segunda-feira, março 30, 2026

Nojento

Marco Serronha é vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa e tem púlpito no comentário televisivo.
Portugal não pode ter na Cruz Vermelha alguém que advogue o lançamento de 3 bombas atómicas sobre o Irão, pelo que a pessoa em questão devia ser exonerada por despacho do primeiro-ministro e inclusive levada à barra do tribunal internacional. Ao que se chegou neste país. Intolerante e inadmissível.



A melhor do dia.

 


João Ferreira, do Partido Comunista Português, vem denunciar o que se passa na Câmara de Lisboa. Mas quantas não há em Portugal?
Diz João Ferreira: "O que terá o chefe que Moedas contratou para “confecionar refeições de qualidade superior” a dizer, por exemplo, da massada de “peixe” servida nas escolas da cidade?" Já não bastava um Isaltino. Há muitos neste Portugal a fazerem o mesmo que Moedas. Muitos mesmo. A PJ e o MP fiquem bem sentados nas secretárias, pois Isaltinos há muitos. Todos deviam estar a comer nos refeitórios das cadeias. Infelizmente, é a justiça que vamos ter. Esta é a "massada de peixe" servida em muitas escolas. Um nojo. Os alunos das escolas dos SEIS euros, que separam alunos do público dos «abençoados», comem disto?



Veneram?

Israel destruiu o mausoléu sagrado de Simão Pedro, apóstolo de Cristo, na aldeia de Shama, no sul do Líbano.
Como é possível haver gente que tem a certeza que Israel venera Cristo e respeita cristãos? É de uma ignorância absoluta. Deixai de ser idiotas.



Um nojo.

Sionismo cristão ou demência precoce?
Um nojo.



Saem todos da mesma pocilga!

E comem da mesma pia.
O homem do balde bem que os alimenta.



Ninguém escapa à invasão de parasitas.

Baratas, ratos, pulgas e outros parasitas invadem o país e, mormente, o dito "Palácio de S. Bento", residência oficial do primeiro-ministro de Portugal.
Já começa a ser hábito certos personagens estarem sempre a coçar-se. Lembrar que a Peste Negra teve a sua origem na falta de limpeza na Europa da Idade Média e foi preciso os árabes ensinarem hábitos de higiene, entre eles o banho diário, para que a peste diminuísse. Ao preço a que estão a água, o gás, a eletricidade e o sabão, a falta de limpeza vai-se acentuando.



A receita do IMT nunca cresceu tanto como no ano passado.

Foram mais de 432 milhões de euros.
Segundo o insuspeito Eurostat, o valor das habitações aumentou 169% durante a última década. Quem se pode admirar dos porcos no espeto, das "minis", do vinho e das festas e outros eventos altamente patrocinados pelos regedores? Fatos de treino, equipamentos variados, sapatilhas, hospedagem, refeições pagas a qualquer parasita. Oh, Isaltino, não és único nem é exclusividade da tua paróquia. Ontem vi um com equipamento novo; todos os dias estreia um equipamento novo, com óculos de sol para se sentir protegido e com uma sacola «à maneira» a tiracolo, a preparar-se para mais uma estadia desportiva. Escusas de te disfarçares. TODOS já te conhecem e a forma como és apadrinhado pelo regedor e afins. Transporte e estadias. É fartar vilanagem!



domingo, março 29, 2026

Genocídio

Os assassinos de Israel continuam o genocídio em Gaza.
Mais 700 mortos.
Cruéis assassinos.



BTT e a destruição do parque - parte VI


E, por fim, a tal «cerejinha» no cimo do bolo: pastel de nata.
Como o espaço é público e para evitarem mais problemas, colocaram cartazes de «trânsito condicionado».
Trânsito condicionado para quem?
Os utilizadores do parque? O espaço, por muito que vos custe admitir, é PÚBLICO.
É que, se o trânsito fosse vedado, mesmo aos utilizadores, onde estaria o policiamento? Não havia.
Mesmo assim, ainda houve viaturas dentro do parque.
Cuidado, já houve problemas noutras alturas.
Se bem que os poderes instalados querem calar a situação.



BTT e a destruição do parque - parte V

E as «escolas», desde Loulé até Alpiarça e muitas mais, fizeram-se representar com as habituais tendas. Mais e mais combustível gasto.
Paga contribuinte.




BTT e a destruição do parque - parte IV

Para além dos altos patrocínios da Câmara Municipal da Guarda, também a Federação de Ciclismo marcou presença.
Ao preço a que estão os combustíveis, as deslocações não devem ter sido baratas. Paga contribuinte.




BTT e a destruição do parque - parte III

Até fizeram a instalação de um insuflável. Sem utilidade nenhuma. Os espectadores foram em número reduzido e os participantes mais interessados em darem «voltas» ao circuito e terrenos adjacentes.






BTT e a destruição do parque - parte II

Nos dias anteriores, lavraram relvados do parque, colocaram fitinhas, marcaram o percurso com varapaus e, imagine-se, arranjaram a máquina para lavar bicicletas.
Tudo feito com funcionários da Câmara Municipal da Guarda, transportados em viaturas do município. Ao preço que está o combustível, o custo deve ter ficado a bom preço. O contribuinte que pague. Dias sucessivos em que os trabalhadores camarários foram destacados para a montagem do espetáculo. Destruição do parque. Não fizeram falta noutros serviços? São muitos, claro...