terça-feira, março 31, 2015

Mais CORTES


Depois do CORTE nas bolsas de mérito aos alunos do ensino profissional eis que…
 O ME do Crato recusa-se a comparticipar das visitas de estudo dos alunos abrangidos pela acção social escolar.
Ou seja, só os alunos com poder financeiro terão direito a fazer uma qualquer visita de estudo. O Ministério assume que cortou estes apoios.
Já em 2014 chegou fazê-lo só que recuou!
Agora, é definitivo.
E, mais uma vez, remete para as escolas a gestão das visitas com alunos, nomeadamente através da utilização das receitas próprias das escolas.
Receitas próprias?
Mas isso é o recurso a sacos azuis?
O QUE É UMA ILEGALIDADE!
Então, é o próprio ministério que incentiva as ilegalidades, para depois «caçar» os patos no lago?
É com medidas destas que conseguem «cofres cheios»!
É FARTAR VILANAGEM!

Os cofre cheios....


A cada segundo que «passa», há uma NOVA ORDEM!
A história às vezes repete-se e este ano volta a haver um conjunto de alunos do ensino profissional apoiados pela acção social escolar (os mais carenciados) que estão sem receber as bolsas de mérito a que têm direito, por bom desempenho académico.
Em 2014, depois de questionado pelos jornais sobre as razões daquele corte, o Ministério da Educação (ME) voltou atrás, desculpou-se com uma "interpretação errada dos serviços" e transferiu as verbas.
Em 2015, a situação está novamente a acontecer, mas a resposta do ME é agora diferente.
Através do gabinete de comunicação, o Ministério fez saber que nada mudou na política de atribuição de bolsas de mérito por bom desempenho académico e que "todos os processo instruídos e terminados já foram pagos".
No entanto, há alunos que estão sem receber e várias direcções de escolas do Norte do país, desde a área metropolitana do Porto até Chaves, que garantem ter recebido apenas as verbas referentes aos estudantes dos cursos científico-humanísticos.
E existirão documentos oficiais, assinados pelo delegado regional de Educação da Região Norte, dizendo expressamente que os "cursos profissionais co-financiados pelo POPH [Programa Operacional Potencial Humano] não poderão ser considerados nesta modalidade, nesta fase". 
Noutra comunicação do mesmo serviço, datada de Dezembro de 2014, refere-se que o montante transferido relativo à 1ª tranche das bolsas de mérito se destina aos "alunos que se encontram a frequentar o ensino secundário (cursos científico-humanísticos)", omitindo os do profissional. 
Confrontado o Ministério com estas informações, que contradiziam a resposta inicial de que tudo estava a ser pago normalmente, foi recebida a mesma indicação. Que as ordens eram para pagar os processos inseridos no sistema.
COFRES CHEIOS!
CLARO!
À CUSTA DE QUEM E EM PREJUÍZO DE QUEM? 

O resto de nada....


Estes socialistas franceses não compreendem, ou não querem compreender, que em caso algum a solução para a actual crise é manter o actual estado de sítio, baseado na austeridade e no abandono do estado social.
Bem pregam os socialistas da «ala mais à esquerda».
Mas, os conluios do eixo franco-alemão, a negar a evidência dos factos, fará eliminar por completo o esfarrapado partido socialista francês.
A última DERROTA nas eleições departamentais não é comparável à das eleições na Madeira. Mas, para lá caminha!
Ou de uma vez por todas este, e os outros partidos socialistas se assumem como defensores de políticas sociais ou, um triste dia, os socialistas ficarão reduzidos ao que hoje são na Grécia. Não demora muito!
O aviso está feito.
"Continuar sem mudar nada é subestimar a dimensão da derrota", disseram os críticos num comunicado assinado pela corrente contestatária "Viva a Esquerda". "Se continuarmos assim vamos contra a parede", explicou o deputado rebelde Jérôme Guedj. 
Desde um Blair, passando por Sócrates e agora Hollande são políticos medíocres. O resultado aí está!
Derrota em derrota até ao fim da caminhada!
Que se cuidem, ou se em tempos houve um socialismo metido na gaveta, agora haverá um socialismo RASGADO E DESAPARECIDO para sempre!

