Quinta-feira, Julho 16, 2009
Quem avisa......
Depois das escolas; depois dos falsos moralistas; depois das tiazinhas do burgo eis que..... uma nota interna intitulada "Informação orientadora de vestuário profissional", distribuída na empresa PT Pro (ligada ao grupo PT) e divulgada na imprensa impõe a forma como os trabalhadores se devem vestir quando estão ao serviço, entre segunda e quinta feira.Ou seja, a empresa PT Pro, do grupo PT, impõe normas de vestuário que incluem a proibição de minissaias ou calças descaídas.
De acordo com estas orientações, cada trabalhador deve vestir "de formas sóbria e formal" e de "nunca descuidar a aparência", uma vez que "uma imagem cuidada é fundamental para o estabelecimento de uma relação de confiança e para uma boa receptividade dos serviços" prestados.
De acordo com estas orientações, cada trabalhador deve vestir "de formas sóbria e formal" e de "nunca descuidar a aparência", uma vez que "uma imagem cuidada é fundamental para o estabelecimento de uma relação de confiança e para uma boa receptividade dos serviços" prestados.
Assim, os trabalhadores da PT Pro não devem usar minissaias, calças "de cintura muito descaída", jardineiras, chinelos ou ténis.
Mas, às sextas feiras, dia do "Business Casual" (??), é recomendada a utilização de calças de ganga, pólos e camisas.
Onde é que vamos mesmo parar?
Depois da «falhada» compra da Media Capital por parte da PT, com o Sócrates pelo meio, surge agora a tentativa de IMPOSIÇÃO da forma de vestir dos trabalhadores.
Só controlo......
De controlo em controlo até à DITADURA!!!
Continuidade em ...serviço
Já aqui escrevemos sobre as «promoções» da nora da Governadora Civil da Guarda, na escola superior de saúde.«Promoções» meteóricas.
O que não foi dito, nesse post é que a dita «nora» é licenciada em sivicultura.
Um lapso da nossa parte, claro está!!!
Agora, responda quem souber: o que faz uma sivicultura numa escola de saúde???
Pois é, coisas de plantações!!!
Terça-feira, Julho 07, 2009
Vamos lá às avenças!!!
Mas que concórdias senhor Sócrates??
Estas:
Fernando Gomes deverá auferir um salário na ordem dos 15 mil euros por mês
Luís Patrão ganha 7000 euros por mês na TAP
Armando Vara promovido na CGD quando já estava no BCP
Luís Patrão ganha 7000 euros por mês na TAP
Armando Vara promovido na CGD quando já estava no BCP
Ou será que andam por aí, no concelho da Guarda, avenças bem curiosas???
Serão aquelas que ameaçam cidadãos com a GNR, pelo simples facto de mostrarem, civilizadamente, a sua indignação pela arrogância, prepotência e tachos distribuídos pelos amigos do PS??
A forma de fazer política do Sócrates também faz escola aqui pela Guarda!!!
Eles andam por aí a espalhar o medo!!!
Segunda-feira, Julho 06, 2009
No covil dos lobos, não há ateus!
Passado o tempo das cerejas, com as eleições europeias, surge a época dos santos, ditos populares, com sardinha assada e pimentos a gosto do freguês.
Só que, neste arraial a raia miúda não entra. Assiste, expectante, ao “forró dos caretos” do costume.
Confirmou-se que durante oito anos, entre 1999 e 2007, cinco membros do Conselho de Administração do BCP conseguiram esconder um esquema de manipulação de acções que, de acordo com a acusação do Ministério Público, causou um prejuízo de 600 milhões de euros ao banco. Cinco administradores do topo da hierarquia são acusados de manipulação de mercado, falsificação da contabilidade e burla qualificada.
A desvalorização dos títulos nunca foi devidamente contabilizada pelo BCP, que escondeu os prejuízos, razão pela qual, os ex-administradores podem vir a responder pelo crime de falsificação da contabilidade.
Só que, neste nosso querido Portugal, para alguns o crime compensa.Ao esconderem os prejuízos, os cinco ex-responsáveis puderam receber 24 milhões de euros em prémios de gestão, e daí a acusação de burla.Recorde-se que, no parlamento foi criada uma comissão de inquérito para apurar a verdade sobre o caso BCP. Mas muitas das perguntas ficaram sem resposta, porque os principais responsáveis pelas fraudes escudaram-se no segredo profissional ou de justiça para justificar o silêncio face ao parlamento. Bloco de Esquerda e PCP exigiram o levantamento do sigilo profissional mas PS e PSD opuseram-se, impedindo a investigação de ir até ao fim. O processo teve início em Dezembro de 2007 e só agora, uma ano e meio depois, foram deduzidas acusações.
Tempo de mais!!!
E, para quando o julgamento?
Talvez para outros tempos de folias.
Acredita-se e credita-se nas contas da justiça mas mais e mais nas outras, dos paraísos fiscais, ilhas Cayman e off-shores. Os do costume, BCP, PPN e BPP!!!
Só que o País vai agonizando.
Ficou-se a saber, que Portugal é o país da União Europeia onde a taxa de mortalidade das empresas é mais elevada. A vontade de ter um negócio próprio é grande, mas a realidade mostra que apenas 30% das empresas se mantém em actividade no fim do primeiro ano de vida.
Os números sobre a criação de novas empresas mostram que Portugal é o terceiro país da União Europeia com a mais elevada taxa de natalidade empresarial (14,2%), mas mostram igualmente que a taxa de mortalidade (encerramentos) é a mais alta (14,8%), por comparação com a realidade dos 18 estados-membros para os quais existem dados semelhantes.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística confirmam a fragilidade estrutural da nossa economia e, nalguns casos, o parasitismo e oportunismo de muitos que olham mais para os apoios e menos para consecução das práticas empresariais.
A crise não explica tudo!!
As desigualdades sociais determinam que se ocupe a cauda da tabela europeia de bem-estar infantil. Vergonha nacional!
