sexta-feira, junho 19, 2026

Eu concordo e devia ser obrigatório.

 


A escravatura

Ontem foi a escravatura, toda ela. 
Depois chegou a servidão ao senhor feudal.
E a seguir chegou o ensinarem os povos que eram achados a rezar de olhos fechados e, quando os abriram, não tinham terra.
Hoje continuam a fazer-vos crer que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no céu.
Mas que céu?
Curiosamente, todo o percurso da humanidade é feito com base nos dogmas da religião. Qualquer uma delas.



Para pensar e compreender, se não custar muito...

 


Já vi pessoas amarrarem bandanas em cachorros com mais dignidade do que isto.

 


Lembram-se do que disse o aldrabão?

 


O Liberal arruaceiro e bêbedo

O Paulinho 300 vice -presidente da IL foi detido com uma borracheira monumental após ter abalroado outro veículo. 
Ser liberal é mesmo assim.



Fingimento do NÃO

Afinal, o NÃO era apenas mais um fingimento.
A AD junta-se à extrema-direita para destruir os poucos direitos dos trabalhadores.
Trabalhar sem direitos é o lema dos porcos nojentos.
Continuem a votar na quadrilha.



A canalha prepara-se para o ataque final

Agente da Polícia de Segurança Pública formou neonazis para “defender a sua raça”. E o movimento criminoso tinha uma lista de cidadãos a abater.
Nojentos.
De que raça fala a cambada assassina?
Já se sabe como tudo isto vai acabar: ARQUIVAMENTO.
Até o dia em que a corja tomar as rédeas do poder.
O Platão bem o dizia, mas não estudam.




A barbárie

E a barbárie continua e se alastra.
Ataques israelitas no sul do Líbano fazem 16 mortos.
O assassino Netanyahu e os seus capangas querem fazer do Líbano outra Gaza.
Destruição completa com a complacência de uns vermes e pedófilos.
Nojentos assassinos.




quinta-feira, junho 18, 2026

Imoral

Na Espanha, mas por todo o mundo é assim. "Considero que é injusto e imoral que a monarquia viva entre luxos sem sequer ter sido eleita, enquanto o povo vive na miséria. Não é ético e assim o denuncio", diz Pablo Hasél.
Fazem 5 anos e 4 meses desde que Pablo Hasél entrou na prisão por denunciar a monarquia espanhola. Leva mais tempo preso que Bárcenas e Rodrigo Rato juntos por roubarem 50 milhões de euros...
Sai mais barato roubar a mãos cheias o povo do que pôr tweets contra a monarquia espanhola.




Missiva

É apenas e tão-só um aviso sério à navegação.
O Banco de Portugal foi condenado a pagar 30 mil euros a um trabalhador por assédio moral.
Tinha 34 anos em 1989 e era, há quatro anos, administrativo do Banco de Portugal quando se candidatou a um concurso interno para exercer funções de monitor no Museu do Dinheiro, que o banco central previa abrir no ano seguinte.
O trabalhador foi solicitando autorização para participar em colóquios e seminários, mas viu os pedidos serem sucessivamente recusados. Enquanto o museu não existia formalmente, acompanhava algumas exposições temporárias, mas o seu quotidiano profissional era marcado por tarefas que descreve como “residuais” ou mesmo “inexistentes“.
Percebido?
Na sentença de primeira instância, o tribunal concluiu que, entre 1989 e 1999, o Banco de Portugal manteve o trabalhador “esvaziado de funções”, apesar de este ter sido contratado para desempenhar funções ligadas a um museu que, durante esse período, não chegou a existir.
Mais tarde, quando o Banco de Portugal iniciou os trabalhos de preparação de um novo espaço museológico, o trabalhador não foi integrado no projeto, apesar das responsabilidades que detinha na área.
Em 2011, enviou correspondência à instituição a solicitar o seu envolvimento no desenvolvimento do novo museu.
Em novembro de 2025, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a decisão da primeira instância, mantendo a indemnização de 30 mil euros.
Leram bem?
Parece que há quem não tenha percebido a intenção da missiva.
Leiam em voz alta e com o dedo a acompanhar a leitura.
Pode ser útil para certa canalha.



Digam tudo...