Ponto de Vista


Dificilmente encontraremos alguém que não tenha ouvido falar da célebre frase de Winston Churchill, segundo a qual a democracia é a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras que foram experimentadas. Hoje as palavras de Churchill teriam porventura outro sentido. Ou outra direcção. Recordo aqui que foram proferidas num contexto muito particular, ligado a uma Guerra Mundial. Actualmente, se não vivemos numa guerra clássica, vivemos pelo menos um conflito que a História irá recordar como uma guerra combatida por outros meios.
A democracia de que Churchill falava deu lugar a uma espécie de plutocracia. Trata-se de um sistema de dominação em que uma classe, detentora dos meios de produção e de distribuição da riqueza consegue, mediante um elaborado sistema político e jurídico, assegurar a si mesma o controle social e económico da sociedade. Trata-se de um sistema de governo no qual esse grupo de pessoas escolhe na prática quem lhe convém, conseguindo ainda assim fazer parecer que a escolha foi feita pelo povo. O sufrágio do voto, na plutocracia, é tudo. Não importa o que venha depois. Por exemplo, é irrelevante que logo no dia seguinte a umas eleições se violem todas as promessas. O sistema assenta na capacidade de o poder económico exercer a máxima influência possível na formação das classes dirigentes e decisoras. É, afinal, a preponderância dos homens ricos sobre tudo o resto. E o resto inclui-nos a nós, os eleitores…
Vou aqui dar um exemplo daquilo que falo.
Aqui há uns anos houve um determinado indivíduo que cometeu mais do que um crime de abuso de confiança fiscal. Foi por isso condenado, sem apelo nem agravo. Passados uns tempos conseguiu fazer-se nomear para a administração do hospital da Guarda. Quando o seu passado criminal foi revelado, o ministro da Saúde alegou desconhecimento sobre essas condenações e atirou as responsabilidades para a CReSAP, que é aquela entidade que tem por obrigação evitar broncas destas. A CReSAP, por sua vez, atirou as responsabilidades para o tal gestor, argumentando que este não havia referido os crimes que tinha cometido. Entretanto o gestor em causa meteu-se em diversas confusões e acabou por não ser reconduzido na liderança da administração do hospital.
Soube-se agora que o gestor em causa foi nomeado vogal do Conselho de Administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira, sediado na Covilhã. Não serviu para presidente da administração na Guarda mas pelos vistos já serve para vogal da administração na Covilhã.
Fica por explicar qual será desta vez a desculpa do ministro da Saúde, o tal que gosta de cultivar uma imagem de rigor e de preocupação sobre a forma como são gastos os dinheiros públicos, sobretudo quando se trata de dispensar medicamentos aos doentes. É que estamos a falar de um gestor condenado exactamente por prejudicar o Estado. Também fica por explicar como é que a CReSAP validou a idoneidade de uma pessoa condenada por tais crimes para o exercício de funções públicas desta responsabilidade. Sim, porque agora a CReSAP já não pode alegar desconhecer o que se passou. E ficamos sem perceber, de facto, para que serve afinal a CReSAP.
Entretanto o gestor em causa já é objecto de investigação noutros processos criminais, envolvendo nomeadamente a celebração de contractos de prestação de serviços do tempo em que passou pela Guarda.
Este gestor é como os cometas. Por onde passa deixa rasto. Mas o que lhe permite brilhar é o sol que nos governa. Refiro-me ao sol que aquece em Lisboa e que dá vulgarmente pelo nome de “sistema”. Este “sistema”, o tal que Churchill denominaria hoje de plutocracia ou de coisa ainda pior, até era capaz de colocar uma galinha a dirigir um ministério. Era só querer. E quem protestasse, ou é do contra ou é doido. Este tipo de farsa tem o condão de se recriar a si própria, até ao infinito. E conta connosco, os pategos do costume, para continuarmos a mantê-la. Tenham um bom dia.
(Crónica na rádio F - 30 de Março 2015)

OS ROUBOS

 
 
Ao que chegou esta «máquina do fisco»!
É cega e surda face às reclamações dos contribuintes.
Já no que diz respeito às hienas, pactua com elas e dilacera os corpos das presas, a gosto dos predadores.
Penhorar bolos, ou seja bens perecíveis, revela a malvadez da acção e qualifica quem a perpetra.
E que dizer da penhora de gaiolas?
Tudo parece interessar aos prestamistas!
Que saudades da Gaiola Aberta do Vilhena!
Essa, de certeza, seria logo confiscada pelos fiscais.
COFRES CHEIOS?
Claro, de dívidas, de juros elevados, aumento da dívida e ... SAQUE AOS CONTRIBUINTES!
É FARTA VILANAGEM!

segunda-feira, março 30, 2015

HOSSANAS?


 
«TAXA DE DESEMPREGO AUMENTA EM FEVEREIRO»
Sendo que, oficialmente, encontra-se nos 14,1%!
E agora há a «corrida» às televisões da «pimbalhada» anunciarem a «BOA NOVA»?
Lá estará o sobranceiro ministro da «economia»?
Lá estará o «fedelho» do imaturo?
Lá estará o «portinhas»?
E o lambreta?
E, todos os outros … a cantarem hossanas à senhora do Coito?
Bonito, bonito ...
A economia a crescer? Claro, mas só para os mesmos de sempre, os AGIOTAS!

Eleições na Madeira


A Madeira foi às urnas....
Os vários partidos irão cantar vitória…
Uns por isto, outros por aquilo…
Nunca há vencedores, nem vencidos…
Mas, há uma coisa que é indiscutível, a ABSTENÇÃO FOI DE 50%!
Ou seja, para o bem e para o mal, só votou METADE da população!
ESSA A GRANDE VITÓRIA!
A ABSTENÇÃO GANHOU!
Quem no seu juízo perfeito pode vir a cantar hossanas?
QUEM?
Não sejam ridículos!
A PLUTOCRACIA ESTÁ INSTALADA!

domingo, março 29, 2015

Mais um TACHO


Olha-me para este…
Esteve «ligado» ao descalabro do país…
Arrastou milhões para a falência…
Destruiu vidas de milhões…
Deu cobertura a desfalques e outros ROUBOS…
Em suma, atirou um país para o sufoco financeiro…
Ainda não tem a coleira do dia da raça, pois não!
Mas já foi NOMEADO para administrador do Montepio!
Este é o prémio para a incompetência.
Para além de ser professor de uma faculdade, a competência do figurante é agora compensada pelo cargo de administrador!
ISTO SIM, CHOCANTE!
NESTE PAÍS SÓ OS ACÉFALOS SINGRAM NA VIDA!

