País purista a prosear bonito, a versejar tão chique e tão pudico, enquanto a língua portuguesa se vai rindo, galhofeira, comigo - Alexandre O'Neil

quarta-feira, Outubro 29, 2014

Mais um perdão!



A escumalha da burguesia podre e decadente serve-se das urnas para se guindar ao poder.
Aí chegados roubam, traficam e assaltam tudo o que lhes possa dar mais e mais poder financeiro.
Só que, a escumalha gosta tanto de capital que a avidez de ter mais e mais, leva-os à forca!
Morrem com a boca na botija!
Agora foi em Espanha.
Só que os ratos não vão morrer de podres numa qualquer prisão.
Nada disso!
Se isso acontecesse seria o fim da dinastia de corruptos e ladrões do alheio e, o sistema colapsava.
Isso não interessa.
Por fim, fica mais uma imagem patética e hilariante digna de um unicórnio fedorento.
Lá, a exemplo de cá, houve um PERDOA-ME nas cortes espanholas. O primeiro-ministro pediu desculpas pelas aventuras dos trastes.
Um trouxa!
DEVIA ERA TER PEDIDO A DEMISSÃO.
Perdoa-me?
Mas no que se transformou esta democracia parlamentar, representativa e burguesa?
Numa casa de prostitutas cadavéricas, sujas e desdentadas que servem os submissos clientes dos prazeres da rua escura.
A imundice por onde se passeiam ratazanas é o terreno onde uns legionários juvenis fazem as aprendizagens e esperam que a cama fique vaga.
Esta é a realidade da democracia parlamentar, burguesa e representativa.
Hoje uns, amanhã os filhos… sempre filhos da pulhice.
VIVA A BARONESA, COM AS TETAS NA MESA!

Há coleiras para todos os gostos e ... feitios!


O BOBO



Este é o tipo de figurante que não é exemplo para NADA.
Se quisermos dar exemplo de alguém que sonhou ser poderoso, sem nunca o ser, este é o próprio!
Sonhou que mandava na Europa, sem NUNCA saber o que isso é!
Fez figura de imbecil telecomandado pelos poderosos da Europa, um triste figurante!
De cherne transformou-se, num ápice, em texugo, gordo e sebento!
Este é o típico exemplo de tudo isto e muito mais!
Fez de figurante, como empregado de mesa, num salão onde se decidiu uma guerra que matou e mata milhões!
TUDO, MAS TUDO PARA TROCAR O LUGAR DE PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL PELO EL DOURADO DE BRUXELAS!
DEIXOU A TANGA PARA SE VESTIR NOS ALFAIATES DE PARIS!
ESTE É O PEDANTE QUE IRÁ MORRER SEM HISTÓRIA. ISSO TAMBÉM JÁ NÃO LHE INTERESSARÁ MUITO…
Para quem o luxo, a ganância a flagrância dos salões o fizeram ser aquilo que sempre foi – um imbecil!
Da cidade proibida à proibição de nada fazer, foi tudo!
Produzido nas RGA’s do verão quente de 75 com a capa de «proleta» mas, a mando dos mesmos de sempre – a CIA.
Aliás os dólares fizeram do maoista, o tigre de papel que haveria de se revelar, logo após a eleição para primeiro-ministro de um país no pântano.
Hoje, com tanto maoista em lugar de destaque, nada espanta a apetência chinesa pelos negócios com Portugal.
Eles lá sabem o filão…
Saberá o maoista que não há eternidade?
Pois é... esse o problema!
Au revoir.
Adeus!
Vai à MERDA!

