
Nojo
"Sinto falta do meu país, sou 100% português, mas chego aqui e já não é o meu Portugal. Isto está diferente, está muito confuso. Há falta de segurança (...) Não há liberdade de expressão na Arábia Saudita? Não, isso não há, mas é um país seguro".
Diz um inculto que nunca estudou. Ou será que é licenciado nalguma escola daquelas que se paga a licenciatura, nas privadas, ou fez as Novas Oportunidades?
Falta-lhe segurança? Fala com o Neves.
Quem tem um salário como o dele deve sentir-se inseguro? Inseguro é ter trabalho pago miseravelmente, não ter habitação, não ter saúde, não ter aprendizagens sérias. Mas não como a tua. Vai estudar, idiota.
Quem te guindou ao lugar que ocupas é um nojo.
Nunca me representarás, ganhes ou percas.
Diz um inculto que nunca estudou. Ou será que é licenciado nalguma escola daquelas que se paga a licenciatura, nas privadas, ou fez as Novas Oportunidades?
Falta-lhe segurança? Fala com o Neves.
Quem tem um salário como o dele deve sentir-se inseguro? Inseguro é ter trabalho pago miseravelmente, não ter habitação, não ter saúde, não ter aprendizagens sérias. Mas não como a tua. Vai estudar, idiota.
Quem te guindou ao lugar que ocupas é um nojo.
Nunca me representarás, ganhes ou percas.
Engano
"A julgar pela cara, adivinhem quem acabou de gastar quase 4 mil milhões de euros?".
Alguém me pode explicar desde quando a Itália é uma potência na construção de fragatas?
A última "fragata" que me lembro da Itália foi a Cinciolina.
Que, por um acaso, até chegou ao parlamento. Mas, com muita rodagem, nem se duvida.
Alguém me pode explicar desde quando a Itália é uma potência na construção de fragatas?
A última "fragata" que me lembro da Itália foi a Cinciolina.
Que, por um acaso, até chegou ao parlamento. Mas, com muita rodagem, nem se duvida.
Neves & Neves
A opacidade do caso Neves.
Muitos especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária aos contratos celebrados com o empreiteiro de Barcelos, João Carvalho.
A Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da Polícia Judiciária na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.
Confidencialidade? Segredo de Estado?
Uma questão que, a nosso ver, devia levantar suspeitas.
Por que razão só aparecem no portal Base as obras no edifício da polícia judiciária da Guarda?
Isco?
Lembrar que, no dia em que uma brigada da Polícia Judiciária ia iniciar buscas na Câmara da Guarda, deu-se o fenómeno, até agora misterioso, pois não fomos, munícipes, informados da sua causa, o famoso «apagão informático».
Coincidências?
E quem mandou calar o executivo camarário quando quiseram, se é que quiseram, anunciar as causas do apagão?
É que não acredito em bruxas, mas que as há, há!
Silêncios perigosos e suspeitos, próprios de bruxaria.
Muitos especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária aos contratos celebrados com o empreiteiro de Barcelos, João Carvalho.
A Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da Polícia Judiciária na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.
Confidencialidade? Segredo de Estado?
Uma questão que, a nosso ver, devia levantar suspeitas.
Por que razão só aparecem no portal Base as obras no edifício da polícia judiciária da Guarda?
Isco?
Lembrar que, no dia em que uma brigada da Polícia Judiciária ia iniciar buscas na Câmara da Guarda, deu-se o fenómeno, até agora misterioso, pois não fomos, munícipes, informados da sua causa, o famoso «apagão informático».
Coincidências?
E quem mandou calar o executivo camarário quando quiseram, se é que quiseram, anunciar as causas do apagão?
É que não acredito em bruxas, mas que as há, há!
Silêncios perigosos e suspeitos, próprios de bruxaria.
Fatura da água na Guarda
Como é do conhecimento dos munícipes da Guarda, houve um brutal aumento na fatura da água,
O presidente da Câmara, questionado sobre o assunto, fugiu à resposta, falando apenas no aumento para os que tinham aderido ao processo da recolha dos resíduos sólidos.
Para os outros, calou.
Ora, consultando a página: https://www.ersar.pt/pt_consumidor_tarifas-dos-servicos..., (ERSAR - Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos) compreende-se facilmente como os munícipes da Guarda são enganados.
Anote-se:
- Encargo mensal de abastecimento de água: 14,11 euros;
- Encargo mensal em saneamento: 10,99 euros;
- Encargo mensal em resíduos urbanos: 11,76 euros;
Somando os vários valores, temos o total mensal médio na Guarda: 36,86 euros.
Lembrar que o encargo mensal médio em Portugal Continental é de 34,65 euros.
Compreendido?
Eu estou totalmente informado.
Estamos a pagar o muito consumo dos que não pagam, das festanças, o porco no espeto e o muito vinho e bejecas.
Só falam de desperdícios. Quais desperdícios? Piscinas agora chamam-lhe tanques, regas de jardim e lavagem de carros que não são faturados?
Estão felizes? Continuem a votar neles.
O presidente da Câmara, questionado sobre o assunto, fugiu à resposta, falando apenas no aumento para os que tinham aderido ao processo da recolha dos resíduos sólidos.
Para os outros, calou.
Ora, consultando a página: https://www.ersar.pt/pt_consumidor_tarifas-dos-servicos..., (ERSAR - Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos) compreende-se facilmente como os munícipes da Guarda são enganados.
Anote-se:
- Encargo mensal de abastecimento de água: 14,11 euros;
- Encargo mensal em saneamento: 10,99 euros;
- Encargo mensal em resíduos urbanos: 11,76 euros;
Somando os vários valores, temos o total mensal médio na Guarda: 36,86 euros.
Lembrar que o encargo mensal médio em Portugal Continental é de 34,65 euros.
Compreendido?
Eu estou totalmente informado.
Estamos a pagar o muito consumo dos que não pagam, das festanças, o porco no espeto e o muito vinho e bejecas.
Só falam de desperdícios. Quais desperdícios? Piscinas agora chamam-lhe tanques, regas de jardim e lavagem de carros que não são faturados?
Estão felizes? Continuem a votar neles.















