sexta-feira, fevereiro 17, 2017

Olha a novidade....


Trabalham mais horas....

Recebem menos....

Maior disparidade entre salários....

O salário mínimo está mais próximo do salário médio nacional....

Maior fosso entre ricos e pobres...

2 milhões na pobreza...

Reformados com pensões abaixo do limiar da pobreza....

Escravidão no trabalho....

.....

Aonde chega a incompetência

 
O que será preciso acontecer mais para um ministro da saúde atirar borda fora este Conselho de Administração?
Num país sério e com gente honesta, nos lugares de decisão, já teria havido lugar a inquéritos e condenações...
Num país de corruptos e idiotas tudo é de esperar...
Até burros a andarem de bicicleta....
Os amigos do AA vão fazendo pela vida.
Será que é desta que os habitantes da Guarda percebem a enormidade da acefalia que campeia pelas governações e outros postos de «radar»?
É tempo.... 

Exame prévio


O Sindicato dos Jornalistas (SJ) está preocupado com as recentes exigências da ANA - Aeroportos de Portugal impostas aos jornalistas que pretendam fazer reportagem fotográfica/multimédia nas instalações do Aeroporto de Lisboa.

Em comunicado, o SJ denunciou “uma série de exigências ilegais” por parte da empresa que gere os aeroportos, entre as quais um pedido de autorização prévia e a aplicação de taxas de serviço e a reivindicação do direito a pré-visualizar as imagens captadas.

O sindicato lembra que continua à espera de uma reunião urgente pedida em 31 de Janeiro à ANA, para discutir o assunto.

No comunicado agora emitido, o SJ recorda que a actividade de jornalista é regulada legalmente na Lei n.º 1/99, que integra a liberdade de acesso às fontes de informação, que se traduz, “nomeadamente, no direito de acesso a locais abertos ao público, desde que para fins de cobertura informativa”.

As instalações do aeroporto “configuram locais abertos ao público, podendo, por isso, os jornalistas aí desempenharem trabalho jornalístico, desde que se munam do respectivo título profissional”, referiu o SJ, acrescentando que, “além disso, o condicionamento do exercício da actividade jornalística ao pagamento de taxas, mediante a análise do serviço em causa, configura-se como uma exigência ilícita”.

Desde 2012 que ANA é gerida pelo grupo francês Vinci. 
Aonde vamos parar?
Que dizem a tudo isto os acéfalos que coçam os cotovelos na casa de má porte?
Nada!...
Mais preocupados com o peso das mochilas....
 


A Ingenuidade, o Ridículo, a Política e coisas que tais

Foi recentemente promulgado pelo presidente da República um diploma que obriga à substituição das administrações das ULS em todo o país. Assim que o diploma for publicado, os homens de Álvaro Amaro no nosso hospital entram em gestão corrente.

Desconhecem-se pormenores sobre os diversos aspetos da nomeação, composição e funcionamento da próxima administração impostos pela nova lei. Impera por isso a boateira, que é aquela doença que assola ciclicamente a Guarda em alturas destas, apimentada por algum pânico entre os boys do partido e diretamente proporcional na sua intensidade à ignorância das pessoas sobre o tema em questão. Uma vez que a futurologia não é a minha especialidade, e enquanto aguardamos, detenhamo-nos um pouco sobre aquilo que foi a obra da proximamente defunta administração hospitalar.

Recordo que esta administração nasceu de uma outra cujo presidente se veio a descobrir ter sido condenado por crimes de abuso de confiança fiscal. De facto, o então ministro da Saúde optou por “transferir” discretamente Vasco Lino para a Covilhã, mantendo em funções o resto do órgão gestionário, que passou a ser chefiado por Carlos Rodrigues, o mordomo de Álvaro Amaro para a maior empresa do distrito da Guarda.

Com esta decisão meio atabalhoada da tutela, transitaram para os próximos capítulos os vários erros e dossiers emblemáticos da mediocridade, incompetência e falta de visão estratégica das administrações que nos últimos anos devastaram em crescendo o nosso hospital. Como guardense e utente da instituição, muito poderia aqui dizer sobre o assunto. Mas como o espaço é curto, limitar-me-ei a aludir aos mais mediáticos, de que é exemplo o da cirurgia, o tal serviço que esteve durante anos sem diretor nomeado e que depois teve um diretor ilegal que teve de ser corrido para o Porto, para por fim voltar a ter como diretor o médico que afundou o serviço aos olhos da própria Ordem dos Médicos. Ou a radiologia, que há muitos anos não só não tem diretor como não tem médicos, mas que em compensação se descobriu ter radiação quanto baste e estar a funcionar ilegalmente…

Numa república que não fosse das bananas, toda esta incompetência teria sido há muito premiada com um bilhete de comboio para as Caldas da Rainha, local de origem do homem que Álvaro Amaro trouxe para cá. Mas como a Guarda está para o país como uma sala de chuto está para a realidade, o governo da geringonça foi mantendo toda esta gente no cargo, vá-se lá saber porquê, talvez como que a querer dizer que a Guarda não merece ser salva porque há pecados que nem sequer merecem redenção.