terça-feira, Outubro 28, 2014

Publicidade ENGANOSA


Não sei se ainda haverá alguém, com dois dedos de testa, que acredite nas notícias, espalhadas pelos mesmos de sempre, sobre os testes de «stress» realizados aos bancos portugueses.
EU, NÃO ACREDITO NOS RESULTADOS DOS TESTES!
OS TESTES DEVEM TER SIDO ELABORADOS PELO [C]rato, logo NADA CREDÍVEIS!
STRESS?
Mas qual stress? 
NERVOSO ANDA O POVO COM AGIOTAS, LADRÕES À SOLTA!
Ou será que já se esqueceram dos «testes de stress» realizados a bancos como o BES onde era anunciada a solidez financeira da instituição?
QUANTOS EXEMPLOS QUEREM?
Por favor parem de TENTAREM chamar-me de acéfalo.
NÃO PERTENÇO À CASTA DOS CARNEIROS E LAMBE-BOTAS QUE ACREDITAM OU FINGEM ACREDITAR EM ALDRABICES COM OBJECTIVOS CLAROS.

BARDAMERDA E CALADINHOS!

Listas de devedores


A moda veio para ficar e, em tempo de crise, com cada vez mais cidadãos honestos a não conseguirem cumprir com as suas obrigações, a lista dos devedores pegou de estaca.
Primeiro foram os estabelecimentos, dos mais variados ramos, a publicarem listas com nomes, e mais nomes, de cidadãos com pagamentos em atraso.
Depois sucederam-se as entidades públicas, nomeadamente as Finanças que fizeram publicar a lista dos devedores para com os compromissos fiscais. MAS SÓ SE PUBLICAVAM OS DA RALÉ.
PARA OS OUTROS, PERDÕES E MAIS PERDÕES...
Depois vieram os agiotas com as listas do incumprimento bancário…
PARA A RALÉ...
ELES, OS AGIOTAS, A VIVEREM DA ESPECULAÇÃO E ACIMA DAS POSSIBILIDADES.
Agora é o presidente da câmara municipal da Guarda, um tal Amaro, eleito numa lista da maioria PSD/CDS, a ameaçar fazer publicar o nome dos cidadãos que têm dívidas para com os serviços camarários, nomeadamente com os dos serviços de abastecimento de água.
Onde está a função social de uma câmara?
Ou será que os guarda-chuvas que serviram para mandar estudar os pedantes agora não abrigam nem um pedinte?
Pois é, razão tinha o outro «chapéus há muitos, seu palerma...» e, chapeleiros com arte e engenho para o engôdo ainda há mais...

