segunda-feira, junho 15, 2026

O porco no curral

Isso está abaixo da dignidade de uma presidência.
Depois das motos o espetáculo segue...
Quando um porco entra num palácio não se transforma num príncipe, mas sim o palácio é transformado num curral.



A lei não é cumprida pela elite

Os partidos políticos e outras candidaturas têm uma dívida de mais de um milhão de euros em coimas aplicadas pelo Estado, confirmou a Procuradoria-Geral da República.
E quer esta gente que o cidadão cumpra com as suas obrigações quando ela própria não o faz? 
Razão tinha Tácito quando afirmou que: "Quanto mais corrupto é o Estado, mais numerosas são as leis".
As leis foram feitas para não serem cumpridas pela elite, só pela plebe.



Nojo

Uma ministra do governo do Canadá propôs que russos e bielorrussos não possam participar das Olimpíadas.
Mas fugiu quando um jornalista perguntou se ela dizia o mesmo após a invasão do Iraque ou o bombardeio na Líbia ou no Afeganistão... Ou as 168 meninas assassinadas no Irã. Ou o genocídio em Gaza.
O Canadá já é um estado anexado pelo Trump?
Imitam muito bem.



Vejam a idiocracia dos EUA.

O palhaço do Trump transformou a Casa Branca num circo em tempo recorde. Das batalhas de gladiadores, agora passou para os espetáculos de variedades com motos e para um salão de baile.
Tudo semelhante ao que aconteceu com o fim de um império que teve a dirigi-lo um ser repugnante como este Trump. 
Lembram-se do Nero?
"A sociedade do espetáculo não é um sonho que se deve realizar, mas um pesadelo do qual se deve despertar." Guy Debord (1967).
Em todos os casos.



Notícias?

Passando os olhos pelo escaparate dos jornais nacionais, pouca informação digna de registo. 
O desporto, sempre o desporto, a ser capa dos pasquins!
Em Portugal não há «apenas» três jornais desportivos diários. Quase todos chamam à primeira página o tema, para venderem o produto.
Outros fazem jus à sua péssima qualidade com notícias de faca e alguidar. Mas vendem, pudera, num país onde o nível cultural é o que se conhece e a "esfarrapada" coscuvelhice domina a sociedade.
Em época de digitalização, mobilizar mais de 5 000 agentes da PSP e da GNR para transportar exames é simplesmente ridículo.
Mas querem enganar quem?
Evitar o conhecimento das provas?
Deixa-me rir. O último caso conhecido de fuga de informação dos exames foi o de uma explicadora, membro de um "conselho de professores" nomeado ministerialmente para elaborar provas de exame. Temos memória.
Mas há muitos mais.
Será que o Ministério da Educação não confia nos sempre solícitos, prestativos, zelosos, diligentes diretores?
E, na escala hierárquica, não confiam nos funcionários da reprodução? Então, e durante o ano? Com múltiplas cópias de todo o tipo de documentos, nomeadamente testes?
Pois... 
A digitalização é só quando lhes convém, já percebemos.



domingo, junho 14, 2026

Desvios

Como já aqui dissemos, o feno que os cidadãos da Guarda pagaram para adubar rotundas e parques da cidade está a ser alvo de desvio para privados.
Ontem foi um proprietário de um terreno junto ao Parque Urbano do Rio Diz.
Com trator e atrelado, ei-lo a abastecer-se no parque.
Agora eis novo desvio.
O feno aparece, como já é hábito todos os anos, num pátio de um prédio sito no centro da cidade.
Branco é, galinha o põe.
Presumivelmente funcionário camarário. 
Nada a estranhar, pois faz parte da mesma gente que gasta água e não a paga, e nem deixa o funcionário da APAL fazer a leitura do contador.
Depois falam de desperdícios da rede.
Desperdícios? Pois eu chamar-lhe-ia outra coisa.
Paga o cidadão da Guarda um serviço mais caro do que em Lisboa.
Percebe-se a razão?
Uns pagam o serviço para outros o usufruírem sem custo. 





