quarta-feira, setembro 02, 2026

Tempos de espera na urgências

O país está melhor, então não está.

No hospital Amadora-Sintra, os doentes triados com pulseira amarela e, por isso, considerados urgentes, enfrentam um tempo de espera de mais de 12h na urgência geral do hospital.

Tempo muito superior ao definido pelos critérios da triagem de Manchester, que define que os utentes com pulseira amarela devem ser vistos por um médico num período máximo de uma hora.

E há coragem de dizer que o país está melhor?






Ser excluído

Tal como acontece em quase tudo na vida dos portugueses, não há falta de legislação para tudo e mais alguma coisa. O problema está na aplicação das leis, que é insuficiente, e no seu respeito.
Na Roma Antiga, o historiador Tácito deixou uma reflexão política que continua surpreendentemente atual:
“Quanto mais numerosas forem as leis, mais corrupto será o governo.”
E não é apenas de corrupção que se fala aqui e agora. 
São os direitos, e principalmente os dos com menor poder reivindicativo, que são obstaculizados, espezinhados e ostracizados.
Persistem falhas na concretização dos direitos das pessoas com deficiência, quer a nível de saúde, educação, emprego, justiça, acessibilidade, proteção social, vida independente e participação política, além da situação específica das mulheres e crianças com deficiência, mais expostas a situações de violência e abuso. 
O alerta é dado com base no relatório do Mecanismo Nacional de Monitorização dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Me-CDPD), que avalia a evolução registada em Portugal entre 2017 e março de 2026.
Como é bem referido no relatório, a acessibilidade não é uma mera adaptação técnica, mas uma condição para exercer direitos como estudar, trabalhar ou utilizar serviços públicos.
A inclusão não se mede pelo número de leis, mas sim pela liberdade, autonomia e participação efetiva das pessoas com deficiência.



terça-feira, setembro 01, 2026

A melhor do dia:

"O golfo se chama México.  
O lago se chama Ontário.  
O filho da puta se chama Trump."



O genocídio

No Iraque não era a democracia, era o petróleo.  

No Irã não é a democracia, é o petróleo.  

Na Venezuela não é a democracia, é o petróleo.  

Mas disto não falas, «morgadinho».

Durante CEM anos os venezuelanos vão ser escravos dos Estados Unidos da América do Norte e, pior, nem donos das suas próprias vidas.

Um genocídio que a comunidade internacional cala mais uma vez.

Só semelhante ao valor que o Haiti teve que pagar à França pela sua independência, calculado a preços atuais em dezenas de bilhões de dólares, segundo o insuspeito The New York Times.

Mas não esquecer que a independência do Brasil também obrigou os brasileiros a pagarem à Inglaterra uma dívida que era de Portugal. 

Mas há mais e muitas mais. É só estudar.

Colonizadores e escravos ainda os há. O sistema capitalista nunca abdicou do processo.




Canais do lixo

Senhor Alexandre, organize já ações de formação aos professores com canalhas desta, doentes alucinados das TVs.

O Irineu e o Milhazes são os campeões, mas há outros, muitos outros.

"O D. Sebastião devia ter feito filhinhos, que era mais interessante do que ir para Alcácer Quibir, e depois vieram os Filipes, que foram corridos pela padeira de Aljuabarrota".

Com canalha desta, as aprendizagens ficam ainda mais proficientes, senhor Alexandre.

Em vez de alunos com 15 anos a entrarem nas faculdades, vamos tê-los logo à saída do berçário e com 20 valores. Tenha a certeza.

O país está a cair de podre, podem crer.




A quadrilha que responda.

 


Pouco e basta!

Presidente tinha pedido fiscalização preventiva do diploma e Tribunal deu luz verde na sexta-feira. 

O «poucochinho» de sempre!



Mas copiar a lei para Portugal nem pensar. A maioria ia toda para a cadeia.

 


Monarquia?

O filho condenado por estupro, a mãe e nova rainha nos dossiês Epstein...  

A coroa norueguesa não cheira bem...

Mas alguma monarquia «cheira» bem? Uns parasitas do povo.




Sempre os mesmos a pagar

A presidente da União Europeia, em quem ninguém votou, mas declara-se a dona do galinheiro, vem dizer que as contas de poupança das pessoas são um problema e, como tal, devem ser colocadas "ao serviço das empresas europeias".

A Ursula von der Leyen acrescenta ainda que o dinheiro do povo no banco está "parado" e quer agarrar nele para safar as empresas. 

Chamar inativo ao fundo de emergência é gozar com quem trabalha; falharam na economia e agora querem atirar o Zé-povo para o meio do risco, como já o fizeram na crise do subprime em 2007 e 2008. 

Revoltante!

Sempre os mesmos a pagar a crise.



Saque

Não satisfeito com o saque diário de milhões de barris de petróleo na Venezuela, o pedófilo, borrado e mijado, ainda tem um criminoso, Alejandro Bettencourt, como vice-rei na exploração do petróleo da Venezuela. 

O criminoso Alejandro Bettencourt está acusado em vários países da Europa por desvio de fundos e branqueamento de capitais.

Mas tudo isso pouco ou nada impede o pedófilo de lhe confiar o maior saque de petróleo realizado a um país estrangeiro. E uma presidente felicita a atitude do pedófilo.

E o que fazem os países europeus, a justiça e a polícia?

Dormem o sono dos cúmplices.

Nojo.

Pobre povo venezuelano, de ditadores a tiranos é um passo.

A América Latina continua a ser o quintal dos Estados Unidos da América do Norte.




Rendas

E quanto subiram os ordenados e as pensões?

E as benesses concedidas a proprietários?

Para 2027, anuncia-se aumento de 2,56%.




segunda-feira, agosto 31, 2026

Faltam enfermeiros e a culpa é do governo

Mais um exemplo de como o Montenegro e a ministra(??) da saúde querem acabar com o Serviço Nacional de Saúde.
Há 3.000 novos enfermeiros e o sistema não os quer contratar.
As unidades do Serviço Nacional de Saúde continuam sem poder celebrar contratos estáveis devido ao atraso na aprovação dos planos de desenvolvimento organizacional para 2026. 
Resultado: os novos enfermeiros que fazem falta ao Serviço Nacional de Saúde ou vão para o privado, a solução mais que apetecível ao governo do Montenegro, ou partem para o estrangeiro.
Gasta-se dinheiro dos contribuintes na sua formação e quem aproveita? O privado ou o estrangeiro.
Mas isto é pensar seriamente em prol do desenvolvimento do país?
Imbecis.
Lembrar que a Ordem dos Enfer­mei­ros alertou em maio que faltavam cerca de 14 mil enfer­mei­ros nos hos­pi­tais e cen­tros de saúde.
A não contratação efetiva de enfermeiros vai deixar as uni­da­des de saúde “em risco de colapso”.
Mas é isto que o "inteligente" governo quer. Já todos percebemos.



Copiem

E se «copiassem» a medida? Já que copiam tudo, mais uma cópia e com muito alcance seria deveras importante.

Ia ser muito interessante ver como certos trabalhos são "produzidos".

"A Dinamarca quer que estudantes defendam oralmente os seus trabalhos para mostrar que realmente entendem o conteúdo que entregaram, especialmente diante do avanço de ferramentas de inteligência artificial."

Espero que os professores saibam avaliar, obviamente, sem recurso a algoritmos.

Façam o mesmo por cá.

Acham que irão fazer? Desenganem-se.

A batota e não apenas o copianço, aliada à corrupção, são elementos principais no percurso escolar em Portugal.

Nem se duvide.