A ver vamos, como dizia o "ceguinho" do "Quebra Costas", em Coimbra.
E diz o governo, por meio de decreto-lei, mais decreto do que lei, que os internos que não ingressaram no Serviço Nacional de Saúde estão (??) também impedidos de desempenhar funções de tarefeiros. Será?
Entretantos, algumas organizações da classe já vieram dizer que, se houver restrições e incompatibilidades, os utentes do interior do país serão os que mais vão sofrer.
Perceberam?sexta-feira, maio 08, 2026
Eu também nunca esquecerei.
E, como não me esquecerei da frase: "Não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construir."
Este "líder" é um hipócrita e um nojo.
Desde quando agir contra gente desprezível e degradante é uma acção contra uma entidade?
Há cada imbecil.O patronato já ensaia
Isto é o que o pacote laboral do Montenegro quer aplicar aos trabalhadores em geral. "Greves era só das seis e meia às sete em frente a um cassetete" e "primeiro de Maio só de quinze em quinze anos" já dizia o Sérgio Godinho em "Arranja-me um Emprego" (álbum Campolide, 1979).
Ponto de vista
O dia 1.º de maio assinala o Dia do Trabalhador.
E dizemos "dia do trabalhador" e não "do colaborador". Importa, para começo de crónica, lembrar que trabalhador é, por definição, qualquer pessoa física que emprega a sua força de trabalho, manual ou intelectual, para produzir bens ou serviços, geralmente mediante uma remuneração, salário, e sob subordinação. Logo cai por terra o eufemismo de colaborador. Explicada esta posição, não apenas semântica, mas muito mais de relação de classe, sim, existem classes e cada vez mais. Importa que não se iludam os trabalhadores com expressões ocas e idiotas. Assim, o 1.º de Maio é um dia dedicado aos trabalhadores e às suas lutas por direitos consagrados em múltiplos fóruns e baseados em trabalhos científicos.
O 1.º de maio nasceu em Chicago, nos Estados Unidos da América do Norte, como resultado das péssimas condições laborais, que se baseavam maioritariamente em jornadas de quase 16 horas diárias e ordenados precários. A partir de então, Chicago e outras grandes cidades dos Estados Unidos da América do Norte viveram um período de duras greves, nas quais se exigia a jornada laboral de oito horas. Esta luta terminou com a vitória dos trabalhadores, mas sem que antes tenha existido o célebre massacre da polícia contra trabalhadores numa manifestação da qual resultou o encarceramento e condenação à morte de oito sindicalistas anarquistas, conhecidos como “os mártires de Haymarket”.
Lembrar que o dia 1.º de maio não se comemorava em Portugal, no tempo das ditaduras, e os trabalhadores que ousassem fazê-lo sofriam sérias represálias, prisões, cargas policiais e despedimentos. Só com 25 de abril de 1974 o 1.º de maio passa a ser comemorado e a ser feriado nacional.
Lembrar que em Portugal a tal jornada de trabalho de oito horas só viria a ser aplicada, e mesmo assim com muitos condicionalismos, dependendo sempre da consciência de classe dos trabalhadores, em maio de 1919, e que só em 1962 o Estado Novo decidiu estendê-la, também, ao trabalho nos latifúndios do Sul do país, após uma longa luta de cinco anos por parte dos trabalhadores agrícolas do Alentejo e Ribatejo.
E o que determina que, em 2026, século XXI, os trabalhadores tenham a necessidade de vir para a rua reivindicar muito do que se exigia no século XIX?
Desde logo as condições de trabalho. Os números não enganam. Se, por um lado, há mais portugueses a trabalhar, por outro, as condições de trabalho ficam aquém, como o país da União Europeia entre os que trabalham mais, mas recebem menos. A jornada de trabalho é longa e não permite o acompanhamento tão necessário aos filhos, o tempo de lazer e descanso tão útil na vida acelerada que esgota e causa doenças de idades mais avançadas a verificarem-se nos mais novos.
A tão apregoada distribuição da riqueza, que há riqueza e muita produzida pelos trabalhadores, tem uma péssima distribuição. Em Portugal, um trabalhador ganha menos 15 mil euros por ano em relação à média da União Europeia.
A precariedade é outro dos traços que persiste no mercado de trabalho nacional. Quatro em cada 10 jovens trabalhadores por conta de outrem têm contratos temporários, sem qualquer proteção de saúde, sem apoios, sem conseguirem constituir família, ter casa, no fundo ter uma vida digna. O que deixa Portugal entre os cinco países da União Europeia com maior incidência na precariedade no trabalho.
Como consequência, o medo de reivindicar, de se sindicalizar e de protestar aumenta nos locais de trabalho, público e privado. Proliferam os lambe-botas, o servilismo, o trabalho fora de horas sem qualquer remuneração, o retrocesso civilizacional — a escravatura dos tempos modernos.
E, não satisfeitos com o péssimo estado em que se encontra a vida do trabalhador, eis que o governo anuncia, contra os direitos dos trabalhadores, uma nova lei laboral. O Executivo quer alterar mais de 100 artigos do Código do Trabalho, sustentando-se na necessidade de modernizar e aumentar a competitividade do mercado laboral.
