quinta-feira, abril 30, 2026

As investigações ao célebre caso Costa são anedóticas.

O Ministério Público, e toda a "malta" que o acompanhou, revelaram, mais uma vez, incompetência e outras adjetivações que não vou fazer, dado que não quero e nem tenho paciência para sustentar burros a pão de ló.
Demoraram 2 anos a encontrar escuta do Costa! Brilhante. E será que é mesmo a escuta procurada? Dizem que o Costa foi "apanhado" a mentir sobre o projeto de Sines! E, finalmente, a cerejinha no topo do bolo. As notas apanhadas no gabinete do Escária tinham impressões digitais de 4 polícias e de uma quinta pessoa "desconhecida". Ou seja, estão conspurcadas. Não servem como provas. Por que manusearam as notas sem luvas? Não as tinham? Tudo, mas mesmo tudo, muito estranho. Posso questionar? É-me permitido? Obrigado! Por fim só gostava de saber o que ensinam nas escolas de polícia? Um qualquer cidadão, minimamente inteligente, na presença de tais provas, nunca lhes tocaria, dado serem provas úteis ao processo. Não tenho a menor dúvida. Mas isso eram cidadãos minimamente inteligentes, pois.



E o regabofe nas escolas continua.

Depois que os espetáculos não aconselháveis a menores foram realizados nas escolas com consentimento de "diretores" e sem qualquer sanção do ministério, eis que agora, tardiamente, o senhor Fernando Alexandre agiu.
Mandou que as escolas suspendessem atividades com uma associação, dita sem fins lucrativos, acusada de vender cursos às famílias, ao sábado reabrindo as escolas para tal divulgação e negócio.
Os cursos vendidos às famílias, e já aqui relatados, pertenciam à
Associação Internacional Lusófona para a Educação acusada de utilizar as escolas como plataforma de venda de cursos, sob o pretexto de serem projetos educativos.
Diz-se que o ministério do senhor Fernando Alexandre está a acompanhar a situação por meio da Inspeção-Geral da Educação e Ciência.
Então que acompanhe tudo, se não der muito trabalho.
É que há outras situações deveras inaceitáveis que vão acontecendo.



Insulto

Certos pasquins, quando não têm notícias ou quando querem insultar os portugueses, trazem para as primeiras páginas assuntos que todos já percebemos as reais intenções de determinadas ações e opções. Por mais nojentas e aberrantes que possam parecer.
Esta é uma delas. A naturalização do «senhor» é muito fácil de explicar e todos a perceberam. Nacionalidade portuguesa atribuída em apenas dois meses e meio? Falhas no controlo? A investigação, mas há investigação? A dita cuja ainda não chegou a conclusões. Não chegou nem chegará. Basta de insultar os portugueses. Dúvidas sobre o papel das autoridades portuguesas? Deixa-me rir.... Todas estas questões fazem-me rir, por um lado, mas enojam-me por outro. Mas onde é que não há conclusões? Onde falta o petróleo. Os imigrantes que estão em Portugal há anos e anos ainda têm a sua naturalização por resolver e outros já foram recambiados para o país de origem. Não queiram insultar mais a inteligência dos portugueses.