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa anulou o resultado do concurso da Polícia Judiciária que permitiu a colocação de 80 inspetores-chefes, o que vai obrigar a força de segurança a repetir entrevistas.
Mas há mais...
O tribunal determinou a constituição de um novo júri para repetir as entrevistas e elaborar uma nova ordenação final dos candidatos.
A sentença, proferida no dia 8 de junho, surge em resultado de três ações judiciais e envolve um concurso lançado em 2022.
O juiz Jorge Guerreiro de Morais determinou ainda que a avaliação curricular de uma das inspetoras que contestou o concurso seja novamente analisada, depois de terem sido identificadas falhas tanto nessa avaliação, como na forma como decorreram as entrevistas.
VERGONHOSO.
Lembrar que o atual diretor nacional da Polícia Judiciária era presidente do júri do concurso anulado.
Entendido?
Há mais...
A Polícia Judiciária afirmou não ter conhecimento formal da decisão judicial e não esclareceu quais poderão ser as consequências da sentença, incluindo a eventual substituição de inspetores-chefes que já exercem funções há anos.
Pois...
Já o Ministério da Justiça confirmou que a Polícia Judiciária já foi, entretanto, notificada e adiantou que os serviços estão a analisar a decisão, estando ainda a decorrer o prazo para apresentação de recurso.
E, por fim, algo que ninguém ousa falar.
O atual Ministro da Administração Interna, Luís Neves, foi diretor nacional da Polícia Judiciária entre 2018 e 2026.
Por que razão não se fala do senhor?
Expliquem ou precisam de um empurrão? 



Incompetência

O exame de Português do 12.º ano continua a revelar a incompetência que reina no governo de Montenegro.
Como se sabe, há uma questão no exame de Português, ipsis verbis, uma questão publicada num caderno de exercícios de uma conhecida editora.
Questionado, o Ministério da Educação veio dizer tão-só isto:
"a elaboração do exame foi anterior à publicação do livro de exercícios da Leya, e a autora do livro não faz parte de nenhuma equipa de provas. Nem ela nem a editora tiveram acesso antecipado ao exame."
O ministério agora vem dizer que, afinal, os itens do exame nacional foram feitos depois da publicação do livro de exercícios da Leya: “Ao contrário da informação reportada inicialmente pelo EduQA ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, aquele caderno de exercícios foi disponibilizado em agosto de 2025, tendo a prova sido elaborada no início de 2026”.
Em que ficamos, seus incompetentes?
Farto de tanta incompetência.
Mais que evidente que há uma falta de equidade entre alunos.
Mas quem duvida?
Demitam-se, já cheiram muito mal. 



Aprendizagens?

E assim vai a aprendizagem nas escolas em Portugal, de má a péssima.
Agora soube-se que uma pergunta do exame de Português foi copiada de um livro de exercícios de apoio de uma editora.
Que capacidade vai naquela gente nomeada por um ministro incompetente para elaborar provas de exame.
Compreende-se facilmente a cópia e as nomeações.
"Quem elaborou o exame não teve o cuidado de verificar se a leitura do cartoon já estava presente num manual de apoio. Quem estudou pelo manual parte em vantagem em relação aos outros alunos”, refere António Carlos Cortez, professor e escritor.
Tanto na prova como no livro de exercícios, o limite de palavras é o mesmo. Também iguais são os três pontos pedidos na análise.
Preciso acrescentar mais alguma coisa?
Mas não era isso que o ministério queria?
Mas há mais críticas.
Acompanhamos as críticas à prova feitas pela Associação de Professores de Português, que criticou o excesso de respostas de escolha múltipla. Num exame que devia ser de Língua e Cultura Portuguesa e não apenas de Português, mas isso a choldra não reformula conteúdos nem contextos, não sabe.
Colocar respostas de escolha múltipla é de uma cretinice e idiotice completa.
Acompanhamos o professor e escritor António Carlos Cortez quando diz com propriedade: “Pergunto-me: este tipo de exames facilitistas e primários está a preparar os nossos alunos para serem universitários? Não está. E não admira que, na universidade, sejamos um dos países em que os estudantes mais consomem antidepressivos no primeiro ano. É quando percebem que não têm as competências necessárias.”