Entretem-te

O futebol é o melhor remédio para a elite vos intrujar.
Ontem, todos os canais de lixo públicos, generalistas e idiotas transmitiram um treino da seleção dos amigos do outro, que é amigo do pedófilo.
Um nojo.
Lembro-me do Zé Mário Branco e do FMI.

O respeitinho é muito lindo
E nós somos um povo de respeito, né filho?
Nós somos um povo de respeitinho muito lindo

Saímos à rua de cravo na mão
Sem dar conta de que saímos à rua de cravo na mão
A horas certas, né filho?

Estás desiludido com as promessas de Abril, né?
As conquistas de Abril!
Eram só paleio a partir do momento
Que 'tás começaram a tirar e tu ficaste quietinho, né filho?

E tu fizeste como o avestruz
Enfiaste a cabeça na areia
Não é nada comigo, não é nada comigo, né?
E os da frente que se lixem

E é por isso que a tua solução é não ver
É não ouvir, é não querer ver, é não querer entender nada
Precisas de paz de consciência
Não andas aqui a brincar, né filho?



"Deixem o Sérgio Costa trabalhar"!

"Deixem o Sérgio Costa trabalhar"!
Ahahahah!
Papagaios e macacos de imitação não faltam na Câmara da Guarda.
Lisboa tem os patéticos casamentos de Santo António.
Cá pela Guarda, imitação completa, vai haver festança dos "50 anos de casados":
O feudo no seu pior.
Será que vamos ter acesso ao custo real da festança?
Duvida-se.



Poder local?

Ontem o Canal NOW deu a conhecer aos portugueses a situação de terror, feudalismo e sobranceria que se vive na Câmara Municipal da Guarda, por meio do célebre caso Gisela Valente.
Uma funcionária alvo de assédio moral por outra funcionária, na altura ambas desempenhando funções no SMAS da Guarda.
Tudo devidamente explicado pela vítima é só ver e ouvir.
Como importa também ver e ouvir a forma como o atual presidente da Câmara da Guarda não responde às perguntas da jornalista.
Mas o melhor estava reservado para o final, na voz do doutor Pedro Proença, que, sem arcas encoiradas, explicou de forma clara e objetiva o que levou o então presidente de Administração do SMAS, vereador de Álvaro Amaro, e agora presidente eleito, Sérgio Costa, a não cumprir as decisões judiciais que condenaram a funcionária, Luísa Santos. A «dona» dos serviços camarários, Luísa Santos, foi indigitada para fazer parte de um júri que iria "avaliar a entrada" da mulher do presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, para funcionária da edilidade. Concurso, entretanto, cancelado devido à muita celeuma que levantou.
"Deixem trabalhar o Sérgio!" 
"Faça o seu trabalho que eu faço o meu!".
"Veja o "Youtube" que está lá tudo!".
"Respeite os seus colegas e deixe-os colocar as questões que quiserem!"
Foram as únicas explicações de Sérgio Costa.
Gostei particularmente da parte em que o doutor Pedro Proença se referiu à ação do Ministério Público neste caso e à pouca ou nenhuma frontalidade da oposição.
É o que temos e o que os tachos obrigam, doutor.
Quanto ao Ministério Público, resta saber se não lhe interessa saber como uma entidade pública, a Câmara da Guarda, pagou todos os custos judiciais e disponibilizou o jurista da câmara para defender a funcionária condenada, quando, como é referido pelo próprio Ministério Público, o caso é de ordem pessoal e, por isso, nem a câmara foi notificada das decisões judiciais.
Alguém responde?
Já todos sabemos quem anda a mexer cordelinhos na trapaça do teatro dos Robertos.
É só estar atento ao que se diz e faz.
Não posso nem devo deixar de criticar o programa, pois, devido ao assunto em causa, merecia mais e melhor tratamento.
Enfim, é o que temos.
É que o país está mesmo podre. Poder local? Digam antes, senhores feudais, Idade Média. É só estudar.