Álvaro Amaro, que tem mais esperteza política num dedo do que os socialistas locais têm no corpo todo, assistiu a tudo isto, ao princípio com preocupação pelos danos potenciais, mas depois com gáudio perante a ingenuidade e inoperância socialistas, qual avançado de futebol a quem o defesa da equipa contrária passa involuntariamente uma bola que só tem depois de empurrar para dentro da baliza.

Da próxima administração espera-se que não cometa o mesmo tipo de erros daquela que está de saída, de que é exemplo a folclórica nomeação para uma direção de serviço, já em período de velório, de uma médica que já esteve envolvida num escândalo sobre horas extraordinárias e que, tendo reprovado num exame da sua especialidade, foi agora nomeada, e cito, por reunir “as competências necessárias para exercer tal cargo” e ter “a confiança técnica da administração” para a “implementação de uma nova política de gestão que se traduza numa maior eficiência e eficácia”…

O ridículo diverte-nos, mas às vezes também mata. Nem que seja o sentido do decoro. Álvaro Amaro, estrategicamente caladinho perante tudo isto, não perdoará erros destes a quem aí venha. Ele sabe melhor do que ninguém que se a ingenuidade é um modo de se ser inocente, a infantilidade é um modo de se ser idiota. E que isso, em política, faz toda a diferença… Até na Guarda!
 
(Crónica no jornal "O Interior" - 8 de Fevereiro de 2017)

Ponto de Vista


Foi recentemente publicado um estudo sobre o índice de transparência envolvendo 308 autarquias nacionais. Este índice mede o grau de transparência na administração local através de uma análise da informação disponibilizada aos cidadãos nas respetivas páginas da internet. São importantes, entre muitas outras, as informações sobre a organização das autarquias, a sua composição e funcionamento, os planos e relatórios, os impostos, as taxas, as tarifas, os preços e os regulamentos, a contratação pública, a transparência económico-financeira, etc., etc.

O poder local constitui uma pedra angular da democracia portuguesa, sendo hoje unânime o reconhecimento pelo serviço prestado à consolidação democrática e ao desenvolvimento do país.

Porém, nos últimos anos, têm ocorrido inúmeras transformações e desafios que condicionam a qualidade e a integridade da governação municipal. São elas a europeização do poder local, o fenómeno da globalização e os seu impactos sociais, económicos e institucionais, o crescente distanciamento dos eleitores em relação aos partidos, a maior exigência de rigor e de ética por parte dos cidadãos em relação aos seus eleitos locais, o aumento das competências das autarquias, o impacto das novas tecnologias no relacionamento dos cidadãos com a governação local, tudo isto sem prejuízo de outras mudanças que o tempo não me permite aqui enumerar. É por isso que tem mudado a forma como as autarquias funcionam e como os cidadãos percecionam essas evoluções.

Neste estudo de que vos falo a câmara da Guarda aparece na posição n.º 252. Isto é, 252 entre 308 autarquias. Uma vergonha! Se falássemos de futebol, a câmara da Guarda estaria a lutar para não descer de divisão. E se falássemos de Educação, reprovava no exame e nem sequer passava de ano!

Só se espanta com esta péssima classificação quem não for ao portal da autarquia na internet e lá constatar a falta de rigor, de transparência e de acuidade da informação que é apresentada. Quanto a propaganda, essa, não falta. O que falta mesmo é informação que seja útil para os munícipes.

Eis um exemplo do distanciamento da autarquia em relação àquilo que nos importa a todos: a última ata da Assembleia Municipal é de 29 de abril de 2016. Se formos às gravações das Assembleias Municipais, a última é ainda mais atrasada, de 18 de dezembro de 2015. 2015, perceberam bem? Sobre planos e relatórios, nada! Se formos ao ítem “relação com a sociedade”, pilar fundamental da gestão democrática, mais uma vez, nada. No que diz respeito a impostos, taxas, tarifas, preços e regulamentos, então é que o Big Bang ainda está para acontecer! Aquilo é um deserto completo!

Em contrapartida não é necessária muita informação para que todos tenhamos já percebido que a especialidade do executivo de Álvaro Amaro são os ajustes diretos. Com transparência q.b., naturalmente, para ninguém atrapalhar os negócios.

É capaz de ser na sequela desse… digamos… recuperado espírito de transparência, que se anunciam agora, com pompa e circunstância, debates sobre um tal de “orçamento participativo”. Só quem não conheça o modus operandi deste executivo é que não desconfia da propaganda eleitoral e do populismo que tudo isto representa. Como se um orçamento participativo alguma vez se pudesse realizar com cidadãos de quem Álvaro Amaro espera sobretudo que vão às urnas votar nele.