Ponto de vista

É quase impossível, numa crónica que se quer concludente, de fácil e rápida perceção, não muito repetitiva e suficientemente tenaz para atingir os alvos pérfidos de uma sociedade em profunda desagregação, dizer o que, há 52 anos, o tempo histórico fez. Em dias, fizeram-se anos. A revolução estava na rua, nos campos, nas fábricas, nas escolas, em suma, no país inteiro. Era o tempo das palavras e da música como as de Sérgio Godinho, que ecoavam pelas telefonias, nos comícios e encontros — a liberdade. “Viemos com o peso do passado e da semente/ Esperar tantos anos torna tudo mais urgente/ e a sede de uma espera só se estanca na torrente/ e a sede de uma espera só se estanca na torrente/ Vivemos tantos anos a falar pela calada/ Só se pode querer tudo quando não se teve nada/ Só quer a vida cheia quem teve a vida parada/ Só quer a vida cheia quem teve a vida parada/ Só há liberdade a sério quando houver/ A paz, o pão/ Habitação/ Saúde, educação/ Só há liberdade a sério quando houver/ Liberdade de mudar e decidir/ Quando pertencer ao povo o que o povo produzir”. Sim, era o tempo da liberdade de ter pensamento próprio, do fim do “cuidado com os pensamentos”; “cuidado com a língua”; “vê lá o que dizes”, do “estar caladinho” para salvar a pele e a alma, o sustento e a sobrevivência. Era a utopia que varria o país. Demitiram-se os capangas que, a troco de míseros tostões, denunciavam à polícia política das ditaduras colegas de trabalho, vizinhos com os quais se embirrava, as conversas de café ou noutro lugar. Os bufos e os inspetores eram os senhores e donos do país. O trabalho finalmente era dignificado. Decretou-se o pagamento das horas extraordinárias, do trabalho fixo, do subsídio de férias e de Natal, limites ao trabalho noturno e ao fim de semana, sem trabalho — que era para descansar e ser feliz —, o direito à greve sem restrições nem pré-avisos ou serviços mínimos, e tetos aos salários dos gestores. Promoveu-se a eleição democrática de comissões de gestão nos mais diversos locais de trabalho. As escolas privadas foram transformadas em escolas públicas. O currículo devia ser integral e igual para todos, ricos e pobres, era o fim da classificação de liceus e escolas industriais e comerciais. O elitismo caía por terra. Apenas escolas públicas com os mesmos currículos. Esses dias de revolução, de “só quer a vida cheia quem teve a vida parada”, faziam com que a vida fosse festa, não sacrifício. Em que a saúde passou a ser um direito de todos. Foi isto a revolução, nascida, como salienta, e muito bem, a professora doutora Raquel Varela, “da desobediência ao Movimento das Forças Armadas, que, no dia do golpe de estado, disse à população que ficasse em casa, em sucessivos comunicados.” Fim de citação. Este vigor igualitário e livre, esta democracia real que se viveu entre 1974 e novembro de 1975, como nunca existira igual na história do país, é isso que o casamento entre liberalismo austeritário e fascismo agora quer derrotar. Por isso, a luta contra o pacote laboral, pela carreira docente pública, pelo Serviço Nacional de Saúde, pelos transportes públicos e gratuitos, contra a guerra e o seu financiamento não é apenas um museu de conquistas de Abril – muitas das quais se perderam para tantos que não sabem o que é segurança no emprego, direito a uma casa, uma família e paz. A festa é contra o fascismo e a guerra, por uma casa para todos, por emprego digno com direitos e salários justos, pela liberdade toda ela, desde logo a de pensar sem amarras, do direito a dizer não. De sermos, todos, mas mesmo todos, felizes, e não apenas a elite que se vingou no mês de novembro. Nas palavras de José Mário Branco, “o mês em que estragaram a nossa festa”. Mas resistimos e resistiremos até que a mudança se dê, assim o povo o queira.
Tenham uma excelente semana.



Assembleia Municipal da Guarda

Ontem, dia 29 de abril de 2026, aconteceu mais uma Assembleia Municipal da Guarda.
Como tem acontecido, desde que o sistema informático, sem justificação plausível dada aos munícipes, colapsou, e já lá vão quase 4 meses, não há Edital e os documentos que por lei, ainda não a mudaram (???), devem ser dados a conhecer aos munícipes, continuam a pertencer à elite. Assim vamos assistindo ao circo. Ontem muitos números circenses, como é habitual. Deles daremos conhecimento em futuras publicações. Não faltará a "charanga" com música a compasso, os andores e as celebérrimas oferendas ao patrono. Há cenas verdadeiramente hilariantes e serão documentadas para se aquilatar da paupérrima atuação de alguns protagonistas. A seu tempo.



