quarta-feira, fevereiro 04, 2026

Ponto de vista.

E, de novo, Portugal é assolado por uma tragédia. Esta tragédia com consequências devastadoras encontrou de novo uma proteção civil transformada em instrumento de afirmação do poder. Depois dos incêndios, do apagão e do furacão, eis-nos perante uma catástrofe de dimensões dantescas. A destruição foi enorme. Perda de vidas humanas, destruição de casas de habitação, postos de trabalho em risco e consequentes perdas de salário, colapso dos meios de auxílio, quartéis de bombeiros, hospitais, escolas, e os mais vulneráveis, os idosos, quer os institucionalizados quer os que vivem nas suas casas com muitas dificuldades com a falta de eletricidade, de água e demais serviços atingidos de uma forma brutal. E mais uma vez o célebre SIRESP voltou a falhar, como já tinha acontecido noutras situações dramáticas. As causas destes fenómenos meteorológicos são há muito conhecidas de forma científica, as alterações climáticas. Com maior frequência iremos assistir e vivenciar fenómenos cada vez mais extremos, tais como: surgimento de tempestades sob a forma de chuvas torrenciais, furacões ou tornados, destruindo tudo à sua passagem; surgimento de epidemias e pandemias com caracter mais frequente, causando a morte de milhares de pessoas; perda de biodiversidade, com todas as consequências que tal acarreta; temperaturas a baterem todos os anos novos máximos históricos, sendo estas cada vez mais incompatíveis com a vida humana, dando origem ao aumento do número de mortes devido ao calor; desertificação de vários territórios no planeta; escassez de água doce; ocorrência de incêndios; surgimento em regiões do planeta de doenças letais como a malária e o dengue. Nunca na história, a nossa sobrevivência esteve tão ameaçada, mas o paradoxo é que essa ameaça surge de dentro da própria espécie humana. Somos dotados de inteligência que nos permite realizar os maiores feitos, mas e em simultâneo, essa mesma inteligência impede-nos de agir em uníssono em busca de um equilíbrio entre homem e natureza, porque estamos mais focados no desenvolvimento económico, do qual seremos as próprias vítimas se nada fizermos. Assistimos a conferências sobre o ambiente, nas quais os países mais poluidores se recusam a participar. Assistimos à disseminação das teorias dos negacionistas que colocam em causa a evidência científica. Mas se as causas desses fenômenos estão identificadas, ainda há fatores que facilitam a destruição de vidas humanas e bens. Em termos legislativos, como já é hábito em Portugal, não faltam leis, decretos-lei ou seja intenções. Na prática, nada se faz, só teoria. No final de 2021, a Assembleia da República aprovou a Lei de Bases do Clima, que prevê, entre outras ações, a definição de planos de ação climática municipais e regionais, assim como a fundação do Conselho para a Ação Climática. Em agosto de 2023, foi promulgado um decreto-lei que estabelecia a composição, organização e funcionamento desse tal Conselho para a Ação Climática, com previsão de início da sua atividade para o dia 1 de janeiro de 2024, o que já era tarde. No entanto, a data não foi cumprida e não se sabe quando é que este órgão entra em funções efetivas. Faltam todos os serviços que os cidadãos pagam e deviam responder nestas ocasiões. Eletricidade, água, comunicações. Falta tudo e sobra a desgraça. Ainda há cidadãos sem aqueles imprescindíveis serviços. Decretar o estado de calamidade até 8 de fevereiro é ridículo face à extensão da tragédia. O poder central demorou a contatar os poderes locais e, quando o fez, fê-lo laconicamente. Só ao fim de três dias visitaram sempre de fugida as populações e as autarquias. Há coisas na natureza que não conseguimos controlar, escapam ao ser humano, mas há muitas que podemos e conseguimos minimizar, prevenir, e claro, apoiar. Basta estar atento e, acima de tudo, saber fazer, saber ser e saber estar. Os vários saberes que nos deviam permitir controlar os nossos impostos, os fundos europeus e tudo mais que se paga para termos serviços de qualidade.
Tenham uma excelente semana.



Solidariedade

 Conheçam o já difícil percurso de vida dos meninos de Lobamgo, em Angola. 
A transformação que a vida deles sofreu com a ajuda do Yuri Cabral que os tirou da rua onde exerciam a atividade de engraxadores, que dormiam ao relento, que se alimentavam mal e com diversos problemas sanitários. 
Acompanhem e, principalmente, ajudem-nos. 
Solidariedade é preciso.



O BIS

E cá vai mais uma sociedade secreta que controla as nossas vidas, É o BIS. Já são quatro as organizações secretas, se bem que esta BIS com desígnios bem definidos no campo financeiro. É o chefe dos agiotas, de todos eles.



Reconhecimento

E, mais uma vez, a Gulbenkian mostra o seu lado solidário e humano, como sempre o fez ao longo da sua existência, em Portugal.
O nosso reconhecimento e agradecimento à Gulbenkian. Só desejamos que o apoio seja entregue na totalidade aos verdadeiros necessitados.



IA nas escolas?

E eis uma das muitas aplicações da IA. Ajudar alguém a branquear dinheiro. Agora as lavagens já são realizadas de forma simples com a IA. E quer a canalha introduzir a IA nas escolas. Imaginem o que aí vem...
Sois um nojo canalha.



