"Quem tem cu tem medo", diz o ditado popular.
O partido de extrema-direita "conseguiu" dizer não à reforma laboral. Pudera, o povo iria cobrar a covardia.
Mas esperem pela volta. Os patrocinadores dos parasitas não desistem e vão voltar à carga; vão cobrar a dobrar e nova lei vem a caminho, não duvidem.
A frase da ministra «chumbo da reforma laboral é “uma derrota para o país”» é sintomática.
Mas de que país a dama falava? O país dos patrões e dos patrocinadores da AD?
Só pode.
E voltou ao vómito habitual da produtividade e dos salários.
Irra ainda não conseguiu perceber que a produtividade e os salários têm a ver com a pouca ou nenhuma capacidade do patronato em gerir? Irra. Dura que nem um calhau. Calhau com dois olhos e umas lunetas sujas. Ainda não conseguiu perceber que um trabalhador no estrangeiro produz e produz bem. Irra.
Quanto à pergunta sobre se tem condições ou não para se manter no cargo, a Rosário Palma retrucou que “não faz qualquer sentido” tal questão.
Já todos sabemos que a missão última do governo da AD é abolir os últimos direitos dos trabalhadores.
Sabes, Rosário, quer queiras ou não, HÁ LUTA DE CLASSES, ontem, hoje e amanhã.