Portugal ocupa os últimos lugares entre os países europeus, relativamente ao bem-estar infantil. Em termos de Educação somos mesmo a terceira pior nação. Os apoios apenas conseguem eliminar 5% da pobreza infantil que era de 21% em 2006. Segundo o estudo que utiliza dados oficiais da União Europeia, a pobreza atinge mais os jovens entre os 0 e os 17 anos do que a população em geral.
O estudo indica que, em 2006, ainda antes de entrar em cena a crise económica que actualmente atravessamos, existiam 21% de crianças a viver abaixo do limiar da pobreza - em lares com menos de 60% do rendimento médio nacional, mesmo após a obtenção de apoios e subsídios.
Ainda de acordo com os dados do trabalho, perto de um terço das crianças portuguesas habita em lares com falta de bens consumíveis e 39% vivem com constrangimentos financeiros.
A isto chama-se convergir? Convergir com países do oitavo mundo?
Mas, se a nível nacional o descalabro social é o conhecido, que dizer dos números assustadores do aumento das famílias carenciadas no distrito da Guarda?
Segundo dados publicados pela comunicação social regional, verificou-se um aumento de 16% no número de famílias a receberem o Rendimento Social de Inserção (RSI) no nosso distrito. O número de pessoas a recorrer à Caritas Diocesana da Guarda, à procura de alimentação, roupa e ajuda financeira, duplicou desde Novembro do ano passado.
A situação é de tal ordem que, a manter-se esta tendência, a instituição poderá não conseguir dar resposta a todas as solicitações e esgotar os seus recursos.
A Guarda aparece como um dos casos mais preocupantes a nível nacional, registando das mais graves situações de pobreza.
A explicação para estes números estará no desemprego que atinge muitas famílias na região.
Esta é a realidade social que alguns pretendem escamotear.
Nela se inclui, obviamente, um poder local que tem miragens, que se deveria comprometer com o desenvolvimento de toda uma população, forja na economia doméstica “virtuosas” dívidas de milhões de euros.
Esta dissimulada economia doméstica, completamente falida e incoerente, “virtuosamente” estéril, escandalosa na sabotagem dos sonhos de vida e de futuro de um povo e de um concelho.
Uma classe política que constrói castelos de cartas com a vinda de secretários, secretárias das secretárias e até um primeiro-ministro que perde tempo a «colocar» uma pedra, num hospital que de remendo em remendo, já se não reconhece o pano original.
Não o prazer, não a glória, não o poder: a liberdade, unicamente a liberdade, in Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.
Artigo publicado no jornal «O Interior», no dia 2 de Julho 2009.
Só que, neste arraial a raia miúda não entra. Assiste, expectante, ao “forró dos caretos” do costume.
Confirmou-se que durante oito anos, entre 1999 e 2007, cinco membros do Conselho de Administração do BCP conseguiram esconder um esquema de manipulação de acções que, de acordo com a acusação do Ministério Público, causou um prejuízo de 600 milhões de euros ao banco. Cinco administradores do topo da hierarquia são acusados de manipulação de mercado, falsificação da contabilidade e burla qualificada.
A desvalorização dos títulos nunca foi devidamente contabilizada pelo BCP, que escondeu os prejuízos, razão pela qual, os ex-administradores podem vir a responder pelo crime de falsificação da contabilidade.
Só que, neste nosso querido Portugal, para alguns o crime compensa.Ao esconderem os prejuízos, os cinco ex-responsáveis puderam receber 24 milhões de euros em prémios de gestão, e daí a acusação de burla.Recorde-se que, no parlamento foi criada uma comissão de inquérito para apurar a verdade sobre o caso BCP. Mas muitas das perguntas ficaram sem resposta, porque os principais responsáveis pelas fraudes escudaram-se no segredo profissional ou de justiça para justificar o silêncio face ao parlamento. Bloco de Esquerda e PCP exigiram o levantamento do sigilo profissional mas PS e PSD opuseram-se, impedindo a investigação de ir até ao fim. O processo teve início em Dezembro de 2007 e só agora, uma ano e meio depois, foram deduzidas acusações.
Tempo de mais!!!
E, para quando o julgamento?
Talvez para outros tempos de folias.
Acredita-se e credita-se nas contas da justiça mas mais e mais nas outras, dos paraísos fiscais, ilhas Cayman e off-shores. Os do costume, BCP, PPN e BPP!!!
Só que o País vai agonizando.
Ficou-se a saber, que Portugal é o país da União Europeia onde a taxa de mortalidade das empresas é mais elevada. A vontade de ter um negócio próprio é grande, mas a realidade mostra que apenas 30% das empresas se mantém em actividade no fim do primeiro ano de vida.
Os números sobre a criação de novas empresas mostram que Portugal é o terceiro país da União Europeia com a mais elevada taxa de natalidade empresarial (14,2%), mas mostram igualmente que a taxa de mortalidade (encerramentos) é a mais alta (14,8%), por comparação com a realidade dos 18 estados-membros para os quais existem dados semelhantes.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística confirmam a fragilidade estrutural da nossa economia e, nalguns casos, o parasitismo e oportunismo de muitos que olham mais para os apoios e menos para consecução das práticas empresariais.
A crise não explica tudo!!
As desigualdades sociais determinam que se ocupe a cauda da tabela europeia de bem-estar infantil. Vergonha nacional!
Portugal ocupa os últimos lugares entre os países europeus, relativamente ao bem-estar infantil. Em termos de Educação somos mesmo a terceira pior nação. Os apoios apenas conseguem eliminar 5% da pobreza infantil que era de 21% em 2006. Segundo o estudo que utiliza dados oficiais da União Europeia, a pobreza atinge mais os jovens entre os 0 e os 17 anos do que a população em geral.
O estudo indica que, em 2006, ainda antes de entrar em cena a crise económica que actualmente atravessamos, existiam 21% de crianças a viver abaixo do limiar da pobreza - em lares com menos de 60% do rendimento médio nacional, mesmo após a obtenção de apoios e subsídios.
Ainda de acordo com os dados do trabalho, perto de um terço das crianças portuguesas habita em lares com falta de bens consumíveis e 39% vivem com constrangimentos financeiros.