Mais um território roubado

Os Estados Unidos da América do Norte também anexaram o Havai. O que nos dirá a história sobre o que pode acontecer na Gronelândia?



Estudem

Admira-me tantos cidadãos a ficarem admirados, quiçá surpreendidos, com o que está a acontecer nos Estados Unidos da América do Norte.
Foi-nos ensinado a acreditar que o nazismo foi uma “aberração histórica” isolada. Não foi. Este vídeo expõe fatos históricos documentados que mostram como o racismo institucional dos Estados Unidos da América do Norte e do Canadá influenciaram diretamente a ideologia nazista: das leis raciais ao genocídio, da propaganda supremacista à colaboração direta com Hitler. É só ver e ouvir.



Nojo

 ATENÇÃO!!
Este nojo é um tal Ted Cruz, senador trumpista, cotado como SUCESSOR DO TRUMP para 2028, após arquivos de Epstein serem divulgados, abriu a cloaca e disse: "Vamos parar de atacar os pedófilos". Isto é um nojo.



Metropolis - o real não demorou!

Em 1927, Fritz Lang criou Metropolis. Um filme que na altura
os críticos da época acharam exagerado, irreal e “distante demais da realidade.” Pois é, há quem pense que tudo é irreal e nunca acontecerá. São coisas de lunáticos. Cem anos depois, o filme tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes e é considerado uma das maiores profecias do cinema. Olhem à vossa volta e onde está o irreal do filme? Visionário? Não, REAL E BEM REAL. Arranha-céus dominando cidades. Shenzhen tem mais prédios acima de 200m do que qualquer cidade do mundo Trabalhadores invisíveis sustentando metrópoles brilhantes. Hoje, 270 milhões de migrantes rurais constroem as cidades chinesas sem poder morar nelas. Máquinas com rosto humano manipulando multidões e já enganam até sistemas de segurança bancária. A elite vive “nos jardins de prazer” enquanto o resto sustenta tudo de baixo. O que Fritz Lang previu, mas ainda não acontece? Carros voadores. Mas o detalhe mais assustador do filme não é a tecnologia. É a cena em que um robô idêntico à líder dos trabalhadores é criado para manipular o povo. E funciona. Não porque a cópia era perfeita, mas porque a original foi silenciada. A frase central do filme, repetida várias vezes: “O mediador entre a cabeça e as mãos deve ser o coração.” Cem anos depois, a gente tem a cabeça IA, algoritmos, automação e as mãos produtividade, entrega, execução. Mas e o coração? Esse continua sendo insubstituível. Deixo um conselho vejam o Metropolis, se ainda não o viram. Há uma versão restaurada completa no YouTube. São 2h30 minutos de filme mudo, atual e real. Não percam. Percebem a razão de tanta revolta por encerrarem salas de cinema? A cultura incomoda e muito os instalados.



Vai buscar.

Ouviste as verdades que há tanto tempo iludes os portugueses.
Um falsário é o que és.



Um tal que o Montenegro exortou na mensagem aos portugueses. Nojo.

Cristiano Ronaldo não voltou aos Estados Unidos da América do Norte há 12 anos.
Não é por acaso. A explicação é simples. E será que ousará regressar quando do campeonato do mundo?



Quem domina o mundo?

Provavelmente, para muitos, isso é só conversa e tudo são coincidências!!!

Isto é real, acreditem se quiserem...

Sociedades secretas que controlam, dominam e decidem a vida de milhões.

Fazem de nós bobos e querem-nos a dormir como inocentes!

Desta forma, fica muito mais fácil dominar-nos e fazer de nós marionetas.

Estas sociedades secretas são muito poderosas, nem se duvide.

Os encontros em Davos, comparados com as reuniões secretas destas organizações, são como reuniões de uma Associação de Estudantes do Ensino Secundário, de uma qualquer escola.




E, como era de se supor, os corruptos vão continuar a assaltar o pote.

Não há capacidade do Ministério Público?
Ainda gostava de saber quais são as reais capacidades daquela gente. Gostava mesmo. Aviões repletos para a Madeira em busca de um rato que se escapuliu da ratoeira e só encontraram as côdeas do queijo? Informações a pasquins e canais de lixo bem identificados sobre ações a desenvolver ou ainda em fase de investigação? Perguntem ao «chefe». Nem ele sabe, ou melhor, diz que não sabe, usa a velha estratégia da distração. Uma, ou todas, das várias enunciadas pelo professor Noam Chomsky. O relatório de três procuradores ARRASA por completo a falta de mecanismos de fiscalização, falhas na vigilância de fraudes, duplo, triplo ou mais vezes no financiamento e os celebérrimos e sempre escondidos conflitos de interesses. Que são do cão, da cadela, dos papagaios ou dos macacos. É fartar vilanagem. Razão tinha o outro: «os porcos do sul gastam o dinheiro em rameiras e vinho», mas de alta qualidade, nada de coisa rasca. E depois admiram-se das infraestruturas colapsarem em casos de catástrofe. Só roubos nos projetos e materiais. Deixem de ser ridículos. Fartos de tanta canalha ladra e aldrabona. Só dão corda aos imbecis da extrema-direita para crescerem.



terça-feira, fevereiro 03, 2026

Não podemos ignorar.

Vemos, ouvimos e lemos, temos de denunciar.