terça-feira, outubro 27, 2026

Peculato

 Afinal, não é só o Neves a utilizar carros que não lhe pertencem.

Também há o caso de se utilizarem carros do serviço público em benefício próprio.

Não sei se o "agente" em causa sabe o que é peculato.

Não se ensina na escola da polícia, já entendi. Nem isso, nem a Constituição.

Só prática à Rambo.




Aprende Carneiro

 Tu, Carneiro, aprende. 

É assim que se deve falar com toda a frontalidade. 

Deixa de ser mansinho.




Não dá

 Falar com um "agente" que sabe lá o que são autos, o que são fundamentos jurídicos e todo o resto. 

Eles só sabem usar os bastões, mais nada. 

Dialogar com gente prepotente à revelia dos tribunais? Não dá.




Estacionamento

 O Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, é local de estacionamento.

Agora até utilizam entradas junto ao parque(??) das crianças.





É fartar vilanagem.

O gamanço total aos consumidores.





Pensões abaixo do limiar da pobreza

 E fala-se de valores médios, que, como se sabe, é uma variável estatística enganadora.

Abaixo do limiar da pobreza.

Revoltante.

À bastonada resolve-se tudo, pois então.

E a dona Rosário, ministra do Trabalho e mulher do António Ramalho, ex-CEO do NovoBanco, que ganhou de mão beijada um bónus de 10 milhões de euros, quer fazer uma reforma da Segurança Social e entregá-la aos agiotas, seguradoras e fundos de capital.




Acidente do elevador da Glória.

Espero que os cidadãos não se tenham esquecido dessa fatalidade.

O presidente da Câmara de Lisboa, um tal Moedas, admitiu publicamente em outubro de 2026 que não chegou a contactar todas as famílias das vítimas, contrariando declarações anteriores em que garantira que o fizera.

Primeira aldrabice e tentativa de fazer esquecer o acidente.

Depois surgiram relatórios técnicos elaborados pelo Gabinete de Investigação de Acidentes Ferroviários e de Acidentes com Aeronaves, que apontavam para erros graves no funcionamento e manutenção do elevador, a cargo de uma empresa subcontratada pela Carris. 

Lembrar que a Carris é uma empresa municipal sob as ordens do Moedas.

Por fim, mas mais grave, o Moedas dizia que só para 2027 haveria um relatório final da investigação técnica.

Ou seja, quatro anos após o acidente.

Um acidente que provocou 16 mortos e 24 feridos.

Perante a ausência de um relatório final, as seguradoras tentam esquivar-se às responsabilidades.

A Fidelidade, seguradora da Carris, saliente-se, perante o Tribunal Administrativo de Lisboa e em resposta ao pedido de indemnização de “cerca de um milhão de euros”, argumentou que “um desastre como aquele não poderia, à data em que ocorreu, ser considerado algo totalmente imprevisível, assim como o elevador da Glória não poderia ser visto como um meio de transporte altamente confiável”, 

Basta, estou farto de tanta aldrabice e de fuga às responsabilidades. De todos e principalmente de camaleões a mudarem de pele.

O que procura a Fidelidade?

Nuno Pinto Coelho de Faria, advogado da família de Isaque Adam, viúvo de Ana Paula Lopes, trabalhadora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que morreu no acidente do elevador da Glória, diz claramente o que a seguradora procura.

Segundo o advogado, “é a assunção clara e expressa de que a seguradora considera e admite que o transporte não era confiável, portanto, por essa perspetiva, não seria motivo de surpresa nenhuma para a vítima considerar que poderia ter um acidente a bordo deste equipamento”.

O advogado considerou ainda que “o seguro estará à espera de encontrar mais causas de exclusão de cobertura do que coberturas”, lembrando que não é muito frequente na jurisprudência portuguesa haver imediatamente pedidos de indemnização formulados, que obrigam as entidades que estão à espera de apuramento de responsabilidades, de encontrar culpados, a terem que se pronunciar sobre a realidade do acidente.