Os ditos «cofres cheios»


A VERDADE vem sempre a ser conhecida!
Pode durar anos e anos mas, finalmente, é conhecida!
Mais grave quando se quer MASCARAR a VERDADE dos factos, com a prosápia da competência.
Então, aí chegados, ENFIAM ORELHAS DE BURRO ou de BURRA, não importa o sexo!
478 milhões de euros só em juros para MENTIR?
DEMISSÃO E JÁ! 
Mas, a «múmia» não sabe, nem se lembra!

sábado, março 28, 2015

Gostei de ler



Carta aos meus pais
Tivemos muita sorte, manos. Agora somos orfãos e não tenho jeito para orfão. Eles também não. E depois perdemos há pouco o Pedro que será sempre uma ferida aberta para nós. E depois da morte do Pedro a nossa mãe informou que não tinha o direito de estar viva com um filho morto.
Em primeiro lugar quero dizer que estou farto de ser orfão, eu que, em criança, tantas vezes desejei a vossa morte, durante umas horas, quando ralhavam comigo ou não me deixavam fazer o que me apetecia e obrigavam-me a actos desnecessários tais como lavar os dentes, comer sopa ou pegar nos talheres como deve ser. A ordem
- Pega nos talheres como deve ser
ainda ecoa, horrível, dentro de mim, tal como a sinistra pergunta
- Não lavaste as mãos antes de vir para a mesa?
ou a resposta
- Um dia falamos sobre isso
quando calhava interessar-me pelo modo como as crianças apareciam dentro da barriga das mães. Apesar de tudo eu tinha alguma cultura: sabia, claro, que os rapazes faziam chichi pela pilinha, que as meninas por um buraquinho mas um dia vi uma mulher de cócoras no pinhal em Nelas e fiquei banzo: fazia por uma escova. Naturalmente interessei-me:
 - Porque é que as mulheres fazem por uma escova?
e os meus pais primeiro banzos também e depois a lutarem para ficar sérios. Não me explicaram nada e vários mistérios subsistiram durante muito tempo. Primeiro, porque é que as mulheres têm uma escova ali. Segundo, porque é que as escovas, que passei a olhar com desconfiança, fazem chichi. Terceiro, isto acontecerá ao conjunto das meninas, ao crescerem, ou só àquela? Quarto, o exame minucioso a que submeti todas as escovas que encontrei em casa não me deu nenhum resultado esclarecedor: não havia uma que não estivesse seca. As de escovar a roupa, as de escovar o cabelo, as de esfregar o chão. E os meus pais sem responderem. A minha mãe ainda abriu a boca mas não chegou a falar, embaraçadíssima. O meu pai não abriu a boca mas qualquer parte dele parecia divertir-se às escondidas, quando qualquer parte dele parecia divertir-se às escondidas a minha mãe a censurá-lo
- João
e ele logo sério, ausente, a interessar-se pelos meus estudos que, em geral, o desgostavam porque os meus resultados escolares costumavam roçar o trágico e constituíam uma preocupação constante para a família. O facto de eu ser escritor
(sempre fui escritor desde que me conheço e a minha mãe previa-me um futuro de miséria negra)
não desagradava inteiramente ao meu pai, que tinha um respeito sagrado pelos artistas, mas os meus resultados escolares preocupavam-no, queria que eu tivesse uma profissão sólida que me amparasse as veleidades criativas. Para ele, a única profissão sólida e digna era ser médico
 - E depois, nos intervalos, escreves
como Júlio Dinis ou Duhamel. Acabei por lhe fazer a vontade, pai, tornei-me médico, mas o meu curso foi um tormento para ele: reprovações, notas baixíssimas, os seus colegas, professores também, lá me iam deixando passar por amizade. Lembro-me que no fim da prova de Medicina Operatória o catedrático me disse com bonomia, diante do anfiteatro cheio:
- Olha, filho, tens treze e diz lá ao pai que não pôde ser mais.
Isto para além de cartas que ele me mostrava com desgosto, género
O seu rapaz esteve aqui e não sabia nada
ou, comparando-me com o meu irmão
- O Lobo Antunes tem dois filhos, um é bom, o outro é uma nódoa.
Ainda me espanta a razão pela qual o meu pai não me matou. Mas sei que lia às escondidas o que eu escrevia e tinha muitas esperanças literárias no filho, embora nunca me tivesse falado nisso, porque não era dado a confidências ou elogios. A mim não me disse nada mas dizia aos meus irmãos
- O António tem faísca, o António tem faísca
e que, quando comecei a publicar, se orgulhava dos meus produtos. Eu acho que os meus irmãos e eu tivemos muita sorte com os nossos pais, que eram pessoas de uma honestidade irrepreensível, inteligentes, cultas, complexas, rigorosas, com qualidades muito superiores aos defeitos que obviamente também possuíam. Tivemos muita sorte, manos. Agora somos orfãos e não tenho jeito para orfão. Eles também não. E depois perdemos há pouco o Pedro que será sempre uma ferida aberta para nós. E depois da morte do Pedro a nossa mãe informou que não tinha o direito de estar viva com um filho morto. E morreu de puro desgosto, sem doença. Somos orfãos do Pedro também. Sobramos cinco e eu não quero que nenhum deles morra antes de mim. Gostamos uns dos outros sem palavras, com o imenso pudor que herdámos dos nossos pais. Não suporto a ideia da morte do João, do Miguel, do Nuno, do Manuel, como continuo a não suportar a ideia da morte do Pedro. Vou dizer uma coisa. Não devia dizer mas vou dizer. Quando fomos contar à nossa mãe que o Pedro se tinha ido embora ela pronunciou só uma frase:
- Tenham misericórdia de mim.
Sentada na sua cadeira, na sua sala:
- Tenham misericórdia de mim.
Agora está com o nosso pai, a contar, entre muitos outros episódios
- Lembras-te daquela história da escova?
e o meu pai a responder
- Ah
que, no seu caso, às vezes, era um discurso muito comprido. Esta crónica saiu toda descosida e mal feita. Não importa, de que outra forma podia fazê-la? É a minha maneira aselha de pedir que tenham misericórdia de mim, porque não sou o adulto que pensam. Peguem-me ao colo. Às vezes tenho tão poucos anos nos meus anos todos e fico tão leve nessas alturas.


