sexta-feira, setembro 25, 2026

Denúncia

Por que lutamos e defendemos o desenvolvimento sério da Guarda. Não somos nem nunca seremos inócuos. Sempre fomos e continuaremos a ser interventivos o quanto baste pelo desenvolvimento sério do concelho da Guarda, a todos os níveis. 

Por que não fingimos que fazemos em prol de interesses obscuros.,dou a conhecer uma informação feita ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas sobre um castanheiro com uma história, provavelmente enorme e tão mal tratado pela Câmara da Guarda:

Exmo.(a) Senhor(a) Presidente do Conselho Diretivo do ICNF,

Ao abrigo do disposto na Lei n.º 53/2012, de 5 de setembro, venho por este meio submeter uma Proposta Urgente de Classificação de Interesse Público para um exemplar isolado de Carvalho (Quercus sp.) de dimensões monumentais e excecionais, localizado no concelho da Guarda.

Mais se requer a intervenção urgente deste Instituto face às ameaças severas à sobrevivência da árvore provocadas por intervenções recentes da autarquia local.

1. Ficha Técnica e Localização do Exemplar:

Espécie: Carvalho (Quercus sp.) – exemplar de folha frondosa com produção abundante de bolota.

Localização: Parque Urbano do Rio Diz, Freguesia da Guarda.

Coordenadas Geográficas (WGS84): Latitude 40.547729 | Longitude -7.245755

Proprietário/Gestor do Terreno: Município da Guarda.

2. Fundamentação e Critérios de Classificação (Artigo 3.º da Lei n.º 53/2012):

Critério Dendrométrico e Idade: O exemplar apresenta um perímetro de tronco absolutamente extraordinário de 12 metros, medido a 1,30 metros do solo (PAP). Com base nos ritmos de crescimento da espécie, estima-se que a árvore tenha entre 700 e mais de 1000 anos de idade, constituindo uma das árvores mais antigas e raras da Beira Interior e do país.

Critério de Raridade e Vitalidade: Apesar da sua idade milenar, a árvore exibe um excelente vigor biológico e uma copa frondosa, integrando-se na vivência da comunidade local que ali recolhe as suas bolotas.

3. Denúncia de Ameaça Imediata e Pedido de Salvaguarda:

O exemplar encontra-se sob grave risco de declínio irreversível devido a intervenções urbanísticas inadequadas promovidas pela Câmara Municipal da Guarda:

Compactação do Solo: Foi construída uma pista de bicicletas colada à base do tronco, afetando drasticamente o sistema radicular e a oxigenação das raízes na projeção da copa.

Competição Excessiva: Foram plantados pinheiros e outras espécies arbóreas a escassos centímetros do carvalho, provocando uma competição artificial e prejudicial por luz, água e nutrientes.

Considerando que o Artigo 5.º da referida lei prevê que a abertura do procedimento de classificação determina, de imediato, a proibição de qualquer intervenção que possa prejudicar o arvoredo, solicito a imediata abertura do processo e a consequente notificação do Município da Guarda para suspender ações nocivas na zona de proteção da árvore.

Em anexo, envio as fotografias que comprovam a monumentalidade do tronco e a gravidade das infraestruturas edificadas junto ao mesmo.

Fico a aguardar a confirmação da receção deste pedido e a indicação do número do processo de classificação atribuído.

Melhores cumprimentos.

As fotografias dizem tudo aos tais do «desenvolvimento inadequado».

Desenvolver é também cuidar do ambiente e do património.











quinta-feira, setembro 24, 2026

O costureiro da alta finança.

 


Pela cara do líder chinês, o cagão borrou-se.

 


Ridículos

O regresso do Estado Novo. 

Mansamente...

E a moda já pegou. 

Cá pela Guarda também houve bênção. Retrocesso civilizacional.

Também é ser-se contra o desenvolvimento?




A melhor do dia. Por enquanto.

"Montenegro foi abanar o badalo a Wall Street enquanto os portugueses sentem o fundo da carteira. O Rangel aproveitou para tirar fotos ao badalo do chefe..."




Cabreiro é fixe

 Cabreiro podes ficar em total tranquilidade.

A «tua» polícia a investigar em causa própria.

Tranquilidade absoluta.

Nem arguidos há.

O que eles querem é vender jornais, Cabreiro.

