Donald Trump pode mudar o nome de lagos, golfos e tudo mais que queira.
Mas nunca poderá mudar que o seu nome aparece 38.000 vezes nos arquivos de Epstein.
Donald Trump pode mudar o nome de lagos, golfos e tudo mais que queira.
Mas nunca poderá mudar que o seu nome aparece 38.000 vezes nos arquivos de Epstein.
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é burro ou não tem arte.”
O guru dos liberais vai acabar preso; é só aguardar.
Às vezes tenho mesmo que concordar com o Miguel Sousa Tavares.
Deve ser da hereditariedade que recebeu da mãe.A vergonha é enorme.
Mas é apenas passageira, como a manteiga no focinho do cão ou da cadela.
Agora fecharam a porta de acesso aos balneários.
Quando as coisas não são de grandeza saloia e não ficam bem nos altares, ESCONDEM.
É a falta de transparência.
Já sei, não sabem, nem nunca saberão o que isso é.
Lembram-se do apagão informático na Câmara da Guarda, quando a Polícia Judiciária estava à porta?
Até hoje não há explicações para o sucedido.
Mas souberam dizer que quiseram dizer à população o que tinha acontecido.
Mas «alguém», eles assim o «classificaram», lhes disse que não o fizessem.
"Explicações, NÃO."
Quem foi que os mandou calar?
Branco é, galinha o põe!
Eu sei, e muitos de vós também.
Como em tudo o que lhes diz respeito, a porta fecha-se e o silêncio impera.
Sabem bem como e porquê.
Elogios em causa própria cheiram mal, muito mal.
As ditas "universidades técnicas", nascidas de uma relação fora do sistema de aprendizagem sério e exigente, só podiam criar ambiente de vanglória intermuros.
O senhor «reitor» Paulo Pereira, elevado à categoria por um incompetente Alexandre, tem esta frase que deslustra anos e anos de trabalho e responsabilidade séria, na formação, de uma universidade, a do Porto.
Dizer-se que a «sua» universidade vai evitar a perda de talento na região só faz lembrar a história do Pinóquio do Gepeto.
Esperem pelos desenvolvimentos e verão até onde irá o nariz.
Leiam com atenção "Douta Ignorância" de Nicolau de Cusa, se não vos der muito trabalho.
E, de seguida, se não vos der muito trabalho, leiam, pois só vos faz bem ao exagerado ego, que parece terem, as obras do sociólogo e filósofo Slavoj Žižek.
Mas só se não vos der muito trabalho.
E, se não fosse o pessoal aposentado ainda continuar a trabalhar, a situação ainda era mais catastrófica.
Não é preciso ser muito inteligente para saber quem lucra com tal situação.
Lembrar que muitos dos médicos aposentados que «seguram» o SNS estiveram na origem dele e sabem, como poucos, o que era a medicina nas ditaduras.
Será preciso recordar? Haja memória.
Isto só mesmo em Portugal.
Ao fim de um ano, não há arguidos resultantes da tragédia do elevador da Glória. E depois, hipocritamente, um «moedinhas» ainda tem o arrojo de fazer uma cerimónia, longe do local do crime, sim, escrevi crime. Algum problema?
Não há relatório final e, muito menos, a Carris, empresa municipal, logo da responsabilidade do «moedinhas», não abriu processos disciplinares.
Onde anda a justiça?
Já TODOS, os do lado de cá da barricada, sabem muito bem onde está. O sol é quente. Convite a uma sombra e, se houver televisões e sofás, melhor. Máquinas de musculação, não. O calor pede umas bejecas...
É usual na maioria dos hospitais em Portugal.
Vergonhoso.
Sabe-se, cientificamente, que o diagnóstico tardio tem um impacto sério no percurso da doença.
Por outro lado, os fármacos atuais e os limites do que podem oferecer, já que não curam nem revertem a doença, a gravidade da situação é ainda mais preocupante.
Será que a canalha governativa ainda diz que os portugueses vivem melhor hoje em dia?
Haja seriedade e respeito pela inteligência dos portugueses.
De «TODOS».
