terça-feira, agosto 18, 2026

Transportes sem condições

 Na última publicação falei da falta de condições para um qualquer cidadão, com mobilidade reduzida, se deslocar a uma praia.

Pois agora imaginem um mini autocarro aqui pela Guarda, com exíguas condições para transportar cidadãos, ter que transportar alguém com mobilidade reduzida.

Não pode fazê-lo.

Se até o pneu sobressalente está dentro do habitáculo, como admitir uma pessoa com mobilidade reduzida a ser transportada?

Só me resta fazer queixa a quem de direito. 

Se, por um acaso, obtiver resposta, obviamente.

É que «isto» anda tudo ligado.




Filhos de um Deus menor.

Portugal é um dos muitos países do mundo que desconsidera os cidadãos com mobilidade reduzida.

Mas bandeirinhas azuis não faltam.

Idiotas.



Justiça?

 Mais um louvor para o judicial.

Atrasos, caducidade, interpretações abusivas, exercício do poder de forma arbitrária, sempre na defesa dos mais fortes.

O que esperar?

Uma dúvida me faz cogitar.

Haverá interesses para alguma ou algumas das partes?

É que, desde que li que o Direito é uma interpretação, dito por um professor do curso, fico sempre com muitas dúvidas.

Mais uma.




Culpados

Este crime horrendo é o exemplo perfeito de como as instituições não funcionam em Portugal.

Deixem-se de tretas e de passar culpas.

Se a situação financeira da família, se de família se pode chamar, era difícil, o desleixo, a falta de resposta a todos os níveis de todas as instituições é nojento.

Repito: nojento.

Tudo falhou e tudo falha em Portugal.

As mais variadas instituições dizem, para sacudir a água dos capotes onde se escondem e dormem o sono dos covardes que acompanhavam a «família».

Acompanhavam?

Como? Se aconteceu o triste desenlace.

Não mintam.

Tenham um pingo de vergonha.

A incompetência é total e ainda será pior com a formação nefasta que vão recebendo.

Bem sei que «casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão».

Ninguém da família tem razão, mas a sociedade tem toda a culpa. Pior, o sistema que sustenta a sociedade ainda tem mais culpa.

Revoltado.



Há ministro ou mistério?

Ministério Público investiga morte de ciclista durante Volta a Portugal.
Elucidativa e comprometida a explicação do senhor tenente-coronel Carlos Canatário, porta-voz da GNR, numa entrevista à RTP.
O senhor porta-voz revelou que o condutor se encontrava parado num acesso à EN306, enquanto decorria a passagem da prova.
De acordo com o responsável, o homem terá pedido indicações a pessoas que assistiam à corrida e que lhe disseram que os atletas já tinham passado e que podia avançar.
Face a estas declarações e perante o silêncio do Ministério da Administração Interna, o Ministério Público não podia ficar quedo.
Digo eu.
Mas já alguém ouviu o Neves sobre tanta coisa que aconteceu e está a acontecer com polícias, bombeiros e outras situações preocupantes que dizem respeito à área do «seu» ministério?
Ainda há ministro?



Os tachos são mais que muitos.

A nível nacional, mas principalmente a nível local.

Em dezembro de 2011, a administração central empregava 551.373 pessoas, contra 571.859 atualmente, uma subida de 20.486 postos de trabalho, ou 3,7%. 

Dentro da administração regional e local, o crescimento é particularmente acentuado na administração local. Os municípios e restantes entidades da administração local empregavam 124.504 trabalhadores no final de 2011 e passaram para 145.773 em junho deste ano, mais 21.269 postos de trabalho, correspondentes a um aumento de 17,1%.

O crescimento local ocorreu sobretudo nos municípios, nos serviços autónomos da administração local e nas freguesias.

Nos municípios, entraram mais 2.507 trabalhadores no espaço de um ano.

Vivam os porcos no espeto, as bejecas e o vinho!

Em sentido contrário, houve uma redução de trabalhadores nas administrações regionais dos Açores e da Madeira e nos fundos de Segurança Social.

Com um pormenor que importa não descurar e que explica o aumento desmesurado da despesa pública.

Toda a «tachada» com ordenados muito para além dos 3 000 euros.

Percebem agora a referência de Montenegro no discurso do Pontal a tais «tachadas»? 

Montenegro referiu que o aumento médio de tais vencimentos se fica a dever à qualidade e currículo dos novos contratados. 

E se falasses verdade, Montenegro?

A maioria, se não mesmo a totalidade dos tachos, foi para jovenzinhos do aparelho partidário. Não queiras iludir.

A remuneração base média subiu 5,6% e o ganho médio avançou 5,5% em termos homólogos. Mas falamos de média e não de mediana. O que, como sempre, ilude os cidadãos.

Tudo explicado.



Federico García Lorca

 Caso ainda desconheçam Federico García Lorca e perguntem por que o mataram.