António Lobo Antunes, Crónica publicada na VISÃO 1150, de 19 de Março

O estado social ACABOU


O estado social conquistado com sangue, suor e lágrimas desde o final da 2.ª Guerra Mundial, desmoronou-se.
Desde a social-democracia até às ideologias mais à esquerda reconheciam a importância do estado social.
Hoje, com o salve-se quem puder, com os vários jogos de casino e com a acefalia que se alcandorou no poder hei-nos chegados ao fim da linha.
Reformas já estão postas em causa.
Apoios sociais NÃO EXISTEM.
Como podia um sistema dito social suportar os desvaneios de dirigentes corruptos, ladrões e usurpadores. Dirigentes secundados por funcionários lambe botas, mais papistas que o papa da dita «segurança»!
A parasitagem pelos corredores e gabinetes dos serviços são mais que muitos. NINGUÉM SABE O QUE FAZEM. Foram admitidos por compadrios, amigalhaços e via vaginal.
TUDO POR LÁ CIRCULA!
A incompetência é mais do que muita!
Façam as contas às centenas de dirigentes, secretárias, de pé e sem pé, aos assessores, às gaiteiras e rameiras, aos eunucos e restantes figurantes de 4.ª categoria que ganham valores entre 2 000 e 8 000 euros e terão a justificação da ROUBALHEIRA que por lá anda.
A juntar a todo este saque, ainda temos os gatunos e amigos do alheio que, não pagam as contribuições que DEVEM!
Por isso temos o serviço e as prestações abaixo de cães e cadelas.
Próprias do país de bananas governados por sacanas.
MAS CUIDEM-SE. COM O FIM DO ESTADO SOCIAL ACABA-SE A DEMOCRACIA!
SABEM O QUE ISSO SIGNIFICA?
Pois é...

É FARTAR VILANAGEM, ENQUANTO HÁ DINHEIRO PARA VÓS! 
Em breve voltarei ao assunto com um caso verdadeiramente chocante, arrepiante e revelador da MERDA que esta canalha faz.

Mais uma ...MENTIROSA


Segundo o jornal Expresso a ministra (?) da Justiça manipulou dados sobre pedofilia.
Taxa de reincidência em Portugal é de 18%, e não de 80, como diz Paula Teixeira da Cruz para justificar lista de abusadores. Números dos serviços prisionais desmentem ministra. 
Cerca de 18% dos abusadores de menores foram condenados mais do que uma vez.
Ministra da Justiça justifica criação de lista de abusadores de menores com elevada taxa de reincidência, que não existe.
Número dos serviços prisionais desmente Paula Teixeira da Cruz.
A mentira é o instrumento de actuação deste governo de acéfalos e dos seus apaniguados e fiéis lambe botas!
Siga a banda da marinha!
Toque-se o hino e gritem-se hossanas…ao reizinho, que vai nu!
BARDAMERDA E CALADINHOS!

sexta-feira, março 27, 2015

Encontros prováveis


A pique


Qual a razão de tanto alarme?