segunda-feira, Outubro 27, 2014

Ponto de vista

Em tempo de S. Martinho, com vinho novo que aí vem e castanhas a prometer, ocorre-me que afinal o Novo e o Velho, enquanto conceitos, não são apenas pertença de agiotas, de poetas ou de renovadas prostitutas. É que também nos partidos há os designados velhos e novos, ou melhor, os antes e os depois. Falo do velhinho PS, naturalmente, que agora se pretende vestido de novo, para ser candidato ao poder.
Antes, com Seguro, eram as piruetas e contorções que carregavam às costas a ingrata tarefa de fazer a opinião pública acreditar que o PS que se ambicionava promover não era o mesmo que esteve sempre de acordo e que votou favoravelmente ao lado dos partidos da maioria as iniciativas legislativas mais importantes. Que o PS que se desejava para governo era coisa diferente daquele que assinou um dia o memorando e que chancelou a cruel hipoteca do futuro dos portugueses por muitos e muitos anos.
Agora, no depois com Costa, à primeira oportunidade, o PS revelou-se igual a si próprio. À boleia da petição que nasceu do Manifesto dos 74, mas com muito cuidado para não usar palavras como “renegociação” ou “reestruturação” da dívida, isto é, sem assumir nenhuma verdadeira posição política, o PS apresentou um projecto de resolução para propor um debate. Quanto à dívida, euro, austeridade, salários, direitos laborais, quanto aos milionários que vão nascendo da miséria que vai engolindo cada vez mais gente, enfim, os temas que encheriam a agenda de qualquer partido minimamente de esquerda, o PS trata-os com pinças e sem dizer ao que vem e que projeto tem realmente para o país.
A verdade é que para o PS, os conceitos de Novo e de Velho não deixam de ser a mesma coisa. O que motivou a querela interna entre Seguro e Costa não foi uma especial divergência sobre a forma de cada um conduzir um dia os destinos do país. Foi apenas uma conta de somar e de multiplicar sobre qual deles tinha mais hipóteses para alcançar o poder. Que incluiu até, na parte final do combate, a necessidade de um compromisso entre os dois, com respeito pelas proporcionalidades de cada fação e coisas do género.
Para que se compreenda como vai ficar tudo na mesma, trago aqui apenas um exemplo: o PS de Seguro votou favoravelmente a descida do IRC. O PS de Costa vai mantê-la. E por aí adiante, seja o que for que se queira discutir. É a velha tática de se mudar para que tudo fique na mesma. E assim se passa do Velho para o Novo sem se tirar os pés do lugar…
O problema é que as sondagens dão-lhes razão. Os portugueses parecem contentar-se com mudanças vagamente insinuadas como promessas e arriscam-se a confiar ao PS uma nova maioria absoluta. O PS pode assim dar-se ao luxo de ficar à espera das eleições, sem se comprometer com nada.
Só o vislumbre de que isto possa acontecer já diz tudo sobre o ponto a que chegámos. Uns já lhe chamaram pântano, outros uma situação de tanga, e por aí fora. Para mim, que não quero chamar-lhe aqui tudo, vale em recurso a classificação dos brasileiros, que diriam simplesmente que chegámos mas é ao fim da picada!
O PS sabe por isso que pode continuar a não ser. A esquerda continua a não saber ser. É afinal a esquerda que mais convém aos mercados. É uma esquerda global que, com quase 2/3 do potencial eleitorado do seu lado, consegue contudo ser à prova de gente. É uma esquerda que não serve, uma esquerda que não sabe estar à altura do seu tempo. Uma esquerda que devia ser, porque nos faz muita falta, mas que ninguém sabe afinal onde se encontra.
Assim, pelos vistos, vamos ter mais do mesmo pelo menos até 2037, data já prometida para a troika andar por cá, daqui até lá. Com todos os antes e depois que pelo meio nos queiram impingir. Por isso, meus amigos, só me resta uma solução: beber vinho novo e comer castanha velha, já que as deste ano parecem até nem ser grande coisa.
Tenham um bom dia!


(Crónica na Rádio F – Segunda-feira, 27 de Outubro de 2014 – Ponto de Vista)

domingo, Outubro 26, 2014

ESCUTA CAVACO


Aquando do «afundanço» do BES um tal Cavaco, insolente e parolo, veio dizer que o empréstimo da Caixa Geral de Depósitos (CGD) era uma coisa vulgar e tinha riscos. Tão vulgar e arriscado como um qualquer outro empréstimo que a instituição pública fizesse a um cliente … como por exemplo, comprar o Pavilhão Atlântico, limpando a imagem de quem a tinha BEM SUJA nas praças financeiras…
Não é Cacavo?
Sabes de quem se fala ou queres que te «avive» a memória?
Bem, em frente…
Agora ficou-se a saber que os contribuintes vão ter que pagar mais uns quantos 114 milhões de euros …empréstimo feito pela CGD à GES!
ÉS UM PANTOMINEIRO!

Vai tocar tangos para a tua rua, aqui já cheiras mal, muito mal!
ARROTA PELINTRA.

Ir a «despacho»


Em várias repartições, deste nosso país, utiliza-se, diariamente, a figura do «ir a despacho»!
Ir a despacho significa, para certa escumalha, ir ao gabinete do sebento e prepotente «chefe», fazer-lhe o relatório do que se passou na repartição.
É abrir a cloaca e vai de debitar quantas vezes o senhor Abílio foi à «casinha»; quantas vezes o Costa apalpou as coxas à menina prendada e casadoira Vanessa; quantos risinhos e gargalhadas a Bety e o Prudêncio deram com as anedotas do Tibúrcio ou quem disse mal e criticou o «chefinho».
Tudo, mas tudo é feito com o … «despacho»!
No fim do despacho, o «chefinho» obsequeia a «bufa» com os «chocalatinhos» do costume, embrulhados em papel celofane, comprado na farmácia Central!