A isto chama-se convergir? Convergir com países do oitavo mundo?
Mas, se a nível nacional o descalabro social é o conhecido, que dizer dos números assustadores do aumento das famílias carenciadas no distrito da Guarda?
Segundo dados publicados pela comunicação social regional, verificou-se um aumento de 16% no número de famílias a receberem o Rendimento Social de Inserção (RSI) no nosso distrito. O número de pessoas a recorrer à Caritas Diocesana da Guarda, à procura de alimentação, roupa e ajuda financeira, duplicou desde Novembro do ano passado.
A situação é de tal ordem que, a manter-se esta tendência, a instituição poderá não conseguir dar resposta a todas as solicitações e esgotar os seus recursos.
A Guarda aparece como um dos casos mais preocupantes a nível nacional, registando das mais graves situações de pobreza.
A explicação para estes números estará no desemprego que atinge muitas famílias na região.
Esta é a realidade social que alguns pretendem escamotear.
Nela se inclui, obviamente, um poder local que tem miragens, que se deveria comprometer com o desenvolvimento de toda uma população, forja na economia doméstica “virtuosas” dívidas de milhões de euros.
Esta dissimulada economia doméstica, completamente falida e incoerente, “virtuosamente” estéril, escandalosa na sabotagem dos sonhos de vida e de futuro de um povo e de um concelho.
Uma classe política que constrói castelos de cartas com a vinda de secretários, secretárias das secretárias e até um primeiro-ministro que perde tempo a «colocar» uma pedra, num hospital que de remendo em remendo, já se não reconhece o pano original.
Não o prazer, não a glória, não o poder: a liberdade, unicamente a liberdade, in Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.
Artigo publicado no jornal «O Interior», no dia 2 de Julho 2009.
As tricas

Na Assembleia Municipal de Famalicão, no período «chamado» de antes da ordem do dia, houve tricas e futricas.
Um deputado do PSD, achou por bem, segundo ele, apresentar um voto de louvor aos jardineiros da Câmara da Guarda por, na óptica do senhor, cuidarem das flores e canteiros que embelezam os poucos jardins da cidade!!!
Mas, atentos às futricas, logo surge uma deputada do PS a contrapor ao argumento do deputado laranja.
Que não, e que não pois não são só os jardineiros que desempenham cabalmente as funções na Câmara.
TODOS, mas TODOS os funcionários da Câmara, segundo a deputada rosa, o fazem zelosamente e, vai daí apresenta um louvor GERAL a todos os funcionários!!!
Esgrimam-se argumentos e mais argumentos. Ditos e mais ditos!!!
E, com tudo isto, lá se vai mais de uma hora dos trabalhos a discutir louvores!!!
Ou seja, o cidadão que espera que sejam, seriamente, discutidos assuntos prementes para o seu concelho, pode com razão agoniar com tais desplantes bacocos.
Os deputados rosa e laranja entretêm-se a retirar dividendos de um louvor que, pode ser muito importante em época de eleições.
Enquanto se trata de louvores, esquecem-se outros problemas, a alienação completa.
Ora louvem-se a todos e uns aos outros no que quiserem e quando quiserem.
Louva-a-Deus ou à santa comandita que vai precisar dos votinhos na cremesse do santinho da aldeia.
Que o Cova de Onde agradece reconhecidamente.
A bem da Nação deles, pois bem!!!
O que não se diz da Assembleia Municipal
Ou seja, a Assembleia Municipal da Guarda reuniu na sede de freguesia de Famalicão.
Pretexto - publicidade à «obra» do PS que mandou construir naquela povoação uma Casa da Cultura.
Texto - reunião.
Não somos contra a construção de espaços de cultura, se for esse o objectivo, nas várias freguesias do concelho da Guarda. Só que, as construções são sempre feitas nas freguesias da cor do PS e continuam a servir «interesses» de uns quantos.
Para quando espaços iguais em freguesias com iguais condições de animação, cultura e dinamismo cultural?
Não será nos tempos mais próximos, com toda a certeza!!!
Voltemos à «corte»!!!
Depois da ordem de trabalhos veio o repasto.
Quer dizer, houve repasto para alguns porque outros com coluna vertebral disseram NÃO ao convite.
Haja decência e carácter!!!
Uma Câmara que quando abre a boca é para dizer que não faz mais obra porque não tem dinheiro!!! Que aumenta incomensuravelmente a dívida municipal. Que aumenta os impostos, taxas e outros serviços!!!
Dá-se ao desplante de, num acto de profundo atentado às condições de vida dos guardenses, «convidar» os deputados para um repasto!!!
Nós dissemos NÃO!!!
Os impostos que os portugueses pagam não devem servir para jantares de uma casta.
Não há almoços grátis, muito menos jantares!!!
E já agora mudem a semântica do texto.
Nestes casos, ninguém convida ninguém.
QUEM PAGA É O ORÇAMENTO DE ESTADO, OU SEJA OS PORTUGUESES QUE PAGAM IMPOSTOS.
Domingo, Julho 05, 2009
Allportugal
Afinal o Allgarve do Pinho deu em mais e muito mais.Permitiu que o o nosso País ficasse conhecido por esse mundo fora!!!
Ao Pinho devemos tal feito e obra.
Não se esqueçam de o condecorar no dia 10 de Junho.
Avancem já os abaixo-assinados, petições e requerimentos para que o Pinho venha a ser condecorado com a torre e garrafão da Idiotice.
Vejam só (se tiverem pachorra!!) os sítios onde o nome do País já anda:
- Reset Italia
- corriere.it
- Il Sole 24 Ore
- Quotidiano.net
- Corriere Della Sera
- Qui News
- Vadelsa.net
- Folha Online
- YLE.fi
- Irish Times.com
- asiaone.news
- 360 News
- nj.com
- El Mundo
- El País
- ABC.es
- Europa Press.es
- adn.es
- El Confidencial
- La Voz de Galicia.es
- Público.es
- La Region
- Clarín.com
- El Universal
- Reuters América Latina
- Die Presse
- sueddeutsche.de
- Swissinfo.ch
- Blick.ch
- Bielertagblatt.ch
- nzz
- Sonntags Zeitung
- Le Monde
- Euronews
- Liberation.fr
- L`Expresse.fr
- Les Echos
- Fenêtre sur l`Europe
- Slate. fr
- BBC News
- Telegraph.co.uk
- Financial Times.com
- DayLife
- Newser
...........