Ele não morreu "por causa da guerra". Não foi uma vítima aleatória do caos. Foi preso e fuzilado por aqueles que se insurgiram contra a República.

Poeta, dramaturgo, intelectual. Defensor da cultura e de uma Espanha que não cabia naquela que os rebeldes tentavam impor.

"Serei sempre um defensor dos pobres."

Federico García Lorca

1898–1936



Os tachos são mais que muitos.

A nível nacional, mas principalmente a nível local.

Em dezembro de 2011, a administração central empregava 551.373 pessoas, contra 571.859 atualmente, uma subida de 20.486 postos de trabalho, ou 3,7%. 

Dentro da administração regional e local, o crescimento é particularmente acentuado na administração local. Os municípios e restantes entidades da administração local empregavam 124.504 trabalhadores no final de 2011 e passaram para 145.773 em junho deste ano, mais 21.269 postos de trabalho, correspondentes a um aumento de 17,1%.

O crescimento local ocorreu sobretudo nos municípios, nos serviços autónomos da administração local e nas freguesias.

Nos municípios, entraram mais 2.507 trabalhadores no espaço de um ano.

Vivam os porcos no espeto, as bejecas e o vinho!

Em sentido contrário, houve uma redução de trabalhadores nas administrações regionais dos Açores e da Madeira e nos fundos de Segurança Social.

Com um pormenor que importa não descurar e que explica o aumento desmesurado da despesa pública.

Toda a «tachada» com ordenados muito para além dos 3 000 euros.

Percebem agora a referência de Montenegro no discurso do Pontal a tais «tachadas»? 

Montenegro referiu que o aumento médio de tais vencimentos se fica a dever à qualidade e currículo dos novos contratados. 

E se falasses verdade, Montenegro?

A maioria, se não mesmo a totalidade dos tachos, foi para jovenzinhos do aparelho partidário. Não queiras iludir.

A remuneração base média subiu 5,6% e o ganho médio avançou 5,5% em termos homólogos. Mas falamos de média e não de mediana. O que, como sempre, ilude os cidadãos.

Tudo explicado.




segunda-feira, agosto 17, 2026

Verdade

“A tentativa desastrosa de Portugal de digitalizar a correção de provas escolares desencadeou a pior crise educacional do país em décadas.”

Quem o diz não é nenhum lambe-botas.

É o "The Guardian".



A ministra da Saúde não é incompetente.

Desempenha, e bem, o que o PSD de Luís Montenegro espera dela.




Desperdício

Já aqui tenho falado da necessidade de aprendermos TODOS a poupar a água, esse bem natural que, sem ele, a vida acaba.
Mas há canalha que não entende.
Pior, canalha com responsabilidades.
Regarem uma pista de saltos de bicicletas?
Não há pachorra para tanta imbecilidade.







Mais um insólito no Parque Urbano do Rio Diz.

Como se sabe, há segurança no parque.

No entanto, algumas vezes o executivo camarário desloca os seguranças ou para guardar o Pai Natal ou para assegurar espaços noutras festividades.

Hoje pela manhã não houve segurança no parque.

Nenhum segurança.

Razão?

Desconhecida.

Nenhuma informação aos munícipes, como é hábito.

Donos, reis e senhores feudais.

A falta de segurança determinou que as casas de banho ficassem fechadas e o parque infantil fechado, apenas com a entrada pelo café.

Assim se desconsideram os munícipes.

Já habituados.

Só temos o que merecemos. 










Naquilo que uns idiotas chamam de «volta a Portugal», aconteceu um acidente mortal.

Como é habitual em Portugal, a culpa morre sempre solteira.

Não basta um tenente-coronel dizer que não havia nenhum militar no local porque não era um dos locais que tinha sido priorizado na avaliação que tinha sido feita.

Tem que haver um militar em todo e qualquer local, senhor tenente-coronel?

Ainda se refere a uma sinalização. Que sinalização?

Removida?

Não basta endossar as condolências à família. É preciso que todos assumam as suas responsabilidades.

Não se escondam nas posições de figuras secundárias. 




E o genocídio é para continuar.

Ministro israelita Ben Gvir defende assassinatos seletivos de "30 a 40 pessoas por noite" em Gaza.

E a comunidade internacional cala-se.

O criminoso vai mais longe. 

Diz que: “Há pessoas ali que não merecem viver. Não deveriam viver. Nem sequer são pessoas.”

Isto é uma declaração de morte ao povo palestino.

Será assim tão difícil de perceber?

E o criminoso de direita vomita ainda mais ódio.

Disse discordar da redução dos ataques israelitas e voltou a defender a expansão dos colonatos judaicos na Faixa de Gaza. “Considero que toda a Gaza é nossa”, afirmou. 

O ministro defendeu “a maior emigração possível” de palestinianos, bem como a criação de colonatos em toda a Faixa de Gaza, acrescentando, sobre os membros do Hamas: “Para os terroristas, nada de emigração, nada, simplesmente matá-los um por um.”

Um nojo de canalha.