O sempre repetido e falso argumento que só possibilita alterar as relações de trabalho e, no fundo, baixar os salários, prejudicando, obviamente, quem se encontra numa posição mais frágil — o trabalhador.
A cada revisitação da lei laboral, assiste-se a uma redução do direito do trabalhador e reforça-se o poder do contratante.
Como disse George Bernard Shaw, “A escravatura humana atingiu o seu ponto culminante na nossa época sob a forma do trabalho livremente assalariado”.
Tenham uma excelente semana.
quinta-feira, maio 07, 2026
A riqueza de alguns é a pobreza de milhões.
A riqueza continua a crescer nas mãos de poucos:
Portugal no topo da desigualdade na União Europeia.
Na União Europeia, a pobreza alastra.
Imaginem noutros pontos do globo.
Uma vergonha.
"Não é a pornografia que é obscena, é a fome que é obscena." — José Saramago
À canalha da elite só lhe interessa a guerra, em todas as suas formas.
NOJO.Caso BPN em risco de prescrição por recusa de juíza já reformada.
A dita "Justiça" em Portugal está podre e cheira muito mal.
Tribunal ainda está a decidir uma inconstitucionalidade relacionada com o sorteio de uma relatora, a juíza conselheira Teresa de Almeida, que, entretanto, se jubilou há mais de um ano.Entretanto, os autos do processo do Banco Português de Negócios (BPN) estão à espera de uma decisão no Tribunal Constitucional há cerca de dois anos e quatro meses, devido a uma alegada inconstitucionalidade da rejeição de um incidente de recusa da juíza conselheira — processo que foi classificado como urgente.
Tão urgente que, quase dois anos depois, o Tribunal Constitucional recusou liminarmente o recurso e ainda demorou seis meses a reformar as custas do processo.
Se o caso fosse com um pobre cidadão, há muito estaria resolvido.
O caso Sócrates parado ou a andar para trás. Para trás, mija a burra!
Perdoaram uma multa aos «pobres» banqueiros.
E agora mais e mais prescrições.
Irra, cheira mesmo muito mal.
Já nem falo de processos sem que seja dado a conhecer aos interessados o número deles e nem notifiquem os queixosos das decisões judiciais.
Mas, se for para serem anunciados em pasquins e canais do lixo, tudo na hora.
As fraudes continuam.
Fingem ser diabéticos, com a concordância médica, e obtêm medicamentos a preços muito mais reduzidos e que faltam aos verdadeiros doentes.
Mas não é só a nível dos medicamentos para emagrecer.Agora há mais na lista de medicamentos em falta nas farmácias.
Muitos mais.
Até o "Tromalyt", um medicamento que ajuda na prevenção secundária de acidentes vasculares cerebrais, está em falta nas farmácias. E muitos mais.
Também por culpa do estreito de Ormuz?
E o vandalismo continua...
Agora numa paragem de autocarro.
Para além das frases nojentas, há muito escritas nos vidros do abrigo e nunca limpas pelos serviços camarários, agora um vidro quebrado.
O vandalismo continua.
Nada se aprende nas escolas, família e sociedade.O presidente da câmara da Guarda e os desfibrilhadores
E, no caso dos desfibrilhadores, também o presidente da câmara da Guarda tomou a palavra.
Diz que há desfibriladores em todos os equipamentos desportivos e logo a seguir acrescenta que há técnicos, com formação.
Mas isso não basta.
É que em alguns equipamentos desportivos há apenas um técnico com formação. No caso de necessidade de utilizar o equipamento e o técnico não estar, a falha pode ser fatal.
Diz e muito bem que compete ao INEM dar formação, seja lá onde for. Faltou dizer que também compete ao INEM a fiscalização dos equipamentos e, no caso de não existirem, haver o direito a serem aplicadas multas.
Lembrar à excelência que muitas das realizações desportivas no concelho nem ambulâncias, nem bombeiros, nem policiamento e, em algumas, nem desfibrilhadores existem.
Quanto ao "à risca" e às contas feitas, dizer que o valor avançado é um exagero. Partindo do pressuposto da existência de desfibrilhadores em todos os equipamentos desportivos, como Vossa Excelência disse.
Mas é por isso que a moção não fala em números. Fala na criação de um grupo de trabalho para se saber o real custo da iniciativa que pode salvar vidas.
Sabe, senhor presidente, é uma questão de vida ou de morte.
Mas, como disse o deputado Miguel Relvas, há "pessoas que não sabem ler as moções". Ler moções
A intervenção do senhor deputado Miguel Borges diz tudo: «Porque é que grupos parlamentares não sabem ler moções»!
Saber ler, sabem, senhor deputado. Só que não lhes convém aceitar as moções dos outros, já que eles nem uma única apresentam. E, quando as apresentam, são só bajulações ao chefe.
Já sabemos que a Assembleia Municipal da Guarda só delibera de tarde e o executivo e quem o apoia não recebem mandados.
Tudo explicado.
Vivam os porcos no espeto, o vinho a correr pelas goelas, festas e festanças da dona Constança.