- corriere.it
- Il Sole 24 Ore
- Quotidiano.net
- Corriere Della Sera
- Qui News
- Vadelsa.net
- Folha Online
- YLE.fi
- Irish Times.com
- asiaone.news
- 360 News
- nj.com
- El Mundo
- El País
- ABC.es
- Europa Press.es
- adn.es
- El Confidencial
- La Voz de Galicia.es
- Público.es
- La Region
- Clarín.com
- El Universal
- Reuters América Latina
- Die Presse
- sueddeutsche.de
- Swissinfo.ch
- Blick.ch
- Bielertagblatt.ch
- nzz
- Sonntags Zeitung
- Le Monde
- Euronews
- Liberation.fr
- L`Expresse.fr
- Les Echos
- Fenêtre sur l`Europe
- Slate. fr
- BBC News
- Telegraph.co.uk
- Financial Times.com
- DayLife
- Newser
...........
Pinho, o país do Sócrates agradece-te reconhecidamente a publicidade aos bois e vacas portugueses.
Ainda dizem que o governo não faz nada pela agricultura portuguesa?
Pinho para o panteão nacional, JÁ!!!
Afinal há chavelhos
Ainda os cornos do Pinho davam que falar e, já o dito ex-ministro recebia o convite de Joe Berardo para o «cargo» de administrador da Fundação do comendador.E todos a pensar que o Pinho ia ser nomeado administrador do campo pequeno ou de uma qualquer ganadaria.
Afinal, pimba, administrador da fundação.
A mesma fundação que vendeu, ao governo incompetente do Sócrates, uma colecção de carteiras fósforos a preços interessantes para o comendador e pouco convidativos para os cofres do Estado.
Pois é!!!
Administrador - lugar já prometido ao Pinho, via conversa telefónica com a mulher do mesmo, dado que o ex estava na privada e não pode atender o «amigo» Joe!!
Fontes geralmente bem informadas dizem que Pinho não pode assumir, por enquanto a OPA da fundação, dado que vai participar em Pamplona, nas célebres festas de Sanfermín.
Obrigações de ocasião e de profissionalismo de estado ou será antes do estado??!!
Os cornos do Pinho
Alguns comentadores, ditos fazedores-de-opinião, e não mais do que isso, andam a espalhar a mensagem de que Sócrates e o PS não vão «sofrer» com o acto do Pinho.Das duas uma: ou os ditos fazedores do caldo querem fazer dos Portugueses uns papalvos e fazem crer que os «cornos» são um gesto impensável devidos a noites sem dormir.
Mas, quem manda o Pinho andar a fzer corridas na auto-estrada e a ir às discotecas beber uns copos??
Ou então, os ditos fazedores só querem fazer esquecer o «acto» dada tanta incompetência, desnorte e arrogância dos ministros deste governo de Sócrates.
Pinho, ficará na estória trágico-comediante do governo do Sócrates como o ministro dos chavelhos.
Chavelhos quando anunciou o fim da crise;
Chavelhos quando foi à feira de Roma comprar sapatos, numa aeronave alugada com o nosso dinheiro;
Chavelhos quando contratou uma agência internacional para promover a imagem do país, pela módica quantis de 1,4 milhões de euros;
Chavelhos quando quis «vender» mão-de-obra, barata, aos chineses.
Pinho já se foi, para quando os outros?
Domingo, Junho 28, 2009
O debate deve ser centrado em prioridades:só com emprego se pode reconstruir a economia
Estamos a atravessar uma das mais severas crises económicas globais de sempre. Na sua origem está uma combinação letal de desigualdades, de especulação financeira, de mercados mal regulados e de escassa capacidade política. A contracção da procura é agora geral e o que parece racional para cada agente económico privado – como seja adiar investimentos porque o futuro é incerto, ou dificultar o acesso ao crédito, porque a confiança escasseia – tende a gerar um resultado global desastroso.
É por isso imprescindível definir claramente as prioridades. Em Portugal, como aliás por toda a Europa e por todo o mundo, o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica. Uma taxa de desemprego de 10% é o sinal de uma economia falhada, que custa a Portugal cerca de 21 mil milhões de euros por ano – a capacidade de produção que é desperdiçada, mais a despesa em custos de protecção social. Em cada ano, perde-se assim mais do que o total das despesas previstas para todas as grandes obras públicas nos próximos quinze anos. O desemprego é o problema.
Esquecer esta dimensão é obscurecer o essencial e subestimar gravemente os riscos de uma crise social dramática.
A crise global exige responsabilidade a todos os que intervêm na esfera pública. Assim, respondemos a esta ameaça de deflação e de depressão propondo um vigoroso estímulo contracíclico, coordenado à escala europeia e global, que só pode partir dos poderes públicos. Recusamos qualquer política de facilidade ou qualquer repetição dos erros anteriores. É necessária uma nova política económica e financeira.
Nesse sentido, para além da intervenção reguladora no sistema financeiro, a estratégia pública mais eficaz assenta numa política orçamental que assuma o papel positivo da despesa e sobretudo do investimento, única forma de garantir que a procura é dinamizada e que os impactos sociais desfavoráveis da crise são minimizados. Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social:
reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária, investimentos na protecção social que combatam a pobreza e que promovam a melhoria dos serviços públicos essenciais como saúde, justiça e educação.
Desta forma, os recursos públicos servirão não só para contrariar a quebra conjuntural da procura privada, mas também abrirão um caminho para o futuro: melhores infraestruturas e capacidades humanas, um território mais coeso e competitivo, capaz de suportar iniciativas inovadoras na área da produção de bens transaccionáveis.
