quinta-feira, maio 07, 2026

A riqueza de alguns é a pobreza de milhões.

A riqueza continua a crescer nas mãos de poucos:
Portugal no topo da desigualdade na União Europeia.



Na União Europeia, a pobreza alastra.

Imaginem noutros pontos do globo.
Uma vergonha. "Não é a pornografia que é obscena, é a fome que é obscena." — José Saramago À canalha da elite só lhe interessa a guerra, em todas as suas formas. NOJO.



Caso BPN em risco de prescrição por recusa de juíza já reformada.

A dita "Justiça" em Portugal está podre e cheira muito mal.
Tribunal ainda está a decidir uma inconstitucionalidade relacionada com o sorteio de uma relatora, a juíza conselheira Teresa de Almeida, que, entretanto, se jubilou há mais de um ano.
Entretanto, os autos do processo do Banco Português de Negócios (BPN) estão à espera de uma decisão no Tribunal Constitucional há cerca de dois anos e quatro meses, devido a uma alegada inconstitucionalidade da rejeição de um incidente de recusa da juíza conselheira — processo que foi classificado como urgente.
Tão urgente que, quase dois anos depois, o Tribunal Constitucional recusou liminarmente o recurso e ainda demorou seis meses a reformar as custas do processo.
Se o caso fosse com um pobre cidadão, há muito estaria resolvido.
O caso Sócrates parado ou a andar para trás. Para trás, mija a burra!
Perdoaram uma multa aos «pobres» banqueiros.
E agora mais e mais prescrições.
Irra, cheira mesmo muito mal.
Já nem falo de processos sem que seja dado a conhecer aos interessados o número deles e nem notifiquem os queixosos das decisões judiciais.
Mas, se for para serem anunciados em pasquins e canais do lixo, tudo na hora.



As fraudes continuam.

Fingem ser diabéticos, com a concordância médica, e obtêm medicamentos a preços muito mais reduzidos e que faltam aos verdadeiros doentes.
Mas não é só a nível dos medicamentos para emagrecer.
Agora há mais na lista de medicamentos em falta nas farmácias.
Muitos mais.
Até o "Tromalyt", um medicamento que ajuda na prevenção secundária de acidentes vasculares cerebrais, está em falta nas farmácias. E muitos mais.
Também por culpa do estreito de Ormuz?



E o vandalismo continua...

Agora numa paragem de autocarro.
Para além das frases nojentas, há muito escritas nos vidros do abrigo e nunca limpas pelos serviços camarários, agora um vidro quebrado. O vandalismo continua. Nada se aprende nas escolas, família e sociedade.



O presidente da câmara da Guarda e os desfibrilhadores

E, no caso dos desfibrilhadores, também o presidente da câmara da Guarda tomou a palavra.
Diz que há desfibriladores em todos os equipamentos desportivos e logo a seguir acrescenta que há técnicos, com formação. Mas isso não basta. É que em alguns equipamentos desportivos há apenas um técnico com formação. No caso de necessidade de utilizar o equipamento e o técnico não estar, a falha pode ser fatal. Diz e muito bem que compete ao INEM dar formação, seja lá onde for. Faltou dizer que também compete ao INEM a fiscalização dos equipamentos e, no caso de não existirem, haver o direito a serem aplicadas multas. Lembrar à excelência que muitas das realizações desportivas no concelho nem ambulâncias, nem bombeiros, nem policiamento e, em algumas, nem desfibrilhadores existem. Quanto ao "à risca" e às contas feitas, dizer que o valor avançado é um exagero. Partindo do pressuposto da existência de desfibrilhadores em todos os equipamentos desportivos, como Vossa Excelência disse. Mas é por isso que a moção não fala em números. Fala na criação de um grupo de trabalho para se saber o real custo da iniciativa que pode salvar vidas. Sabe, senhor presidente, é uma questão de vida ou de morte. Mas, como disse o deputado Miguel Relvas, há "pessoas que não sabem ler as moções".



Ler moções

A intervenção do senhor deputado Miguel Borges diz tudo: «Porque é que grupos parlamentares não sabem ler moções»!
Saber ler, sabem, senhor deputado. Só que não lhes convém aceitar as moções dos outros, já que eles nem uma única apresentam. E, quando as apresentam, são só bajulações ao chefe. Já sabemos que a Assembleia Municipal da Guarda só delibera de tarde e o executivo e quem o apoia não recebem mandados. Tudo explicado. Vivam os porcos no espeto, o vinho a correr pelas goelas, festas e festanças da dona Constança.