Escutas ilegais? A Judiciária nunca fez isso, não é, Cabreiro?




O «poucochinho»

E diz o «poucochinho» ao Papa que, em Portugal, os ordenados de muitos portugueses não «esticam» até ao fim do mês. Esticar?

És um «poucochinho vergonhoso». Não é «esticar». Aprende a falar em condições. Devias dizer que os ordenados em Portugal são miseráveis. Isso, sim. Mas só para alguns.

Devias falar da corrupção que alastra. Não interessa? Só interessa falar de coisas que criem impacto, bem sabemos.

«Poucochinho» basta para não criares atritos com o Montenegro.

Percebemos.



Corrupção

 E a obra já está pronta.

Como se pode construir um Centro de Saúde em terreno privado com todas as licenças?

Cada vez acredito mais que os gabinetes de urbanismo das câmaras municipais são o maior dos antros de corrupção do país.

Quem o disse foi alguém que trabalhou junto a um desses gabinetes na Câmara do Porto. Lembram-se?




Caçar

Uma notícia estapafúrdia. Nada a estranhar de quem a publica.

Desde quando o computador de alguém a ser investigado é «caçado»?

Seja o personagem quem for.

O Ministério Público faz «buscas» na Polícia Judiciária.

Todos são suscetíveis de serem investigados, ou há canalha que está acima da lei?

Diz a notícia, para chamariz do «povinho», que «caçaram» o computador do diretor da instituição.

Não é natural?

Do que deviam anunciar é que a Judiciária está a investigar-se. Juiz em causa própria?

Juiz não. Pois anunciaram que não há arguidos.

Ahahahahah!

Este Portugal é a representação perfeita de uma rábula da pior qualidade. 



Censura

O governo da Ad copia os maus exemplos. Desta vez são os ditados, pelo pedófilo, cagão e mijão do Trump.
Censura e controlo total sobre o que o povo pode e não pode saber e conhecer.
A "lei da rolha" está em vigor.
Ministros, secretários e outros comensais só falam com autorização do «chefe».
Tudo filtrado. Querem saber alguma coisa? Só nas redes sociais. Se houver intenção de dar a conhecer o que quer que seja.



Deixem o Montenegro trabalhar

A notícia não é completamente verdadeira. A Solverde não exige 3 milhões ao Turismo de Portugal; exige 15,5 milhões de euros ao Estado português, por meio de um litígio judicial com aquela entidade.

É esse o valor correto.

Os valores exigidos ao Estado dizem respeito, segundo a Solverde, a montantes pagos em excesso entre 2012 e 2014, decorrentes de contrapartidas mínimas anuais.

A Solverde argumenta ter pago mais de 44 milhões de euros quando, pelas regras da quebra de receitas da crise da altura, deveria ter pago apenas cerca de 28,3 milhões.

Em janeiro de 2025, o Supremo Tribunal Administrativo recuou numa decisão anterior favorável à empresa.

Mas, em março de 2025, perante a decisão desfavorável, a Solverde avançou com um recurso para o Tribunal Constitucional, de forma a tentar reaver a totalidade do montante.

Mas, se quiserem, e deveriam querer saber mais sobre o caso, perguntem ao Montenegro. Ele sabe tudo.




quarta-feira, setembro 23, 2026

Volte-se à inauguração.

A escola, inaugurada com direito a bênção e aos sinais da cruz mais ridículos que se conhecem, demorou 50 anos a ser construída e não tem pavilhão gimnodesportivo nem laboratórios...

Para além dos figurantes já conhecidos e repetidos, teve seis horas de DJ, três artistas, um coreógrafo, uma equipe de decoração, três telas, uma delas com 56 metros quadrados, uma passarela e seguranças.

Custo da inauguração? Uma ninharia para o nível de vida dos portugueses.

É fartar, canalha.




A adjetivação é instantânea. Lá sabem a razão.

 


terça-feira, setembro 22, 2026

Aprender

Mais de um século depois, a frase continua a ser lembrada porque descreve um sentimento bastante universal: quando comportamentos desonestos parecem ser recompensados repetidamente, a própria ideia de agir corretamente pode parecer inútil. 

Rui Barbosa transformou essa percepção numa das passagens mais conhecidas de toda a sua obra política.

Aprenda-se.