Dizemo-lo com clareza porque sabemos que as dúvidas, pertinentes ou não, acerca de alguns grandes projectos podem ser instrumentalizadas para defender que o investimento público nunca é mais do que um fardo incomportável que irá recair sobre as gerações vindouras. Trata-se naturalmente de uma opinião contestável e que reflecte uma escolha político-ideológica que ganharia em ser assumida como tal, em vez de se apresentar como uma sobranceira visão definitiva, destinada a impor à sociedade uma noção unilateral e pretensamente científica.
Ao contrário dos que pretendem limitar as opções, e em nome do direito ao debate e à expressão do contraditório, parece-nos claro que as economias não podem sair espontaneamente da crise sem causar devastação económica e sofrimento social evitáveis e um lastro negativo de destruição das capacidades humanas, por via do desemprego e da fragmentação social. Consideramos que é precisamente em nome das gerações vindouras que temos de exigir um esforço internacional para sair da crise e desenvolver uma política de pleno emprego. Uma economia e uma sociedade estagnadas não serão, certamente, fonte de oportunidades futuras.
A pretexto dos desequilíbrios externos da economia portuguesa, dizem-nos que
devemos esperar que a retoma venha de fora através de um aumento da procura dirigida às exportações. Propõe-se assim uma atitude passiva que corre o risco de se generalizar entre os governos, prolongando o colapso em curso das relações económicas internacionais, e mantendo em todo o caso a posição periférica da economia portuguesa.
Ora, é preciso não esquecer que as exportações de uns são sempre importações de outros. Por isso, temos de pensar sobre os nossos problemas no quadro europeu e global onde nos inserimos. A competitividade futura da economia portuguesa depende também da adopção, pelo menos à escala europeia, de mecanismos de correcção dos desequilíbrios comerciais sistemáticos de que temos sido vítimas.
Julgamos que não é possível neste momento enfrentar os problemas da economia portuguesa sem dar prioridade à resposta às dinâmicas recessivas de destruição de emprego. Esta intervenção, que passa pelo investimento público económica e socialmente útil, tem de se inscrever num movimento mais vasto de mudança das estruturas económicas que geraram a actual crise. Para isso, é indispensável uma nova abordagem da restrição orçamental europeia que seja contracíclica e que promova a convergência regional.
O governo português deve então exigir uma resposta muito mais coordenada por parte da União Europeia e dar mostras de disponibilidade para participar no esforço colectivo.
Isto vale tanto para as políticas destinadas a debelar a crise como para o esforço de regulação dos fluxos económicos que é imprescindível para que ela não se repita.
Precisamos de mais Europa e menos passividade no combate à crise.
Por isso, como cidadãos de diversas sensibilidades, apelamos à opinião pública para que seja exigente na escolha de respostas a esta recessão, para evitar que o sofrimento social se prolongue.
Carlos Bastien, Economista, Professor Associado, ISEG; Jorge Bateira, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; Manuel Branco, Economista, Professor Associado, Universidade de Évora; João Castro Caldas, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural do Instituto Superior de Agronomia; José Castro Caldas, Economista, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Luis Francisco Carvalho, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; João Pinto e Castro, Economista e Gestor; Ana Narciso Costa, Economista, Professora Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Costa, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Artur Cristóvão, Professor Catedrático, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Álvaro Domingues, Geógrafo, Professor Associado, Faculdade da Arquitectura da Universidade do Porto; Paulo Areosa Feio, Geógrafo, Dirigente da Administração Pública; Fátima Ferreiro, Professora Auxiliar, Departamento de Economia, ISCTE-IUL; Carlos Figueiredo, Economista; Carlos Fortuna, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; André Freire, Politólogo, Professor Auxiliar, ISCTE; João
Galamba, Economista, doutorando em filosofia, FCSH-UNL; Jorge Gaspar, Geógrafo, Professor Catedrático, Universidade de Lisboa; Isabel Carvalho Guerra, Socióloga, Professora Catedrática; João Guerreiro, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; José Manuel Henriques, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Hespanha, Sociólogo, Professor Associado, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Leão, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; António Simões Lopes, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Margarida Chagas Lopes, Economista, Professora Auxiliar, ISEG; Raul Lopes, Economista, Professor Associado, ISCTEIUL; Francisco Louçã, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Ricardo Paes Mamede, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Tiago Mata, Historiador e Economista, Universidade de Amesterdão; Manuel Belo Moreira, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural, Instituto Superior de Agronomia; Mário Murteira, Economista, Professor Emérito, ISCTE- IUL; Vitor Neves, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; José Penedos, Gestor; Tiago Santos Pereira, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Adriano Pimpão, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; Alexandre Azevedo Pinto, Economista, Investigador, Faculdade de Economia da Universidade do Porto;
Margarida Proença, Economista, Professora Catedrática, Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho; José Reis, Economista, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Rodrigues, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; José Manuel Rolo, Economista, Investigador, Instituto de Ciências Sociais; António Romão, Economista, Professor Catedrático, ISEG-UTL; Ana Cordeiro Santos, Economista, Investigadora, Centro de Estudos Sociais; Boaventura de Sousa Santos, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Carlos Santos, Economista, Professor Auxiliar, Universidade Católica Portuguesa; Pedro Nuno Santos, Economista; Mário Rui Silva, Economista, Professor Associado, Faculdade de Economia do Porto; Pedro Adão e Silva, Politólogo, ISCTE; Nuno Teles, Economista, doutorando, School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres; João Tolda, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Jorge Vala, Psicólogo Social, Investigador; Mário Vale, Geógrafo, Professor Associado, Universidade de Lisboa.
É por isso imprescindível definir claramente as prioridades. Em Portugal, como aliás por toda a Europa e por todo o mundo, o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica. Uma taxa de desemprego de 10% é o sinal de uma economia falhada, que custa a Portugal cerca de 21 mil milhões de euros por ano – a capacidade de produção que é desperdiçada, mais a despesa em custos de protecção social. Em cada ano, perde-se assim mais do que o total das despesas previstas para todas as grandes obras públicas nos próximos quinze anos. O desemprego é o problema.
