domingo, fevereiro 22, 2026

Vendidos

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Portugal não tem governantes. 
Tem submissos, seres rastejantes que se deitam à primeira ameaça.
 

 

Voos mais altos

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Os reis de Espanha foram obsequiados por um jantar quando visitaram Portugal. 
O governo de um Costa fez publicar esta foto. 
Bonito de se ver, claro. 
Bela imagem. 
Diz tudo sobre afetos. 
O Costa diz que depois não sabe o que lhe aconteceu. 
Não sabes Costa? 
Claro que sabes muito bem o que te aconteceu. 
Perguntem-lhe quantas vezes mais está a ganhar no seio da Ursula von der Leyen. 
Perguntem-lhe!
 

 

Chamada

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O Regime Epstein chama por Cristiano Ronaldo, que durante anos enfrentou uma acusação de estupro nos Estados Unidos da América do Norte. 
E o Cristiano diz que é da Arábia e de lá não sai. 
Qual dos dois o pior.
 

 

Patético.

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O dinheiro fala mais alto. 
É preciso, tal como nos Estados Unidos da América do Norte, haver empresas a financiar as Universidades. 
O estado desresponsabilizou-se da formação séria e credível. Vale tudo. 
É a 𝗠𝗲𝗿𝗶𝘁𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮 à 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗮, à mesa com pão e vinho com toda a certeza.
 

 

Tudo falta

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Quase um mês após tempestade “Kristin”, há ainda quem não tenha casa.
E eletricidade?
Água potável?
Comunicações?
E voltar a ter trabalho para vegetar.
Isto é um país do oitavo mundo.
Não bastam afetos e tretas de circunstância.
Quem foi que disse que estamos preparados para qualquer intempérie ou catástrofe natural?
Idiotas.
 

 

sábado, fevereiro 21, 2026

Desperdício

O executivo camarário da Guarda justificou o aumento exorbitante do abastecimento de água, ao domicílio e às empresas com o desperdício que vai a existir nas condutas. Todas as vezes que há aumentos, invariavelmente usam a mesma justificação. 
Mas esquecem-se que o tal desperdício é, na maioria dos casos, da responsabilidade dos serviços. 
E, mais um ano, o desperdício de água, junto aos lagos no Parque Urbano do Rio Diz, vai-se a verificar. 
O desperdício verifica-se todos os anos, IRRRAAAA! 
O ano passado até quiseram imitar a barragem de Assuã, faltou foi engenho e arte. 
O exemplo que dão é justificativo da incompetência. 
Tudo dito.
 





 

Desleixo total

E dia após dia, semana após semana, mês após mês cai uma árvore no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda. 
Não enganem os guardenses. 
Não foram as intempéries. 
Chama-se desleixo, inércia, inépcia e desrespeito pelos cidadãos da Guarda e de quem nos visita.
 






E para não caírem mais árvores cortam-nas.

 

Incidente cibernético?

Há uma semana que os serviços da Câmara da Guarda estão condicionados devido a um «incidente cibernético». Há uma semana! 
Já solicitaram ajuda ao Instituto Politécnico da Guarda? Há um curso de Informática. E pedirem ajuda a outras instituições? As empresas de informática da cidade não conseguem resolver o problema? 
Lembrar que o "chamado ataque informático" verificou-se no passado dia 12, precisamente no dia em que a Policia Judiciária efetuou buscas na autarquia e na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, para recolher documentação, por haver suspeitas de crimes de participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político relacionados com a contratação pública de eventos. 
Mas desde essa data não há explicações sobre o sucedido. 
O presidente do executivo camarário é parco em explicações e a Judiciária lacónica. 
Os cidadãos merecem mais respeito e resposta imediata a todas as questões. 
Algo a esconder? 
 
(Foto Todas as Beiras)
 

 
Do Sheraton Porto Hotel para uma pensão. 
Ninguém merece. 
E criticam e criticaram eles o Vara. 
Há muitos Varas e todos com boas pensões. 
Nojo de canalha. 
Arrota pelintra.
 

 

E, nós por cá, na Guarda, de mal a pior...

