Ricardo Carrilho, que foi demitido esta segunda-feira do cargo de Secretário-Geral do Ministério da Administração Interna, acusa o ministro Luís Neves de "pressões ilegítimas", de "interferência política asfixiante" e de o ter pressionado “para cometer ilegalidades”.
Isto é um governo?
Um amontoado de lixo.
Diz ainda o ex-secretário-geral do MAI que a causa da sua demissão se deve ao facto de propor a extinção do SIRESP, dado que, segundo uma auditoria interna, a instituição é um sorvedor de dinheiros públicos. Segundo a auditoria, a SIRESP SA recebe do Estado uma indemnização compensatória média de 26 milhões de euros anuais, desde 2021, mas o custo efetivo do funcionamento da rede não passa dos 14,8 milhões.”
Segundo Ricardo Carrilho, os restantes 11 milhões de euros são “desperdício”, canalizados para “ordenados principescos” na administração, gastos “nunca explicados”, “assessorias de comunicação” e “rendas de escritórios luxuosos no Saldanha”, entre outras alegações.
“Provámos, tecnicamente, que a SIRESP SA não executa qualquer atividade operacional relevante — uma vez que toda a operação e manutenção da rede estão subcontratadas a fornecedores privados desde 2022/2023”, acrescenta.
É fartar vilanagem. Quem sai fora da caixa é logo destituído.
Uma coisa é certa: onde o Neves toca, há mistério.