Os laranjas já têm ensaiado o discurso «da igualdade de tratamento», no caso da protecção dos dados, aplicada a Cavaco, Passos Coelho, Núncio e ao Portas!
Ou seja, os putativos laranjas Marco António Costa e Morais Sarmento repetem a mensagem do «mentor» Marques Mendes que, defendia a não existência de uma lista de contribuintes VIP mas antes um alarme aplicado a todos os contribuintes.
Esta foi a forma habilidosa e ardilosa que a escumalha encontrou para desviar as atenções do foco principal – a existência dos intocáveis – e «estender» a hipotética salvaguarda dos dados a todos os portugueses.
Aos milhões de portugueses que são escrutinados e revistados em todos os actos, pouco ou nada se importarão que se saiba a sua vida de contribuinte.
Os que têm MUITO a esconder é que devem estar preocupados.
Por isso se defende a extensão da protecção.
Por um acaso já alguém se lembrou de levantar o sigilo bancário?
E QUAL A RAZÃO PELA QUAL ALGUNS PANTOMINEIROS NÃO APARECEM NAS LISTAS DOS DEVEDORES?
Ou isso seria «strip tease» à moda do Coelho da Páscoa?
Pois é…DESVIAR A ATENÇÃO PARA A ALTURA DA SAIA E, ESQUECER O DECOTE QUE DESCOBRE AS TETAS!
Quem não quer ser lobo, não lhe vista a pele!

Sócrates III

 

Com tanta acusação, um dia destes ainda o vão indicar como gerente da Tecnoforma.
Só falta!


Sócrates II



É mau de mais para um sujeito que foi 1.º ministro de Portugal!
O Alves dos Reis ao pé deste Sócrates era um menino de coro!

Sócrates I


 
A ser verdade, Sócrates é um mentiroso compulsivo.
E, como tal, sofre de uma patologia qualquer a necessitar, urgentemente, de tratamento!
 

quinta-feira, março 26, 2015

Quem tramou quem?


A «coisa» continua muito confusa…
Desde a linguagem codificada até ao professor das célebres quatro cadeiras, ou bancos, tudo parece demasiado estranho…
Expressões como "fotocópias", "dossiê", "livros do Duda" e aquilo "que gosto muito", revelam o quê?
“Se puderes [Santos Silva] trazer um bocadinho daquela coisa que, gosto muito”!
Gosta muito?
Dizem que são «sinónimas» de … dinheiro!
Podem até ser, mas o mistério é enorme…
Depois há aquela do professor, mais um amigo da adolescência do Pinto, na Covilhã, o «tal» das quatro cadeiras (ou seriam bancos?) da Universidade Independente, suspeito de pressionar a família do empresário Santos Silva, para que este diga que a sua fortuna pertence ao ex-primeiro-ministro …
Estranha-se!
Alguém que fez a doação dos bancos vem agora exigir a mesa!
Estranho!
Mais estranho ainda …quando o engenheiro e ex-professor do Pinto de Sousa foi constituído arguido, pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), por suspeitas de pressionar a família do empresário de Carlos Santos Silva.
Na origem do processo está uma queixa apresentada pela advogada de Carlos Santos Silva, Paula Lourenço, que diz que o ex-professor da Universidade Independente terá pressionado familiares do empresário para que este admitisse que a fortuna de 23 milhões de euros, registada em seu nome, pertence a Sócrates.
António Morais, que chegou a trabalhar com o ex-ministro Armando Vara, o caixeiro de meias guindado à condição de administrador da agiotagem, sentou-se no banco dos réus com uma ex-companheira acusados de corrupção e branqueamento de capitais na construção, da célebre estação de tratamento de lixo, na Cova da Beira.
Em 2005, quando Sócrates chegou ao poder como primeiro-ministro, o engenheiro e professor Morais foi nomeado para o Instituto de Gestão Financeira e Infra-estruturas do Ministério da Justiça.
Saiu ao fim de nove meses.
Fim da gestação… sem prematuro!
Quem tramou quem?
Quem trama quem?
O «rabbit»?

....A lista VIP....

 

Então o Núncio é que não ia ter o nome na lista?
Claro que teria que ter…
O caminho vai-se fazendo… Évora cada vez mais perto…
Cuidado, levem desinfectante … há por lá pulgas ENORMES E MORDEM MUITO, segundo consta!

Poleiro para que te quero!


É mais um que pertence à dita rede… que a Procuradora falava!

O «galheteiro»

 
Um galheteiro é, por definição, um instrumento que «vai à mesa»!
Este «galheteiro» vai à faustosa mesa da agiotagem, ladra e parasita!
Como gostam de «aparecer» para ... impressionar!
Olha o boneco, parolo!

O «novo hino»


