quarta-feira, março 11, 2026

É o facilitismo total e a ascensão dos incultos.

Não entraram 2 800 alunos nas universidades e politécnicos, no modelo anterior, e vai de alterar o processo.
Só vai existir uma única prova para concorrer à universidades e politécnicos. Para além das «entradas úteis» bem conhecidas... Mas para quê provas, mesmo sendo únicas? Deixem entrar tudo e todos, competentes e incompetentes, preparados e impreparados. De festas de caráter erótico, sexual e outros que tais, devem estar mais que preparados. De conhecimento, de educação, civismo não interessa para nada. O facilitismo atinge o clímax. E falava a canalha de «passagens administrativas» de outros tempos. Idiotas.


Já há resultados dos inquéritos às escolas que promoveram os da propaganda erótica? Pois, tudo esquecido.

Famílias poruguesas mais pobres

Em Portugal, as famílias mais ricas têm até 17 vezes mais disponibilidade para o consumo do que as pobres.
As desigualdades acentuaram-se.
Em 2022, 26% dos agregados gastavam mais do que recebiam.
Nas famílias mais pobres, esta proporção é significativamente mais alta, atingindo os 60%, enquanto nas mais ricas é de apenas 8%.
Entre 2015 e 2022, o rendimento discricionário médio em Portugal aumentou, ou seja, aumentou mais do que o custo das despesas essenciais.
Mas lembro que se fala de média. Logo, uma variável estatística enganadora e falaciosa.
Da análise dos dados, conclui-se que, se houve uma melhoria da média nacional, esse facto não elimina as situações de maior fragilidade económica. O que mostra a falácia da variável estatística que serviu de base ao estudo.
Agradeçam aos governos do Costa e do Montenegro.
Os portugueses a definharem dia após dia.
Só os gatunos, corruptos e a elite parasitária vão aumentando a riqueza.
Depois admiram-se de a extrema direita crescer.
Idiotas.



Ponto de vista

A última Assembleia Municipal da Guarda, ocorrida a 27 de fevereiro de 2026, sem que os munícipes tivessem conhecimento prévio da ordem de trabalhos, pode-se dizer que fez justiça à célebre frase latina “Pão e Circo”. Como se devem lembrar, a referida expressão latina define a estratégia romana de controlar a plebe, oferecendo alimentos gratuitos e entretenimentos ao povo para evitar revoltas sociais e manter o poder. Criada pelo poeta satírico Juvenal, a estratégia visava despolitizar a população. A expressão assentava na lógica de que um politicamente cego e satisfeito com comida e diversão perdia o interesse pelas causas da liberdade.
Hoje, a expressão latina continua a assentar que nem uma luva a poderes que utilizam entretenimento e assistencialismo superficial para distrair a população de problemas estruturais, como a corrupção ou a má gestão.
Mas regressemos à dita Assembleia Municipal. Comecemos pela cultura ou, melhor, pela falta dela. Como devem estar lembrados, numa assembleia municipal da Guarda realizada antes das eleições autárquicas, uma representante do teatro Aquilo falou, no período destinado ao público, da ausência de uma verdadeira política cultural no concelho e criticou a postura do executivo camarário sobre apoios e relativamente à utilização do teatro municipal da Guarda para eventos do grupo teatral. Pior, muito pior, o executivo encontrava todos os motivos para fugir das reuniões e, quando por uma vez acedeu a reunir, refugiou-se na célebre e sempre oportuna fuga às responsabilidades. Por isso, a antiga vereadora responsável pelo pelouro limitou-se a remeter o assunto para o presidente da autarquia.
A cultura, para muitos dos que votaram na continuidade do executivo, é a do milho ou da vinha para acompanhar os célebres porcos no espeto. Ainda no âmbito do circo, veio à conversa o contrato celebrado entre a equipa responsável pelo texto da “morte do galo” e o executivo camarário, em que se estipulava claramente que o pagamento do serviço seria feito em duas tranches. Não está em causa se com este faseamento de pagamentos, houve ou não intenção de condicionar o texto dos autores. O que está em causa é que ninguém conseguiu explicar a razão deste desfasamento de pagamentos. Lembrar que o circo custou no total quase 210 mil euros.
Outro caso que diz tudo da falta de transparência dos atos do executivo camarário tem a ver com a falha informática que ocorreu há quase um mês na autarquia da Guarda, e com o facto de ainda ninguém saber o que aconteceu! O que determina que, após quase um mês, os cidadãos da Guarda e outros continuem sem saber o que vai acontecer no concelho. Lastimável.
Curiosamente, no mesmo dia da falha informática, a Polícia Judiciária iniciava um conjunto de buscas a três empresas do norte do país e à Câmara Municipal da Guarda e sua Biblioteca. Curiosamente, no mesmo dia. É o destino, dirão alguns.
Para não me alongar mais e dado que outros assuntos são formalidades próprias de conversa da treta, só mais duas coisas.
Diz o senhor presidente que há apoios para famílias carenciadas, nomeadamente no pagamento de eletricidade e água. Carenciadas? Todas?
Cuidado, senhor presidente, parece que, em alguns casos, haverá sinais exteriores de riqueza que fazem suspeitar o contrário.
Por fim, mas não menos importante, o senhor presidente devia ter mais cuidado quando fala na Assembleia Municipal. Falar com a mão no bolso para deputados eleitos, representantes dos munícipes, e para todos os restantes cidadãos que custeiam o tal pão e circo que faz mover esta máquina, não é de bom tom. Pode-se falar assim em um ambiente menos formal, como uma tasca ou até num cabaret, mas tenho dúvidas de que se deva fazer o mesmo em locais onde a dignidade da função merece outro tratamento. Já nos bastam cenas indignas que vão acontecendo na Assembleia da República e que muitos jovens vão interiorizando. A educação para a cidadania agradece em prol da formação integral de todos, principalmente dos mais jovens.
Tenham uma excelente semana.