Vem tudo a propósito de outros despachos que se vieram a conhecer entre o senhor que «era dono de tudo» e a PT do Granadeiro, o tal que em declarações a 12 de Fevereiro de 2010, se dizia ENCORNADO por dois administradores, um tal famoso Rui Pedro Soares e o não menos famoso, Soares Carneiro. A mesma PT de outro agraciado a 10 de Junho e, recentemente, por uma universidade, paga com os dinheiros públicos.
TUDO IA A DESPACHO DO «senhor dono disto tudo»!
Só que o despacho do «dono disto tudo» servia para os lacaios receberem, não «chocolatinhos» mas instruções também eles envoltos em papel, mas do BCE.
É FARTAR VILANAGEM!    

Saco e ... AZUL


Depois das trapalhadas (aldrabices) de uma «proposta» de orçamento com «entremeada rançosa», eis que é dado a conhecer que a VIGARICE é de tal ordem que há um saco … azul que permitirá servir de boia, à vaca quando esta cair ao rio…
Saco azul?
Mas isso não é proibido por lei?
Pois…
Entendido…
A cretinice elevada à potência 10, com milhões de zeros!
Esta proposta de orçamento devia ser objecto de estudo nas universidades.
De tanta asneira, incompetência e imbecilidade, os alunos aprenderiam, facilmente, o que não é um orçamento.
De facto, basta perceber uma coisa tão simples.
Simples para pessoas normais e não para acéfalos, claro!
Um orçamento de estado é por princípio um documento legal.
Logo, constituído por um conjunto de leis que devem respeitar, digo eu, o que é uma norma jurídica.
Como norma jurídica NUNCA, EM TEMPO ALGUM, pode prever algo que hipoteticamente acontecerá.
Aprendi, na faculdade, que uma norma jurídica não tem efeitos retroactivos.
Hodiernamente, a cambada já diz que a norma jurídica pode ter efeitos retroactivos se for em benefício do acusado.
A ser assim, com esta imbecilidade, um dia ainda vamos ter criminosos a serem ressarcidos do tempo em que estiveram presos.
É o regabofe total!
VIVA A ACEFALIA!
BARDAMERDA E CALADINHOS!

Um alentejano na CIA

Agora que tanta anedota se conta da imbecilidade de um Machete, gagá, sobre a saída de portuguesas do estado Islâmico, importa saber que a CIA contratou um … alentejano!
Isso mesmo!
Um alentejano entrou, por mérito e não por qualquer cunha, para o serviço da CIA.
A estória conta-se em poucas palavras…

A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de selecções, entrevistas e testes, escolheram três candidatos:
Um francês, um inglês e um alentejano.
Para a prova final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
-Queremos ter a certeza de que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias.
Dizem então ao francês:
- Por detrás desta porta você vai encontrar a sua mulher sentada numa cadeira. Terá que a matar!
- Estão a falar a sério?
Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde o agente.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos, tudo muito calmo.
Depois regressou com as lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência.
Pegue na sua mulher e vá-se embora.
Chegou enfim a vez do alentejano!
Deram-lhe as mesmas instruções, indicando-lhe que teria de matar a mulher. Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro... A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis partir, etc...
Após alguns minutos fica tudo muito calmo...
A porta abre-se lentamente e o alentejano sai, limpa o suor e diz:
- Vocês bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca! Tive que a matar com a cadeira...

Como sempre....


Uma estória à inglesa de «(...) mudam as moscas, a merda é a mesma...»! 
Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio fedia! 
O Capitão chama o Imediato:
 
- Mr. Simpson, o navio fede, ordena aos homens  que troquem de roupa!
 
Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir, e parte para reunir os marinheiros e diz:
 
- Sailors, o Capitão queixa-se do fedor a bordo e ordena que todos troquem de roupa.
- David troca a camisa com John, John troca a tua com Peter, Peter troca a tua com Alfred, Alfred troca a tua com Jonathan ... e assim prosseguiu.
 
Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:
 
- Sir, todos já trocaram de roupa.
 
O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER EM PORTUGAL
NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

quinta-feira, Outubro 23, 2014

Vamos lá avivar a memória a um Coelho


Sem strip-tease e fio dental aqui está uma fase da «vidinha» de um «bon vivant», um Coelho nos jardins da Tecnoforma.
O caso é relatado pela revista Visão.
A ser verdade… só se confirma o que já pensava sobre um coelho no jardim das delícias…
«Quando, em fins de 1996, aceitou ser presidente do Centro Português para a Cooperação (CPPC), uma ONG com ligação umbilical à empresa Tecnoforma, o seu único mecenas, Passos Coelho não perdeu tempo. Formulou os convites, todos bem-sucedidos, para o conselho de fundadores, e explicou-os a Fernando Madeira, fundador e patrão da Tecnoforma: alguém próximo do então PR, Jorge Sampaio (seria Júlio Castro Caldas, à época bastonário da Ordem dos Advogados), do Governo de António Guterres (o deputado do PS Fernando de Sousa), da oposição (Marques Mendes, líder parlamentar do PSD), da Comunicação Social (Eva Cabral, na altura jornalista do Diário de Notícias e hoje assessora política do primeiro-ministro) e até um dirigente maçónico (coronel Oliveira Marques).
Em março de 1997, Passos Coelho já telefonava a Fernando Madeira, para lhe dizer: "Prepare-se que vamos a Bruxelas. O João de Deus Pinheiro vai receber-nos." Voaram em executiva, no dia 10, e o então comissário europeu deu-lhes uma indicação importante - havia verbas do Fundo Social Europeu (FSE) disponíveis para cursos de Função Pública em Cabo Verde e nos outros PALOP.
Outro exemplo: foi preciso obter de Isaltino de Morais, presidente da Câmara de Oeiras, uma "carta de interesse" para viabilizar um curso de costura no então bairro de barracas da Pedreira dos Húngaros, sobretudo habitado por cabo-verdianos, e subsidiado pelo FSE. Essa "carta de interesse" de Isaltino acabaria por chegar ao CPPC antes mesmo de o autarca receber em audiência formal a ONG, representada por Passos e Madeira.
Mas, claro, nem tudo foram rosas. Na verdade, é desconhecida a verba canalizada pelo FSE para o mencionado curso de costura. O Instituto do Emprego e Formação Profissional, após insistentes pedidos de consulta da VISÃO, acabou por responder que não encontrava o processo respetivo.
Fontes conhecedoras estimam que a Tecnoforma injetou no CPPC cerca de €225 mil, no conjunto de três anos - 1997, 1998 e 1999. É um montante muito acima das verbas inscritas nos mapas contabilísticos da ONG, arquivados no Instituto Camões e subscritos por um técnico oficial de contas, José Duro, que faleceu em 2004. Em teoria, o chamado Balancete Analítico é suposto ser mais pormenorizado e assertivo, mas parece que ninguém sabe onde tal documento se encontra.
Até ver.»
Para quê um strip-tease face a tal espectáculo erótico...
BEM VISÍVEL!

