domingo, outubro 25, 2026

Aviso

 


É cego?

 Só vês o que te interessa. 

Só vês um tanque onde todos vemos uma piscina.

E o Golf?




Balcão de quê?


Lembram-se da célebre frase do CEO do BPI, Fernando Ulrich, dita em outubro de 2012, aquando das imposições da troika e das medidas ainda mais gravosas para a vida dos portugueses por parte de um Passo Coelho: "O país aguenta mais austeridade?... Ai aguenta, aguenta!".
Pois os cidadãos da Guarda-Gare e das freguesias e lugares próximos ou eventualmente de outros cidadãos que se desloquem à agência do BPI continuam a não a poder utilizar.
Tínhamos dado conta do seu encerramento durante todo o verão. 
Agora, novo aviso, e o «Ai aguenta, aguenta» repete-se e prolonga-se no tempo.
Até o fim do ano, a agência estará encerrada, prejudicando seriamente os cidadãos, todos eles, os clientes e os que necessitam dos serviços do multibanco.
Pergunta-se com toda a legitimidade e legalidade.
O que faz o BPI ter aquele espaço se não lhe dá utilidade? 
O executivo camarário não tinha por obrigação questionar o BPI pelos graves prejuízos que tal encerramento está a causar aos cidadãos?
Claro que sim,
Mas voltamos ao mesmo de sempre: o mais importante são as festas, porcos no espeto e bejecas.
Os cidadãos que aguentem.



A Lei é igual para todos?

 E o PSD vai pagar juros?

É que a lei é para ser aplicada a todos, não é, senhor Montenegro?

Há 9 anos?

Esperam um perdão ou amnistia?

Dizem que o Papa vem a Portugal em breve, aproveitam?

Se fosse um cidadão vulgar, imagino o que o Fisco não teria já feito.

No mínimo, prisão e o arrastar de todos os pertences do cidadão.

Mas nem se duvide.

Se até estão a pedir a um cidadão uma propina de mais de mil euros por não ter apresentado a tese de mestrado, só ficando pela parte teórica.

Imagine-se numa situação idêntica à do PSD.

Esqueçam lá essa de que a lei é igual para todos.




A Bem da Nação

 Recorro ao grande Eça de Queirós.

Para o escritor, as críticas ao Parlamento e à classe política do século XIX centravam-se na corrupção, na incompetência, no teatro partidário e no afastamento dos problemas reais do país.

Do século XIX para o século XXI, encontram-se diferenças?

Pelo contrário, semelhanças são muitas e, para pior.

Eça via a vida parlamentar portuguesa não como um espaço de debate sério ou de progresso, mas como uma encenação vazia, marcada pela retórica oca e pela troca de favores.

Diferenças? Nenhuma.

Denunciava o "compadrio" e as redes de influência, nas quais os cargos públicos eram distribuídos por conveniência e lealdade partidária, e não por mérito ou capacidade.

Alguma diferença? Nenhuma.

Os políticos do "oitocentos" (século XIX) viviam numa bolha urbana e palaciana, alheados da miséria, do atraso estrutural e das necessidades do povo português.

Alguma diferença? Nenhuma.

Assim sendo, acho que se gasta em demasia com incompetentes. A sonolência é manifesta na maioria dos deputados.

Alguns nunca abriram a cloaca, agora já nem se levantam para votar, dava muito trabalho, basta carregar no botão. 

Os problemas do país continuam por resolver. Nem o papel legislativo conseguem fazer.

Comissões e mais comissões, com múltiplas comichões, não faltam, com senhas de presença sempre a faturarem.

Insultos vários, gritarias, cânticos, pendões e tudo mais que ajuda à festa do regabofe.

De vez em quando mandam evacuar as galerias. A elite não pode ser incomodada. O barulho incomoda a digestão.

Cada deputado com computador. Correio eletrónico e outras páginas consultadas a propósito ou sem ele. 

Faz-se o registo de entrada e também para os amigos e amigas que foram tratar da sua «vidinha» lá fora.

E o bar em serviço permanente, assim como o restaurante que serve pratos de elevada qualidade e a preços módicos, ganha-se mal. E foram aumentados por eles próprios. 

Esqueçam a Lei n.º 4 de 85, que fixa o ordenado-base de um deputado. É que, se quiserem, alteram todo o disposto com uma «simples» votação. 

As leis foram feitas para não se cumprirem!

Pois é.

Se demorou um minuto a ler este texto, lembre-se de que voaram 365 euros dos seus impostos para o Parlamento.




Nostalgia

 Têm surgido vários estudos, resta saber com que qualidade e aprofundamento científico a mostrar que os jovens, sobretudo rapazes, votam cada vez mais à direita e mesmo à extrema-direita, nomeadamente no Chega.

Segundo um último livro publicado, que aborda a temática, uma das razões por trás deste fenómeno pode estar no «saudosismo» pela Ditadura do Estado Novo, que o partido radical de direita e outros similares têm ativado.

Ora, explicar esse fenómeno pelo facto de os jovens não terem vivido tal período é demasiado redutor.

O problema é bem mais profundo e importa uma análise séria.