quarta-feira, março 25, 2015

Lucrécio o poeta maldito


Já está nos escaparates a obra fundadora da cultura ocidental, o poema filosófico "Da Natureza das Coisas" de Lucrécio.
A obra agora lançada, pela Relógio d'Água, tem esta particularidade, desde o séc. XIX que não havia em Portugal uma tradução do texto de Lucrécio.
Lucrécio influenciou escritores como Virginia Woolf, Daniel Defoe, Camus e Michel Houellebecq.
A obra “Da Natureza das Coisas” é, segundo o escritor e psicólogo Vasco Luís Curado, determinante “pela sobriedade que nos salva de tanto lixo literário e da ditadura dos bestsellers”. Ainda segundo o escritor e psicólogo, o que “impressiona é o facto de Lucrécio ter a coragem de abdicar dos deuses e das religiões e guiar o leitor numa penetração científica dos fenómenos naturais: a vida, a morte, a matéria, o vazio, a terra, os astros, os átomos, os elementos, a consciência, os sentidos, o amor, a linguagem. Se a religião oficial escraviza, o conhecimento liberta. É o triunfo de um espírito que tem a coragem de investigar o Universo só armado das suas próprias forças intelectuais e racionais.”
A ideia do simulacro, ou das imagens que se libertam das coisas e alimentam as nossas fantasmagorias internas, nunca foi tão omnipresente como na nossa modernidade tecnológica, onde estamos progressivamente a abandonar a nossa relação com o real e a viver dentro de múltiplos simulacros incessantemente produzidos pela publicidade, pela televisão, pela política, pela internet.
Para o professor Luís Manuel Gaspar Cerqueira, Lucrécio é Lavoisier antes de Lavoisier, Einstein antes de Einstein, Voltaire antes de Voltaire e, é também, Freud antes de Freud, Baudrillard antes de Baudrillard.
Lucrécio, o poeta louco fundador da modernidade escreveu: “Portanto nenhuma coisa regressa ao nada,/
mas todas regressam por desagregação aos átomos da matéria.
(…) Portanto não perece completamente tudo aquilo que parece morrer,/porque a natureza forma de novo uma coisa a partir de outra,/e não permite que nada seja (Livro I).

Lucrécio pretende situar o homem no todo do Cosmos, colocando em evidência o seu carácter contingente, as suas relações de interdependência com tudo o que o rodeia. Lucrécio volta a colocar o problema crucial: qual o lugar do Humano no mundo?”.
A principal originalidade introduzida por Lucrécio, relativamente aos seus mestres, é a ideia de que os átomos não têm trajectos fixos mas sim desvios aleatórios, e que o cosmos é portanto feito de caos, abrindo a porta ao pensamento sobre a vida individual e a forma como ela é constituída por conexões imponderáveis, pelo acaso. Daí que só o controlo das paixões da alma e do corpo, a paz de espírito e a busca do conhecimento possam levar o Humano a uma compreensão de si e dos outros.
Face a tudo isto quem pode ficar indiferente à obra de Lucrécio? Quem pode ficar sem ler “Da Natureza das Coisas”? Quem?
A minha curiosidade é ENORME!
Já tenho leitura obrigatória!

terça-feira, março 24, 2015

A Morte saiu à rua


A Bicicleta pela Lua Dentro - Mãe, Mãe

A bicicleta pela lua dentro - mãe, mãe –
ouvi dizer toda a neve.
As árvores crescem nos satélites.
Que hei-de fazer senão sonhar
ao contrário quando Novembro empunha -
mãe, mãe - as telhas dos seus frutos?
As nuvens, aviões, mercúrio.
Novembro - mãe - com as suas praças
descascadas.

A neve sobre os frutos - filho, filho.
Janeiro com outono sonha então.
Canta nesse espanto - meu filho - os satélites
sonham pela lua dentro na sua bicicleta.
Ouvi dizer Novembro.
As praças estão resplendentes.
As grandes letras descascadas: é novo o alfabeto.
Aviões passam no teu nome -
minha mãe, minha máquina -
mercúrio (ouvi dizer) está cheio de neve.

Avança, memória, com a tua bicicleta.
Sonhando, as árvores crescem ao contrário.
Apresento-te Novembro: avião
limpo como um alfabeto. E as praças
dão a sua neve descascada.
Mãe, mãe — como Janeiro resplende
nos satélites. Filho — é a tua memória.

E as letras estão em ti, abertas
pela neve dentro. Como árvores, aviões
sonham ao contrário.
As estátuas, de polvos na cabeça,
florescem com mercúrio.
Mãe — é o teu enxofre do mês de Novembro,
é a neve avançando na sua bicicleta.

O alfabeto, a lua.

Começo a lembrar-me: eu peguei na paisagem.
Era pesada, ao colo, cheia de neve.
la dizendo o teu nome de Janeiro.
Enxofre — mãe — era o teu nome.
As letras cresciam em torno da terra,
as telhas vergavam ao peso
do que me lembro. Começo a lembrar-me:
era o atum negro do teu nome,
nos meus braços como neve de Janeiro.

Novembro — meu filho — quando se atira a flecha,
e as praças se descascam,
e os satélites avançam,
e na lua floresce o enxofre. Pegaste na paisagem
(eu vi): era pesada.

O meu nome, o alfabeto, enchia-a de laranjas.
Laranjas de pedra - mãe. Resplendentes,
estátuas negras no teu nome,
no meu colo.

Era a neve que nunca mais acabava.

Começo a lembrar-me: a bicicleta
vergava ao peso desse grande atum negro.
A praça descascava-se.
E eis o teu nome resplendente com as letras
ao contrário, sonhando
dentro de mim sem nunca mais acabar.
Eu vi. Os aviões abriam-se quando a lua
batia pelo ar fora.
Falávamos baixo. Os teus braços estavam cheios
do meu nome negro, e nunca mais
acabava de nevar.

Era Novembro.

