sábado, junho 20, 2026

Amigos do capital

E mais uma vez fica provado que a canalha ranhosa é submissa aos poderes económicos e financeiros.
Lembram-sem que o "Moedinhas" apenas permitiu que a componente musical e recreativa da Queima das Fitas decorresse até à 01h00.
Lembram-se?
Pois agora o "ricaço" Rock im Rio vai poder ir até muito mais que a hora permitida à Federação Académica de Lisboa.
O metro, linhas verde e vermelha estarão a funcionar até às 2h 30minutos nas noites de sábado para domingo e de domingo para segunda.
Ou seja entra bem dentro de um dia de trabalho.
Depois ainda falam de uma Lei Laboral para beneficiae a economia do país. Já nem é preciso realçar a dualidade de critérios no encerramento das festas.
Sois uns cretinos.
Moedinhas quem votou em ti só tem o que merece, lixo tóxico.



Dama das urtigas

"Quem tem cu tem medo", diz o ditado popular.
O partido de extrema-direita "conseguiu" dizer não à reforma laboral. Pudera, o povo iria cobrar a covardia.
Mas esperem pela volta. Os patrocinadores dos parasitas não desistem e vão voltar à carga; vão cobrar a dobrar e nova lei vem a caminho, não duvidem.
A frase da ministra «chumbo da reforma laboral é “uma derrota para o país”» é sintomática. 
Mas de que país a dama falava? O país dos patrões e dos patrocinadores da AD?
Só pode.
E voltou ao vómito habitual da produtividade e dos salários.
Irra ainda não conseguiu perceber que a produtividade e os salários têm a ver com a pouca ou nenhuma capacidade do patronato em gerir? Irra. Dura que nem um calhau. Calhau com dois olhos e umas lunetas sujas. Ainda não conseguiu perceber que um trabalhador no estrangeiro produz e produz bem. Irra.
Quanto à pergunta sobre se tem condições ou não para se manter no cargo, a Rosário Palma retrucou que “não faz qualquer sentido” tal questão.
Já todos sabemos que a missão última do governo da AD é abolir os últimos direitos dos trabalhadores.
Sabes, Rosário, quer queiras ou não, HÁ LUTA DE CLASSES, ontem, hoje e amanhã. 



Nada a admirar

Foi um polícia municipal, mas podia muito bem ter sido um outro qualquer polícia.
Em especial aqueles a quem um Ministério Público dá poderes para escrever, com muitos erros, declarações, deturpações e inverdades sobre muitos casos. Mas o Ministério Público acredita piamente na corja incompetente, e eles acham-se importantes e incham que nem figos. 
Depois os juízes, os que sabem, arrasam a investigação e chamam aos "juízes de investigação" incompetentes. É o que sois.
Acreditar em canalha que fez o 9.º ano ou o 12.º ano nas Novas Oportunidades do Sócrates dá nisso.
Trabalhai, covardes e parasitas.
A péssima aprendizagem que vai existindo no país terá consequências gravíssimas; é só estar atento.



sexta-feira, junho 19, 2026

Eu concordo e devia ser obrigatório.

 


A escravatura

Ontem foi a escravatura, toda ela. 
Depois chegou a servidão ao senhor feudal.
E a seguir chegou o ensinarem os povos que eram achados a rezar de olhos fechados e, quando os abriram, não tinham terra.
Hoje continuam a fazer-vos crer que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no céu.
Mas que céu?
Curiosamente, todo o percurso da humanidade é feito com base nos dogmas da religião. Qualquer uma delas.



Para pensar e compreender, se não custar muito...

 


Já vi pessoas amarrarem bandanas em cachorros com mais dignidade do que isto.

 


Lembram-se do que disse o aldrabão?

 


O Liberal arruaceiro e bêbedo

O Paulinho 300 vice -presidente da IL foi detido com uma borracheira monumental após ter abalroado outro veículo. 
Ser liberal é mesmo assim.



Fingimento do NÃO

Afinal, o NÃO era apenas mais um fingimento.
A AD junta-se à extrema-direita para destruir os poucos direitos dos trabalhadores.
Trabalhar sem direitos é o lema dos porcos nojentos.
Continuem a votar na quadrilha.



A canalha prepara-se para o ataque final

Agente da Polícia de Segurança Pública formou neonazis para “defender a sua raça”. E o movimento criminoso tinha uma lista de cidadãos a abater.
Nojentos.
De que raça fala a cambada assassina?
Já se sabe como tudo isto vai acabar: ARQUIVAMENTO.
Até o dia em que a corja tomar as rédeas do poder.
O Platão bem o dizia, mas não estudam.




A barbárie

E a barbárie continua e se alastra.
Ataques israelitas no sul do Líbano fazem 16 mortos.
O assassino Netanyahu e os seus capangas querem fazer do Líbano outra Gaza.
Destruição completa com a complacência de uns vermes e pedófilos.
Nojentos assassinos.




quinta-feira, junho 18, 2026

Imoral

Na Espanha, mas por todo o mundo é assim. "Considero que é injusto e imoral que a monarquia viva entre luxos sem sequer ter sido eleita, enquanto o povo vive na miséria. Não é ético e assim o denuncio", diz Pablo Hasél.
Fazem 5 anos e 4 meses desde que Pablo Hasél entrou na prisão por denunciar a monarquia espanhola. Leva mais tempo preso que Bárcenas e Rodrigo Rato juntos por roubarem 50 milhões de euros...
Sai mais barato roubar a mãos cheias o povo do que pôr tweets contra a monarquia espanhola.




Missiva

É apenas e tão-só um aviso sério à navegação.
O Banco de Portugal foi condenado a pagar 30 mil euros a um trabalhador por assédio moral.
Tinha 34 anos em 1989 e era, há quatro anos, administrativo do Banco de Portugal quando se candidatou a um concurso interno para exercer funções de monitor no Museu do Dinheiro, que o banco central previa abrir no ano seguinte.
O trabalhador foi solicitando autorização para participar em colóquios e seminários, mas viu os pedidos serem sucessivamente recusados. Enquanto o museu não existia formalmente, acompanhava algumas exposições temporárias, mas o seu quotidiano profissional era marcado por tarefas que descreve como “residuais” ou mesmo “inexistentes“.
Percebido?
Na sentença de primeira instância, o tribunal concluiu que, entre 1989 e 1999, o Banco de Portugal manteve o trabalhador “esvaziado de funções”, apesar de este ter sido contratado para desempenhar funções ligadas a um museu que, durante esse período, não chegou a existir.
Mais tarde, quando o Banco de Portugal iniciou os trabalhos de preparação de um novo espaço museológico, o trabalhador não foi integrado no projeto, apesar das responsabilidades que detinha na área.
Em 2011, enviou correspondência à instituição a solicitar o seu envolvimento no desenvolvimento do novo museu.
Em novembro de 2025, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a decisão da primeira instância, mantendo a indemnização de 30 mil euros.
Leram bem?
Parece que há quem não tenha percebido a intenção da missiva.
Leiam em voz alta e com o dedo a acompanhar a leitura.
Pode ser útil para certa canalha.