domingo, abril 26, 2026

Três meses depois das depressões, os apoios são poucos e as reparações vão sendo feitas a passo de caracol.
Apoios? Onde estão?
Associações de empresários e de agricultores e municípios queixam-se, no entanto, de que os apoios continuam a demorar a chegar efetivamente e são insuficientes.
Também a atribuição dos apoios à reconstrução de habitações está a demorar mais do que o esperado, uma vez que, das quase 36 000 candidaturas, tinham sido avaliadas, até terça-feira, 10 000 e pagas mais de três mil.
Mas há mais...
Três meses após o início das tempestades, cerca de 20 mil clientes continuam sem serviços fixos de comunicações, revelou na sexta-feira à Lusa a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).
Incompetentes e idiotas.
Autarcas de Mação, Tomar e Ferreira do Zêzere, no distrito de Santarém, relataram que persistem falhas nas telecomunicações nestes concelhos, com postes caídos, cabos no chão e serviços instáveis, num processo de recuperação que consideraram lento.
As principais operadoras estimam ter reposição total nas zonas afetadas até o fim de abril. Não dizem o ano.
A Infraestruturas de Portugal (IP) indicou que 26 estradas no território nacional continuavam encerradas em 21 de abril de 2026, salientando que algumas reparações podem demorar vários meses.
O mesmo de sempre.
Conversa da treta não falta e nomeações para cargos ainda mais.





Ódio

Misoginia e insultos, e já nem falo nos palavrões que se ouvem nos adolescentes, que acabam invariavelmente em rixas brutais e com consequências graves.
Mulheres e jovens imigrantes são igualmente os alvos mais castigados, quer verbalmente nas ruas, quer nas redes sociais. Há causadores deste estado de caos. Uns nojentos trogloditas. Mas os poderes instalados, todos eles, pactuam com tais atitudes. Um nojo. Quando é ensinado, nas escolas, que deve ser dada primazia na entrada e saída nos transportes públicos a idosos, mulheres, principalmente às grávidas? Por exemplo, mas há mais normas de conduta social e cívica a ensinar. Ensinem alguma coisa se não vos custar muito.



Expectativas muito elevadas?

O senhor presidente da conferência episcopal e bispo de Coimbra considera as expetativas muito elevadas?
Saberá a eminência que há crimes?
Saber sabe, mas não o confessa.
Não lhe interessa.
O que tem a ver a tal expectativa com a «ninharia», por si considerada, com o valor pago nos Estados Unidos da América do Norte e o que se pagou na Europa, como em Espanha, França, Holanda e Luxemburgo, e tendo em conta a jurisprudência portuguesa, o modo de vida e as nossas capacidades? Parece-lhe que é razoável?
O que é, para o senhor bispo, razoabilidade num contexto criminoso?
Justo? Sensato? Equilibrado?
«Algumas vítimas consideram que os valores estão bem, outras que é uma injustiça. Temos de respeitar o que cada um sente», diz o senhor bispo.
Fala de ética, religiosidade, materialismo ou justiça. Explique-se.
E falar de uma questão, nas suas palavras, complexa, em que uma pessoa guardou o que sentia durante décadas e em que os profissionais (???) [de ambos os grupos] nunca se sentiram aprisionados: trabalhavam livremente, ouviam as pessoas e procuravam os caminhos da reparação. Não lhe parece que tenha havido, por parte da Igreja, nenhuma tentativa para condicionar estes processos? Não lhe parece? Apenas um juízo comportamental e pouco mais. Nada que a Igreja Católica Apostólica Romana não tenha feito ao longo dos séculos. Ámen.
Quanto ao restante da entrevista, os dogmas patéticos de sempre.
"Mas a Terra move-se"!



Ministério da Educação sem controlo

Segundo o jornal digital "Página UM", aos fins de semana, as escolas do ministro Fernando Alexandre são antros para os mais torpes negócios.
O mais recentemente divulgado, há muitos outros bem guardados e reservados, é o de uma associação, supostamente sem fins lucrativos, que é fachada para vendas agressivas por meio de projetos educativos.
A associação apresenta-se sempre como uma entidade “sem fins lucrativos dedicada ao combate ao abandono e insucesso escolar”, um projeto “devidamente autorizado e validado pelo Ministério da Educação/DGEstE, para implementação em contexto escolar”.
É sob esta capa de autorização superior, isto é, do Ministério da Educação, que a Associação Internacional Lusófona para a Educação tem entrado em dezenas de escolas. Numa consulta pela internet, a sua presença surge desde 2019, mas tem-se intensificado sobretudo nos últimos meses, com presença em eventos em escolas e agrupamentos de escolas de todo o país.
Um levantamento efetuado pelo PÁGINA UM junto de escolas e testemunhos recolhidos indica que ações associadas a este modelo já passaram, no presente ano letivo, por vários estabelecimentos de ensino em diferentes pontos do país, incluindo os Agrupamentos de Escolas Alfredo da Silva (Sintra), Matias Aires (Agualva-Mira Sintra), Gualdim Pais (Pombal), Dr. Ramiro Salgado (Torre de Moncorvo), Júlio Dinis (Grijó), Rainha Dona Leonor (Lisboa), de Paços de Brandão, de Figueira de Castelo Rodrigo e de Sande, a Escola Secundária Antero de Quental (Açores), e a Escola Básica Dr. Horácio Bento de Gouveia (Madeira).



A merdocracia no seu esplendor.

 


O Netanyahu já fez a candidatura do filme à Academia de Hollywood. A pior encenação do século.

 


Quem ri por último ri melhor!

 


sábado, abril 25, 2026

Lembrar sempre o Zeca.



Largo do Carmo, Lisboa, 2026.

 "25 de Abril SEMPRE!".




Pois...

"Único parceiro que ainda não cedeu foi a UGT", diz Montenegro.
Pois, para o digníssimo, a CGTP não é parceira. 
E se a UGT não assinou, a coisa deve ser mesmo muito má, péssima.



Como é possível? Investigação? Que investigação?

 


Será total?

O lodo, arbustos e muito mais que conspurcava o lago do Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, vai sendo retirado.
Há muito a limpar. Haverá tempo, vontade e dinheiro para a tarefa ser totalmente realizada?



Limpeza

 E a retirada do lodo no lago do Parque Urbano do Rio Diz vai continuando...




Fita do tempo...