Janeiro: começo a lembrar-me. O mercúrio
crescendo com toda a força em volta
da terra. Mãe - se morreste, porque fazes
tanta força com os pés contra o teu nome,
no meu colo?
Eu ia lembrar-me: os satélites todos
resplendentes na praça. Era a neve.
Era o tempo descascado
sonhando com tanto peso no meu colo.

Ó mãe, atum negro —
ao contrário, ao contrário, com tanta força.

Era tudo uma máquina com as letras
lá dentro. E eu vinha cantando
com a minha paisagem negra pela neve.
E isso não acabava nunca mais pelo tempo
fora. Começo a lembrar-me.
Esqueci-te as barbatanas, teus olhos
de peixe, tua coluna
vertebral de peixe, tuas escamas. E vinha
cantando na neve que nunca mais
acabava.

O teu nome negro com tanta força —
minha mãe.
Os satélites e as praças. E Novembro
avançando em Janeiro com seus frutos
destelhados ao colo. As
estátuas, e eu sonhando, sonhando.
Ao contrário tão morta — minha mãe —
com tanta força, e nunca
— mãe — nunca mais acabava pelo tempo fora.

Herberto Helder, in 'Poemas Completos'
 
Morreu Herberto Helder.

Coluna vertebral


Estudantes recusam almoçar com Passos Coelho.
Associação Académica de Coimbra (AAC) recusou o convite do primeiro-ministro para um almoço no Dia do Estudante.
"Os problemas não se resolvem em almoços".
"O Dia do Estudante deve ser celebrado com os estudantes, unidos, a reivindicar por melhores condições e por um ensino superior com mais qualidade", sublinhou o presidente da AAC, Bruno Matias, referindo que esta posição surge em sentido contrário à da maioria do movimento associativo nacional, que se irá sentar à mesa com Pedro Passos Coelho.
Para o dirigente estudantil, a presença na rua nesse dia "é mais importante do que almoços com o primeiro-ministro", de cujos resultados políticos duvida assim como da "discussão profunda" do ensino superior português.
"Os problemas não se resolvem em almoços", apontou Bruno Matias, considerando o convite "deselegante".
O presidente da AAC recordou que a associação de estudantes tinha já convidado o Governo a estar presente no dia 24 de Março em Coimbra, para conhecer "as dificuldades dos estudantes", tendo esse mesmo convite sido recusado.
"Era expectável", comentou, criticando a atitude "cobarde" do Governo de se recusar a conhecer os problemas da comunidade estudantil.
Quanto à presença no almoço da maioria das associações de estudantes, Bruno Matias salientou que a AAC "tem uma visão diferente do restante movimento associativo".
No Dia do Estudante, a AAC promoveu um cordão humano com os estudantes com as mãos e pés atados em protesto contra os cortes no ensino superior.
Na altura, Bruno Matias referiu que a manifestação pretendia mostrar "solidariedade" para com aqueles que abandonaram o ensino superior, querendo a AAC "trabalhar para que mais nenhum volte a abandonar e para que os outros voltem" a estudar.
Ou seja, esta é de facto uma VERDADEIRA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES E NÃO UMA COMISSÃO DE FESTAS!
Uma associação que não se VENDE a troco de NADA ou EM BENEFÍCIO PRÓPRIO DOS SEUS DIRIGENTES!
Esta é uma Associação que DEFENDE OS SEUS COLEGAS E NÃO OS DESCARTA A TROCO DE UNS EUROS «METIDOS» NOS BOLSOS DOS DIRIGENTES!
Esta é uma Associação que SABE o que são os DIREITOS dos estudantes e por qualquer razão não os enjeita por mordomias e festanças para enganar burros!
Esta é uma Associação de verdadeiros dirigentes que se recusa a VENDER-SE, seja por dinheiro, lugares, cursos e estágios.
Esta é uma Associação que não precisa da Academia para satisfazer caprichos pessoais e, muito menos ATRAIÇOAR colegas que os elegeram.
Esta é uma Associação em que os dirigentes não se servem dos poisos para se promoverem e angariar fundos roubados aos contribuintes, e aos colegas, para construírem o seu império!
Esta é uma Associação que não usa de estratégias de persuasão e, de violação de estatutos para servir os interesses dos chefes.  
Para já…

Uma AT desatada

 
Num debate televisivo sobre a lista dos VIP dizia-se com certa insistência, repetindo até à exaustão, que os funcionários da Autoridade Tributária são excelentes profissionais. NADA A OPÔR!
Só que a tão mal tratada função pública não é só a Autoridade Tributária. São muitos e variados serviços. E, há BONS E MAUS funcionários em todos os serviços. Estar a considerar uns esquecendo os outros É INJUSTO e, só revela o que certos «fazedores de opinião» gostam tanto de fazer: «lamber cus»!
Depois, surgem estas e outras notícias ARREPIANTES!
Um cidadão é DESPEJADO por dever 800 euros ao fisco, no entanto o mesmo fisco deve-lhe 17 000 euros.
Tudo porque a lei manda pagar primeiro e, depois reclamar!
Ou seja, a qualidade da prestação do serviço é da exclusiva responsabilidade dos políticos e, os funcionários meros executantes. Percebe-se agora a razão de tanta lamechice?
Pois é…
 