quarta-feira, Outubro 22, 2014

Mais uma aldrabice

Ouçam, com a devida atenção, o que um lacaio do governo nos quer impingir.
Vamos lá decifrar o «código» da aldrabice.
Ao dizer-se que a «declaração fica pré-preenchida» no sistema significa o quê?
SIGNIFICA QUE O SISTEMA (AS FINANÇAS) AINDA NÃO CONSIDEROU VÁLIDA A DECLARAÇÃO. LOGO, NÃO ENTREGUE. LOGO, O SUJEITO CONTRIBUINTE HABILITA-SE A SER FORTEMENTE PENALIZADO, COMO JÁ FOI ANUNCIADO, POR NÃO TER ENTREGUE A DECLARAÇÃO A TEMPO E HORAS!
Depois o papagaio fala em o «contribuinte vier a receber a declaração on-line».
Ouve lá papagaio, queres fazer dos outros acéfalos?
Se antes a declaração está pré-preenchida como podem as Finanças vir a enviar a declaração on-line?
Já te percebi: TODA A LENGALENGA É PARA ENGANAR!
Depois, diz o papagaio, o contribuinte pode recusar-se a VALIDAR a declaração.
Mas então se não a valida como pode fazer qualquer reclamação?
É QUE NAS FINANÇAS ESTÁ EM VIGOR O PRINCÍPIO DO «PAGAS PRIMEIRO E REFILAS DEPOIS»!
MAIS UMA ALDRABICE.
Mas há mais.
Depois lá vem a conversa da tanga, da treta e da teta para ele.
A chamada «salvaguarda»!
Mais uma aldrabice.
O contribuinte pode exigir à administração fiscal que faça duas liquidações: uma, segundo as regras do IRS a vigorar em 2015 e, outro segundo as regras a vigorar antes da reforma.
IMAGINO A CONFUSÃO!
Conhecendo-se, como se conhece a burocracia do sistema lá vamos ter outro processo igual à formula do «matemático» [C]rato ou do Citius da Paulinha!
E, o contribuinte a ver navios…
Ou seja, a ver a sua declaração de IRS perdida no tempo, NUNCA MAIS LIQUIDADA e, o contribuinte em FALTA com as Finanças, a pagar JUROS e MULTAS!
A FESTA ESTÁ MONTADA!
O CIRCO ESTÁ COM UM NOVO NÚMERO: o urso que veio da Patagónia, a fazer um duplo mortal, em cima da prancha de surf.
Só uma pergunta.
Se é tudo tão transparente como nos querem fazer crer, então qual a razão da reforma do IRS?
Se todos são unânimes em salientar que a «nova reforma Luterana» é bem desfavorável que a que está em vigor?
Pois é, branco é…    

terça-feira, Outubro 21, 2014

Gostei de ler


E que tal, os senhores professores de Português (deveria ser de Língua Portuguesa) lerem e comentarem com os vossos alunos este texto?
De certeza que muito haveria a aprender.
Desde logo perceber quão importante é a partilha de textos que se encontram disponíveis na Internet.
Ficar-se-ia a perceber, pelo menos, a importância da Internet na Educação.
Ou será que a acefalia de uns quantos não consegue descobrir as enormes potencialidades da Internet num qualquer processo de aprendizagem?
Fiquem com o vosso tacanho hábito de não saber que, felizmente, «ela move-se»!

«Por favor, não matem o Português
20.10.14
Na caixa de comentários deste blog, e na internet assim em geral, dou de caras com erros de português que fazem com que me benza 14 vezes e me pergunte o que é que a grande maioria andou a fazer na faculdade. Posto isto, vale muito a pena ficar a conhecer os "15 erros de português que parecem de putos da primária", uma compilação brilhante reunida pelo site Cultura X. Depois disto, ai de quem se atreva a trocar um "à" por um "há". Estou de olho em vocês.

1. Hades
“Hades cá vir bater à porta! Hades, hades”! Não, não hades. Porquê? Porque Hades é um deus da mitologia grega, o deus dos mortos, e nada mais do que isso. A forma correcta desta expressão é ‘hás-de‘, que deriva do verbo haver  (como podes verificar nos diapositivos seguintes, este verbo safado é causador de muita confusão desnecessária). A expressão ‘hadem’ também não significa o mesmo que hão-de, e essa nem sequer é um deus grego. É só mesmo uma palavra inventada e feia.

2. Trás/Traz
A cada dia que passa, lá vemos um pontapé nestas duas palavras que nada têm que ver uma com a outra. Façam lá o favor de aprender: ‘trás’ é o contrário de ‘frente’ e ‘traz’ é uma conjugação do verbotrazer, na 3ª pessoa do singular. Não podem confundir, porque estão tão relacionadas uma com a outra como a Manuela Moura Guedes está relacionada com o avião desaparecido da Malaysia Airlines. “Traz-os-Montes”? Não! Ninguém traz os montes! “Ele trás o carro” também não está minimamente correcto.

