sábado, outubro 31, 2026

Capitão Maltês

"Sem um pingo de vergonha na cara, este reencarnou o Capitão Maltês da Polícia de Choque do Estado Novo Fascista."




Lembrem-se do poeta...

 


Estudem, por favor.

 A polícia, às 18:12, retira uma "casinha" onde crianças brincavam.

Senhor agente, chamar a isso uma tenda é o mesmo que chamar a uma abelha uma ave.

Estudem, por favor.




E já tem carro elétrico? E um dia vai ser ministro...

 


Um nojo de migalha

 


Mais absolvições para a seita

 E as absolvições, as prescrições dos amigalhaços continuam.

Agora o Mário Ferreira, CEO da DouroAzul e principal acionista da Media Capital (grupo que detém a TVI, CNN Portugal e a Rádio Comercial).

Preciso acrescentar mais alguma coisa à decisão do tribunal?

Por favor, atente-se ao que o juiz diz: "Mário Ferreira simulou negócio da venda do navio Atlântida".

Olha, se fosse um pilha-galinhas. Lá iam as pitas e galos para o banquete do rei.

O país está podre, não acreditam, o que fazer? 

Votai na cambada, gostais de ser enxovalhados.




Aprende, Carneiro.

Os lobos começam a uivar e a ameaçar-nos, e a pôr em causa a legalidade e a legitimidade das conquistas e das promessas sempre adiadas de Abril. 

Mas, afinal, onde estás, Carneiro?




quinta-feira, outubro 29, 2026

Não cedem aos avisos da rua?

Se os portugueses não tiverem memória curta, o vosso fim está para breve.




A democracia está na rua.

Mas a ditadura ocupa uma parte do Parlamento.
E ainda me falam em abstenção violenta.
Haja respeito pelos portugueses.



Um sistema em falência

 E segue a falência do sistema judicial português. Curiosamente, sempre a favor dos poderosos.

Uns dirão que é a lentidão da justiça. Usem patins ou metam gasolina dos aviões.

Deixem-se de tretas.

O caso BPN voltou a marcar a atualidade judicial devido à prescrição definitiva dos crimes de vários dos seus antigos administradores e de figuras públicas envolvidas nos esquemas extraídos do processo principal.

Mais um símbolo de "impunidade" e falha do sistema judicial português no combate à criminalidade de colarinho branco.

Evidentemente.

Lembrar aos mais distraídos que, sob a liderança do fundador José Oliveira e Costa, o banco envolveu-se em negócios megalómanos fora do setor financeiro e em operações paralelas (por meio de um banco virtual em Cabo Verde, o Banco Insular) destinadas a ocultar perdas e fugir à supervisão do Banco de Portugal.

Perante o colapso iminente e a descoberta de fraudes, fraudes fiscais e falsificações, o governo de José Sócrates avançou para a nacionalização. O prejuízo total estimado do "buraco" do BPN superou os 3 mil milhões de euros.

O megaprocesso judicial resultou na condenação de 14 pessoas. Oliveira e Costa foi condenado a 15 anos de prisão, mas faleceu em 2020 sem cumprir a pena devido ao arrastamento dos recursos. Outros ex-administradores, como Francisco Sanches e Luís Caprichoso, também receberam penas de prisão efetiva.

Mas eis que o processo arrastou-se na justiça e nas fases de recurso durante 18 anos. Repito, 18 anos.

Agora o Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa declarou a extinção do procedimento criminal por prescrição num dos principais processos secundários do BPN.

O ex-ministro da Saúde de Cavaco Silva, Arlindo Carvalho, e os antigos administradores do banco (como Luís Caprichoso e Francisco Sanches) viram as suas penas de prisão efetiva anuladas.

Vergonhoso.

Se fosse um pilha-galinhas, o tratamento seria o mesmo?

NÃO. Desde logo, porque o pilha-galinhas nunca teria dinheiro para tantos recursos.

E, por fim, remato com mais duas observações que traduzem o contínuo gozo que vão fazendo aos portugueses.

A derrocada do BPN já custou aos contribuintes 6 mil milhões de euros e ainda tem por saldar uma dívida de 5 mil milhões aos contribuintes portugueses.

Os responsáveis pelo buraco, condenados até à última instância, não cumpriram um único dia de cadeia.

Parabéns aos donos do país.




terça-feira, outubro 27, 2026

Peculato

 Afinal, não é só o Neves a utilizar carros que não lhe pertencem.

Também há o caso de se utilizarem carros do serviço público em benefício próprio.

Não sei se o "agente" em causa sabe o que é peculato.

Não se ensina na escola da polícia, já entendi. Nem isso, nem a Constituição.

Só prática à Rambo.




Aprende Carneiro

 Tu, Carneiro, aprende. 

É assim que se deve falar com toda a frontalidade. 

Deixa de ser mansinho.




Não dá

 Falar com um "agente" que sabe lá o que são autos, o que são fundamentos jurídicos e todo o resto. 

Eles só sabem usar os bastões, mais nada. 

Dialogar com gente prepotente à revelia dos tribunais? Não dá.




Estacionamento

 O Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, é local de estacionamento.

Agora até utilizam entradas junto ao parque(??) das crianças.