Desfibrilhador

E, continuemos a dissecar alguns dos temas "falados" na última Assembleia Municipal da Guarda, realizada a 29 de abril de 2026.
Foi apresentada uma moção, que, no nosso entender, é mais uma recomendação do que moção, mas os proponentes chamaram-lhe moção e nada a opor. Semântica apenas. Resultado? NENHUM. A moção/recomendação visava tão só criar um grupo de trabalho, e apenas um grupo de trabalho, para dotar todos os espaços públicos do concelho da Guarda, mas todos mesmo, de um desfibrilhador automático externo. Repito para que se perceba o que estava em causa. Criação de um grupo de trabalho para dotar todos os espaços públicos do concelho da Guarda de um desfibrilhador automático externo. Só isto. Mas logo o líder da bancada "Nós Cidadãos", da antiga e extinta "Pela Guarda", apoiador do atual presidente de câmara Sérgio Costa, veio com argumentos falaciosos, de uma falta de rigor, a deturpar a moção/recomendação, com total arrogância, prepotência, a iludir os guardenses. Quando se diz que não se permite que qualquer moção ou recomendação aumente em um único euro a despesa do executivo camarário, é de uma irresponsabilidade enorme. Primeiro, aconselho-o a ler/estudar o Decreto-Lei n.º 188/2009, de 12 de agosto e bem como o Decreto-Lei n.º 184/2012, de 8 de agosto. Está lá tudo o que nega a sua negligente intervenção. "Não gastar nem um único euro que aumente a despesa do executivo"? Pela boca morre o peixe! Quantos eventos desportivos, equipamentos em barda, estadias de atletas e transporte deles, utilização dos espaços sem qualquer compensação financeira, apenas a paga pelos munícipes vão aumentando os milhares de euros da despesa do executivo? Diga-o sem pejos. E, pior, senhor líder parlamentar. Muitos desses eventos, promovidos/patrocinados pelo executivo camarário, nem uma ambulância têm de serviço no local, nem corpo de bombeiros e muito menos policiamento. Sim, policiamento pois recentemente a organização de um desses ditos eventos agrediu um idoso que dava umas voltas ao parque. Desconhece a situação que segue, segundo se diz, os trâmites judiciais? Informe-se. Mas, se os gastos com eventos e equipamentos, o estragar o património não o preocupam, pergunto-lhe se a segurança deles e dos cidadãos em geral não o devia preocupar. É que, para além de a propaganda oficial dizer que há desfibrilhadores em muitos locais, saberá a excelência quantos funcionários trabalhadores os sabem usar? Nalguns casos apenas um único funcionário. Imagine-se o funcionário fora do serviço, por razões várias, e acontecer a necessidade de utilizar o dito aparelho? Um acidente grave que pode ser fatal. Resultado? CHUMBO da moção pela maioria que apoia o executivo. Os cidadãos da Guarda que pensem seriamente o que o executivo faz pela sua segurança. PENSEM, já nem falo em compreensão. Gostei particularmente do facto de a Assembleia só deliberar na parte da tarde, na Guarda. Comecem as assembleias só da parte da tarde. Poupavam dinheiro aos munícipes.



terça-feira, maio 05, 2026

"Quando o adulto mata a criança grande, não fica adulto, adultera-se."

 


Proibe-se a IA nas Universidades e muito bem.

Mas os políticos estão viciados no ChatGPT.
Muitos dos discursos do 25 de Abril foram submetidos à análise de duas plataformas de deteção de texto gerado por IA, e os resultados foram surpreendentes. A praça pública já está cheia de textos que parecem todos escritos pela mesma mão. Ou pela mesma máquina. Desde discursos, a notícias, artigos de opinião, posts nas redes sociais... Está tudo perigosamente indistinto. Os maneirismos, construções frásicas prediletas e vocabulário da IA estão por todo o lado. Queremos uma sociedade em que todos falamos e escrevemos da mesma forma? Mesmas ideias? Pensamento único? Livro único? Falta de criatividade? Castrados na crítica? Que autoridade tem um político para proibir o recurso à IA na escola e na universidade quando se limita a fazer um copy-paste das ideias da máquina? Que utilidade têm as equipes de assessores e redações de jornais neste novo mundo? Damos mais uma oportunidade aos políticos ou substituímo-los já por robots de Musk, Thiel e Altman? Infelizmente, a criatividade desaparece e o sentido crítico limita-se a analisar um texto, pois todos os outros são o mesmo. Para quê perder tempo? Razão tinha o Mário Zambujal: "Já Não Se Escrevem Cartas de Amor" . Pois não, Mário Zambujal, a IA escreve-as e acredita-se no que ela diz.



A luta de classes existe.

Glauber Rocha e a estética da fome.
O cinema não é sobre o que se vê, mas sobre o que se grita.



Há frases que ficam.

E depois há aquelas que nos fazem parar… e repensar tudo.
"É preciso humanizar a relação pedagógica."



E o vandalismo continua.

O WC dos homens no Parque Urbano do Rio Diz foi novamente vandalizado. Tiram o papel de limpar as mãos e, depois de molhado atiram-no contra as paredes.
Não satisfeitos ainda deixaram papel num lavatório. É o civismo de certa canalha. O que aprendem nas escolas, na família e na sociedade?







O abandono das trotinetes

E assim se cumpre o desígnio assinalado e sempre cumprido de se entregarem as trotinetes nos locais próprios.
Por que mentem tanto? À vossa disposição, sirvam-se...