Na passagem desta data redonda, não posso deixar de me espantar com a vitalidade que a Festa do Avante conserva. Fui inúmeras vezes testemunha disso, como interveniente musical naqueles palcos, de onde interagimos, eu e os meus músicos, sempre com um público vivo e cúmplice, e que me pareceu cada vez mais imenso – uma percepção certamente vinda do entusiasmo contagiante que, de cada vez, aconteceu. Pensar que tudo começou a acontecer nos primórdios da Festa, mercê do ousado convite do Ruben de Carvalho (ousado porque sempre me colocou em horário nobre, a mim, um desalinhado de toda a vida), e que fui sendo tantas vezes convidado a participar na festa, enche-me de alegria e vigor.
Um grande abraço à Madalena, agora ao leme deste enorme barco, e a toda a equipa que torna a Festa realidade.
(Foto de @nunolopesphotography captada na edição de 2024 da Festa do Avante).
Não se intimide. Exerça os seus direitos. Não cale.
Uma publicação removida. Uma conta bloqueada. Uma página encerrada.
Acontece a milhões de utilizadores na Europa, muitas vezes até depois de terem apresentado uma reclamação diretamente à plataforma.
O Regulamento dos Serviços Digitais (Digital Services Act) europeu dá-te o direito de pedir que a decisão seja reexaminada por uma entidade terceira independente. Grátis.
O ADR Center é o organismo de resolução extrajudicial de litígios entre utilizadores e plataformas online, certificado em Itália pela AGCOM nos termos do Art. 21 do DSA. Analisamos o caso quanto ao mérito e emitimos uma decisão fundamentada não vinculativa no prazo de 90 dias.
Rogério Colaço, segundo o jornal "Público", abriu um processo disciplinar contra um professor catedrático, depois de uma queixa de oito docentes do instituto por assédio laboral moral.
E, no fim, arquivou o processo e impôs SILÊNCIO (as maiúsculas são da minha autoria, assumo).
E, para rematar o ramalhete das urtigas, a «inspeção» propôs repreensão por escrito.
Impor silêncio?
Mas de onde viemos, onde estamos e para onde vamos? Sabem? Não, não sabem. Censura?
E se o caso fosse virgem? Há tantos, mas tantos, em que uso e abuso do poder, tudo cala. E quem não cala sofre consequências.
Já vivi tempos destes. Denunciarei sempre as prepotências que vão a existir. Não calarei.
Não pertenço, nem quero pertencer, ao grupo dos que falam por interesse próprio ou por divertimento político do chamado caso «Luís Neves».
Aquilo que me move, neste como noutros casos semelhantes, é a procura da verdade e, se houver caso disso, que a justiça atue. Bem sei que nunca agirá, mas por isso é que não faço nem quero fazer por esquecer.
E, precisamente por falar em justiça, e a ser verdade o que é relatado, a decisão de Luís Neves, que atribuiu utilidade operacional a dezenas de bens arrestados a Rúben Oliveira, é nula.
Diz-se que há um despacho judicial de 2022 que considera nula a decisão de Luís Neves. Há? E a Polícia Judiciária não o conhece?
Muito estranho? Em Portugal, nada é estranho.
Admita-se, hipótese académica, que existe tal despacho.
Basta frequentar um primeiro ano de Direito, de uma escola séria e não de vão de escada, daquelas que vendem a preços de saldo, licenciaturas, mestrados e doutorados, para se saber a diferença entre bens apreendidos e bens arrestados.
Parece que há gente que não sabe a diferença. Estudem, mas em escolas sérias.
O que mais impressiona neste caso dos bens são dois aspectos:
- A polícia judiciária não sabe (ou não diz?) onde estão alguns dos bens;
- Por outro lado, a desfaçatez, o à vontade, diria mesmo o gozo, que dá ao senhor ex-diretor da Polícia Judiciária usar um carro que, pelos vistos, não pode utilizar.
Será que se podem juntar pontas soltas?
O senhor ex-diretor da Polícia Judiciária tem dossiês de muitos políticos do país?
Um pedido, senhora Felícia Cabrita, e restante equipe. Façam uma viagem pela A23, mais segura e rápida, menos de 4 horas até a cidade da Guarda. Ouçam as pessoas e investiguem. Provavelmente, para além da bela gastronomia que por cá existe, ainda se irão «consolar» com muita notícia interessante que vai acontecendo por terras da Ribeirinha, a amante do rei fundador.
E não falo apenas de Luís Neves, mas de muitos outros casos. Ligados ou não? A seu tempo irão, tenho a certeza, descobrir.