terça-feira, março 10, 2026

Um gabarolas o pedófilo

O pedófilo depravado, Donald Trump, disse:
“Vimos o navio e pensamos em capturá-lo, mas alguém sugeriu que seria mais divertido afundá-lo, e foi isso que fizemos.” O navio transportava 140 cadetes da Marinha iraniana, jovens em treinamento que participavam de uma exibição na Índia e, por isso, estavam desarmados. Ainda assim, um submarino de guerra dos EUA disparou um torpedo, afundou a embarcação, matou a maioria dos jovens e deixou os sobreviventes à deriva, sem qualquer socorro. E a rameira do pedófilo ainda teve o desplante de falar de guerra na ONU. Vómito.



Mais difícil vegetar

Já não bastava a subida exorbitante, tempestiva e fora do tempo dos combustíveis, ainda vai haver aumento dos juros.
Todos os créditos vão sofrer e muitas famílias terão de entregar casas, automóveis e outros bens à agiotagem. E a agiotagem a rir-se e a faturar em grande. Mas a inflação também vai disparar. Os preços dos bens alimentares já estão a aumentar. É a ganância descontrolada num país onde a gatunagem é dona e senhora dos nossos parcos rendimentos e onde não há regulação e fiscalização de nada.



Que educação?

Enquanto em algumas escolas há dinheiro para contratar espetáculos indignos para crianças e jovens, noutras recorre-se a empréstimos para sobreviver.
Escolas cuja educação é feita com difusão de eventos de índole pornográfica não têm falta de dinheiro, em outras, com objetivos bem mais consentâneos com a função de educar em civilidade, faltam os recursos.
Quando é que um ministro dá a conhecer inquéritos e procedimentos tomados para evitar a continuação da bandalheira que vai existir nas escolas?
Aguarda-se no caso de terem havido inquéritos.



Ilusão

Esta gente que se alconderou nos píncaros da montureira deve pensar que somos todos acéfalos.
Quando é que compraram o petróleo que hoje se vende nos postos de combustíveis?
Ainda não havia guerra, os preços estavam estáveis.
O mesmo se passa com o gás.
Quando, em tempos idos, havia uma baixa do crude, quando e como é que se registava essa descida nos preços dos combustíveis? A longo prazo e a preços muito menores do que os registados na origem.
Até inventaram, os pensadores da desgraça não se cansam de nos azucrinar a vida, o ISP, Imposto sobre Produtos Petrolíferos. Diziam os «espertos» que era um imposto tipo almofada para eventuais oscilações do preço do crude. Ou seja, para além do IVA ainda nos obrigaram a pagar o tal ISP. Uma duplicação de impostos comum cá pelo país, mas que nem uma «comichão europeia» consegue pôr cobro.
Agora, com os novos e pesados aumentos, o IVA e o ISP estão a crescer.
Esquece-se que, se os preços dos combustíveis forem muito elevados, os portugueses encostarão o carro e aumentarão o número de utentes nos degradados transportes públicos. E lá se vai a receita dos impostos.
Mas cuidado que o aumento dos combustíveis vai desencadear um aumento da inflação com consequências gravíssimas para a bolha de superávit orçamental com impacto na dívida.
O fim das ilusões e das promessas eleitorais com obras megalomaníacas.
A crise aproxima-se.



segunda-feira, março 09, 2026

Cala-te, miserável Macron, e todos os outros gatunos.

 


Isto foi banido dos livros de História.

 


Pensar com Maquiavel.

 


Tinham saudades disto?

Da fome real? Dos pés descalços? Do silêncio imposto pelo medo?
Quem diz que "antigamente é que era bom", provavelmente era quem estava do lado confortável da história. Ou então, esqueceu-se depressa demais. Ou não estudaram.




Charlatões

Os canais do lixo estão pejados de acéfalos e anormais que tentam iludir o povo.
É preciso estar atento e não cair na conversa fiada da canalha repugnante.
Este embaixador, num país civilizado, já tinha sido devolvido a grande velocidade.



O lixo

Os canais do lixo estão pejados de acéfalos e anormais que tentam iludir o povo.
É preciso estar atento e não cair na conversa fiada da canalha repugnante. Este embaixador, num país civilizado, já tinha sido devolvido a grande velocidade.



É o fim do Serviço Nacional de Saúde.