3. Morto, morrido, matado
Apesar de aparecer muito frequentemente na internet e até na televisão (é triste, mas é verdade), a expressão “depois de ter morto a mulher” está completamente errada! Morto é a condição de não estar vivo, simplesmente. Ponto final, não há outro uso para esta palavra. O que se deve dizer é “depois de ter matado a mulher”, que, apesar de ser feio e de até soar ligeiramente mal, está mais do que correcto! Portanto parem de dizer “ter morto”. Quem está morto é o Português, por causa deste tipo de coisa. O mesmo se aplica a outros verbos, como, por exemplo “ter limpo”/”ter limpado”.

4. Crer/querer
Nós cremos que não fazem por mal, mas queremos fazer o reparo na mesma. Há por aí muita gente que, infeliz e injustificadamente, não sabe a diferença entre os verbos querer e crer. Pois o Cultura X está cá para explicar: crer é o mesmo que acreditar, e não é, de todo, sinónimo de querer. Ok? Como sabes, dizer “eu creio” não é a mesma coisa que dizer “eu quero”. “Ó mãe, eu hoje creio comer hambúrguer” não faz sentido, pois não? Então não confundas estes dois verbos, para o bem de todos nós.

5. Mais bem, mais bom
E esta? Ui, menino! É certo que, em algumas situações, “mais bem” ou “mais bom” devem ser substituídos por “melhor”. NO ENTANTO, isto nem sempre acontece! Dizer coisas como “isto está melhor escrito” é tão errado como piratear e publicar fotos privadas das celebridades. A expressão correcta é – e sempre será – “isto está mais bem escrito”! Pode ser?

6. Hífenes
Todos os dias passamos pelo Facebook e vemos um monte de palavras nas quais tu colocas-te um hífen onde não o havia. Já agora, não reparaste em nenhum erro na frase anterior? Então foste mesmo tu, seu/sua delinquente!
Por favor, não confundam ‘passas-te’ com ‘passaste’, ‘colocas-te’ com ‘colocaste’ e muito menos ‘passamos’ com ‘passa-mos’.
‘Colocaste’ está no Pretérito Perfeito e o equivalente na 1° pessoa é ‘coloquei”. ‘Colocas-te’ está no Presente do Indicativo e o equivalente na 1° pessoa será ‘coloco-me’. Já de ‘passamos’ para ‘passa-mos’, altera-se o modo, o tempo, e até a pessoa!
Este é o erro mais comum na net, o mais absurdo, o mais horrível, e o que mais vontade dá de pontapear o ecrã do computador.
Tirar hífenes de onde deviam estar, fazendo o processo oposto, é um atentado igualmente grande.


7. Há / à / á
Não  aqui nada que enganar (ou, pelo menos, não era suposto haver). O primeiro é uma conjugação do verbo haver, o segundo é uma contracção e o terceiro é estúpido.
Quando dizemos “Já vi esse filme há uma semana”, estamos a dizer que já passou uma semana desde que vimos o filme, utilizando o verbo haver para o efeito. Dizer “à uma semana” é ridículo, pois o à é simplesmente uma contracção da preposição a com o artigo definido/pronome demonstrativo femininoa, e usa-se apenas em frases como “amanhã vou à praia”. A terceira opção, o á, é apenas estupidez, porque nem sequer existe como palavra, isolado.
Entendido? “Não vou há praia à uma semana” está, portanto, completamente errado.

8. Ç
Por vezes, vemos pessoas a escrever frases inspiradoras no Facebook, ou mesmo a partilhar imagens com frases que já têm centenas de partilhas, e aparece, lá no meio, uma “palavra” bela: “Voçê”. É um dos grandes problemas dos jovens, apesar de todos terem sido ensinados em condições no primeiro ou segundo ano de escolaridade.
A regra é a seguinte: um C lê-se sempre como um Q, excepto quando se encontra antes de um e ou de um i, casos em que se lê como “ss”. Ou seja, sempre que vem antes de um ou de um i, nunca leva cedilha! NUNCA. Portanto, chega de “voçês”, chega de “apareçe” e de coisas semelhantes.