Ilusionistas

E os governantes em Portugal, a elite do «chinelo», continuam a distribuir discursos nojentos e falsos em benefício próprio.
Uma ministra do Trabalho - já deviam ter mudado o nome para ministério do capital - vem dizer que a revisão laboral é uma reforma essencial. Essencial? Para quê? Diz a «dama» que, sem a reforma, "dificilmente" se ultrapassará os indicadores que "continuam a colocar Portugal na cauda da Europa". Já ouvimos este mesmo discurso noutros tempos e continuamos a marcar passo. Deixe-se de iludir os cidadãos. Não é com miséria e exploração desenfreada que a economia cesce. Reforma laboral, a par da reforma do Estado e da reforma fiscal, é essencial para “convergir com a Europa”, diz o governo do Montenegro. E onde fica a corrupção? Digam-no frontalmente. Sem fiscalização prévia do Tribunal de Contas? A roubalheira vai aumentar desmesuradamente. Deixem de ser rídiculos e ilusionistas. Já o Ministro da Defesa, ou também já é da Guerra, diz que "Não há NATO sem Estados Unidos". Agora já aprendeu o que é o Tratado do Atlântico Norte? Umas aulinhas fizeram-lhe bem.



A propósito!

A crítica não nasce de forma espontânea; ela constrói-se.

E Antonio Gramsci já nos alertava sobre isso muito antes da era dos algoritmos e das opiniões instantâneas.

Vivemos num tempo em que pensar é quase um ato de resistência. Entre discursos mastigados, verdades rápidas e informações superficiais, desenvolver um olhar crítico é, mais do que nunca, um gesto de autonomia.

Para Gramsci, educar, despertar consciências, alertar para os perigos do dormir em cima de ilusões, de acreditar sem questionar, de viver na caverna, não é apenas transmitir conteúdo: é formar cidadãos. É ajudar o indivíduo a compreender a realidade social em que está inserido, questionar estruturas e perceber que nada é tão neutro quanto parece; é ajudá-lo a crescer civicamente.

A verdadeira educação, formal, informal e não formal não adestra. Ela inquieta, provoca, desestabiliza certezas e mostra que o «reizinho» vai nu. Ele e todo o séquito. E por isso a elite detesta a verdadeira educação.

E talvez seja esse o maior desafio do nosso tempo: formar cidadãos que não apenas consumam o mundo, mas que sejam capazes de interpretá-lo — e transformá-lo.

Porque pensar dá trabalho. Mas não pensar custa muito mais.




A corrupção em Portugal aumenta de forma exponencial.

Mais uns quantos.
Se algum cidadão procura denunciar, é logo acusado de antidemocrático, de mal com a vida ou até de invejoso. Eu tenho-lhes nojo, repulsa. Nunca quereria pertencer à gatunagem corrupta e calar-me. NUNCA! Para a canalha esta democracia é uma forma expedita de fazer fortuna em prejuízo de milhões que vivem na miséria. Uns "chinelões". Será que os milhões de portugueses nunca irão perceber o que se passa? IRRA!



terça-feira, abril 28, 2026

Imundice

E o lodo retirado de um dos lagos do Parque Urbano do Rio Diz, que é apenas uma ínfima parte, vai sendo amontoado nas margens. Dizem que por ali ficará até secar (???).
Seca vão ter os utentes do parque a olharem para a imundice que por ali vai ficando. Quando o cheiro nauseabundo se juntar aos cheiros pestilentos já existentes dos dejetos não apanhados nos trilhos, do resultante do parque dos cães e cadelas e da ETAR, o ambiente vai ser insuportável. O conforto dos gabinetes, com ar-condicionado, sem preocupação do que vai acontecendo no concelho, é bem mais agradável. Pois então!




Ambiente escolar?

