sábado, junho 13, 2026

O caso Gisela Valente é revoltante.
Pode um presidente da Câmara não cumprir sentenças judiciais? 
A não perder no canal NOW:





Palhaçada

A palhaçada da copa dos pontapés na bola e nas canelas continua...
Agora foi uma inovação das leis do futebol, do que dá milhões à casta.
No jogo Estados Unidos da América do Norte versus Paraguai teve um episódio no mínimo anedótico. O árbitro do jogo mostra cartão amarelo a um jogador da casa do pedófilo por uma entrada brutal sobre um jogador do Paraguai.
Logo o suprasumo do VAR diz ao árbitro para ir ver o lance ao monitor.
Resultado da visão com lentes de gatuno e aldrabão a falta foi do jogador do Paraguai e o cartão é para ele por «simulação»!
E é retirado o cartão à canalha do pedófilo.
Mas há mais...
Um país como os Estados Unidos da América do Norte, paladino na luta contra a gatunagem, eis que o equipamento, todo o equipamento, da seleção da Inglaterra foi roubado no trajeto entre o centro de treinos e o hotel.
Que maravilhoso país de um pedófilo, cagão e dorminhão.
Já não lhes bastava o racismo...
Sim, a seleção do Irã, reduzida no número de elementos por imposição do pedófilo, não lhe é permitida a permanência em solo roubado aos povos originários pelos carrascos vindos de paragens inóspitas. 
Sim, a seleção do Irã, reduzida no número de elementos por imposição do pedófilo, não lhe é permitida a permanência em solo roubado aos povos originários pelos carrascos vindos de paragens inóspitas. 
A seleção é obrigada a viajar para o México no fim de cada jogo ou treino.
E tu, gatuno, aceitas tudo.



Chá das cinco

Então foi para isso que o líder parlamentar do PSD, o trauliteiro Hugo Soares, se reuniu com o Domingos Névoa, gestor da Bragaparques e condenado por corrupção?



Olha a bola...

Enquanto te distrais com os pontapés na bola, uns tremoços e umas "minis", eles, a quadrilha, tratam-vos da vossa péssima vida.
Agora anunciam-se, com papéis pregados nas paredes, demolições de barracas. Não são casas, nada disso - barracas.
Demolições sem pré-aviso legal.
Demolições sem que se cumpra o que a lei determina: “proibição de despejos ou demolições de uma habitação sem que haja um prévio encaminhamento dessas famílias vulneráveis para situações alternativas”.
Querem lá eles saber disso.
O importante é iludir-vos com os pontapés na bola.



"Futebol ao Sol e à Sombra"

O povo português é conduzido pela mão, como se de um infantil se tratasse, a caminho de uma caverna, pior do que a de Platão.
Os canais do lixo, ao seguirem a seleção dos amigos do outro, amigo do pedófilo, desde Lisboa a Miami, estão a passar-vos um atestado de menoridade em direto e a cores.
Simulações do espaço aéreo assinalando o avião dos felizardos e arrogantes seres que vos entretêm com pontapés na bola e comem do melhor e gozam os reais prazeres da vida enquanto tu és explorado, é nojento.
Pior, se de pior se pode falar, é participarem num torneio organizado por um demente assessorado por canalha ranhosa. Toda ela.
No fim vão rir-se da vossa contínua estupidez.
Entradas para o "coliseu" pagas a peso do ouro. 
Qual trabalhador consegue pagar tais exorbitâncias?
Como lamentava Eduardo Galeano: "a história do futebol moderno é uma transição triste da alegria pura para o negócio corporativo."
Negócio que esconde as tristes realidades dos povos.
Ao menos leiam a obra "Futebol ao Sol e à Sombra" de Eduardo Galeano e tentem compreender, em resumo alargado, o século XX, passando em revista as vitórias e derrotas da humanidade, o pé-em-riste dos poderosos, os negócios apanhados em fora-de-jogo e a desforra dos povos que lutam pela manutenção.
Ao menos a leitura e mandem às urtigas comentadores, papagaios, macacos de imitação e covardia feita de muito dinheiro.



Percebeste?

 


Sacar dinheiro aos pobres.

Quando Julian Assange afirmou que o objetivo não era vencer guerras, mas prolongá-las, tocou numa das questões mais perturbadoras do nosso tempo.
E se os conflitos modernos não fossem simplesmente disputas por território, ideologia ou segurança?
E se fossem, acima de tudo, mecanismos de transferência de riqueza?
Milhões saem dos bolsos dos contribuintes. Milhões circulam entre governos, bancos, empreiteiros militares, fundos de investimento e corporações ligadas à indústria da guerra. Enquanto isso, a narrativa oficial muda de nome, muda de bandeira e muda de inimigo, mas o fluxo de dinheiro continua o mesmo.
Afeganistão. Iraque. Ucrânia. Gaza. Venezuela. Novos cenários, velhos interesses.
Assange defendeu que o verdadeiro objetivo de certas intervenções não é alcançar a paz, mas manter um estado permanente de conflito: estável o suficiente para justificar despesas infinitas, mas instável o suficiente para nunca produzir uma solução definitiva.
A guerra gera medo.
Medo gera consentimento.
Consentimento liberta recursos.
E os recursos alimentam uma elite transnacional que prospera longe dos campos de batalha.
Talvez a pergunta não seja quem está a ganhar com a guerra.
Talvez a pergunta seja: quem está a ganhar dinheiro com ela?
«O objetivo é uma guerra sem fim, não uma guerra bem-sucedida . » — Julian Assange. "
Pensem nisso!


 

Livres?