Esquecer esta dimensão é obscurecer o essencial e subestimar gravemente os riscos de uma crise social dramática.
A crise global exige responsabilidade a todos os que intervêm na esfera pública. Assim, respondemos a esta ameaça de deflação e de depressão propondo um vigoroso estímulo contracíclico, coordenado à escala europeia e global, que só pode partir dos poderes públicos. Recusamos qualquer política de facilidade ou qualquer repetição dos erros anteriores. É necessária uma nova política económica e financeira.
Nesse sentido, para além da intervenção reguladora no sistema financeiro, a estratégia pública mais eficaz assenta numa política orçamental que assuma o papel positivo da despesa e sobretudo do investimento, única forma de garantir que a procura é dinamizada e que os impactos sociais desfavoráveis da crise são minimizados. Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social:
reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária, investimentos na protecção social que combatam a pobreza e que promovam a melhoria dos serviços públicos essenciais como saúde, justiça e educação.
Desta forma, os recursos públicos servirão não só para contrariar a quebra conjuntural da procura privada, mas também abrirão um caminho para o futuro: melhores infraestruturas e capacidades humanas, um território mais coeso e competitivo, capaz de suportar iniciativas inovadoras na área da produção de bens transaccionáveis.
Dizemo-lo com clareza porque sabemos que as dúvidas, pertinentes ou não, acerca de alguns grandes projectos podem ser instrumentalizadas para defender que o investimento público nunca é mais do que um fardo incomportável que irá recair sobre as gerações vindouras. Trata-se naturalmente de uma opinião contestável e que reflecte uma escolha político-ideológica que ganharia em ser assumida como tal, em vez de se apresentar como uma sobranceira visão definitiva, destinada a impor à sociedade uma noção unilateral e pretensamente científica.
Ao contrário dos que pretendem limitar as opções, e em nome do direito ao debate e à expressão do contraditório, parece-nos claro que as economias não podem sair espontaneamente da crise sem causar devastação económica e sofrimento social evitáveis e um lastro negativo de destruição das capacidades humanas, por via do desemprego e da fragmentação social. Consideramos que é precisamente em nome das gerações vindouras que temos de exigir um esforço internacional para sair da crise e desenvolver uma política de pleno emprego. Uma economia e uma sociedade estagnadas não serão, certamente, fonte de oportunidades futuras.
A pretexto dos desequilíbrios externos da economia portuguesa, dizem-nos que
devemos esperar que a retoma venha de fora através de um aumento da procura dirigida às exportações. Propõe-se assim uma atitude passiva que corre o risco de se generalizar entre os governos, prolongando o colapso em curso das relações económicas internacionais, e mantendo em todo o caso a posição periférica da economia portuguesa.
Ora, é preciso não esquecer que as exportações de uns são sempre importações de outros. Por isso, temos de pensar sobre os nossos problemas no quadro europeu e global onde nos inserimos. A competitividade futura da economia portuguesa depende também da adopção, pelo menos à escala europeia, de mecanismos de correcção dos desequilíbrios comerciais sistemáticos de que temos sido vítimas.
Julgamos que não é possível neste momento enfrentar os problemas da economia portuguesa sem dar prioridade à resposta às dinâmicas recessivas de destruição de emprego. Esta intervenção, que passa pelo investimento público económica e socialmente útil, tem de se inscrever num movimento mais vasto de mudança das estruturas económicas que geraram a actual crise. Para isso, é indispensável uma nova abordagem da restrição orçamental europeia que seja contracíclica e que promova a convergência regional.
O governo português deve então exigir uma resposta muito mais coordenada por parte da União Europeia e dar mostras de disponibilidade para participar no esforço colectivo.
Isto vale tanto para as políticas destinadas a debelar a crise como para o esforço de regulação dos fluxos económicos que é imprescindível para que ela não se repita.
Precisamos de mais Europa e menos passividade no combate à crise.
Por isso, como cidadãos de diversas sensibilidades, apelamos à opinião pública para que seja exigente na escolha de respostas a esta recessão, para evitar que o sofrimento social se prolongue.
Carlos Bastien, Economista, Professor Associado, ISEG; Jorge Bateira, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; Manuel Branco, Economista, Professor Associado, Universidade de Évora; João Castro Caldas, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural do Instituto Superior de Agronomia; José Castro Caldas, Economista, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Luis Francisco Carvalho, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; João Pinto e Castro, Economista e Gestor; Ana Narciso Costa, Economista, Professora Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Costa, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Artur Cristóvão, Professor Catedrático, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Álvaro Domingues, Geógrafo, Professor Associado, Faculdade da Arquitectura da Universidade do Porto; Paulo Areosa Feio, Geógrafo, Dirigente da Administração Pública; Fátima Ferreiro, Professora Auxiliar, Departamento de Economia, ISCTE-IUL; Carlos Figueiredo, Economista; Carlos Fortuna, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; André Freire, Politólogo, Professor Auxiliar, ISCTE; João
Galamba, Economista, doutorando em filosofia, FCSH-UNL; Jorge Gaspar, Geógrafo, Professor Catedrático, Universidade de Lisboa; Isabel Carvalho Guerra, Socióloga, Professora Catedrática; João Guerreiro, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; José Manuel Henriques, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Hespanha, Sociólogo, Professor Associado, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Leão, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; António Simões Lopes, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Margarida Chagas Lopes, Economista, Professora Auxiliar, ISEG; Raul Lopes, Economista, Professor Associado, ISCTEIUL; Francisco Louçã, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Ricardo Paes Mamede, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Tiago Mata, Historiador e Economista, Universidade de Amesterdão; Manuel Belo Moreira, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural, Instituto Superior de Agronomia; Mário Murteira, Economista, Professor Emérito, ISCTE- IUL; Vitor Neves, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; José Penedos, Gestor; Tiago Santos Pereira, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Adriano Pimpão, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; Alexandre Azevedo Pinto, Economista, Investigador, Faculdade de Economia da Universidade do Porto;
Margarida Proença, Economista, Professora Catedrática, Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho; José Reis, Economista, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Rodrigues, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; José Manuel Rolo, Economista, Investigador, Instituto de Ciências Sociais; António Romão, Economista, Professor Catedrático, ISEG-UTL; Ana Cordeiro Santos, Economista, Investigadora, Centro de Estudos Sociais; Boaventura de Sousa Santos, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Carlos Santos, Economista, Professor Auxiliar, Universidade Católica Portuguesa; Pedro Nuno Santos, Economista; Mário Rui Silva, Economista, Professor Associado, Faculdade de Economia do Porto; Pedro Adão e Silva, Politólogo, ISCTE; Nuno Teles, Economista, doutorando, School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres; João Tolda, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Jorge Vala, Psicólogo Social, Investigador; Mário Vale, Geógrafo, Professor Associado, Universidade de Lisboa.