Desde janeiro de 2021, a Inspeção-Geral da Educação instaurou 824 processos disciplinares a professores e diretores.
Destes, 140 resultaram em sanções, incluindo a demissão de 11 docentes e a cessação da comissão de serviço de um diretor. Os principais fundamentos para a abertura de processos, segundo o Ministério da Educação, são irregularidades administrativas, situações de assédio e agressões. Contudo, os sindicatos alertam para um aumento significativo das queixas de pais relacionadas com avaliações e comportamentos em sala de aula. Os pais e encarregados de educação (??) chegam a apresentar queixa à PSP pelo professor ter gritado com o filho, e há um caso que chegou a tribunal porque um encarregado de educação exigia que o filho, aluno do 1.º ano, tivesse “Muito Bom” em Estudo do Meio em vez de “Bom”. Os pais ganharam um poder desmesurado, e é resultado da forte dependência dos diretores face às associações de pais e encarregados de educação (??). Pior, muito pior, a conivência do ministério de um Fernando Alexandre. Um dos casos relatados é o de uma professora do 1.º ciclo há quase quatro décadas, alvo de processo após a mãe de um aluno denunciar que a docente teria chamado “queixinhas” ao filho. O processo foi arquivado seis meses depois, por falta de prova, mas a professora foi suspensa de imediato e impedida de aceder à escola, incluindo para recolher pertences pessoais. Apesar de considerada apta para o serviço por junta médica em abril de 2025, relata ter sido “intimidada” pela diretora para permanecer de baixa até o final do ano letivo, ouvindo: “É para te proteger ou ficas por tua conta”. A docente afirma que nunca foi formalmente ouvida nem teve acesso à acusação, dizendo-se “totalmente injustiçada e impotente”. No final do ano, pediu mudança de agrupamento. Acusações, na sua maioria, resultam de queixas de pais relativas a classificações (???) atribuídas, enquanto, no caso dos diretores, predominam reclamações sobre ofertas de escola, distribuição de horas extraordinárias e horários. O regabofe completo. Ainda há algum jovem a querer ser professor num ambiente destes? Nota: Não deviam existir classificações, mas sim avaliações. Depois não há notas. Ou será que há? 10 euros ou mais? Aprendam alguma coisa.



Mitra e o Salazar

Não foi Salazar a limpar, foi a esconder. Foi ocultação de pobres, doentes e crianças varridos para a Mitra para esconder a miséria.
Lembram-se ainda de quem pediu 3 Salazares?



Ridículo.

E que tal fazerem tal "exercício" no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda?
Mas com palanque e distribuição das famosas medalhinhas e coleiras. Não só as dos cães e cadelas, obviamente. Lodo, lama e sujeira não faltam. Aproveitem a ideia, avancem. Vão ter muitos assistentes, com toda a certeza. Ridículo.



Novela

Como era de prever e sem necessidade sequer de abrir os códigos que os "lentes" usam para proteger os poderosos, os crimes prescreveram.
Já se supunha que este seria o fim «desejado».
O Sócrates e, por arrastamento, o caixeiro de meias natural de Lagarelhos, Vilar de Ossos, Vinhais, viram o processo do "Vale do Lobo" prescrito.
Nome deveras interessante. Haverá covil? Nem se duvida. É fartar vilanagem.
O circo terminou.
Parabéns ao Ministério Público, aos juízes e à restante banda do casaco.
O «povinho» viveu de ilusões. Houve uns que ganharam muito dinheiro com a novela.
E, por fim, mas não menos importante, parabéns à qualidade de ensino que vai sendo ministrada por certa canalha elevada à categoria de doutores das leis.
Venha a próxima, que o povo tem sempre que estar entretido. Só o futebol não chega!



Roubo

E não me venham com a conversa da treta dos poços na Namíbia ou dos lucros no Brasil.
Ide enganar a vossa tia. Roubo declarado aos cidadãos em Portugal, mesmo com a exploração desenfreada por outras paragens. Sim, a exploração continua. Só não acredita quem é acéfalo.