Se de facto existe essa relação com o passado que não foi vivido, então caímos na célebre questão do que se ensina nas escolas. 

O que fizeram tantos ministros da educação para não terem realizado uma reforma profunda das aprendizagens? Só facilitismo nas competências mínimas exigidas para as várias aprendizagens?

E os sucessivos falhanços de políticas de emprego, salários, habitação, combate à corrupção, nepotismo, compadrio e tantos outros que desiludem a juventude?

É urgente mudar de rumo e fazer compreender à tal juventude que viver em liberdade é a melhor das situações.

Por uma democracia participativa, em que todos tenham direitos e deveres e, principalmente, sejam chamados a apresentar as suas opiniões e não fiquem confinados ao papel na urna de tempos a tempos. 

É urgente.



Uma imagem

 Uma imagem nunca, mas mesmo nunca, vale mais que mil palavras.

Nunca.

Mas ajuda, e de que maneira, a ilustrar muito do que vai acontecendo.

Neste caso, o problema da habitação. A agiotagem e os seus colaboradores, em especial os especuladores, empurram as famílias para o garrote dos empréstimos.

A vida fica, irremediavelmente, condenada à dependência face à agiotagem e aos seus humores.

Vidas travadas? Muito mais que isso. Paralisadas e acabam invariavelmente na perda de tudo, até na decência de uma vida saudável. E dá-se o final triste: a perda da ilusão e a procura de um parque de campismo.

Tu, idiota, ainda não percebeste a simbologia das tendas. És um ignorante.




Isto é que é recusar o "braço de ferro" contra manifestantes? Não sejas hipócrita.

 


A hipocrisia do Neves é assustadora...

"PSP dispersou à bastonada os manifestantes no Rossio e na Praça D. João I. Há vários feridos e 31 detidos."



Bernaretrete

Hoje apresento-vos um verme com o nome Bernaretrete.

Isso mesmo. Quando foi parida, de tão feia, os familiares logo a batizaram com esse nome. E, pela vida fora, fez jus ao nome. 

Viveu na casa dos pais com uma irmã enquanto estudava, ou fingia que estudava, graças ao dinheiro que os pais lhes davam, resultado de serviçais pela Europa. Por cá, a Bernaretrete e irmã organizavam bacanais, festas com consumo de substâncias ilícitas, e rara era a noite em que, devido ao barulho, os vizinhos não tivessem que chamar a polícia. Mas, como diz o ditado, cães, cadelas e lobos comem todos! 

A Bernaretrete tem muitas outras facetas de vil verme. É racista. Detesta imigrantes. Impõe, com o apoio de uma quadrilha que, a seu tempo, iremos desvendando, normas inconstitucionais. Julgam-se donos de tudo. Implicam com convívios, mas o barulho maior é dos cães e cadelas que ladram todo o dia e noite e conspurcam todos os espaços. Fazem ameaças em atas com referência a valores da moral dos poderosos e ditadores, mas que a quadrilha, como exemplar de movimentos de extrema-direita, fascista, não os pratica na sua conduta. Uns ranhosos. Aprendei com os que implicais o que é limpeza, o que é civismo. Hastear uma bandeira, mesmo em frente à habitação dos imigrantes, é um ato de puro racismo provocatório. Quando os teus pais andavam a pedinchar pela Europa, alguém lhes colocou uma bandeira em frente ao bidon onde viviam. És uma retrete.

A Bernaretrete assina os vómitos das cloacas dos nojentos com o cargo de "Zeladora da Moral". 

O sempre útil para a quadrilha, a "Bem da Moral". 

Cuidado, os ditadores caem dos pedestais com muita facilidade.

Em breve, novos episódios com outros e outras mandantes do campo de concentração.



sábado, outubro 24, 2026

O «implacável» sabe disto?

O que ele quer é carga policial sobre as manifestantes e dar benesses ao Mário Ferreira e a outros que tais.

Vergonhoso. 



Nojo

Ao abrigo das regras de "zonamento inclusivo" da cidade, os promotores imobiliários são obrigados a ceder uma percentagem de área para habitação acessível ou, em alternativa, pagar uma compensação financeira ao município.

E adivinhem o que Mário Ferreira e o CEO da American Vintage, conseguiram da Câmara do Porto? Sim do «mplacável» Pedro Duarte.

Foram autorizados a pagar uma compensação de 1,23 milhões de euros em vez de entregarem 2.937 metros quadrados de área construída para o mercado de habitação acessível.

O montante acordado equivale a cerca de 418 euros por metro quadrado, um valor irrisório.

Quem consegue tal preço no Porto?

Só o Mário Ferreira e o CEO da American Vintage.

Isto é crime.

Se o Porto é pela defesa da democracia, o «implacável» tem que se demitir.

És um fdp Pedro Duarte.



quinta-feira, outubro 22, 2026

É só compreender.


 

Arredores?

Se alguém trabalhar no Porto, pode viver em Vilar Formoso. 

Poupa 850 €/mês na renda. E as deslocações? 

Ah, vai vindo a pé pela Nacional e apanha boleia de camionistas. Faz-se bem; hoje só demorei 6h30 a chegar ao trabalho.