Terça-feira, Junho 23, 2009
Mais um fenómeno!!!!
O jornal «O Interior» noticiava que o Centro Cultural de Vila Franca das Naves, que começou a ser construído há pouco mais de meio ano e já está concluído, situa-se em terrenos que ainda não pertencem à parceria público-privada responsável pela obra, a PACETEG – constituída pela Trancoso Eventos e pela construtora Manuel Rodrigues Gouveia (MRG) - um empreiteiro de sucesso nas parcerias cá por terras de D. Sancho, não o Gordo mas antes, o Povoador!!!Outros tempos de engorda!!!
Voltemos ao Centro Cultural.
Voltemos ao Centro Cultural.
São, pelo menos, seis parcelas de terreno com proprietários distintos e há quem acuse aquela sociedade de ter avançado com a obra à sua revelia.
No entanto, a Trancoso Eventos fala em acordos verbais.
De acordo com o presidente da Câmara, Júlio Sarmento, decorre actualmente o concurso público para o seu equipamento, devendo a infraestrutura estar pronta para inaugurar em Julho.
Esquece-se o putativo camarário que os terrenos onde foi construída a «obra» não estão comprados!!!«Ninguém me deu conhecimento de nada e não autorizei as obras, o que é um abuso», conta Hermínia Tavares, a residir em Coimbra, que é titular de duas parcelas onde se encontra o edifício.
Os terrenos em causa têm cada um perto de 400 metros quadrados, precisa, ao garantir que só soube «recentemente» da construção do centro cultural, depois das obras arrancarem. E assegura ter ficado a par da ocupação dos terrenos por um primo que reside em Vila Franca das Naves, que a contactou.
O mesmo aconteceu, segundo garante, com um irmão que mora em Lisboa.
Por sua vez, o presidente da empresa municipal, Santos Costa, explica que «ainda não se passou para as escrituras públicas porque há propriedades que não estão registadas na Conservatória», existindo sim «acordos verbais».
Boa fé em negócios??
Por sua vez, o presidente da empresa municipal, Santos Costa, explica que «ainda não se passou para as escrituras públicas porque há propriedades que não estão registadas na Conservatória», existindo sim «acordos verbais».
Boa fé em negócios??
Pois!!!
Agora, pelos vistos, por terras do Bandarra, primeiro constrói-se depois é que se compram os terrenos.
Grande novidade não é, senhor Júlio Sarmento???
Só que o assunto da compra à posteriori dos terrenos não é virgem!!!
Só que o assunto da compra à posteriori dos terrenos não é virgem!!!
Pelo que se sabe, o centro cultural, teve um investimento de dois milhões de euros!!!
Só que que ainda vai ser candidatado a fundos comunitários!!!!
Tudo percebido!!!
Obras e investimentos à Bandarra - o sapateiro!!!
Já agora, e para que fique esclarecido, o padrinho Cavaco não inaugurou o dito centro!!!
Porquê???
Também se sabe que a Trancoso Eventos - empresa municipal - detém 49 por cento do capital da PACETEG e a MRG (Manuel Rodrigues Gouveia, o empreiteiro) 51 por cento.
Tudo dito.
Ah!!! não sabem quem é o padrinho???
O casal Cavaco é padrinho de casamento do senhor presidente da câmara, para que se saiba!!!
Não são profecias acreditem!!!
Sexta-feira, Junho 19, 2009
O faz de conta
O nosso País continua a viver do faz de conta!!!Tudo é arquivado, esquecido e deitado para um qualquer cesto de papeis, de um qualquer gabinete ministeriável ou de uma instituição.
O caso mais preocupante, acontece com as Comissões de Protecção de Menores!!!
Preocupante porque, estão em causa vidas de seres humanos indefesos, entregues à sorte e à decisão de incompetentes funcionários que de vivências familiares nada sabem, de protecção muito menos.
Sentam-se nos lugares que lhes foram doados pelos poderes!!!
Constituem-se servos das políticas emanadas pelos chefes!!!
Tornam-se subservientes dóceis, cães de fila que buscam o osso no jardim do Éden; que nunca alcançam!!!
Rastejam debaixo das mesas dos lautos banquetes que as «tias» organizam para falarem dos «pobrezinhos» - deles será o reino dos céus, ámen!!!
Quanto ao que lhes competia fazer, NADA!!!
As Comissões de Protecção de Crianças e Jovens arquivam processos sem avaliar bem as condições da família.
Muitos arquivos devem existir na CPJ!!!
Uma família marcada pela pobreza e pela violência – com o pai alcoolizado a bater na mulher e de caçadeira em punho, aos tiros.
Este é o triste espectáculo de uma qualquer família por esse País fora, e onde para a CPJ nada se passa!!!
Tudo é NORMAL!!!
Família onde não há pão, todos ralham mas ninguém tem razão!!!
Já se sabe.
Os desentendimentos familiares são, nos dias que correm mais e mais frequentes.
O desemprego, a miséria e a exclusão social aumentam.
Quando, um incêndio, um tiro ou uma pancadaria maior MATA UM SER HUMANO, então já se choram as vidas perdidas, já se fala de processos que se arquivaram.
Só que os CULPADOS nunca dão a cara.