"Acreditamos que somos livres porque o sistema nos convida a escolher constantemente, a consumir de acordo com nossos desejos e a otimizar nossa própria vida como se fossemos empreendedores de nós mesmos. No entanto, essa suposta liberdade é apenas a ilusão de um sujeito que se explora voluntariamente. O capital já não nos submete com proibições externas, mas nos seduz por dentro, transformando os nossos impulsos, a nossa intimidade e até o nosso cansaço em recursos produtivos. Transformamo-nos assim em órgãos reprodutivos do sistema, gerando mais-valia a cada clique, a cada desejo satisfeito e a cada identidade que construímos para sermos visíveis e rentáveis.
Somente reconhecendo esta servidão erótica poderemos começar a recuperar um espaço de verdadeira liberdade, uma que não seja medida pela capacidade de produzir e se expor incansavelmente."



Bem verdade.

Esta observação de Steinbeck surgiu ao refletir sobre a sociedade americana durante a Grande Depressão e décadas seguintes. Muitas pessoas que sofriam dificuldades financeiras continuavam  identificar-se com os valores e aspirações do capitalismo, imaginando que a sua situação era como um revés passageiro e não como uma condição estrutural.
Hoje em dia, a reflexão deve ser entendida por todo o mundo.
"Nada é pior que um pobre acreditar que o outro é ainda rico!".



Direitos? Que direitos?

E a Assembleia da República abre a porta à ainda maior corrupção e a tratamento desigual face à lei e aos direitos constitucionais.
Qualquer cidadão, enquanto não for julgado, é só arguido e tem todo o direito de se defender.
Já agora, com a aprovação do diploma, por parte da direita e extrema-direita, comecem já a condenar o Salgado, o cunhado do Leitão e tantos outros.
Força, mostrem o que valem seus pantomineiros.
Um dia destes, qualquer cidadão será detido sem culpa formada. Basta a corja querer. Estado ditatorial, sem regras e sem cumprir o consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. 
Cretinos. 



sexta-feira, junho 12, 2026

Lembrar uma musa.

Há dois anos, faleceu Françoise Hardy, musa da geração de sessenta, bela e sedutora como só os deuses, sofrida e talentosa como só os humanos.
Continuará ícone de “"Toute les garçons et les filles de mon age..". (1963).



Um nojo

Diploma deixa de fora obrigações do Estado face aos mais pobres, como a garantia de apoio médico, o acompanhamento da saúde mental ou a vaga em creches.



"Nós, por cá, muito mal."

Ficou-se a saber que o executivo camarário da Guarda "comprou" à Federação de Ciclismo (esqueçam isso da Portuguesa!) um "contrato-programa" para a chegada dos ciclistas à Guarda, anos de 2027 e 2029, e, no ano de 2028, uma partida da dita Volta a Portugal (??). Lembrar que já houve anos em que a dita "Volta a Portugal" se ficou apenas por uma parte do país.
E bastou.
A "compra" envolveu não só a chegada e partida dos ciclistas, como uma prova denominada "Campeonato Nacional de Ciclismo de Estrada 2026".
Só festas para iludir papalvos.
Mas o "espetáculo" tem custos para os guardenses.
O executivo camarário terá de pagar à dita federação qualquer coisa como 355 mil euros, mais IVA.
Mas há mais.
Para o espetáculo ser completo, haverá uma transmissão em direto da TV com um custo para os guardenses na ordem dos 55 mil euros mais IVA. Isto só para ouvir umas chalaças do senhor do feudo e umas tretas de ilusionismo e contorcionismo.
Para quem se chora que o Estado não lhe paga o que deve e, por isso, não há obra, há dificuldades no abastecimento de água, gastar milhares em eventos desportivos e promoções populistas é algo irracional.
Quem foi que gritou, choramingou e atirou-se à oposição por ter chumbado um empréstimo para reformar o Parque Infantil, no Parque Urbano do Rio Diz, por exemplo? Mas havia mais empréstimos, e agora, com maioria, não apresenta os tais empréstimos, e as obras não se fazem e a degradação aumenta?
Mais um passo e estaremos na falência, nem se duvide.
Os aumentos de pessoal, do preço da água, para quem a paga, e o alargar o tempo de pagamento a fornecedores não auguram nada de bom. Não será só o tempo das vacas magras. Pior, muito pior, vacas cadavéricas. 
A seu tempo.



"Nós, por cá, muito mal."

Todos sabemos as dificuldades financeiras que muitos cidadãos atravessam. Não é segredo algum.
Pois nada melhor que umas festas dos ditos "Santos Populares" para fazer esquecer os problemas e gastar o que não se tem, já que o ordenado já não dá para as prestações.
Mas parece que, cá pela Guarda, dinheiro é coisa que não falta. 
Imagine-se que o executivo camarário deliberou que, de 11 de junho a 24 de junho, haverá 12 locais da cidade a comemorarem os santos populares. 
Repito e friso: da cidade!
E entre 26 de junho e 28, a dita "Festa de Encerramento" no largo do município e a Feira de Artesanato/Gastronomia no Jardim José de Lemos.
Só festas!
Um mês inteiro de bailaricos, tasquinhas e fogueiras.
Com um mês inteiro de festas, o dinheiro não será problema.
Há que esquecer as dificuldades e comer, beber, dançar e saltar a fogueira.
Há muito petróleo e minas de diamantes na Guarda. É só reparar nos sinais exteriores de riqueza.
Diz a propaganda oficial que as festas são fator de valorização da cultura e das tradições locais, contribuindo também para a dinamização da economia.
Cultura? Pois estamos entendidos.
Dinamização da economia local? Há estudos sobre o impacto na economia local? Publiquem-nos.
Fartos de propaganda, populismo e de ilusões para néscios.