Uma sociedade democrática não se reduz ao dia das eleições ou aos atos formais da governação. Realiza-se pelo acolhimento das ideias do outro, pela transparência das mais pequenas ações, pela ética nas tomadas de decisão, pela conquista dos cidadãos para as causas, enfim, por tudo aquilo a que Álvaro Amaro não nos habituou. Naquela que é nossa, um orçamento participativo está para a transparência como uma gota de água para um oceano. Para Álvaro Amaro, transparência é a do plástico e democracia a forma de governo em que o povo julga estar no poder.
Muito bom dia a todos.

(Crónica na Rádio F - 13 de Fevereiro de 2017)

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Ponto de Vista


“O maior perigo que corre o ingénuo: o de querer ser esperto. Tão ingénuo que cuida, coitado, de que alguma vez no mundo o conhecimento valeu mais do que a ingenuidade de cada um. A ingenuidade é o legítimo segredo de cada qual, é a sua verdadeira idade, é o seu próprio sentimento livre, é a alma do nosso corpo, é a própria luz de toda a nossa resistência moral”.

Estas palavras não são minhas, são de Almada Negreiros. Tal como a consideração de que, e volto a citar, “A esperteza saloia representa bem a lição que sofre aquele que não confiou afinal em si mesmo, que desconfiou de si próprio, que se permitiu servir de malícia”.

Esta caracterização asssenta que nem uma luva a muitos de nós e também a Álvaro Amaro. A muitos de nós, porque continua a existir por aí muita ingenuidade. A Álvaro Amaro, por exclusão de partes, porque não vislumbro nas redondezas melhor exemplar da esperteza saloia, o que no caso em apreço é o maior elogio que lhe consigo fazer.

Acredite quem quiser que Álvaro Amaro vai concorrer pela Guarda e não por Coimbra, só porque tem a Guarda no coração. Claro que até podem existir ingénuos espertos, como referia Almada Negreiros, mas felizmente que nem todos os espertos são ingénuos. Bastará perguntar-vos se acreditam mesmo que se Álvaro Amaro tivesse a Guarda no coração, teria algum dia equacionado sequer concorrer por outro lado…

Álvaro Amaro, que também pertence ao grupo minoritário dos espertos que não são ingénuos, é no entanto um espécime à parte. A diferença para os comuns mortais que acreditam naquilo que ele diz, é que ele é calculista como ninguém e desprovido dos mais elementares sentimentos que atrapalham o raciocínio dos vulgares ingénuos.

Álvaro Amaro dificilmente iria concorrer por Coimbra, não só porque há por lá muito cão para o mesmo osso, como por as probabilidades de ganhar a eleição serem muito inferiores às da Guarda. E Álvaro Amaro não gosta de perder nem a feijões. Pode até ser olhado por muitos como um saloio, mas, honra lhe seja concedida, é na verdade um dos saloios mais espertos que um dia arribou pela Guarda.

Senão, vejamos. Deixou um rasto de destruição em tudo o que é árvore, brindou-nos com rotundas enfeitadas por peças e slogans de duvidosa qualidade e ainda menor necessidade, desprezou a maior parte do concelho, incumpriu as esperanças dos guardenses relativamente ao hotel Turismo, e encheu-nos os olhos e os ouvidos com festas e festarolas adornadas por ajustes diretos e coisas afins. E mesmo assim, tem o astral em alta!

 Aqui chegados, Álvaro Amaro só perde a câmara se o PS perceber de uma vez por todas porque é que a perdeu há quatro anos. Quase nem precisa de fazer campanha. Com a ULS da Guarda e a Segurança Social nas mãos, e umas ajudinhas de Santana Lopes em Lisboa para resolver alguns problemas que vão surgindo em IPSSs de concelhos socialistas, Álvaro Amaro até já colocou alguns presidentes de juntas de freguesia PS a fazer-lhe elogios na comunicação social. A distrital do partido vai fazendo o papel do marido enganado.

Desconheço, com tanta ingenuidade do partido socialista local no último ano – para não lhe chamar azelhisse – rematada pela injustificável manutenção governamental à frente da maior empresa do distrito – a ULS – de uma administração basicamente incompetente e marcadamente dependente de Álvaro Amaro, quem será o cordeiro que o PS imolará no sacrifício autárquico. Se for uma pessoa de bem e de caráter e ainda por cima com projeto, tiro-lhe o chapéu pela coragem! Vai concorrer com todos os dados viciados, como naqueles filmes do tempo do cinema mudo em que um dos contendores combatia com as mãos amarradas e um carapuço na cabeça e ainda conseguia levar umas caneladas do árbitro.