O advogado disse ainda que o processo de pedido de indemnização é para assunção de responsabilidade civil e, por isso, “é independente da responsabilidade criminal”, reforçando que não tem de aguardar pelas investigações ainda em curso sobre as causas do acidente.

Na perspetiva da defesa, “a lógica da Carris e da seguradora é, efetivamente, empurrar tudo para a responsabilização criminal”, porque, quando existe responsabilidade criminal pela prática de algum crime doloso, por exemplo, o que sucede é que há a exclusão de coberturas e, portanto, “quem responde são os criminosos e deixam de ser exatamente as entidades que têm seguros válidos, a entidade proprietária do equipamento, etc”.

“E essa ambição da seguradora e da Carris, de facto, não é boa notícia, porque representa aquilo que se classifica como uma fuga às responsabilidades”,

Percebem o adiamento para quatro anos do relatório final?




Acabou o alcatrão?

Para completar a informação, só falta dizer que a substituição do piso só se dá até antes da rotunda da «Ti Joaquina» e não passa da rotunda dada ao posto de abastecimento. 

Acabou o alcatrão?

Ou confirma-se o interesse no posto de gasolina da Galp?

Só faltava mesmo alcatroarem o piso dentro da gasolineira.

Dava muita bandeira, pois é.

Que "trabalhos móveis" estão a sinalizar?







Interesses

Continuo a pensar que o executivo camarário da Guarda tem interesses na GALP, sejam eles quais forem, ou então alguém com peso no executivo os tem, pois as ruas de acesso ao posto de abastecimento voltaram a ser alvo de substituição do piso.

Um piso que, comparativamente com tantas outras artérias da cidade e do concelho, estava em excelente estado.



segunda-feira, outubro 26, 2026

Pro bono

Ricardo Sá Fernandes e Carmo Afonso são dois dos advogados que, em Lisboa, estão a defender pro bono os manifestantes da acampada, ou seja, sem cobrar honorários. 

Mas também estão neste grupo de defensores, que começou por ser pequeno e aumentou à medida que a atuação policial endurecia, contando agora com cerca de quatro dezenas de profissionais, advogados que se dispuseram a defender os manifestantes a título pessoal.




Desinvestir

 É desta forma que querem, se é que querem, acabar com a crise na habitação?

Por cada 100 euros de despesa prevista no Orçamento de Estado, só 1,39 euros são para a habitação.

Preciso dizer mais alguma coisa?

Só o bastão «único» que o outro viu.




O bastão

 Na carga policial no Rossio, uma representante da Aministia Internacional levou uma bastonada. 

Lembrar que os observadores da Aministia Internacional estão sempre identificados com o colete amarelo da organização, que tem a palavra "observador", e que "a polícia é sempre notificada da presença deles". 

A Amnistia Internacional precisou que, nos protestos do Rossio, a equipa era constituída por quatro elementos. 

Será que o bastão usado foi o tal «único» que o Neves viu?

Então, como justificar as dezenas de feridos?

Foram mosquitos?




Suspensão com prémio

À atenção de docentes e diretores. 

Uma antiga aluna do 11.º ano foi suspensa durante 12 dias de um colégio em Braga, Externato Infante D. Henrique, localizado em Ruílhe, depois de a direção pedagógica ter tomado conhecimento de conversas mantidas num grupo restrito do WhatsApp a insultar professores e colegas. 

O Supremo Tribunal de Justiça considerou que a escola violou o direito à privacidade da jovem ao utilizar essas conversas como prova disciplinar. 

Mas há mais. 

A aluna ganha o processo no Supremo e pode receber uma indemnização de 40 mil euros.

Proíbem o uso dos telemóveis nas escolas e, depois, na privacidade, utilizam-se as redes sociais para atacar tudo e todos e com prémio no final.

Cuidem-se.



Frase atribuída a Freud.