terça-feira, outubro 06, 2026

E a França ainda é "Liberdade, Igualdade e Fraternidade"?

França está a viver o terceiro dia nacional de mobilização estudantil, numa jornada que junta estudantes, professores, sindicatos e, em algumas escolas, também pais.

O que começou como uma contestação às condições do ensino transformou-se, entretanto, num dos primeiros grandes focos de tensão da atual campanha eleitoral. 

Os estudantes protestam contra a falta de professores e funcionários, as condições de alguns estabelecimentos, a dimensão das turmas e as dificuldades de acesso ao ensino superior. 

Onde é que eu já vi isto?

Só que o «português é suave». Demasiado suave.

Mas, na França, as manifestações passaram também a refletir um descontentamento mais amplo com as condições de vida, a pobreza, as desigualdades e as restrições à despesa pública.

Onde é que eu já vi um povo que só sabe obedecer?




segunda-feira, outubro 05, 2026

Lê e compreende.

 


Mas quando é que o povo abre os olhos?

 


Dia Mundial do professor.

 


Concordo

Felizmente, ainda há cidadãos com responsabilidades na Justiça em quem se pode confiar.

A presidente do Tribunal de Contas admite recorrer ao Tribunal Constitucional caso sejam mantidas na reforma da instituição normas que considera inconstitucionais e o Presidente da República não peça a fiscalização preventiva do diploma.

Aplaudo com as duas mãos.

Uma das principais alterações propostas pelo governo é o aumento para 10 milhões de euros do limiar a partir do qual os contratos ficam sujeitos a fiscalização prévia, o que, segundo o executivo, elimina mais de 90% dos atuais vistos prévios.

Os contratos superiores a 950 mil euros terão, ainda assim, de ser obrigatoriamente comunicados ao Tribunal de Contas para efeitos de fiscalização concomitante e sucessiva, mesmo quando estejam dispensados de visto prévio.

Para quê? Apenas ilusionismo?

Sobre o fim do visto prévio, Filipa Urbano Calvão defendeu que a “crença de que, agilizando os procedimentos da Administração Pública”, vai ser possível “garantir a eficácia da prossecução do interesse público e das finanças públicas está por demonstrar”.

Para Filipa Urbano Calvão, o valor dos contratos não deve, contudo, ser o único critério para determinar a necessidade de fiscalização prévia, sobretudo quando estão em causa investimentos com efeitos que se prolongam para gerações futuras.

A presidente do Tribunal de Contas defende ainda que, retirando-se um mecanismo de controlo preventivo, devem existir instrumentos que permitam ao tribunal atuar de forma corretiva e não apenas por meio de recomendações, incluindo a possibilidade de travar uma obra que esteja a ser executada em desconformidade com a lei.

Quanto à demora dos processos, apontada pelo governo como um dos argumentos para alterar o modelo de fiscalização, Filipa Urbano Calvão afirmou que o tempo médio de resposta do tribunal é de cerca de um mês e meio e rejeitou responsabilidades pelos atrasos associados ao Plano de Recuperação e Resiliência.

Em concordância absoluta com tudo o que a presidente do Tribunal de Contas referiu.

Deixem-se de canalhices para enganar idiotas.



Mais e mais incompetência

 E o regabofe, ao juntar-se à incompetência, resulta em falência total do sistema.

Destruídas pelas tempestades, há sete estradas em obras e só quatro abrem até o fim do ano.

E a maior imbecilidade é que há ligações em Manteigas e Tabuaço que o governo não sabe o que fazer.

Mas o que faz um Pinto Luz? Sombra?

Marquem um Conselho de ministros para as localidades.

Vão de autocarro, com os pés de fora, a cantarem a «chula».

Inaugurarem placas como se a obra estivesse concluída, e o povinho, na sua santa ignorância, acredita na tramóia, deita foguetes, bate palmas e há fotografias para a posteridade.

E o bispo benze a placa com água, se houver; se não, pode ser com vinho.



Crime

Ficar com milhões de euros que deviam ter sido entregues aos cidadãos que sofreram com fogos em Odemira e Arganil e com as cheias de 2022 é CRIME.

Quem o denuncia foi o Tribunal de Contas, o tal tribunal que a canalha quer longe e largo de tudo, nomeadamente dos concursos com valor inferior a 10 milhões de euros, que ficariam isentos da fiscalização prévia do tribunal se a proposta do governo vier a ser aprovada.

Pelo que aconteceu, imaginem o que por aí virá sem a tal fiscalização prévia. 

Um regabofe completo.



Nojenta governança

Milhões de euros em subsídios de emergência que estavam previstos para famílias afetadas por incêndios e cheias entre 2022 e 2025 ficaram por entregar aos beneficiários.

Dizem, para aliviar a porca das consciências, que as causas estão em atrasos burocráticos e falhas na regulamentação pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social. 

Lembrar que os apoios destinavam-se, em parte, à alimentação e alojamento.

Mas apoios, por exemplo, a governantes com casas em Lisboa, mas que pediram subsídios de alojamento, não houve, não há, atrasos burocráticos.

Na hora.

Que nojo de governança. 




sábado, outubro 03, 2026

Só mentiras

Inaugurações e mais inaugurações. 

Repete-se o folclore para imbecil acreditar. 

Há meses que foi anunciado; agora a ministra veio inaugurar. 

Não havia mais nada a fazer nem a apresentar. 

Mais uma placa para a fotografia do álbum das anedotas. 

Um aparelho sem licença de utilização. 

Tudo para fingir. 

Siga a festa que o povo paga.




O "Conselho de ministros" na Guarda teve de tudo.

Até uma viagem a Ciudad Rodrigo.

Comprar caramelos? Qual quê?

Gasolina.

O resto foi feira promovida por aquele que, além de piscina, tem um golf.




quinta-feira, outubro 01, 2026

Nojento

Enquanto os portugueses lutam arduamente pela sobrevivência, um primeiro-ministro fala de futebolês. 

Nojo.



Deixem o Luís trabalhar.

 




Comparsas

 Deixem o Luís trabalhar com a ajudinha do Carneiro e do Chega!

A tudo o que é mau, o PS abstém-se; ao que é péssimo, vota a favor o Chega.




Lixo

 A reciclagem que um governo incompetente promove. 

Vergonhoso.

Tu, dos óculos apalhaçados, vês bem?