9. Assério
Algumas pessoas decidiram pegar na expressão “a sério” e fundir as duas palavras, formando a magnífica palavra “assério”, ou mesmo, em casos mais extremos, “acério”, ou “asério”, que nem sequer se lê da mesma maneira (estamos a contar o tempo até começarem a escrever “açério”). Aparece várias vezes nas redes sociais e não fazemos ideia de onde foram desencantar isto. Fomos verificar e, no teclado do computador, a letra S nem sequer está próxima da barra de espaços, pelo que não pode ser um erro de tipografia. Por favor parem com isso. De cada vez que o fazem, morre um panda na China. Assério!

10. Concerteza
Mais duas palavras unidas, mais um pobre panda morto. Pouco há para dizer também acerca desta palavra, mas com certeza que está errada. A expressão correcta é como acabámos de a escrever, com duas palavras separadas, pelo que “concerteza” é apenas obra do demónio.

11. Já mais
Só para que não digamos que só andam aí a fundir palavras à toa, o pessoal presenteia-nos com esta relíquia, que é precisamente o oposto. Decidiram, então, pegar na palavra ‘jamais’ e separá-la em duas, que por acaso existem mas não cabem onde as tentam meter. Ouçam: quando querem dizer que nunca, nunca irão fazer determinada coisa, escrevam “jamais”, tudo junto. “Já mais” só pode ser utilizado em frases como “já mais tarde, fui ler o Cultura X”, ou algo do género.

12. Vez/vês
A confusão entre estas duas palavras também é ligeiramente carcinogénica. “Também vez a Guerra dos Tronos?” e “Só vi uma vês” são duas frases que, portanto, não têm jeito absolutamente nenhum. ‘Vês’ é uma conjugação do verbo ver e ‘vez’ é o singular de ‘vezes’. Não são a mesma coisa, nem de longe nem de perto.

13. Não tem nada haver
O verbo haver é, como já vimos, causa de muita confusão na cabeça de quem não é muito bom nesta coisa da escrita. “Não tens nada haver com isso!”, dizem eles, mas nós temos que intervir, para impedir um severo apocalipse linguístico. Gente, a expressão escreve-se “não tens nada a ver com isso”, caso queiram usar essa forma, que, apesar de ser um galicismo, está correcta. Ainda assim, será melhor dizer “Não tens nada que ver com isso”! E sim, nós, enquanto cidadãos preocupados com a saúde de quem lê aquilo que escrevem, temos muito “haver” com isso.

14. Poder/puder
Aparentemente, existe por aí uma enorme dificuldade em entender a diferença entre estas duas palavras mas o Cultura X, como vosso amigo que é, vai explicar: puder lê-se “pudér” e poder lê-se “podêr”. Isto, sozinho, já deve ser suficientemente explicativo mas, como mais vale prevenir do que remediar, explicamos ainda mais: deve-se usar o ‘puder’ apenas em frases como “se eu puder ir”, sendo ‘poder’ a palavra adequada em todas as outras situações, incluindo “não devo poder ir”.

15. Vírgulas
Não, desta vez a palavra não está mal escrita. Queremos só dar um pequeno reparo nas vírgulas horrivelmente colocadas. Nunca, nunca, “já mais” se separa o sujeito do predicado de uma frase com uma vírgula (ex.: a minha mãe, foi ao supermercado) e também não se colocam os atributos das palavras entre vírgulas (ex.: a sua, belíssima, mulher). Pode ser?


Agora resta-nos esperar que isto resulte! Façamos com que acabe o terror do português que parece um dialecto da Papua Nova Guiné. Contamos com a tua ajuda para mostrar isto à nossa gente!»
GOSTEI.
Será que alguém faz chegar o texto a um [C]rato?