sábado, junho 13, 2026

O caso Gisela Valente é revoltante.
Pode um presidente da Câmara não cumprir sentenças judiciais? 
A não perder no canal NOW:





Palhaçada

A palhaçada da copa dos pontapés na bola e nas canelas continua...
Agora foi uma inovação das leis do futebol, do que dá milhões à casta.
No jogo Estados Unidos da América do Norte versus Paraguai teve um episódio no mínimo anedótico. O árbitro do jogo mostra cartão amarelo a um jogador da casa do pedófilo por uma entrada brutal sobre um jogador do Paraguai.
Logo o suprasumo do VAR diz ao árbitro para ir ver o lance ao monitor.
Resultado da visão com lentes de gatuno e aldrabão a falta foi do jogador do Paraguai e o cartão é para ele por «simulação»!
E é retirado o cartão à canalha do pedófilo.
Mas há mais...
Um país como os Estados Unidos da América do Norte, paladino na luta contra a gatunagem, eis que o equipamento, todo o equipamento, da seleção da Inglaterra foi roubado no trajeto entre o centro de treinos e o hotel.
Que maravilhoso país de um pedófilo, cagão e dorminhão.
Já não lhes bastava o racismo...
Sim, a seleção do Irã, reduzida no número de elementos por imposição do pedófilo, não lhe é permitida a permanência em solo roubado aos povos originários pelos carrascos vindos de paragens inóspitas. 
Sim, a seleção do Irã, reduzida no número de elementos por imposição do pedófilo, não lhe é permitida a permanência em solo roubado aos povos originários pelos carrascos vindos de paragens inóspitas. 
A seleção é obrigada a viajar para o México no fim de cada jogo ou treino.
E tu, gatuno, aceitas tudo.



Chá das cinco

Então foi para isso que o líder parlamentar do PSD, o trauliteiro Hugo Soares, se reuniu com o Domingos Névoa, gestor da Bragaparques e condenado por corrupção?



Olha a bola...

Enquanto te distrais com os pontapés na bola, uns tremoços e umas "minis", eles, a quadrilha, tratam-vos da vossa péssima vida.
Agora anunciam-se, com papéis pregados nas paredes, demolições de barracas. Não são casas, nada disso - barracas.
Demolições sem pré-aviso legal.
Demolições sem que se cumpra o que a lei determina: “proibição de despejos ou demolições de uma habitação sem que haja um prévio encaminhamento dessas famílias vulneráveis para situações alternativas”.
Querem lá eles saber disso.
O importante é iludir-vos com os pontapés na bola.



"Futebol ao Sol e à Sombra"

O povo português é conduzido pela mão, como se de um infantil se tratasse, a caminho de uma caverna, pior do que a de Platão.
Os canais do lixo, ao seguirem a seleção dos amigos do outro, amigo do pedófilo, desde Lisboa a Miami, estão a passar-vos um atestado de menoridade em direto e a cores.
Simulações do espaço aéreo assinalando o avião dos felizardos e arrogantes seres que vos entretêm com pontapés na bola e comem do melhor e gozam os reais prazeres da vida enquanto tu és explorado, é nojento.
Pior, se de pior se pode falar, é participarem num torneio organizado por um demente assessorado por canalha ranhosa. Toda ela.
No fim vão rir-se da vossa contínua estupidez.
Entradas para o "coliseu" pagas a peso do ouro. 
Qual trabalhador consegue pagar tais exorbitâncias?
Como lamentava Eduardo Galeano: "a história do futebol moderno é uma transição triste da alegria pura para o negócio corporativo."
Negócio que esconde as tristes realidades dos povos.
Ao menos leiam a obra "Futebol ao Sol e à Sombra" de Eduardo Galeano e tentem compreender, em resumo alargado, o século XX, passando em revista as vitórias e derrotas da humanidade, o pé-em-riste dos poderosos, os negócios apanhados em fora-de-jogo e a desforra dos povos que lutam pela manutenção.
Ao menos a leitura e mandem às urtigas comentadores, papagaios, macacos de imitação e covardia feita de muito dinheiro.