“A tentativa desastrosa de Portugal de digitalizar a correção de provas escolares desencadeou a pior crise educacional do país em décadas.”
Quem o diz não é nenhum lambe-botas.
É o "The Guardian".
“A tentativa desastrosa de Portugal de digitalizar a correção de provas escolares desencadeou a pior crise educacional do país em décadas.”
Quem o diz não é nenhum lambe-botas.
É o "The Guardian".
Como se sabe, há segurança no parque.
No entanto, algumas vezes o executivo camarário desloca os seguranças ou para guardar o Pai Natal ou para assegurar espaços noutras festividades.
Hoje pela manhã não houve segurança no parque.
Nenhum segurança.
Razão?
Desconhecida.
Nenhuma informação aos munícipes, como é hábito.
Donos, reis e senhores feudais.
A falta de segurança determinou que as casas de banho ficassem fechadas e o parque infantil fechado, apenas com a entrada pelo café.
Assim se desconsideram os munícipes.
Já habituados.
Só temos o que merecemos.
Naquilo que uns idiotas chamam de «volta a Portugal», aconteceu um acidente mortal.
Como é habitual em Portugal, a culpa morre sempre solteira.
Não basta um tenente-coronel dizer que não havia nenhum militar no local porque não era um dos locais que tinha sido priorizado na avaliação que tinha sido feita.
Tem que haver um militar em todo e qualquer local, senhor tenente-coronel?
Ainda se refere a uma sinalização. Que sinalização?
Removida?
Não basta endossar as condolências à família. É preciso que todos assumam as suas responsabilidades.
Não se escondam nas posições de figuras secundárias.
Ministro israelita Ben Gvir defende assassinatos seletivos de "30 a 40 pessoas por noite" em Gaza.
E a comunidade internacional cala-se.
O criminoso vai mais longe.
Diz que: “Há pessoas ali que não merecem viver. Não deveriam viver. Nem sequer são pessoas.”
Isto é uma declaração de morte ao povo palestino.
Será assim tão difícil de perceber?
E o criminoso de direita vomita ainda mais ódio.
Disse discordar da redução dos ataques israelitas e voltou a defender a expansão dos colonatos judaicos na Faixa de Gaza. “Considero que toda a Gaza é nossa”, afirmou.
O ministro defendeu “a maior emigração possível” de palestinianos, bem como a criação de colonatos em toda a Faixa de Gaza, acrescentando, sobre os membros do Hamas: “Para os terroristas, nada de emigração, nada, simplesmente matá-los um por um.”
Um nojo de canalha.
Não quero, longe de mim, que os finlandeses venham a sofrer um décimo daquilo que os povos do norte da Europa nos obrigaram a ouvir e a sofrer durante a crise das dívidas soberanas, quando defendiam maior austeridade para os países do sul da Europa.
É só lembrar!
Hoje a Finlândia enfrenta dificuldades para controlar as finanças públicas e recuperar o crescimento. Precisamente aquilo que exigiam aos »pigs» do sul da Europa.
A taxa de desemprego finlandesa já ultrapassa os 10% e a dívida pública aproxima-se dos 90% do PIB, praticamente ao mesmo nível da portuguesa.
O sistema capitalista vive e sobrevive destas crises; é só estudar.
Também na Finlândia se vive a crise da habitação.
As taxas de juro elevadas e a fraca confiança dos consumidores paralisaram parte do mercado imobiliário finlandês.
E agora um aviso sério também para os portugueses.
A pressão sente-se igualmente nos empregos menos qualificados.
Percebe-se a razão de sempre que pudermos falarmos na paupérrima qualificação que vai existir em Portugal. Mas isso a canalha regozija-se, acha que são notas de rodapé.
Imbecis.
A Finlândia vai fazendo o caminho dos fundos europeus, que por cá já são um hábito de empresas e governantes.
O país entrou no início deste ano no procedimento por défice excessivo da União Europeia e terá de reduzir os desequilíbrios até 2028.
Se não o conseguir, poderá enfrentar multas, suspensão de fundos europeus ou novas exigências de consolidação orçamental por parte de Bruxelas.
E as medidas do governo são as habituais.
Programas de cortes no Estado social, reformas laborais e redução dos impostos sobre o rendimento numa tentativa de estimular a atividade económica.
O costumeiro.
Só que os resultados não aparecem.
Já há cidadãos a vegetarem com pouco mais de 200 euros por mês para alimentação e despesas quotidianas.
Depois dos cortes nas ajudas à habitação, o número de pessoas sem casa aumentou quase um terço num ano.
O cenário, não muito diferente do resto da Europa, está a confirmar que a crise está a chegar.
O genocídio.
Alguém se imagina a viver ali?
Nem o pedófilo dorminhão e o assassino causador desta destruição.
E os ranhosos que calaram?
Finalmente os graúdos começam a ser apanhados.
Nota-se já a mão do MAI na liderança das forças de segurança.
São sapatos, não botas da construção e muito menos produto para a droga...
"Existem dois tipos de ladrões no mundo: os pequenos ladrões, que são capturados pela polícia, e os grandes ladrões, que são protegidos pela polícia."
Bertolt Brecht, 70 anos após a sua morte, sobre a função da polícia e demais forças repressivas no sistema capitalista.