O ridículo, a farsa e a comédia continuam em reunião do executivo camarário da Guarda, prolongando o Carnaval. A época carnavalesca não terminou com a famosa "Fun Run", muito gostam de estrangeirismos,e com outras farsas e comédias para distrair o "povinho". Para quem se diz católico, apostólico devia cumprir a época religiosa em curso - a quaresma.
Só hipocrisia.
Imagine-se que um vereador, no uso da palavra, questiona o presidente da câmara, Sérgio Costa, e este conversa com um parceiro de poleiro, não prestando atenção ao que o vereador dizia. No mínimo falta de educação.
O vereador em questão, João Prata, questionava o presidente Sérgio Costa pelo facto de ter validado uma das cláusulas do contrato de adjudicação do “Julgamento e Morte do Galo” ao grupo de teatro Calafrio onde era referido que seriam pagos 30 por cento depois da entrega do texto do espetáculo e os restantes 70% após a realização desse espetáculo. João Prata chegou mesmo a dizer que «isto parecia mais uma brincadeira de mau gosto em relação àquilo que é a liberdade de expressão».
Parecia senhor vereador?
Avante!
Para além da crítica às condicionantes do acordo com o grupo Calafrio, João Prata falou igualmente das infiltrações nas escolas.
O presidente do município continuava a conversa com outro elemento do executivo, o que irritou o social-democrata, João Prata.
Sérgio Costa respondeu-lhe que tinha «a particularidade de conseguir fazer duas ou três coisas ao mesmo tempo. Nem todos têm essa capacidade», pedindo depois ao vereador para continuar a sua intervenção e alertando que «o tempo se estava a esgotar» e que se esgotasse lhe tiraria a palavra, mas João Prata insistiu que o autarca devia estar atento às intervenções da oposição, «por uma questão de educação».
Só educação, senhor vereador?
No final da reunião o senhor presidente Sérgio Costa apelidou as críticas do senhor vereador de «criancice».
Veio-me à memória Assembleias Municipais em que quando o presidente da câmara usa da palavra e é interrompido por alguma observação por um senhor deputado logo sai em seu auxílio o seu colega presidente da Assembleia Municipal a dizer, de forma piedosa, "enquanto os senhores deputados falam nunca ouvi o senhor presidente da câmara a interromper qualquer senhor ou senhora deputada, manteve-se sempre calado".
Faltou-lhe o apoio. Cá se fazem, cá se pagam.
Mas voltemos à reunião do executivo camarário.
A discussão entre presidente e vereador foi subindo de tom ao ponto de o presidente da Câmara decidir abandonar a sala onde estava a decorrer reunião, tendo sido acompanhado pelos restantes três elementos da maioria do executivo.
Brilhante!
Quando não se gosta do que se ouve abandona-se a reunião.
Isto é de gente dita democrata?
Passado algum tempo, ei-los de volta à sala e a reunião prosseguiu de forma mais calma, ao que dizem.
É que agora ficou bem claro para TODOS a razão pela qual não querem, apesar de ter sido aprovada tal recomendação em Assembleia Municipal, a transmissão em direto das sessões do executivo camarário.
Aviso à população.
Não se deixem iludir por cenas menos próprias de uma reunião do executivo camarário. É tudo fingimento, acreditem.
O pior ainda está para vir.
(Foto do "Todas as Beiras")
 

 

sexta-feira, fevereiro 20, 2026

CGTP excluída

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"Não temos sido convocados para nada": CGTP acusa Governo de a excluir da discussão da lei laboral. 
Percebe-se a razão. 
Um acordo bem "levezinho" que penaliza duramente os trabalhadores e beneficie os empresários. 
Foi sempre assim.
 

 

Não pudemos nem devemos calar.

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O genocídio continua. 
“Mortes por bombardeios. Mortes por desnutrição e fome. Mortes por falta de ajuda e serviços vitais. Em Gaza, uma média de 28 crianças por dia — o tamanho de uma sala de aula — foram mortas”, escreveu a agência da ONU. 
Israel mata 28 crianças por dia em Gaza. 
Agora o «amigo pedófilo» está a matar crianças e adultos em Cuba e "irão" matar muitos mais.
 

 

Recompensa

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Dizia que não aceitaria mais nenhum cargo político. 
Dizia! 
Mas já aceitou. 
Vai ser embaixador de Portugal na OCDE. 
Mas ainda haverá alguém que acredite em políticos de carreira? 
Carreira do 31, claro.
 

 

Deixados para trás.

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Isto chama-se desprezo pelos cidadãos.
Há quase um mês depois da depressão Kristin ainda há 4 500 cidadãos portugueses sem eletricidade.
Isto é de um país do oitavo mundo.
O que seria se as casas da elite, desde governantes, excrescências, canalha pestilenta e outros podres não tivessem eletricidade?
Imaginem.
Se alguns encontram remendos provisórios como geradores, de custo elevadíssimo, não acessível à maioria dos portugueses, que mantêm o essencial ligado ou puxadas de energia das casas de vizinhos e familiares. Outros quando a noite cai é a escuridão total. Há quase um mês.
Ninguém fica para trás? Não digas palermices, não sejas idiota.
Basta ter estudado um pouco, coisa pouca, de psicologia e saber-se como estas situações criam dramas humanos bem vincados no subconsciente dos atingidos.
É só ter estudado com seriedade.
“Agora está a mexer comigo. Desde o princípio desta semana que me custa cada vez mais estar assim - todos os dias à noite em que me vou deitar - e dói, dói, dói”, diz um cidadão deixado para trás.
Os vossos palácios estão iluminados, brilhantemente iluminados, reluzentes.
Sois todos uns inúteis.
Que nojo.
É a revolta, angústia, frustração, tristeza, tudo junto.
Ouve-se o desabafo com uma lágrima a cair: "Mesmo que a luz venha, a cicatriz destas três semanas, não passará".
Não sabeis o que isso é.
Tenho nojo. Sois insensíveis à dor de cidadãos deixados para trás.