A mentira dura menos que um fósforo


Esta notícia vem confirmar que o Banco de Portugal andou a dormir enquanto o BES se afundava.
Mas, desde os tempos do sorna Vítor Constâncio que a mosca «tsé-tsé» invadiu o gabinete do governador do Banco de Portugal.
Uns dormem o sono da incompetência, e outros dormem sobre a almofada do compadrio.
Como é possível saber-se da ROUBALHEIRA desde 2013 e, NADA, MAS MESMO NADA, se ter feito?
Pior foi um Cavaco ter, por diversas vezes, GARANTIDO que TUDO ia bem e que existia uma situação sólida no banco.
COMO É POSSÍVEL?
Se não é incompetência, só pode mesmo ser MALVADEZ!
E a justiça? Que vai fazer?
Condecorações e coleiras no dia da raça não vão faltar!BARDAMERDA E CALADINHOS!

O Super Pinóquio Coelho

Passos Coelho recebeu esta notificação em 26 de Outubro de 2012 e borrifou-se para a mesma, era e é Primeiro-ministro logo não ligou pevide, enrolou-a e
atirou "para o lixo", só que teve azar, o "papel" foi "apanhado" por um jornalista que resolveu dar-lhe "vida" e, agora, Passos anda de um lado para o outro a justificar o injustificável!
Este país merece mesmo ter um primeiro-ministro assim.
Se já tinha pouca credibilidade, perdeu-a toda!
Haja ética!

segunda-feira, março 23, 2015

Outro EMBUSTE

(Foto do jornal Terras da Beira)

A neve começou a cair na tarde do dia 23 de Março.
Os primeiros dias da «dita» primavera começam assim, com tempo invernal.
Frio e neve!
Só que a neve que caiu foi de pequena monta.
No início da noite voltou a cair com alguma intensidade.
O SUPOSTO ERA QUE DE IMEDIATO OS TÃO ANUNCIADOS E, PROPAGANDEADOS MEIOS DE «LIMPEZA» ENTRASSEM EM ACÇÃO!
Nada disso!
Os tais meios não se viram!
A confusão no trânsito da cidade foi mais que muita.
Nem a estrada de acesso ao hospital teve direito a qualquer prioridade de limpeza.
Já para não falar das estradas municipais de acesso às freguesias e aldeias do concelho que ficaram interrompidas e, logo numa hora em que centenas de guardenses regressavam a casa após um dia de trabalho.
Coisa que muitos não sabem o que isso é... ou fingem fazer!
A câmara municipal muda e queda!
Com a ressalva para um vereador que ... veio anunciar que estava a nevar (como se tal fosse necessário!) e que os condutores reduzissem a velocidade e que evitassem circular nas ruas com maior inclinação....
RISADA GERAL!
Quão ridículos são tais regedores!
Afinal o que TODOS sabiam confirmou-se: O EMBUSTE DOS MEIOS!
Haja CORAGEM para assumir o EMBUSTE!

Este EMBUSTE como TODOS os outros que se anunciam para engodo dos papagaios! 

Pela sua saúde


 
Sabe quanto tempo pode esperar por uma consulta?

Sabe que se for a um centro de saúde com uma doença aguda tem de ser atendido no próprio dia? E que os hospitais têm de atendê-lo, no máximo, em 30 dias quando marca uma consulta de especialidade de natureza “muito prioritária”? Foi publicada uma portaria que actualiza os tempos máximos de resposta garantidos no acesso aos cuidados de saúde, sem introduzir alterações ao que já estava legislado.
Os prazos variam consoante a natureza dos cuidados em causa, sendo que se aplicam apenas a situações sem carácter de urgência. Os tempos máximos têm de ser respeitados quer pelas instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), quer pelos convencionados (clínicas privadas com acordo com o Estado), e quando estas instituições não conseguem assegurar os tempos devem informar os utentes das alternativas: referenciação para outro estabelecimento do SNS ou convencionado. E é precisamente para a ERS que deve reclamar quando os tempos de resposta forem ultrapassados e não lhe indicarem alternativas.
A presente portaria deixa claro que os estabelecimentos de saúde devem ter afixado em locais de fácil acesso e consulta pelos utentes a informação actualizada sobre os tempos máximos de espera por patologia ou grupos de patologias. E até 31 de Março de cada ano terá de ser publicado e divulgado um relatório pelas instituições sobre o acesso aos cuidados que prestam, os quais serão auditados, aleatória e anualmente pela Inspeção-geral das Actividades em Saúde.
 
Tipo de cuidados de saúde
Tempo máximo de resposta
Consulta no centro de saúde
15 dias úteis após marcação
Consulta no centro de saúde por doença aguda
No próprio dia
Primeira consulta hospitalar “muito prioritária”
30 dias seguidos a partir do registo do pedido no sistema informático
Primeira consulta hospitalar “normal”
150 dias seguidos a partir do registo do pedido no sistema informático
Cirurgia programada de prioridade “nível 4″
72 horas após indicação cirúrgica
Cirurgia programada de prioridade “nível 1″
270 dias após indicação clínica
Pacemaker cardíaco
30 dias seguidos após indicação clínica