Nenhum outro perigo foi detectado naquele momento, depois ..... morrem inocentes!!!
É o País do faz de conta!!!
Quarta-feira, Junho 17, 2009
O que move esta gente?
Rui Rio, presidente da Câmara do Porto, e Fernando Reis, autarca de Barcelos, estão dispostos a ajudar Natália Zarubina para que esta regresse para Portugal com Alexandra.Para os mais distraídos, a senhora Natália Zarubina é, nem mais nem menos que, a mãe da criança que um juiz «retirou» à família de acolhimento e a «devolveu» à mãe biológica, com toda a carga mediática que daí resultou .
Não vamos analisar o «despacho» judicial porque, o próprio juiz já veio dar o dito por não dito, ou seja a renegar tudo quanto já tinha proferido em sede judicial.
Esta é a JUSTIÇA que vamos tendo e pior, muito pior, estes são os «DECISORES» que aplicam as leis a seu belo entendimento e prazer!!!
O que nos leva a escrever sobre o assunto tem a ver com toda a disponibilidade, TODA, que dois autarcas mais uns quantos empresários estão a querer aplicar no caso.
Empenhar-se???
Apesar de não haver nenhuma confirmação oficial a comunicação social avança que os dois autarcas estão na origem da proposta, que passa por lhe arranjar um apartamento, no qual Natália poderá viver sem nunca pagar renda, e ainda por lhe 'montar' um café onde possa trabalhar.
Unidos aos autarcas, num proposta pessoal e que nada terá que ver com as autarquias, estão vários empresários no Norte que patrocinarão a preparação do café.
Os custos das viagens serão também integralmente pagos pelo grupo de autarcas e empresários do ramo alimentar.
Atente-se no manifesto interesse desta gente!!!
Unidos aos autarcas, num proposta pessoal e que nada terá que ver com as autarquias, estão vários empresários no Norte que patrocinarão a preparação do café.
Os custos das viagens serão também integralmente pagos pelo grupo de autarcas e empresários do ramo alimentar.
Atente-se no manifesto interesse desta gente!!!
Sabendo-se, que o distrito do Porto é dos mais problemáticos, a nível nacional, em termos sociais, económicos e de emprego.
Não se condena o facto, dos personagens em questão, quererem ajudar uma cidadã, seja qual for a sua proveniência. O que não se entende e, não se compreende, é que noutros casos com outros cidadãos a morrerem de fome, em situação desesperante de agonia face aos endividamentos, de desemprego sem expectativa de integração social os mesmos senhores não tenham a mesma resposta.
As câmaras DEVEM desempenhar uma FUNÇÃO SOCIAL!!!
Mas, o que move esta gente?
Será pelo facto do «caso» ser mediático e os interesses pessoais dos personagens serem bem diferentes dos da simples ajuda humanitária?
O tempo o dirá!!!
Lá para finais do verão, quando o comendador for ao «TE DEUM», das missas e homilias das e dos beatos (de)votos!!!
Segunda-feira, Junho 15, 2009
Governo quer aumentar 15 vezes o preço da água

Em entrevista a um semanário, o Ministro do Ambiente diz que a água em Portugal é muito barata e que a breve trecho o preço das tarifas deve aumentar 15 vezes para "valores consentâneos com o resto dos países da OCDE".
Nunes Correia, o tal que proferiu tais imbecilidades, adiantou também que o governo "não tem qualquer tabu com a privatização da água".
O Ministro do Ambiente considera que o agravamento da factura com a água será inevitável para os portugueses, com a tarifa a ter de subir dos actuais 0,1% para 1,5% do rendimento das famílias, 15 vezes mais.
O Ministro do Ambiente considera que o agravamento da factura com a água será inevitável para os portugueses, com a tarifa a ter de subir dos actuais 0,1% para 1,5% do rendimento das famílias, 15 vezes mais.
O ministro justifica a decisão com o facto de a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico recomendar "que os encargos mensais de uma família com o abastecimento de água e esgotos não ultrapassem os 2,5% do rendimento familiar".
"Em Portugal, na generalidade dos casos, os valores são 10,20,25 vezes menores. São da ordem dos 0,1% do rendimento - inaceitavelmente baixos na confrontação internacional" sustenta o ministro.
O facto de existirem numerosas famílias com dificuldades para pagar as facturas da água, situação que se agravou com a crise económica e com o aumento da precariedade, não parece preocupar o Ministro.
Por outro lado, de acordo com um estudo desenvolvido pelo IRAR (Instituto de Águas e Resíduos), relativo aos tarifários em vigor em 2007, o encargo médio com o abastecimento e com serviços de saneamento de água, para um cliente doméstico, rondava os 157 euros anuais, ou seja, cerca de 13 euros mensais, perto de 2% do salário médio em Portugal (cerca de 700 euros). E se dúvidas existissem, este gráfico do Programa das Nações Unidas para o Ambiente mostra que em Portugal se paga mais pela água do que em Espanha e Itália.
São dados que desmentem as contas do Ministro do Ambiente.
Mas, os Portugueses já se habituaram a contas erradas dos ministros; ou pior, os Portugueses também já sabem que os ministros deste, como de outro governo, dos partidos da governação, sabem muito bem manipular os números.
É inaceitável que num país com 2 milhões de pobres, 500 mil desempregados, uma média salarial das mais baixas da Europa e um alarmante nível de endividamento familiar, a preocupação do Governo seja aumentar as tarifas da água, um recurso vital e necessário ao bem-estar das populações.
O que o putativo ministro não diz, porque a isso é obrigado face aos inúmeros interesses, é que hoje em dia tanto paga o pensionista para tomar banho ou cozinhar como o campo de golfe para a sua rega.
O que o putativo ministro não diz, porque a isso é obrigado face aos inúmeros interesses, é que hoje em dia tanto paga o pensionista para tomar banho ou cozinhar como o campo de golfe para a sua rega.
Isso o ministro não diz, a bem dos PIN do Pinho, não é???





























