A guerra nunca foi um acidente. É uma ferramenta concebida, calculada e utilizada pela elite para manter o controle sobre as massas. Não se trata apenas de territórios ou ideologias, mas de riqueza, medo e poder. Cada conflito alimenta uma máquina financeira que beneficia apenas alguns, enquanto destrói a vida de milhões.
O medo gerado pela guerra mantém as populações subjugadas à obediência, dispostas a ceder mais direitos e liberdades em troca de segurança. As guerras não apenas destroem países, mas também reconfiguram a ordem global, criando novas dinâmicas de controle económico, social e político.
E, à medida que a elite continua a ascender ao poder, a guerra repete-se como um padrão: crise, caos, reconstrução. Mas nunca sem lucro para eles. A guerra não é uma consequência da história; é a sua causa. E, como sempre, aqueles que a impulsionam permanecem nas sombras, aproveitando-se de cada momento de destruição para consolidar o seu domínio.