A ingenuidade é uma força que os astutos fariam mal em desprezar. E Álvaro Amaro sabe-o melhor do que ninguém.

Muito bom-dia para todos.

(Crónica Rádio F – 6 de Fevereiro de 2017)

A «pós mentira»


segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Conversas

Segundo o «hexágono» Sócrates e Trump estiveram ao telefone....
Diz a imprensa da «Patagónia» que estiveram, mais de duas horas, em amena cavaqueira....
Não foi revelado o teor do telefonema...
No entanto, segundo fontes próximas de Putin um dos assuntos tratados foi a questão dos juízes....
 

segunda-feira, janeiro 30, 2017

A sociedade


A Santa

 
Uma Santa com muitos devotos e ... votos!

Ponto de Vista


Esta semana a grande discussão política em Portugal centrou-se no tema da baixa da Taxa Social Única, mais conhecida por TSU, e na sua relação com o salário mínimo. No meio do ruído que se criou, escapou a muitos portugueses a compreensão daquilo que realmente interessa, que é a questão do que é que é melhor para a economia.

Sempre que houve mexidas na TSU ou meras intenções para a alterar, houve polémica. E até uma gigantesca manifestação, quando o PSD de Pedro Passos Coelho quis baixar a TSU aos patrões e transferir esse encargo para os trabalhadores. Mas nem António Costa descobriu a pólvora nem Pedro Passos Coelho inventou a roda: na verdade, há muito que o aumento do salário mínimo vem sendo acompanhado de uma redução da TSU paga pelos empregadores à Segurança Social. É assim pelo menos desde 2010, com José Sócrates. Em 2014, quando estava no Governo, Passos Coelho também reduziu em 0,75 pontos percentuais as contribuições das empresas como moeda de troca para o aumento do salário mínimo para os 505 euros. Nessa altura, Passos Coelho apresentou essa medida como “estímulo ao emprego”, estímulo que pelos vistos desapareceu por ser proposto por outro partido.

A mim, como cidadão, o que me interessa perceber é se a redução da contribuição paga pelas empresas estimula mesmo a economia e impulsiona realmente o emprego. E se é esse o caso, porque é que não se mantém a TSU e se reduz em vez dela o IRC ou qualquer outro tipo de encargo para as empresas? É que qualquer eventual buraco na Segurança Social resultante de uma redução da TSU terá sempre que ser pago em última instância pelo orçamento do estado. De facto, há vários problemas que se levantam com a particular forma de apoio que representa esta redução fiscal.

Em primeiro lugar, o problema de se “tornar estrutural uma medida que se pensou sempre como temporária”. Apesar de o “bónus” não implicar os novos contratos que as empresas venham a celebrar este ano, cria-se uma “expectativa” nos patrões de que, para o ano, os trabalhadores que hoje forem contratados pelo salário mínimo lhes venham a sair mais baratos. Ou seja, incentiva de certa forma a contratação pelo salário mínimo. Basta lembrar que, em 2016, 37% dos novos contratos foram celebrados com o salário mínimo. São esses que este ano vão ter “desconto” aos olhos do empregador. É um incentivo que se pode tornar perverso porque reforça uma tendência negativa. Até António Bagão Félix, ex-ministro da Segurança Social próximo do CDS, concorda que a medida, ao ter muito pouco de temporária e quase tudo de recorrente, pode ter esse efeito “perverso”.

Em segundo lugar, a redução da TSU equivale sempre a um financiamento dos contribuintes às empresas para poderem aumentar o salário mínimo. Uma economia destas é uma “economia fragilizada, subsídio-dependente e baseada em baixos salários”, afirma Bagão Félix.

Em terceiro lugar, sempre para Bagão Félix, o problema da redução da TSU para as entidades empregadoras “discrimina negativamente” as empresas que vivam mais de mão-de-obra do que de tecnologia e de máquinas e “favorece” aquelas em que a percentagem de trabalhadores com a remuneração mínima é mais elevada, como é o caso da restauração e do turismo. Dá até como exemplo da ideia de um estímulo pouco agradecido por parte dos patrões a redução do IVA de 23% para 13% ocorrida recentemente, sem repercussão no preço final pago pelos consumidores.

Em suma, para o cidadão comum a discussão acalorada e pouco objetiva a que se assistiu assemelhou-se àquela que aconteceria se um corpo de bombeiros, no meio de um fogo, escaramuçasse sobre se era melhor para o ecossistema retirar-se a água para abastecer as suas viaturas contra incêndios do topo norte ou do topo sul de um determinado lago.

A forma como toda esta questão foi conduzida pode resumir-se numa afirmação: os partidos políticos portugueses são atualmente essencialmente constituídos por dois grupos de pessoas: um formado por gente totalmente incapaz, o outro por gente capaz de tudo…

Tenham uma boa semana.

(Crónica na Rádio F - 23 de Janeiro 2017)